Seja bem-vindo ao eBook que vai ensinar, de forma didática e detalhada, tudo o que você precisa saber para conhecer a profissão de Trader!

Sumário

Operar no mercado financeiro está cada vez mais acessível. Hoje, mesmo de casa, é possível investir na Bolsa de Valores e até ganhar dinheiro desta forma. Parece o trabalho dos sonhos, correto? Mas isso já é uma realidade e tem nome: trader.
 
Há aqueles que são traders somente nas horas vagas para levantar uma renda extra, mas também existem pessoas que se dedicam integralmente a essa profissão, porque veem o potencial de ganho que ela proporciona. Então, sim, é possível trabalhar de onde quiser, viver como trader e obter lucro.
 
Para isso, a fórmula não é tão simples, pois demanda muita disciplina, equilíbrio psicológico e, claro, conhecimento de mercado. Mas, aqui, a nossa intenção é introduzir o leitor no universo do trader e aproximar a profissão de você!

O que faz um trader?

Quais ativos o trader pode investir na Bolsa?

Os tipos de trader

Conheças todas as operações

Como escolher a plataforma de trading?

Escolas de análises

Formas de representação

01020304050607

O que você precisa para começar?

trader é uma figura muito emblemática no  mercado financeiro, afinal são eles os responsáveis por comprar e vender ativos na Bolsa, seja para terceiros ou para eles próprios como investidores. Esse profissional, basicamente, ganha dinheiro por saber a hora certa de comprar e vender ações, ETFs, dólar e qualquer outro ativo na Bolsa. 

O trader, na maioria dos casos, é um autônomo, com um computador instalado em casa e que, por meio de uma plataforma, consegue acessar o ambiente da Bolsa de forma personalizada e realizar lucros em semanas ou até dias. Sim! 


É possível ganhar milhares de reais em um dia. Claro que, para tanto, é preciso muita competência e sabedoria na hora de investir. Fazer trading é uma verdadeira arte. Essa atividade é considerada a mais arriscada no mundo dos investimentos. Da mesma forma que é possível lucrar muito em pouquíssimo tempo, o contrário também ocorre. 


E é comum ouvir de traders experientes que é preciso saber perder dinheiro para ganhar muito. Manter a cabeça no lugar é um dos grandes desafios. Por isso, ser trader é conviver com prejuízos e lucros o tempo todo, o que explica a grande atração por esse mercado fascinante!

Seja bem-vindo ao eBook que vai ensinar, de forma didática e detalhada, tudo o que você precisa saber para conhecer a profissão de Trader!

Quais ativos o trader pode investir na Bolsa?

eBook online

Luciano Faustino

CMO da Genial Investimentos

CMO da Genial Investimentos

O trader é uma figura muito emblemática no mercado financeiro, afinal são eles os responsáveis por comprar e vender ativos na Bolsa, seja para terceiros ou para eles próprios como investidores. Esse profissional, basicamente, ganha dinheiro por identificar o momento certo para comprar e vender ações, ETFs, dólar e qualquer outro ativo na Bolsa.

O trader, na maioria dos casos, é um autônomo que trabalha por meio de um computador ou smartphone e, através de uma plataforma profissional, consegue acessar o ambiente da Bolsa de forma personalizada e obter lucros em semanas ou até dias.

Claro, para tanto, é preciso consciência e disciplina na hora de investir. Fazer trading é uma verdadeira arte. Essa atividade é considerada a mais arriscada no mundo dos investimentos. Da mesma forma que é possível lucrar muito em pouquíssimo tempo, o contrário também pode ocorrer.

Por isso, é comum ouvir de traders experientes que é preciso saber perder dinheiro para ganhar muito. Manter a cabeça no lugar é um dos grandes desafios. Ou seja, ser trader é conviver com prejuízos e lucros o tempo todo, o que explica o interesse dos investidores por esse mercado!

Se quiser começar de forma simples a atuar como trader, você precisa de quatro coisas, no mínimo, para treinar, sentir o mercado e iniciar: 

O mindset de um trader: 
resiliência e objetividade

Diferentemente de muitas coisas que acontecem em nossas vidas, no mercado não temos o menor controle do que irá acontecer. Não importa quem você seja ou o quanto tenha estudado, não há nada que limite o mercado. Nada mesmo!
 
Segundo o trader profissional Fabricio Gonçalvez, quanto mais você se esforçar para dominar uma situação, pior ela ficará. Independentemente do que faça, não há garantias de sucesso em suas operações. Mesmo que você tenha conhecimento, recursos financeiros e tempo, algumas operações, aliás várias, serão perdedoras. Faz parte e ninguém, nem os melhores, conseguem evitar.
Como já mencionado, o mantra de um bom trader é: “Saiba perder dinheiro antes de lidar com lucros”. Ou seja, uma das virtudes de um trader de sucesso é entender que haverá perdas. É uma condição inerente à profissão. Os melhores traders já tiveram muitos prejuízos, mas foram resilientes.

Resiliência é a palavra-chave. Aprender a ressignificar os sentimentos causados pelos erros e perdas de dinheiro e assumir a responsabilidade sobre os atos talvez sejam as tarefas mais difíceis para o trader.

Por isso, é necessário ter um plano com regras bem definidas e cumpri-las. Saber quando descumprir as regras é uma característica a ser adquirida com o tempo. É muito raro ouvirmos das pessoas “Eu errei”. O mais natural é escutarmos: “Deu errado porque algo aconteceu.”. Tenha em mente que ninguém é culpado por seus resultados, a não ser você, e que o mercado não tem o menor conhecimento da sua situação financeira, do resultado das suas operações e muito menos da sua posição atual.

Culpar terceiros é uma forma de nunca olhar com objetividade para cada situação adversa.  Acompanhar o mercado com 100% de objetividade é o que vai aliviar o seu psicológico. Objetividade é trabalhar com números exatos, o que vai ajudá-lo a estabelecer as regras das suas operações e, por meio delas, montar o plano de operações vencedor.

Essa característica vai lhe conferir confiança para entrar e sair de uma operação, pois a probabilidade positiva traz conforto para a mente aceitar perdas sabendo que os ganhos futuros compensarão esses prejuízos. 

No Brasil, a Bolsa é centralizada, o que significa que os participantes negociam ativos em um único local.
 
As principais empresas do país estão listadas no mercado de ações da Bolsa, inclusive a própria B3, a Bolsa oficial do Brasil. O ambiente da Bolsa não negocia apenas ações de empresas, diversos outros produtos estão disponíveis para negociação tanto no mercado de Bolsa quanto no mercado de Balcão Organizado.
 
