Sumário

Quem deseja investir com mais segurança costuma recorrer à renda fixa. Mas você já pensou na possibilidade de aplicar recursos nessa classe e, ao mesmo tempo, aumentar o potencial de ganhos?

Isso é possível por meio dos títulos de crédito privado. Essa alternativa oferece mais riscos, mas também aumenta o potencial dos resultados.

Conhecê-la, portanto, pode ser interessante para montar sua carteira.

Neste e-book, nós da Genial Investimentos mostramos tudo o que você precisa conhecer sobre o tema para investir de maneira informada e consciente.

Confira as próximas páginas e aproveite a leitura para entender o que é  crédito privado e o que os títulos têm a oferecer!

Introdução

O que é crédito privado?

Quais são as suas principais características?

Quais são os principais títulos de crédito privado?

Quais são os cuidados necessários para investir no crédito privado?

Como escolher um título de crédito privado para compor a carteira?

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Introdução 

Se você quiser investir na renda fixa e estiver disposto a correr um pouco mais de riscos para ter mais rentabilidade, saiba que há alternativas. Os títulos de crédito privado oferecem exatamente essas características e podem ajudar a compor sua carteira.

Contudo, muitas pessoas não conhecem essa possibilidade e deixam de aproveitá-la. Para que esse não seja o seu caso, o melhor é conferir suas características para definir se vale a pena ou não para a sua situação.

Para facilitar seu conhecimento sobre o tema, nosso time da Genial Investimentos reuniu todas as informações mais importantes sobre crédito privado. Venha conferir!

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O que é crédito privado?

Previdência
P
rivada

Como declarar o

Imposto
de Renda 2019

O crédito privado consiste na disponibilização de títulos de dívidas por parte de empresas em busca da captação de recursos para financiar projetos e concluir tarefas específicas.

As aplicações são, portanto, investimentos de renda fixa. Mas funcionam de maneira diferente de outras opções, como os títulos públicos.

Quais são as suas principais características?

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Contrato de Índice Futuro

Antes de investir no crédito privado também é importante conhecer quais são suas principais características. Como visto, os títulos de crédito privado são de renda fixa. E, como consequência, o retorno pode ser prefixado, pós-fixado ou híbrido.

Em relação à liquidez, é comum que ela seja mais baixa. Ou seja, dependemos da liquidez no mercado secundário. Essa é uma importante diferença em relação a alternativas como o Tesouro Selic, que tem liquidez diária, por exemplo.

Isso acontece porque os recursos captados costumam ser utilizados em projetos de médio e longo prazo. Logo, a expectativa é aplicar em um horizonte um pouco mais distante de tempo.

Contudo, vale a pena ter em mente que diversas alternativas – especialmente títulos de primeira linha, como debêntures de boas empresas – possuem alta liquidez no mercado secundário. Desta maneira, é possível comprar e vender títulos de crédito privado com facilidade nesse ambiente.

Outra questão importante envolve o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Diversos títulos de renda fixa emitidos por instituições financeiras aproveitam a cobertura dessa entidade, que chega a R$ 250 mil por CPF e instituição financeira em um limite global de R$ 1 milhão renovável a cada quatro anos.

No caso do crédito privado, por outro lado, não existe a garantia. Esse é um dos pontos que aumentam os riscos envolvidos, o que exige atenção extra por parte de quem investe. Porém, o aumento dos riscos é acompanhado por uma ampliação no potencial de rentabilidade.

Essa oferta de rentabilidade serve para tornar as empresas mais atraentes para os investidores, garantindo sua captação de recursos.

Assim, para a empresa, a grande vantagem é poder obter recursos para realizar seus planos de forma mais barata. Afinal, ainda que a rentabilidade seja interessante para o investidor, ela costuma ter menor custo que os juros de um financiamento bancário.

Então, agora você já sabe que é possível ganhar um pouco mais na renda fixa, desde que esteja disposto a se arriscar mais na busca por melhores rendimentos.

