Quando os filhos nascem, muitos pais abrem para eles cadernetas de poupança e passam a fazer aportes mensais, pensando no futuro financeiro deles. Mas essa não é a única forma de garantir os sonhos e o futuro dos seus filhos.

Há diversos investimentos acessíveis que são mais adequados e interessantes que a caderneta de poupança para esse tipo de objetivo.

Quanto mais cedo você começar a investir para o seu filho, melhor. Você terá um prazo longo para se beneficiar dos juros compostos, que se potencializam com o passar do tempo, e terá à sua disposição aplicações financeiras rentáveis.

Assim, formará uma formidável reserva para quando seus filhos iniciarem a vida adulta. Eles poderão usá-la para pagar a faculdade, abrir um negócio, comprar um carro, fazer uma grande viagem ou mesmo estudar fora.

Também é importante pensar nos seguros: juntar dinheiro leva tempo, mas os pequenos precisam estar protegidos caso seus provedores venham a faltar.

Veja o passo a passo para investir no futuro financeiro do seu filho:

1. Abra uma conta numa instituição financeira

Abra uma conta para seu filho em uma instituição que ofereça bons investimentos de longo prazo a um custo baixo. Ou seja, não precisa ser uma conta poupança, nem ser no seu banco.

Você pode abrir uma conta no nome do seu filho, mesmo que ele seja menor de idade. Para isso, basta tirar seu CPF. Até que ele complete 18 anos, você poderá mexer nela livremente. Outra opção é abrir uma conta conjunta em que pais e filho sejam cotitulares.

A primeira alternativa é mais interessante, pois os pais resistem mais em gastar o dinheiro quando a conta está em nome do filho.

Veja como abrir uma conta para investir para o seu filho.

2. Trace objetivos financeiros

Todo investimento bem-sucedido está atrelado a um objetivo. É ele que vai determinar o prazo disponível e o nível de risco que o investidor pode tomar. Muito provavelmente, seu objetivo é poupar para quando seu filho tiver 18 anos. Mas qual será o destino desse dinheiro?

Se for pagar a faculdade, por exemplo, você precisa primeiro estimar o custo de um curso universitário do nível desejado. Depois, escolher investimentos de longo prazo que te ajudem a atingir a quantia desejada no prazo disponível.

Se seu filho tiver 10 anos, por exemplo, você tem oito anos até lá. Se ele tiver dois anos, seu prazo será de 16 anos. A partir da quantia desejada e do prazo, você calcula quanto precisa poupar por mês.

Veja como traçar objetivos, aprenda a calcular a poupança para cada um deles e baixe a planilha de GENIAL para calcular quanto investir mensalmente.

3. Escolha os investimentos

A menos que seus filhos já estejam no fim da adolescência, você provavelmente terá que escolher investimentos de médio e longo prazo, que costumam ter risco maior (baixa liquidez ou maior oscilação de preços), mas maior potencial de rentabilidade.

É o caso dos títulos públicos atrelados à inflação, das ações e fundos de ações, dos bons planos de previdência privada tipo PGBL e VGBL e dos fundos multimercados.

Prefira aqueles em que você possa fazer aportes mensais. Alguns inclusive permitem programar aplicações todos os meses, debitando a poupança diretamente do seu salário e garantindo a disciplina.

Saiba como investir para curto, médio e longo prazo, confira algumas dicas para resistir à tentação de mexer no investimento antes da hora e veja como os juros compostos beneficiam quem dispõe de prazos longos para investir.

4. Faça o balanço dos investimentos

Acompanhe o desempenho dos investimentos dos seus filhos e faça uma avaliação mais profunda, com eventuais rebalanceamentos de carteira, a cada seis meses ou um ano.

Não se esqueça de estabelecer metas intermediárias que devem ser atingidas em prazos menores quando o investimento é de longo prazo.

Saiba como fazer o balanço dos seus investimentos e rebalancear a carteira quando necessário.

5. Contrate um seguro de vida

Durante o período de acumulação é importante ter um seguro de vida. Ele vai garantir o sustento e a educação dos seus filhos caso a capacidade financeira da família diminua.

Você pode fazer um seguro temporário apenas até eles completarem 18 anos ou pode optar pela apólice vitalícia. Também existe a alternativa de fazer um seguro que permite o resgate de parte do capital segurado no cancelamento ou no vencimento da apólice.

Ou seja, você recupera o valor pago de prêmio e o utiliza para reforçar as suas reservas.

Saiba mais sobre o seguro de vida resgatável e veja como ele pode ser usado para garantir a educação dos seus filhos.

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