Alguns produtos derivam diretamente das ações, como as opções de compra e venda de ações. Esse tipo de derivativo é negociado no mercado de opções. Outros produtos derivam de outros instrumentos financeiros como os fundos de investimento e as debêntures. Estes possuem códigos próprios de negociação e são comercializados da mesma maneira que as ações.
 
De maneira geral, os ativos disponíveis para serem negociados na Bolsa são: ação, opção, BDR, CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários), FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios), FII (Fundo de Investimento Imobiliário), ETF (Exchange Traded Fund), Debênture, Nota Promissória, Direito de Subscrição, RCSA (Recibo de Carteira Selecionada de Ações) e POP (Proteção de Investimento com Participação).

Especuladores

São todos (entre empresas, fundos e pessoas físicas) que usam o mercado única e exclusivamente para realizar lucros com as oscilações de preço. 

Hedges

São os participantes que usam o mercado para se protegerem de oscilações de preço, por exemplo, quem tem dívida em dólar ou produção de café.

Arbitradores

São participantes que usam o mercado para lucrar com a diferença de preços do mesmo ativo (ou de ativos correlacionados) negociado em locais diferentes.

Traders de Tesouraria

Operam, exclusivamente, o capital da instituição e, grosso modo, tomam posições que possam proteger e que rentabilizar a carteira de títulos, crédito etc. O grau de exposição ao risco (volume) depende tanto do tamanho quanto da decisão gerencial de cada profissional.

Traders Mesa Clientes

Esses traders costumam tomar exposição direcional no mercado menores do que os traders de Tesouraria, ou seja, a maior parte das operações são efetivamente “travadas”.

Traders Executores

Conhecidos como brokers, eles executam ordens, ou seja, não tomam decisões acerca dos investimentos.

Sales Traders

São profissionais que realizam o intermédio entre a execução de ordens e o relacionamento comercial com clientes.

Traders Autônomos

São aqueles que operam com recursos próprios. Este é o profissional que possui mais liberdade, pois todas as decisões e objetivos são estabelecidos por ele mesmo.

Swing Trade

É a modalidade de trabalho que ocorre no prazo de, pelo menos, dois dias até 1 mês. Quem utiliza essa modalidade também se baseia na Análise Gráfica, em geral, utilizando gráficos diários. Tem como objetivo ganhos em torno de 5%, 6% e 8% em poucos dias.

O Swing Trade exige paciência, diversificação e estratégia bem definida. Opera-se menos vezes com o propósito de acertar o ponto exato de reversão dos movimentos. A liquidez dos ativos operados pode ser um pouco menor que no caso do Day Trade, mas também se exige uma boa liquidez dos papéis.

Position Trade

Essa modalidade de trade pode durar de 1 mês até 12 meses. Também é baseado em análise gráfica, sendo que os tempos gráficos mais comuns são semanais e mensais. Pode contar com a análise fundamentalista como aliada. Tem como objetivo ganhos acima de 10%, 15% e 20%.

Também exige bom conhecimento em análise gráfica e uma boa estratégia definida de forma antecipada. A liquidez dos ativos negociados pode ser bem menor que no caso do day trade e do swing trade, pois o investidor tem mais tempo para entrar ou sair de uma posição.

A negociação ocorre no mesmo dia, ou seja, o investidor nunca leva a operação para os próximos, sempre zerando a operação na mesma data em que foi iniciada. Não importa se ele compra na primeira hora do pregão e vende na última, ou se compra às 11h55 da manhã e vende às 11h59, ambas as operações são denominadas Day Trade.

O Day Trader utiliza basicamente a análise gráfica, com gráficos intraday de 15min, 30min e 60min (os mais comuns). Também opera ativos de alta liquidez, que possibilitam entradas e saídas rápidas. Sem correr o risco de não encontrar compradores ou vendedores quando quiser encerrar sua a operação. Precisa ter tempo disponível para operar no mercado, além de pagar uma tributação mais alta que as outras opções: 20% sobre o lucro, sendo que não há limite de isenção.

Day Trade

Scalping Trade

É a modalidade de negociação que envolve movimentos curtos com alvo pequeno. O objetivo é fazer dinheiro rápido. Nos EUA, essa modalidade é também chamada de trades de momentum, ou seja, traders que buscam capturar aqueles movimentos sequenciais de preço sem ficar muito tempo expostos no ativo.

A grande desvantagem do Scalping é que a relação risco/retorno não é muito maior do que 1/1. A compensação, via de regra, vem da eficiência. É comum obter taxas de acerto de 80/85%. Outra grande desvantagem é a necessidade do trader desenvolver uma habilidade a mais: agilidade. Você precisa ser extremamente ágil para conseguir operar Scalping.

O sistema possibilita a negociação de ações e outros ativos financeiros diretamente pela internet. Implantado em 1999, seu principal objetivo é facilitar o acesso ao mercado acionário e permitir que cada vez mais pessoas façam parte dele de forma simples e eficiente.
 
Antigamente, comprar e vender ações era algo mais complicado, geralmente o processo era efetuado por telefonemas para as sociedades corretoras e obrigatoriamente era necessário o intermédio de corretores que executavam as ordens. Como você pode perceber, era algo bastante trabalhoso e lento se comparado aos dias de hoje. Com a chegada do home broker, o processo ficou mais rápido e dinâmico.

É possível fazer uma operação diretamente no mercado em uma fração do tempo que se gastava antigamente. Além disso, ficou mais barato operar. No passado, os custos eram maiores, porque era necessário enviar ordens por meio das mesas de operações. Ainda é comum operar pelas mesas, mas agora existem outras maneiras. Isso tudo, atrelado ao aumento da oferta de produtos e da livre concorrência, fez com que os custos de operação caíssem consideravelmente.

Apesar de parecer algo complicado, o funcionamento é bastante intuitivo. Primeiro, você deve ser cadastrado em alguma corretora que ofereça os serviços de home broker. Atualmente, existe uma grande oferta de produtos no mercado, cabe a você pesquisar e decidir qual é o mais adequado às suas necessidades.
 
Com o cadastro feito e já apto a operar, você abre o sistema, que pode ser diretamente pelo site da corretora ou um aplicativo instalado no computador. A partir daí, todas as ordens de compra e venda que você enviar passarão pela corretora e serão retransmitidas diretamente ao sistema Mega Bolsa da Bolsa de Valores, tudo de forma muito rápida e fácil.

Análise 
Fundamentalista

A Análise Fundamentalista funciona como uma ferramenta eficaz para que o investidor possa fazer um verdadeiro retrato de uma empresa listada em Bolsa de Valores e assim decidir se vale a pena investir no ativo. Por meio dela, o investidor avalia a saúde financeira das empresas, o cenário econômico em que elas estão inseridas e estipula um “preço justo” para as ações considerando o seu histórico e potencial de gerar valor no longo prazo.