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Passo a passo para declarar as contribuições feitas no plano VGBL:

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Declaração de resgates ou rendas de PGBL e VGBL

Conclusão

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eBook

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Os títulos de crédito privado são investimentos de renda fixa emitidos para que empresas possam captar recursos. Ao contrário de títulos públicos e alternativas como CDB, LCI e LCA, eles oferecem mais riscos, mas também entregam maior potencial de retorno.

Entre debêntures, CRI, CRA e FIDC, é possível escolher o que fizer sentido para o seu perfil de investidor e para a sua disponibilidade de recursos. Assim, você pode aproveitar as vantagens desses investimentos, desde que os riscos sejam considerados.

Para ter acesso às diversas possibilidades do mercado, como você viu, é importante ter uma conta em uma boa corretora de valores — e, para isso, você pode contar com a Genial Investimentos!
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Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Como escolher um título de crédito privado para compor a carteira?

Você já teve os cuidados necessários para avaliar a opção e decidiu que deseja adicionar o crédito privado ao seu portfólio? Então, agora é o momento de saber como optar por um título do tipo para atender às suas expectativas.

Na sequência, confira quais são os passos que não podem faltar na sua decisão quanto ao título de crédito privado ideal para você.

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Capítulo 6

Contrato de Índice Futuro

Capítulo 7

Capítulo 8

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Descomplicamos o mercado financeiro para você tomar boas decisões na hora de investir. Acreditamos que investir pode ser fácil e rápido. Somos 100% digitais, mas sempre humanos.

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Sobre a Genial Investimentos  

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Luciano Faustino

CMO da Genial Investimentos

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Conclusão

Crédito Privado


Como o pagamento de dividendos 

funciona?    

de

Viver

Quais são os principais títulos de crédito privado?

Ao pensar no crédito privado, há três títulos principais que merecem a sua atenção. Apesar das características gerais, cada um tem qualidades específicas, então vale a pena entender quais são as possibilidades para a sua carteira.

A seguir, conheça as alternativas de destaque!

Quais são os cuidados necessários para investir no crédito privado?

Apesar de trazer oportunidades, o crédito privado exige que você tenha cuidado antes de investir. A intenção é realmente definir se a alternativa é adequada para você, o que favorece a composição da carteira.

Neste momento, o ideal é observar pontos que se aprofundem quanto ao funcionamento dessas alternativas. Confira! 

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Tudo o que você precisa saber sobre o assunto para investir!

Debêntures

As debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas públicas ou privadas. Elas podem ser empresas de capital aberto ou fechado.

Como na renda fixa em geral, a rentabilidade pode ser prefixada, pós-fixada ou híbrida, dependendo da empresa e do tipo de título. Normalmente, os valores oferecidos são maiores quando a empresa deseja ser especialmente atraente para o mercado e, assim, conseguir mais investidores.

Quanto ao resgate antecipado, ele é possível em alguns casos, mas deve-se considerar que a liquidez é relativamente baixa pelo volume de negociação no mercado. Então, você pode ter dificuldades para resgatar o investimento antes do prazo.

Contudo, para ativos de empresas high grade (boa qualidade de crédito), é fácil vender os ativos no mercado secundário, principalmente quando estamos falando de debêntures.

Em relação à tributação, as debêntures têm incidência de Imposto de Renda (IR). A alíquota depende da tabela regressiva de imposto, o que significa que períodos acima de 720 dias levam a uma taxa mínima de 15%.

Além disso, temos as debêntures incentivadas. Elas sempre estão ligadas aos projetos de infraestrutura e recebem um incentivo fiscal por parte do governo federal. Como consequência, são isentas de impostos para pessoa física.

Por fim, é preciso ficar atento aos riscos. Deve-se considerar que as empresas podem não ter as condições econômicas necessárias para quitar os débitos no vencimento. Algumas debêntures apresentam garantias e podem ser mais seguras, enquanto outras não têm essa vantagem.

