A reserva de emergência é uma poupança que todo mundo deveria ter, para ser usada apenas em situações de urgência, como a perda de um emprego, uma doença grave na família ou um conserto emergencial em casa.

Especialistas recomendam que ela seja equivalente a uma quantia de três meses a um ano dos seus rendimentos, dependendo da sua área de atuação profissional e facilidade de se recolocar no mercado em caso de demissão.

Devido à sua função de “air bag financeiro”, destinado a acomodar impactos no bolso, a reserva de emergência deveria ser o primeiro objetivo de todo investidor.

A partir do momento em que a pessoa se vê livre das dívidas e capaz de poupar dinheiro mensalmente, ela já deve começar a poupar para a formação da reserva de emergência. Apenas depois de alcançado esse primeiro objetivo é que o investidor deve se dedicar aos demais.

E se você precisar mexer na reserva de emergência?

Bem, nesse caso, o próximo passo do seu planejamento financeiro deve ser começar a recompô-la assim que possível.

Quando você sofre algum revés financeiro, você deve priorizar o uso do dinheiro guardado em vez de se endividar. Dívidas costumam ser consideravelmente mais caras (por conta dos altos juros) do que a remuneração das aplicações financeiras.

Por isso, a menos que você tenha acesso a linhas de crédito mais baratas que a rentabilidade dos seus investimentos, não faz sentido se endividar quando se tem reservas.

A primeira a ser consumida deve ser a reserva de emergência. Por sua função, ela deve ficar aplicada em investimentos de baixíssimo risco e alta liquidez. Ou seja, investimentos que possam ser resgatados com facilidade a qualquer momento.

Conheça alguns dos investimentos de baixo risco ideais para abrigar sua reserva de emergência e mais vantajosos que a caderneta de poupança.

Consumidos os recursos mais acessíveis, se você ainda estiver em dificuldades, pode passar a utilizar os demais investimentos. Comece pelos mais líquidos e que causam menos prejuízo em caso de resgate ou venda antecipada.

Dívidas devem ser vistas como último recurso. Priorize linhas de crédito mais baratas e use as mais caras, como cheque especial, apenas em último caso.

Foi demitido? Saiba como fazer um planejamento financeiro para esta situação.

Se você precisou consumir apenas uma parte da sua reserva de emergência, recomponha o que foi gasto tão logo consiga voltar a poupar.

Caso você tenha consumido toda a sua reserva de emergência, há duas possibilidades. Se não tiver chegado a se endividar, basta recompô-la quando conseguir voltar a poupar.

Faça isso antes de voltar a destinar recursos a outros objetivos, como a sua aposentadoria ou o fundo para a faculdade dos filhos que ainda são pequenos. É a mesma lógica do investidor iniciante: o primeiro objetivo é a reserva de emergência, depois o resto.

Se você tiver se endividado, seu primeiro passo deverá sair do vermelho. Antes de poupar e investir, é preciso se livrar das dívidas.

Confira o passo a passo para se livrar das dívidas.

Precisa de ajuda para investir melhor o seu dinheiro? Veja como a GENIAL pode ajudar você!

A Genial é a plataforma de investimentos que está democratizando o acesso aos melhores produtos do mercado, de forma simples, ágil e eficiente, através de uma assessoria financeira isenta, transparente e qualificada.

Comentários