O precursor dessa técnica foi Benjamin Graham. Ele defendia que o preço de uma ação deve refletir a expectativa de lucros futuros, tendo em vista seu fluxo de caixa em determinado momento. O grande objetivo da análise fundamentalista é lucrar na diferença de preço de compra e venda de ações com foco no longo prazo, estudando a situação da empresa e perspectivas conjunturais futuras. 

Em uma tradução literal, significa leitura da fita. A técnica ficou conhecida dessa forma porque os traders liam as informações do mercado em uma fita de papel impressa em uma máquina chamada “Ticker Tape Machine”. A máquina era instalada nos escritórios e recebia os dados das negociações da Bolsa. Uma fita continha as seguintes informações: código da ação, quando foi negociada, uma seta indicando se o preço estava acima ou abaixo do último fechamento e a variação. Esses dados demoravam em torno de 20 minutos para chegar aos traders. Só por volta da década de 1960 as negociações da Bolsa de Nova York começaram a ser transmitidas em tempo real.

Hoje em dia, a técnica tem como objetivo principal reconhecer quais são os comportamentos dessa negociação e seus impactos nos preços e nos outros players do mercado. Os investidores devem ser capazes de ler os negócios fechados em conjunto com o processo de intenções do Book de Ofertas.

Tape 
Reading

Análise
Técnica

A análise técnica se refere ao modelo de análise de investimento que avalia instrumentos financeiros a partir de gráficos históricos. Atualmente, o modelo mais aceito é o de padrões gráficos e uso de indicadores técnicos. Muito do que é aplicado hoje na análise gráfica veio dos estudos de Henry Charles Dow, nos quais ele fala sobre a repetição dos movimentos históricos dos preços.
 
Assim, se você pretende utilizar a análise técnica para operar na Bolsa, precisa conhecer a teoria de Dow e o que ela aponta. A teoria de Dow é composta por uma série de axiomas propostos por Henry Charles Dow no começo do século XX, buscando explicar o comportamento do mercado de ações. Esses axiomas se tornaram tão bem aceitos e aplicáveis que até hoje são ensinados como porta de entrada para o mundo especulativo da Bolsa. A história mostra que a teoria de Dow foi adotada algum tempo após sua morte, em 1902.

Dow era colunista no jornal que ele mesmo fundou, o Wall Street Journal. Seus artigos abordavam diversos aspectos e diretrizes da vida do trader e sua compilação acabou emergindo como um guia para os profissionais da época. Por volta de 1922, os traders William Peter Hamilton, Robert Rhea e George Schaefer organizaram a base da teoria. A teoria se baseia em alguns pontos principais:

O que faz
um Trader?

voltar para o sumário

O que faz 
um Trader?

Quais ativos o trader
pode investir na Bolsa?

voltar para o sumário

Os tipos 
de Trader

voltar para o sumário

Os tipos 
de Trader

Conheças todas 
as operações

voltar para o sumário

Conheças todas 
as operações

Como escolher a plataforma de Trading?

voltar para o sumário

Como escolher a plataforma de Trading?

Escolas de
Análises

voltar para o sumário

Escolas de
Análises

“O trabalho em equipe é o combustível que leva pessoas comuns a atingir resultados descomunais”

Andrew Carnegie

“Teamwork is the fuel that allows common people to attain uncommon results”

A nossa satisfação para levar você ao mundo dos investimentos é enorme. Trabalhamos em conjunto alinhados a um único objetivo: proporcionar conteúdo didático sobre educação financeira a partir de uma experiência agradável de leitura. Adquirindo conhecimento, o seu dinheiro passa a ganhar vida e gera cada vez mais frutos!

8 dicas de um trader profissional

O analista gráfico da Genial Investimentos, Igor Graminhani, dá algumas dicas essenciais para se tornar um trader de sucesso. Os pontos levantados pelo especialista servem tanto para profissionais que estão pensando em começar na profissão quanto para os mais experientes.
 
Para os que estão começando, ele indica operar os minicontratos de dólar por conta da alta liquidez, dos custos menores de corretagem e da chamada alavancagem, que possibilita movimentar contratos cheios com pouco dinheiro. 


Abaixo, confira as principais dicas para ter sucesso como trader profissional: 

 

  1. Conhecimento

    A educação do trader deve ser enraizada em uma escola de trading, para estudar e utilizar como método de referência. Seja Análise Gráfica, Tape Reading ou Position Trade, o primeiro passo para ser um profissional é se basear em alguma dessas metodologias.


  2. Controle de Risco

    A atenção deve ser redobrada nesse ponto. Ter um controle de risco é estabelecer, principalmente, qual é o máximo de prejuízo diário. O Stop Loss, por exemplo, que determina qual é esse limite de desvalorização, deve ser usado para gerenciar seu risco. Segundo Graminhani, não é recomendável deixar a operação aberta sem o Stop Loss.

  3. Atitude

    Quando o trader enxerga uma formação no gráfico que indica ordem de compra ou de venda, ele precisa ter a atitude de apertar o botão sem medo. Precisa pensar rápido. Por isso, há o controle de risco. As operações são feitas em segundos, e ser cauteloso nesse mercado significa perder boas oportunidades.

  4. Estratégia

    O trader não pode operar no "achismo" nem no "feeling". O recomendado é seguir os gráficos e padrões das metodologias de trading.  Os gráficos servem para dar o timing certo de entrada e saída das operações.

  5. Disciplina

    Se o trader não tiver disciplina para estabelecer as metas, ele certamente vai quebrar e perder muito dinheiro. Ao bater a meta diária de ganho ou de prejuízo, pare tudo e só pense em trabalho no dia seguinte. Para o trader, cada dia é um dia, e isso deve ser respeitado.

  6. Fator psicológico

    Às vezes, um trader pode ter controle de risco, estratégia e conhecimento, mas na prática é diferente.  Quanto maior o valor financeiro usado no trading, mais a questão emocional irá afetar o trader. Por isso, é necessário saber qual é o equilíbrio e o montante de dinheiro em que o trader se sente confortável tanto para ganhar quanto para perder.

  7. Foco total

    Trading não é brincadeira. Não existe escritório na praia nem moleza, como muitos dizem por aí. As operações podem ocorrer em segundos e, por isso, é preciso atenção total. Ter uma estação de trabalho própria e um local tranquilo é essencial para um bom desempenho.

  8. Acompanhar noticiário

    O calendário econômico tem que estar na mão, todos os dias, para conseguir prever alguns eventos. Assim, as operações ficam mais claras e não há surpresas na hora de investir.

A Bolsa de Valores é um mercado onde pessoas e empresas se relacionam pela compra e venda de títulos e ações. Se você decide vender uma ação e outro investidor tem interesse em comprá-la, a Bolsa será o ponto de encontro de vocês.