CRI e CRA

 Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e do Agronegócio (CRA) são títulos emitidos por securitizadoras, mas com lastro nos respectivos mercados. Com os recursos captados, empresas podem financiar seus projetos nessas áreas de uma forma mais econômica para o negócio.

Nesse caso, os investidores adquirem títulos ligados a direitos creditórios. No CRI, é possível adquirir os direitos quanto ao pagamento do financiamento de um empreendimento imobiliário. No CRA, o setor é o do agronegócio brasileiro.

Aplicar em tais títulos é como adquirir um compromisso de pagamento existente entre o devedor e o credor. Ao ser investidor, você passa a ser o credor. É a securitizadora que garante que haja a cessão desses direitos, pois as aplicações são emitidas por ela.

Para o investidor, um dos grandes benefícios é a isenção de Imposto de Renda para pessoa física. Além de melhorar o retorno, é uma característica que pode tornar a gestão de patrimônio mais prática.

Em relação à rentabilidade, ela também pode ser prefixada, pós-fixada ou híbrida. Além disso, a liquidez do CRI e do CRA costuma ser mais baixa, com um prazo de resgate no médio ou no longo prazo.

FIDCs

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) são um tipo de fundo de renda fixa com atuação direta no longo prazo. Eles priorizam os direitos creditórios de empresas, o que inclui cheques, duplicatas e alternativas do tipo.

Primeiramente, deve-se entender que, nessa alternativa, diversos investidores adquirem cotas e passam a ter direito sobre os resultados do fundo. O portfólio é administrado por um gestor profissional que toma as decisões de alocação com base na estratégia do fundo.

Quanto ao resgate, tudo depende do tipo de fundo. Uma alternativa de FIDC fechada só permite o resgate na data final, enquanto um fundo aberto autoriza o resgate antecipado.

Outra diferença envolve os tipos de cotas, que podem ser seniores ou subordinadas e determinam a ordem de quitação dos valores. As primeiras têm preferência no pagamento, o que diminui os riscos do segundo tipo.

Em relação à tributação, também aplica-se a tabela regressiva. Com isso, pode ser interessante ampliar a data de resgate em busca de uma alíquota menor.

Conheça os riscos envolvidos

De início, é preciso ter completa ciência a respeito dos riscos envolvidos nesse tipo de investimento. Apesar de serem escolhas da renda fixa, você tem que considerar que o perfil de risco não é o mesmo de um título do Tesouro Nacional, por exemplo.

No crédito privado, um dos principais riscos é o de crédito. Na prática, significa que a emissora do título pode não ser capaz de realizar o pagamento no momento de vencimento do contrato. Como você viu, os títulos de crédito privado não possuem cobertura do FGC.

Entretanto, a diversificação e a avaliação do rating dos títulos – ou seja, da classificação de crédito de um emissor – podem ajudá-lo a fazer boas escolhas de investimento. 

Ainda, é importante considerar o risco de mercado. Afinal, oscilações nos juros futuros ou spread de crédito podem afetar diretamente a rentabilidade dos investimentos. E podem, inclusive, resultar em prejuízo no momento da venda. 

Essa movimentação, no entanto, pode também gerar lucros ao investidor no momento da venda do título no mercado secundário. Desta forma, você pode ter ganhos de capital ao negociar seu título nesse ambiente.

É por isso que muitos dizem que, de certa forma, o crédito privado é um investimento de renda fixa, mas com algumas características da renda variável. Se você não estiver ciente e pronto para tolerar os riscos, o investimento pode não fazer sentido.

No entanto, um bom planejamento financeiro e uma análise de risco podem ajudá-lo a equilibrar a carteira e contar com essas alternativas no seu portfólio.

Compare investimentos

Antes de escolher um título de crédito privado também é importante fazer uma comparação com alternativas disponíveis. Assim, você terá uma visão mais clara do que deve fazer parte da sua carteira.

Pensando em alternativas como Certificados de Depósito Bancário (CDB)Títulos do Tesouro e Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA), o crédito privado costuma ter riscos maiores que todas elas, bem como um potencial aumento da rentabilidade.

