O mercado de ações conta com boas perspectivas para 2020. Uma das empresas que tem ações com uma trajetória de valorização consistente é o Grupo NotreDame-Intermédica (GNDI3), que estreou na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), em 2018.

Na época, cada ação Intermédica valia R$ 16,50 e, em 3 de fevereiro de 2020, foi cotada por R$ 73,44 – uma valorização de 345% em menos de dois anos. Porém como aconteceu com todas as empresas as ações da Intermédica também sofreram com a crise do COVID19.

É verdade que ganhos passados não são garantia de lucros futuros na bolsa de valores, mas o programa de fusões e aquisições e o crescimento sustentado da empresa, que é uma das maiores do setor de saúde no País, vêm chamando cada vez mais a atenção dos investidores.

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A contínua expansão da Notredame-Intermédica (GNDI3)

O interesse pelas ações GNDI3 (código usado na bolsa em referência às ações da empresa) refletiu-se em um salto contínuo das cotações, amparado por um volume crescente de negócios. O aumento de liquidez (de negociação) abriu as portas para sua entrada no seleto grupo de 68 ações que formam o Índice Bovespa (Ibovespa), em setembro de 2019.

A expansão tem sido a marca da Intermédica desde sua fundação, em 1968. A história da companhia ganhou contornos mais vigorosos, em 2014, quando o grupo foi comprado pelo fundo de investimentos norte-americano Bain Capital. Uma série de aquisições estratégicas se seguiram.

A abertura de capital, com oferta inicial de ações (IPO) da NotreDame-Intermédica aos investidoresna bolsa de valores, ocorreu em abril de 2018. A iniciativa rendeu a entrada de R$ 2,7 bilhões ao caixa da empresa. Outras duas ofertas se sucederam no ano seguinte: uma em junho levantou R$ 2,37 bilhões e outra, em dezembro, R$ 3,7 bilhões.

A captação de recursos em bolsa pela venda de ações aos investidores, em vez de recorrer a empréstimos bancários, é considerada a forma mais saudável de uma empresa financiar suas atividades. Essa capitalização possibilitou à NotreDame-Intermédica a compra, no ano passado, de outras empresas do setor de saúde, convênios para tratamento dentário, hospitais, clínicas e laboratórios de análises.

Após rápida expansão no Estado de São Paulo, com aquisições estratégicas de empresas de saúde no Grande ABC, Guarulhos, Sorocaba, Jundiaí e Santos, a Intermédica passou a ampliar seu limite de atuação para outros Estados.

Em 2019, a operadora comprou o hospital AMIU, no Rio de Janeiro; a empresa de planos odontológicos Belo Dente, em Minas Gerais; o Grupo SMEDSJ, que inclui um hospital e centros clínicos, em São Gonçalo, no Rio de Janeiro; a Clinipam, uma rede própria de hospitais, unidades de pronto-atendimento, laboratórios e centros clínicos, nos Estados do Paraná e de Santa Catarina, com 333 mil beneficiários.

O apetite à compra da companhia não foi menor no Estado paulista, onde se consolidou como a primeira empresa de saúde. Passaram a fazer parte da companhia, por meio de aquisição, o grupo Ghelfond, especializado em exames de imagem; Grupo São Lucas, na região de Americana (SP), com 87 mil beneficiários: e a Ecole, uma operadora de saúde com cerca de 45 mil associados no Estado de São Paulo.

O resultado da estratégia de expansão

O crescimento do grupo foi bem recebido pelos investidores e o resultado foi uma valorização de 131% dos papeis da companhia em 2019. Os investidores entendem que a empresa está bem posicionada para o cenário de envelhecimento da população brasileira.

De acordo com os últimos dados da empresa, em setembro de 2019, o Grupo NotreDame-Intermédica apresentava uma receita líquida (total de vendas) de R$ 6,1 bilhão e um lucro líquido (depois do pagamento de despesas) de R$ 292 milhões, com distribuição de R$ 79 milhões em dividendos aos acionistas.

A rede conta 21 hospitais, 75 clínicas, 20 unidades de pronto atendimento, 67 laboratórios de análises clínicas, 5,4 milhões de beneficiários e mais de 20 mil funcionários.

A empresa tem se lançado a várias outras operações financeiras, como aumento de capital, fixando um preço mínimo para suas ações e, em janeiro deste ano, anunciou a recompra dessas ações que estão no mercado em poder de aplicadores. São movimentações tanto para se capitalizar e liquidar suas aquisições, como buscar rentabilidade mais interessante para seu caixa.

Perspectivas do grupo em 2020

Como mencionamos no início do artigo, o mercado de ações conta com boas perspectivas para 2020, e as recentes quedas do preço das ações por conta do Corona vírus apenas abrem oportunidades para investidores de longo prazo consolidarem suas carteiras.

No entanto, assim como as demais as ações, o desempenho da GNDI3 depende dos impactos da crise desencadeada pelo COVID19 e de uma recuperação mais vigorosa da economia. Como oferece planos corporativos de saúde, que as empresas oferecem a seus funcionários, as ações Notredame-Intermédica dependem também da recuperação do emprego e da renda no País para valorização mais expressiva.

Além de conhecer o papel a ser comprado, antes de qualquer investimento, seja na GNDI3 como em qualquer outra empresa, é fundamental que o você conheça bem como funciona a renda variável e os riscos inerentes a ela.

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Publicado por Genial Investimentos

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