Tudo isso acontece em um ambiente seguro e organizado, para que essas negociações sejam de fato transacionadas e protejam o cliente que está comprando ou vendendo.

A responsável por esse sistema é a CBLC - Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia. Mas não é incomum ouvir que, no Brasil, as responsáveis pela custódia das ações são as corretoras, porém é a CBLC (empresa da B3).

Você sabe o que é a 
Bolsa de Valores?

As corretoras de valores são instituições financeiras voltadas para investimentos. Você abre sua conta em uma corretora como faz em um banco, mas para fins diferentes: uma corretora não oferece empréstimos, financiamentos, cartões de crédito ou pagamentos, mas sim, opções para aplicar seu dinheiro e fazê-lo render.  O principal papel de uma corretora é atuar como intermediária na compra e venda de ativos financeiros.
 
São instituições autorizadas a atuar como uma ponte de ligação entre os investidores e a Bolsa de Valores na compra e venda de ações, mas também podem oferecer títulos públicos federais (negociados por meio do programa do Tesouro Direto) e títulos de crédito privados (como CDB, LCI, LCA e debêntures, entre outros), cotas de fundos de investimento e várias outras opções. Mas a função de uma corretora não acaba aí.
 
Elas também contam com equipes de economistas, responsáveis por analisar as perspectivas do mercado, das empresas cujos papéis são negociados na Bolsa e da conjuntura econômica, orientando os investidores a tomar as melhores decisões. Por fim, as corretoras também podem atuar na gestão de fundos de investimento e carteiras de ativos.
 
Assim, na corretora de valores, o investidor pode optar pelo produto que mais se adeque às necessidades dele, podendo optar por produtos de diversas instituições disponíveis na plataforma. Para cada operação de compra e venda de ações e outros ativos na Bolsa, as corretoras cobram uma taxa de corretagem.
 
Quando você realiza uma compra de um lote de ações, sua corretora vai debitar essa taxa levando em consideração as regras estipuladas para a cobrança, que podem variar. Por isso, é preciso ficar atento a esses valores.

Você sabe a 
importância das 
corretoras 
para o trader?

  1. O preço desconta tudo 
    O que afeta o preço da ação (ou outro papel) é descontado e reflete no ativo. Isso significa que ao analisar um gráfico para prever as próximas variações, não é preciso preocupar-se com outros aspectos porque eles estarão representados nos movimentos do preço no gráfico.

  2. As tendências do mercado que você deve conhecer
    O mercado se movimenta em três tipos de tendências: a primária, a secundária e a terciária. As tendências se comportam de maneira recursiva, sendo a tendência primária uma composição de tendências secundárias e a secundária, uma composição de tendências terciárias.
  • TENDÊNCIA PRIMÁRIA
    É uma tendência que busca explicar os grandes movimentos de mercado, dura de seis meses a mais de um ano e dá o direcionamento de longo prazo dos papéis.


  • TENDÊNCIA SECUNDÁRIA
    É uma tendência que busca explicar os pequenos movimentos de mercado, dura de um a 12 meses e dá o direcionamento de médio prazo dos papéis.


  • TENDÊNCIA TERCIÁRIA
    É uma tendência que busca explicar os pequenos ruídos diários de mercado, dura de horas a um mês e dá o direcionamento de curto prazo dos papéis.


  • PREÇOS SE MOVEM EM TENDÊNCIAS
    Ao descobrir tendências no momento inicial de sua formação, o investidor é capaz de tomar a melhor decisão: comprar, vender, entrar ou sair do mercado. Nesse aspecto, é importante se atentar às tendências – primária, secundária e terciária – abordadas no tópico anterior.


  • TENDÊNCIAS SÃO CONFIRMADAS PELO VOLUME
    Dow acreditava que o volume confirma as tendências de preços. Para que haja uma confirmação da tendência, é preciso que o volume aumente na direção dela. Exemplo: quando estamos em uma tendência de alta, o volume aumenta quando os preços sobem e diminui nas quedas.


  • OS ÍNDICES E MÉDIAS DEVEM CONFIRMAR UNS AO OUTROS
    Nesse princípio, Dow se refere aos índices complementares que existem no mercado americano, assim como os diferentes indicadores da Bovespa agregam o desempenho de diferentes grupos de empresas. Assim, para uma tendência de alta ou baixa ser confirmada, os índices devem caminhar juntos. Isso porque cada um deles se refere a um setor da economia, que, apesar das diferenças, depende de fatores semelhantes entre si para ter um crescimento sustentável.


  • A TENDÊNCIA VALE ATÉ SUA INVERSÃO
    Observar o comportamento dos preços em relação à tendência é importante para determinar a continuidade ou não desta. Isso porque, segundo Dow, uma tendência invertida deve mudar a estratégia operacional do investidor. A inversão da tendência é identificada pela formação dos pivots de alta ou de baixa.

    Basicamente, a Teoria de Dow observou os comportamentos passados do preço dos ativos e comprovou que eles tendem a se repetir no presente e no futuro.

Gráfico x Tempo

Essas análises são baseadas em gráficos construídos a partir da variação das cotações passadas, procurando-se identificar padrões gráficos que sinalizem o comportamento futuro do papel.

Estudos técnicos analíticos podem ser adicionados aos padrões gráficos formados pelos preços das cotações. Também conhecida por análise gráfica, essa escola abrange inúmeros e ricos subtópicos, definindo termos, estratégias e estudos de uma forma muito completa e evoluída. Nessa modalidade, o instrumento de análise é o gráfico e ele é composto do fator tempo no eixo X (horizontal) e do fator preço no eixo Y (vertical).

voltar para o sumário

Formas de representação

Linhas: 
O gráfico de linha é o que os investidores iniciantes mais conhecem. Na verdade, grande parte das pessoas iniciantes imagina que o único gráfico existente é o de linha e que não há outros. Visualmente, ele é bem didático. Mas, à medida que o estudo do investidor se aprofunda, o gráfico de linha é a primeira coisa a ser abandonada, pois ele é quase inútil em termos de informação. O gráfico de linha apenas marca um ponto em cada preço da ação e os liga por uma linha.

Barras: 
O gráfico de barras é uma evolução considerável do gráfico de linhas e fornece muito mais informação ao investidor. Ele não apenas liga os preços de fechamento de uma ação, mas também informa como foi o movimento de uma ação num determinado dia ou período. Se um gráfico de linha liga os preços de fechamento de uma ação, o gráfico de barras fornece os preços de abertura, fechamento, máxima e mínima de cada dia (período) de pregão. O gráfico de barras ainda é utilizado por analistas gráficos mais experientes por força do hábito. Mas, ao novo investidor, fica difícil a visualização quando se quer ampliar a amostragem.

