Estamos a alguns meses de uma das datas mais esperadas do comércio global: a Black Friday!  Mas é importante já começar a se preparar, né? Alguns locais promovem um mês inteiro de promoções e até neste mês já começaram de forma mais tímida a chamada Black Friday brasileira, incentivada pelo Governo federal. Mas o grande evento é realmente na última sexta-feira de novembro.

Fica realmente difícil resistir a tanto estímulo e promoções nessa data. Mas lembre-se: você não é obrigado a comprar só porque é Black Friday.

Esses grandes eventos dão uma sensação de que todo mundo está fazendo parte de uma grande festa. Há uma euforia envolvida e, se você não está participando, parece que está perdendo algo.

Isso é muito perceptível não só na Black Friday, mas também em outras datas em que somos estimulados a gastar: Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, etc.

Acontece que quando fazemos parte desses eventos de grande proporções comerciais, a cabeça e, consequentemente, o bolso se deixam levar na maioria dos casos.

Se você não comprar nada, o desconto é maior

Essa frase do seriado “Todo Mundo Odeia o Chris” realmente faz sentido, no contexto da Black Friday, pois os descontos agressivos nessa época levam os consumidores a pensarem: “eu nem ia comprar, mas está tão barato que vale a pena!”

Vale mesmo? Se você nem ia comprar, é porque não queria e nem precisava daquilo. Ao comprar um produto com 50% de desconto, você ainda está gastando dinheiro. Se você não comprar – como já não ia – o desconto será definitivamente maior.

Para saber se aquela compra é impulsiva ou não, você precisa fazer uma reflexão e entender a diferença entre querer e precisar. O querer é baseado num desejo que passa rápido, algo que você quer agora, mas que já terá esquecido dentro de alguns dias.

Precisar é diferente. Não estamos falando das necessidades básicas do ser humano – comer, dormir, morar etc. Estamos falando daqueles produtos e serviços, básicos ou não, que podem fazer uma diferença significativa nas nossas vidas e nos trazer felicidade.

Pode ser uma peça de roupa, não importa. Mas é uma peça da qual você sente falta frequentemente, que você acha que iria usar muito, que acrescentaria algo à sua vida. Não seria algo que você sequer usaria ou que logo deixaria de lado.

Que tal investir o que você economizar?

No mais, você pode pensar que aquele dinheiro que você vai economizar ao resistir a uma compra por impulso pode engordar o seu bolso. Se você teria como pagar por um produto ou serviço supérfluo, por que não destinar aquela mesma quantia a um bom investimento financeiro para o seu futuro e aumentar, assim, o seu patrimônio? Saiba como começar a investir agora mesmo através do nosso e-book gratuito.

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Publicado por Leonardo Pinto

Leonardo é jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero, com passagens por grandes veículos da imprensa brasileira, como TV Cultura, Veja e Estadão. Especializou-se em jornalismo econômico, com aprovação pela FGV, no curso de trainee promovido pelo Grupo Estado.

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