Ao comparar a rentabilidade de investimentos similares, considere os rendimentos líquidos, isto é, o que entra no seu bolso efetivamente depois de descontadas todas as taxas e impostos.

Isso é importante porque nem sempre a rentabilidade divulgada é a rentabilidade líquida. No caso dos fundos de investimento, por exemplo, o rendimento informado está sempre líquido de taxa de administração, mas não de imposto de renda ou IOF.

A razão é que esses impostos só incidem na hora do resgate e as alíquotas variam de acordo com o tempo que você permaneceu com o dinheiro aplicado. Portanto, o ideal é simular a rentabilidade líquida para diferentes prazos até o resgate na hora de comparar.

Conheça os custos e o potencial de rendimento das aplicações

Dica Genial

Informe-se sobre todos os custos de investir em cada produto financeiro. Essa dica também é fundamental para aqueles que são atraídos pelas aplicações isentas de imposto de renda. A isenção torna mais fácil que elas sejam mais rentáveis que muitas aplicações tributadas, mas isso não é uma regra.

Um CDB (título de renda fixa que é tributado) que pague um percentual elevado da taxa de juros DI pode ter uma rentabilidade líquida maior que uma LCI (título de renda fixa isento) que pague um percentual baixo do DI.

Neste post, você pode ver uma simulação com valores para entender melhor como isso funciona.

Em resumo, o que importa é o que entra no seu bolso, mesmo que haja custos e impostos. Não que o valor das taxas não seja importante.

Custos muito altos de fato podem dificultar que o investimento alcance uma boa rentabilidade, especialmente no caso da renda fixa conservadora.

Por outro lado, de nada adianta a aplicação ser barata e isenta de impostos se seu potencial máximo de rentabilidade for pífio.

Publicado por Genial

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