Candlestick:
A exibição gráfica no formato de candlestick permite ao investidor analisar a tendência geral do papel e a tendência de curto prazo ao mesmo tempo. Isso porque os candlesticks carregam em si mais informações do que um gráfico de barras ou de linha, pois exibem os quatro preços de um período (abertura, máxima, mínima e fechamento). Recebe este nome por ter formato parecido ao de uma vela.
 
Entre os três tipos de gráficos mencionados (linhas, barras e candlestick), o último é o mais utilizado por analistas, traders e investidores experientes.
O candle é formado somente por corpo e sombra superior ou corpo e sombra inferior. Além disso, em alguns casos, pode ter apenas o corpo na sua formação, ou seja, ausência das sombras. O candlestick é uma representação gráfica que demonstra a alteração dos preços de um ativo em uma unidade de tempo da seguinte forma:

Tempos gráficos

Mensal: 
É a representação gráfica em que se mostram os movimentos dos preços por meio de um gráfico candlestick por mês. Portanto, será mostrado um candle por mês.

Semanal: 
É a representação gráfica em que se mostram os movimentos dos preços por meio de um gráfico candlestick por semana. Portanto, será mostrado um candle por semana.

Diário: 
É a representação gráfica em que se mostram os movimentos dos preços por meio de um gráfico candlestick por dia. Portanto, será mostrado um candle por dia.

Intraday: 
É a representação gráfica em que se mostram os movimentos dos preços por meio de um gráfico candlestick em diversos tempos (1 minuto, 2 minutos, 5 minutos, 10 minutos, 15 minutos, 30 minutos e 60 minutos). Portanto, será exibido um candle a cada período selecionado.
Quanto mais agressivo e especulador for o investidor, mais rápida será sua operação e menor será o tempo gráfico utilizado.

Quanto mais agressivo e especulador for o investidor, mais rápida será sua operação e menor será o tempo gráfico utilizado.

Princípios essenciais da Análise Técnica

voltar para o sumário

Não 
confunda

Trade é uma palavra da língua inglesa que significa “troca”. Ou seja, no caso específico da Bolsa de Valores, as trocas são as compras e vendas dos ativos. É uma lógica de mercado.

O trader é o profissional que executa essas ordens. E trading é o nome dado à atividade.

Ela representa um desenvolvimento da conhecida teoria de Dow e se aplica a todos os ativos. A Teoria das Ondas foi proposta pelo contador e especialista em negócios Ralph Nelson Elliott, em seu estudo intitulado “The Wave Principle”, publicado em 1938.

Elliott começou a observar o mercado de ações e seus gráficos na esperança de entender o comportamento do mercado. Depois de ter realizado um grande trabalho, concluiu que o mercado é produto da psicologia predominante das massas, mas seguindo algumas leis.

A Teoria das Ondas de Elliott é baseada em certas leis cíclicas da psicologia do comportamento humano. De acordo com Elliott, o comportamento dos preços de mercado pode ser claramente estimado e mostrado no gráfico como ondas (onda é um movimento de preço explícito). Essa teoria diz que o mercado pode estar em duas grandes fases: de alta e de baixa.
 
Elliott baseou-se no princípio da subdivisão das ondas, ou seja, cada onda é parte de uma onda maior, subdividida em pequenas ondas. No entanto, a tese de Elliott é criticada por nem sempre definir claramente quando uma onda começa ou termina. As ondas de correções são especialmente difíceis a esse respeito.

O princípio básico para a teoria de Elliott é que cada onda de impulso é constituída por cinco ondas menores:

Teoria das ondas de Elliot

O mercado nunca se move em linha reta. Pelo contrário, são movimentos em zigue-zague, formando topos e fundos parecidos com ondas.

Cada onda de correção (contra a tendência) é composta por três ondas (A, B e C):

Topos e Fundos

  • Topos: Extremidades ou os pontos mais altos de um movimento de alta, que antecede um movimento de baixa

  • Fundos: Extremidades ou os pontos mais baixos de um movimento de baixa, que antecede um movimento de alta.

Suportes e resistências são linhas horizontais desenhadas no gráfico que identificam preços, pontos de decisão no mercado, para movimentos de alta ou baixa. Estão localizados sempre na região do preço onde estão formados topos e fundos repetidos.

Suportes e Resistências

  • Suportes: Geralmente é o local onde a procura por compras é forte o suficiente para “segurar” os preços, de modo que eles parem de cair. Quando o preço se aproxima do suporte é comum entre investidores considerar que este está baixo. Desse modo, a procura por compras aumenta, originando, assim, possíveis altas nos preços. Entretanto, nem sempre os encontros dos preços com o suporte sofrem alta.
  • Resistências: Geralmente é o local onde a procura por vendas é forte o suficiente para “segurar” os preços, de modo que eles parem de subir. Quando o preço se aproxima da resistência é comum entre investidores considerar que este está alto. Desse modo, a procura por vendas aumenta, trazendo assim possíveis baixas nos preços. Entretanto, nem sempre os encontros dos preços com a resistência sofrem queda.
  1. Dinheiro 
    “Mas é preciso muito dinheiro para investir e começar como trader?”. Essa pergunta é extremamente normal e válida. A resposta é simples: comece com o quanto você puder, mas não coloque todo o seu dinheiro. Investir o dinheiro de forma gradativa é o mais recomendado. Portanto, tente começar com R$ 100 e veja o quanto consegue lucrar. Depois, vá administrando e colocando um pouco mais. Assim, no começo, os riscos diminuem e você pode iniciar sem nenhum empecilho.


  2. Notebook e internet com boa conexão 
    Um computador ou um notebook é a ferramenta fundamental para começar a operar como trader. Os grandes profissionais da área têm várias telas e investem bastante em tecnologia para otimizar as operações. No entanto, o início deve ter apenas o básico: um computador funcionando bem, internet com boa conexão e uma plataforma operacional.


  3. Conhecimento
    Trading é uma atividade muito específica do mercado financeiro e, para lucrar, é preciso bastante estudo sobre metodologias, análises, economia, matemática financeira, entre outros assuntos. A melhor parte é não ser necessário ter formação específica para operar. Claro que quem tem graduação na área de finanças pode ter mais facilidade, mas isso não é regra. Grande parte dos traders é autodidata e vem de outros mercados.

     
  4. Corretora e plataforma
    Para começar a operar como trader é necessário abrir uma conta em uma corretora de valores, como a Genial Investimentos, que ajuda o profissional nessa jornada. Avalie os custos envolvidos e as margens exigidas pela corretora a cada operação. Em seguida, você deve escolher uma plataforma de negociação que atenda às suas expectativas como trader.

Técnica para determinar os níveis principais que o preço pode reagir. Ela é usada de forma mais recorrente no Day Trade, embora possa ser usada em outros tipos de trades.