Contudo, nem sempre o retorno é o principal aspecto buscado pelo investidor na hora de investir. Se a questão da segurança for mais central, os demais títulos de renda fixa podem receber a preferência do investidor – especialmente os mais conservadores. 

Por outro lado, entre as possibilidades de renda fixa, os títulos de crédito privado podem ser uma opção interessante para quem está disposto a correr riscos um pouco maiores em busca de melhores retornos.

Percebe como, no comparativo, as alternativas têm pontos positivos e negativos? Portanto, é fundamental pesar essas características para entender o que faz sentido para o seu portfólio.

Considere aproveitar o crédito privado para a diversificação

A diversificação do portfólio de investimento é essencial para diluir os riscos e aumentar o potencial de ganhos. Assim, podemos dizer que é uma estratégia para favorecer seus resultados sem abrir mão do nível de segurança.

Como a intenção é escolher investimentos com características e comportamentos distintos, o crédito privado pode ajudar. Ao investir em títulos do Tesouro Selic (pós-fixado pela taxa de juros) e em debêntures prefixadas, por exemplo, você investe com riscos e retornos diferentes.

 Assim, pode fortalecer a sua carteira. Então, decidir investir em crédito privado pode ser interessante como uma forma de diversificação da carteira. A seguir, vamos mostrar como você pode fazer isso para ter a chance de alcançar os resultados esperados.

Entenda qual é o seu perfil de investidor

Tudo começa com a compreensão a respeito do seu perfil de investidor. A ideia é entender qual é a sua tolerância ao risco de modo a decidir se essa escolha está relacionada ou não às suas características.

 Nesse sentido, o perfil pode se dividir em três. São eles:

 ●  Conservador: é o investidor que prioriza a segurança e a liquidez, mesmo que diminua o potencial de retorno. Tem baixa tolerância ao risco e, por isso, costuma preferir a renda fixa;

 ●   Moderado: representa quem tem um comportamento intermediário e quem está disposto a correr um pouco mais de riscos em troca de possibilidades de mais ganhos. Consegue manter uma proporção entre segurança e retorno;

 ●   Arrojado ou agressivo: aponta para o investidor com a maior tolerância ao risco e que está disposto a corrê-lo de modo calculado para potencializar os ganhos. Costuma abrir mão de parte da segurança e da liquidez pelo retorno, sempre tomando decisões embasadas.

Como o crédito privado oferece maiores riscos que as demais aplicações de renda fixa, costuma ser indicado para investidores de perfil moderado ou arrojado. No entanto, investidores conservadores podem usar essa oportunidade, em menor percentual, para melhorar o potencial de ganhos.

De qualquer forma, conhecer o seu perfil de risco e a sua tolerância é essencial para tomar decisões que o deixem confortável com a alocação dos recursos.

Defina os seus objetivos financeiros

Para investir em crédito privado também é muito importante estabelecer quais são os seus objetivos financeiros. A intenção é reconhecer o que você espera alcançar e como a sua carteira deve refletir tais interesses. O estabelecimento de metas financeiras inclui o que você espera ganhar e quais são os prazos para o alcance dos resultados.

Quanto ao tempo, defina objetivos de curto, médio e longo prazo. Nos de curto prazo, pode ser importante ter alta liquidez para que você possa usar o dinheiro quando quiser e sem risco de perdas. Logo, é preciso buscar investimentos com essa característica.

Para o crédito privado, é mais adequado focar nos objetivos de médio e longo prazo. Por exemplo, se você deseja consolidar patrimônio, criar as condições para se aposentar ou ter mais proteção financeira no futuro, os títulos desse tipo podem ser boas alternativas.

Se, pelo contrário, seu foco estiver no curto ou no curtíssimo prazo, é provável que o crédito privado não seja capaz de atender às suas necessidades e expectativas.

