Tem dificuldade de poupar? Ou sentiu que, com a inflação alta, está poupando menos? Eis alguns truques para te ajudar a poupar mais – ou poupar alguma coisa – principalmente em tempos de crise:

1. Pague a si mesmo primeiro

Essa é uma dica clássica, mas nem todo mundo a põe em prática. Quando você poupa o que sobra, muitas vezes acaba sobrando muito pouco ou nada.

Em vez disso, estabeleça quanto você quer poupar e transforme sua poupança na primeira conta que você deve pagar todo mês, tão logo recebe seus rendimentos. Assim como você paga conta de luz e taxa de condomínio, a poupança é a remuneração do seu “eu” futuro.

A poupança precisa ser um compromisso. É o resto do seu orçamento que deve se adaptar a ela, e não o contrário.

2. Automatize sua poupança

Se você acha que não vai ter disciplina para se pagar primeiro todo mês, tente automatizar sua poupança. Você pode programar sua caderneta de poupança para fazer isso, informando o valor que quer que ela debite da sua conta todo mês e a data – por exemplo, no dia em que cai seu salário.

Isso pode ser feito pelo internet banking ou no caixa eletrônico. Mais fácil, impossível.

Alguns fundos de investimento e planos de previdência privada, bem como o Tesouro Direto, também oferecem a possibilidade de automatizar as aplicações.

Mesmo o dinheiro guardado na poupança automaticamente pode ser depois direcionado a aplicações mais rentáveis e interessantes. O importante é que esse dinheiro não esteja imediatamente disponível para você. Longe dos olhos, longe do coração e das tentações do consumo.

3. Se você não gosta de moedas, guarde-as num cofrinho

Guardar moedas no cofrinho não é só coisa de criança. Muitos adultos não gostam de andar com moedas por aí, e acabam dispensando o troco ou espalhando-as pela casa.

Mas moedas têm valor! Ponha na cozinha um cofre divertido, como um porquinho, e deposite ali suas moedinhas. Com o tempo, elas vão complementar a sua poupança sem que você sinta.

4. Tenha sonhos

Objetivos de vida são fortes incentivos para você deixar de consumir hoje para guardar para o futuro. Quando não sabemos para que estamos poupando, acabamos gastando as reservas com prazeres imediatos e, muitas vezes, irrelevantes.

Por isso, sonhe. Associe seus objetivos financeiros a coisas prazerosas e divertidas para você. Imagine a casa dos sonhos, o carro dos sonhos, as viagens dos sonhos. Esse tipo de meta incentiva e faz com que poupar não seja um sacrifício.

Estabeleça metas para cada fase da vida, tanto pessoais quanto profissionais. Elas serão o prêmio pela sua poupança.

A aposentadoria é, provavelmente, o maior desafio de poupança para todo mundo. Embora as pessoas tenham consciência sobre a importância de ter reservas próprias para essa fase da vida, e não contar apenas com a Previdência Social, é mais difícil visualizar um futuro que parece tão distante.

Em vez de se imaginar como um velhinho na cadeira de balanço, que tal pensar em todas as coisas que você gostaria de fazer quando for mais velho e puder não trabalhar (ou trabalhar menos)?

Uma viagem, um curso, um negócio próprio, ou mesmo o plano de saúde que você sabe que vai precisar bancar (e que não vai ser barato) são objetivos muitos mais palpáveis do que uma meta genérica como “aposentadoria”.

As reservas para a aposentadoria não se destinam apenas ao seu sustento, mas também àquilo que te dá prazer. Aprenda a traçar seus objetivos financeiros e a calcular quanto poupar para cada um deles.

5. Faça você mesmo (“Do It Yourself” ou DIY)

Transforme em hobby alguma habilidade que lhe permita dispensar serviços antes remunerados. Mas não se trata de abrir mão da qualidade de vida para economizar, a menos, é claro, que a necessidade fale mais alto.

Tornar divertidas atividades corriqueiras e necessidades do dia a dia pode ajudar a cortar bastante os gastos. E o valor economizado pode ser destinado à poupança para seus objetivos maiores.

Cozinhar o arroz com feijão básico pode até ser chato, mas aprender pratos novos e interessantes e dar um jantar para os seus amigos pode sair bem mais em conta do que ir a um bar ou restaurante, além de ser potencialmente mais saudável.

O mesmo vale para os pequenos consertos e a decoração da casa, os exercícios físicos, os tratamentos de beleza mais simples, como unhas e cabelo, e a confecção das próprias roupas.

Se você não quiser se comprometer excessivamente com uma dessas atividades, a ponto de pagar um curso, pode recorrer à internet, onde não faltam tutoriais que ensinam todo tipo de coisa.

Tudo isso pode ser maçante se encarado como uma obrigação e feito de forma mecânica. Mas se você tiver um interesse genuíno por uma atividade que possa lhe ser útil, tente torná-la divertida, ou mesmo aproveitar para unir a família em torno dela.

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