Pivots

  • Pivot de Alta: O funcionamento é simples: quando o mercado forma um topo geralmente encontra bastante força vendedora, formando assim uma resistência. Um pivot seria uma segunda tentativa do mercado de vencer uma determinada zona de resistência. Porém, dessa vez, a força compradora vence e os vendidos acabam tendo que realizar o prejuízo e acabam ocasionando a alta. Como na figura abaixo:
  • Pivot de Baixa: O funcionamento é bastante semelhante ao pivot de alta, porém, ao contrário. Quando o mercado forma um fundo, geralmente encontra bastante força compradora, formando assim um suporte. Um pivot seria uma segunda tentativa dos vendedores de vencer esse suporte, porém, com êxito. O que pode acelerar um pivot de baixa é a realização do prejuízo dos compradores, que acabam vendendo suas posições dando mais força aos vendedores. Como mostra a figura abaixo:
voltar para o sumário

Padrões Gráficos

Na análise técnica, os padrões são situações características que aparecem nos gráficos, indicando se um ativo deverá continuar uma tendência (padrões de continuação de tendência) ou revertê-la (padrões de reversão de tendência). Saber reconhecer essas figuras pode trazer ótimos negócios na Bolsa de Valores.

Tendências

O preço de um ativo no decorrer de um determinado período movimenta-se apenas em três direções: para cima (alta), para baixo (baixa) ou de forma lateral (consolidação).

  • Tendência de Baixa: É o período de desvalorização do preço, caracterizado por uma pressão vendedora mais forte que a compradora. Em outras palavras, é o momento em que os vendedores estão mais ativos do que os compradores. Nos gráficos, os movimentos de baixa são caracterizados por uma sequência de movimentos que possuem mínimas cada vez mais fundas em relação às anteriores.
  • Ombro-Cabeça-Ombro (OCO): Conhecido também como OCO, é um padrão gráfico ou uma figura de reversão que sinaliza a mudança de uma tendência de alta para baixa. Geralmente, o OCO é formado por três topos consecutivos que são separados entre si por dois fundos.
  • Tendência de Alta: É o período de valorização do preço, caracterizado por uma pressão compradora mais forte que a vendedora. Em outras palavras, é o momento em que os compradores estão mais ativos do que os vendedores. Nos gráficos, os movimentos de alta são caracterizados por uma sequência de movimentos que possuem máximas cada vez mais altas em relação às máximas anteriores.
  • Retângulo ou Consolidação: Ocorre quando o mercado está trabalhando lateralmente, ou seja, sem tendência definida. Os preços se deslocam com movimentos bem definidos entre suporte e resistência e estão acumulando forças para um rompimento, que, quando ocorrer, poderá ser de baixa, caso rompa o suporte, ou de alta, caso rompa a resistência. Nesses casos, teremos pontos de venda e compra, respectivamente.
  • Retângulo de Alta: Quando o retângulo ou período de lateralidade é rompido para cima, quebrando a resistência.
  • Retângulo de Baixa: Praticamente igual ao retângulo de alta, porém, o rompimento ocorre para baixo, rompendo o suporte.

Bandeiras

São formadas por um mastro (que é a impulsão da tendência formada) e por uma área de formação lateral (momento em que há uma indefinição da continuidade da tendência). As bandeiras são semelhantes a um retângulo (podendo ter inclinação).

  • Bandeiras de Alta: O preço estará em trajetória ascendente até encontrar uma área de consolidação (sem continuar subindo nem começar a descer) e, em seguida, irá romper essa consolidação e continuar o movimento anterior.
  • Bandeiras de Baixa: Pode-se dizer o mesmo da bandeira de baixa, só que inversamente, ou seja, o preço estará em trajetória descendente até encontrar uma área de consolidação e, em seguida, poderá romper a consolidação e continuar o movimento de baixa.
  • Ombro-Cabeça-Ombro Invertido (OCOI): Conhecido também como OCOI, é um padrão gráfico ou uma figura de reversão que sinaliza a mudança de uma tendência de baixa para de alta. Geralmente, o OCOI é formado por três fundos consecutivos que são separados entre si por dois topos.
    Os topos 1 e 3, destacados na figura, costumam ocorrer em uma mesma faixa de preço e são os ombros do padrão. O topo 2 é o mais alto, fica localizado entre os ombros e é conhecido como a cabeça dessa figura de reversão.
     
    Os dois fundos são formados em uma mesma faixa de preço, em que é possível traçar uma linha horizontal ou diagonal com leve inclinação, ligando os mesmos. Esta é conhecida como linha de pescoço. Funciona como suporte e tem papel fundamental na confirmação do padrão.

Os topos 1 e 3 destacados na figura costumam ocorrer em uma mesma faixa de preço e são os ombros do padrão. O topo 2 é o mais alto, fica localizado entre os ombros e é conhecido como a cabeça dessa figura de reversão.
 
Os dois fundos são formados em uma mesma faixa de preço em que é possível traçar uma linha horizontal ou diagonal com leve inclinação ligando os mesmos. Esta é conhecida como linha de pescoço. Funciona como suporte e tem papel fundamental na confirmação do padrão.

Os fundos 1 e 3 destacados na figura costumam ocorrer em uma mesma faixa de preço e são os ombros do padrão. O fundo 2 é o mais baixo, fica localizado entre os ombros e é conhecido como a cabeça dessa figura de reversão.  Os dois topos são formados em uma mesma faixa de preço em que é possível traçar uma linha horizontal ou diagonal com leve inclinação ligando os mesmos. Esta é conhecida como linha de pescoço. Funciona como resistência e tem papel fundamental na confirmação do padrão.

  • Topos Duplos: É facilmente identificada no mercado e bastante utilizada, principalmente na tomada de decisões de venda. O mercado tenta por duas vezes seguidas fazer um novo topo, porém, encontra força vendedora formando uma resistência.
  • Triângulo Descendente: É um grande indicativo para entrada de posição vendida, pois é formado por uma linha de tendência de baixa e um suporte. A perda do suporte pode desencadear um movimento de queda, cuja projeção será a altura do triângulo, nos permitindo vender no rompimento.
  • Triângulo Ascendente: Figura comum formada por uma linha de tendência de alta e uma resistência. O mercado trabalha com os preços testando uma resistência com fundos mais altos. O rompimento da resistência gera uma projeção de alta conforme a figura, nos dando um sinal de compra em seu rompimento.