Avalie a situação e o setor da empresa

Após considerar sua tolerância ao risco e seus objetivos, é hora de dar o próximo passo: aprender a escolher o título.

Como o risco de crédito é um dos principais perigos nessa modalidade de investimento, avalie quais são os riscos associados a cada emissor. Sendo assim, você deverá conhecer muito bem a situação da empresa e do setor que ela ocupa.

Uma companhia que emite títulos de crédito privado para financiar um projeto de expansão, por exemplo, provavelmente está em uma situação melhor que uma empresa endividada que deseja obter recursos para ganhar tempo com os credores. Os riscos também são diferentes.

Para descobrir o real cenário, aproveite que as companhias de capital aberto são obrigadas a divulgar informações, como balanços e demonstrativos financeiros, e analise a situação econômica atual e as projeções. Assim, você saberá se o risco está alinhado com a sua tolerância.

Em relação ao setor, é importante conferir se o segmento está em crise ou se tem perspectivas de crescimento/recuperação. Uma área que esteja em situação difícil que só se aprofunda, por exemplo, traz mais riscos. Logo, é preciso ponderar essas questões para selecionar o título.

Se quiser mitigar os riscos, pode ser interessante escolher uma empresa consolidada, com boas perspectivas para o futuro e que faça parte de um setor igualmente mais seguro.

Veja se você é um investidor qualificado

Uma das características destacáveis do crédito privado é que os títulos não são tão acessíveis quanto outras oportunidades da renda fixa. Como o objetivo é favorecer a captação de recursos para empresas, é frequente que eles sejam destinados a investidores com mais recursos.

Em alguns casos, estão disponíveis apenas para investidores qualificados, como acontece com o FIDC. Estar nesse nível significa ter certificação no mercado financeiro ou dispor de R$ 1 milhão investido. Por isso, tenha atenção com as exigências para checar se você atende aos critérios.

Entretanto, tenha em mente que, atualmente, é possível encontrar no mercado alternativas muito mais acessíveis para qualquer investidor. Na plataforma da Genial, por exemplo, você encontra ativos de crédito privado com investimento mínimo de R$ 1.100,00 disponíveis para investidores em geral.

Diversifique a carteira com outras alternativas

Para rentabilizar o seu portfólio e neutralizar determinados riscos ligados ao crédito privado é válido adotar a estratégia de diversificação. Dessa maneira, pode-se garantir uma atua��ão mais estratégica e que pode ajudá-lo a alcançar seus objetivos.

Nesse caso, a diversificação pode ser feita tanto com outros títulos da renda fixa quanto com alternativas da renda variável (caso o seu perfil contemple tal tipo de risco mais elevado).

A proporção entre cada investimento depende do seu perfil. Os conservadores aportam a maior parte em alternativas seguras, os arrojados geralmente investem prioritariamente na renda variável, e os moderados equilibram as proporções.

O importante é fazer com que a carteira esteja exposta a diferentes situações e níveis de risco para que a estratégia de diversificação possa cumprir seu papel.

Conte com uma corretora de qualidade

Além de cuidar de toda a estratégia, investir no crédito privado também envolve a parte operacional em relação à aquisição de títulos. Para concluir o processo de alocação de recursos, recomendamos buscar o apoio e a estrutura de uma boa corretora de valores.

Essa instituição oferece diversos produtos financeiros, incluindo os títulos de crédito privado. Ao abrir uma conta na corretora, você poderá utilizar a plataforma de investimentos e, assim, escolher os títulos que forem mais adequados para seu perfil e seus objetivos.

É importante selecionar uma corretora que ofereça uma boa variedade, incluindo o crédito privado – como é o caso da Genial. Com uma lista de alternativas para escolher, você poderá atender melhor às suas expectativas e aos seus objetivos.

Além disso, é importante se preocupar com a estrutura disponibilizada pela corretora. A plataforma deve ser fácil de usar e a instituição deve prestar um bom atendimento de suporte. Com a conta já aberta, basta selecionar os títulos, conferir as informações e aplicar o dinheiro.