    São figuras de continuidade de um movimento, seja ele de alta ou de baixa, caracterizadas por convergência de linhas de tendência e suportes ou resistências. Bastante utilizados na análise gráfica, esses triângulos ajudam a definir pontos de entrada na tendência já em andamento. Existem três tipos básicos de triângulos, são eles:

São figuras de continuidade de um movimento, seja ele de alta ou de baixa. São caracterizados por convergência de linhas de tendência e suportes ou resistências. Bastante utilizados na análise gráfica, ajudam a definir pontos de entrada na tendência já em andamento. Existem três tipos básicos de triângulos, são eles:

Triângulos

  • Fundos Duplos: O mercado tenta romper o fundo duas vezes, porém, encontra força compradora e não consegue vencer. Cria-se, assim, uma linha de suporte e outra de resistência. Caso a linha de resistência seja rompida, poderá vir um movimento de alta com a projeção da altura do fundo. O rompimento da resistência com volume configura a confirmação do rompimento. O rompimento ganha força com o stop dos vendidos, nos possibilitando entrar comprando quando isso ocorrer.

Na análise técnica, GAPs são brechas que aparecem em gráficos, mudanças bruscas nos níveis de preço, diferenças entre o fechamento das cotações de um período e a sua abertura no período subsequente. Geralmente, indicam que algo importante mudou nos fundamentos de um determinado ativo. Existem dois tipos de GAPs:

GAPs

  • Gap de Baixa: Ocorre quando o preço máximo do dia atual é inferior ao mínimo do dia anterior.
  • Gap de Alta: Ocorre quando o preço mínimo do dia atual é superior ao máximo do dia anterior. Ambos, quando acontecem, criam um espaço em “branco” entre barras consecutivas no gráfico.
  • Triângulo Simétrico: com os topos mais estreitos e os fundos mais largos. Podendo romper tanto para cima como para baixo.

Padrões de Candlestick

  • Martelo Ou Hammer: O martelo é um padrão de reversão configurado por um candle de corpo pequeno e sombra inferior cerca de duas vezes e meia maior que o corpo. É preferível que não haja sombra superior, mas se houver, esta não deve ser muito significativa.

    O martelo é um padrão de reversão altista. Ocorre normalmente após uma sequência de candles negativos. Psicologicamente, o martelo representa um esgotamento da força vendedora e uma demonstração de força do lado comprador.
  • Estrela Cadente Ou Shooting Star: A estrela cadente é um padrão de reversão configurado por um candle de corpo pequeno e sombra superior cerca de duas vezes e meia maior que o corpo. É preferível que não haja sombra inferior, mas se houver, ela não deve ser muito significativa.

    Também conhecida pelo termo em inglês shooting star, a estrela cadente é um padrão de reversão baixista. Ocorre normalmente após uma sequência de candles positivos. Psicologicamente, a estrela cadente representa um esgotamento da força compradora e uma demonstração de força do lado vendedor.

  • Engolfo De Alta: É um padrão composto por dois candles. O primeiro candle tem um fechamento negativo e, o segundo, positivo, com um corpo maior que envolve completamente o corpo do primeiro candle. Os corpos podem ter sombras superiores e inferiores.

    Também conhecido pelo termo em inglês bullish engulfing, o engolfo de alta ocorre após um movimento de correção de alta ou após a exaustão de uma tendência de baixa. O engolfo de alta é um padrão de reversão altista. Psicologicamente, o engolfo de alta representa um enfraquecimento da força vendedora e uma demonstração de força do lado comprador.
  • Engolfo De Baixa: É um padrão composto por dois candles. O primeiro candle tem um fechamento positivo e, o segundo, negativo, com um corpo maior que envolve completamente o corpo do primeiro candle. Os corpos podem ter sombras superiores e inferiores.

    Também conhecido pelo termo em inglês bearish engulfing, o engolfo de baixa ocorre após um movimento de correção de baixa ou após a exaustão de uma tendência de alta. O engolfo de baixa é um padrão de reversão baixista. Psicologicamente, o engolfo de baixa representa um enfraquecimento da força compradora e uma demonstração de força do lado vendedor.

Indicadores

  • Média Móvel Simples (MMS): Um dos indicadores mais utilizados, é extremamente útil na análise gráfica de todos os ativos financeiros. A média móvel é uma técnica utilizada para analisar dados em um intervalo de tempo. O principal objetivo da média móvel simples é fornecer o valor médio da cotação dentro de um determinado período. Assim, para cada valor incluído no cálculo da média, o valor mais antigo é excluído.

    Na MMS, cada dado utilizado no cálculo terá o mesmo peso. Em outras palavras, a média móvel simples é calculada adicionando-se os preços (geralmente os preços de fechamento) para um número de períodos (horas, dias, semanas etc.) e dividindo-se esse valor pelo número de períodos.

    O período selecionado dependerá do tipo de movimento no qual o investimento está sendo baseado: curto, médio ou longo prazo. Em qualquer caso, a média móvel será interpretada como suporte em um mercado em ascensão ou como resistência em um mercado em queda.
  • Média Móvel Exponencial (MME): Médias móveis exponenciais reduzem a defasagem, aplicando mais peso aos preços mais recentes. A ponderação usada no preço mais recente depende do número de períodos da média móvel.

Há três passos para o cálculo de uma média móvel exponencial:

  • Primeiro, calcule a média móvel simples. Uma média móvel exponencial (MME) tem de começar de algum lugar, portanto, uma média móvel simples é usada como se fosse a MME do período anterior, no primeiro cálculo.
     
  • Em segundo lugar, calcule o coeficiente de multiplicação. 

  • Em terceiro lugar, calcule a média móvel exponencial. A fórmula abaixo é para uma MME de dez dias.
  • MMS: soma 10 períodos / 10
    Multiplicador: (2 / (períodos de tempo + 1)) = (2 / (10 + 1)) = 0,1818 (18,18%)
    MME: {Preço de Fechamento - MME (dia anterior)} x multiplicador + MME (dia anterior).

    Aplica-se uma ponderação de 18,18% à média móvel exponencial de dez períodos para o preço mais recente. A MME de dez períodos também pode ser chamada de uma MME 18,18%. À MME de 20 períodos aplica-se 9,52% de peso para o preço mais recente (2 / (20 +1) = 0,0952).

    Observe que a ponderação para um período curto é maior do que o peso para um período mais longo. Na verdade, a ponderação cai pela metade cada vez que dobra o período das médias móveis.

  • Médias Móveis Simples X Exponenciais: Embora existam claras diferenças entre médias móveis simples e médias móveis exponenciais, uma não é necessariamente melhor do que a outra. Médias móveis exponenciais têm menos defasagem e, portanto, são mais sensíveis a preços recentes e mudanças recentes de preços.

    Além disso, elas mudam antes das simples, que, por outro lado, representam um valor médio real de preços para o período total. Assim, as médias móveis simples podem ser mais adequadas para identificar um suporte ou uma resistência.  

    A preferência por médias móveis depende de objetivos, estilo analítico e horizonte de tempo.

Volume

É um indicador gráfico que apresenta o número de ações negociadas em um período especificado para um ativo em particular. A análise do volume é um elemento básico, mas essencial da análise técnica. Ela fornece indícios a respeito da intensidade de movimentos relacionados ao preço. Além de confirmar a força de uma tendência.
 
Volumes altos são comuns onde existe forte consenso de que os preços irão aumentar. Um aumento no volume ocorre com frequência no início de uma nova tendência de alta no preço de um ativo, particularmente quando o preço cruza a linha da tendência com o volume. Alguns analistas técnicos não confiam em confirmações de tendências sem que exista um aumento significativo do volume. Volumes baixos geralmente ocorrem quando um ativo está se encaminhando para uma tendência de queda. Eles são caracterizados por expectativas indefinidas que acontecem em períodos de consolidação.
 
As regras básicas para os volumes apresentadas por Majer & Deschatre no livro "Aprenda a investir com sucesso em ações" são:

  • Quando preços e volume sobem, os preços tendem a aumentar ainda mais.
  • Quando os preços estão subindo e o volume está diminuindo, a tendência de alta está para ser revertida (geralmente ocorre uma diminuição no ritmo de aumento de preços para, então, ocorrer a queda).

  • Quando os preços estão caindo e o volume está subindo, a tendência é de diminuição de preços.

  • Quando preço e volume estão caindo, a tendência de baixa está para ser revertida (geralmente ocorre uma diminuição no ritmo da queda dos preços para, então, ocorrer um aumento).
  • Indicadores de tendência: Investidores repetem com frequência que a “tendência é sua melhor amiga”, e eles estão corretos. Seguir tendências é o modo mais simples de garantir trades lucrativos e, para isso, você precisa ter um rígido controle de quando uma tendência começa e quando ela termina.

    Os indicadores de análise técnica que levam em conta os movimentos dos preços (alta ou baixa) são ideais para isso e seguem nessa categoria. Usar esses indicadores é fácil, de modo que, após dominar o uso de médias móveis, o investidor deve procurar dominar o uso dos indicadores de tendência. Nessa categoria estão: MACD, SAR Parabólico, Aroon, Índice de Movimento Direcional e outros. 


  • Indicadores de Volatilidade: As empresas e os mercados passam por épocas turbulentas. Incertezas e dificuldades operacionais e por momentos de maior certeza, em que seus mercados e operações estão estáveis.

    Esses fatores afetam as oscilações do preço das ações, podendo haver períodos em que os preços variam 10% e outros em que variam 1%. Os indicadores de análise técnica que consideram essas variações estão na categoria dos indicadores de volatilidade.

    Eles ajudam o investidor a determinar o que esperar do comportamento dos preços de algum ativo com base no comportamento recente. A utilidade deles vai ajudar a determinar quais movimentos estão fora do padrão normal e definir em qual valor o stop-loss deve ser posicionado. Nessa categoria estão: Bandas de Bollinger, Amplitude de Variação (ATR), Canais de Keltner e Canais de preços.


Como ser um trader na prática?

voltar para o sumário

Chegou a hora que você tanto esperava. Aqui, você irá ter o passo a passo de como operar como um trader profissional. E a primeira coisa que você precisa saber é o operacional. Como mencionamos, é necessário ter uma plataforma para comprar e vender os ativos na Bolsa.

Os requisitos mínimos de um computador para receber a plataforma (ou usar o home broker) e operar são: 

  • Processador Dualcore 2GB i3
  • Memória RAM 4GB 
  • HD 200 GB 
  • Windows XP ou superior
  • Internet Banda Larga 5MB

Home Broker

É uma ferramenta que permite a negociação de ações via internet de forma simples, rápida e eficiente. Ao contrário do que aparenta, o home broker não é um bicho de sete cabeças, o conceito é bem simples.

Ele nada mais é do que uma plataforma online que tem como objetivo conectar e permitir negociação entre duas pontas. Existem diversos home brokers no mercado, cada qual com seu diferencial. Porém, as funcionalidades básicas são quase sempre as mesmas. Abaixo, algumas delas:

  • VER COTAÇÕES EM TEMPO REAL: No home broker é possível visualizar as cotações de todas as ações em tempo real.

  • COMPRAR E VENDER AÇÕES: O grande trunfo do home broker. Uma boa plataforma deve permitir que o processo de compra e venda de ativos pela internet seja realizado de maneira rápida e fácil.

  • ACOMPANHAR PEDIDOS DE ORDENS: Após o envio das ordens, o investidor precisa acompanhar os pedidos para saber se as ordens já foram executadas ou não.

  • VISUALIZAR DADOS ADMINISTRATIVOS: Essa função também está presente em praticamente todos os tipos de home brokers. Ela permite ao investidor acompanhar as ações que estão na carteira e o saldo financeiro.

Plataformas

É a ferramenta mais utilizada. Seja para montar uma estratégia utilizando análise técnica ou simplesmente para acompanhar o fluxo dos preços. É muito importante ter uma plataforma confiável que reúna:

  • Tecnologia de Ponta
  • Boa Fonte de Dados 

    Qualquer ferramenta que não ofereça uma dessas duas funções pode ser descartada imediatamente. Aqui daremos exemplos de uso da plataforma “Profit”, da Nelogica, mas cabe apenas a você escolher com qual você se identifica mais.

Como
Instalar?

  1. Antes de instalar, você deve fazer a contratação da plataforma via corretora (no site ou com seu agente de investimentos);
     
  2. Após o recebimento das instruções por e-mail, faça o download no link indicado e execute o arquivo;

  3. Ao abrir, clique em “Próximo”, leia os termos de condições de uso do serviço; localize o download no computador;

  4. Caso concorde, clique em “Eu concordo”; 

  5. Clique em “Concluir”; 

  6. Pronto! Agora está instalado.

Como
Fazer Login?

  1. Após instalado, localize o ícone “Profitchart” na área de trabalho;

  2. Clique para abrir;

  3. Ao abrir, será solicitado um código de ativação que foi enviado para o e-mail;

  4. Clique em “Ativar”;

  5. Uma vez ativado, sua plataforma já está habilitada para as negociações;

  6. Insira o código.

Ordens

As boletas do Profitchart são utilizadas para o envio de ordens ao mercado, ou seja, elas vão agredir o book de ofertas no momento do envio.

Boleta onde lançamos as 
ordens de compra e venda

  • C Mercado e V Mercado (Ordens ao mercado): O primeiro envia uma ordem de compra ao valor de mercado, que é executada pelo preço do melhor vendedor, a partir do instante em que for recebida.

    O segundo envia uma ordem de venda ao valor de mercado, que é executada pelo preço do melhor comprador, a partir do instante em que for recebida. 


  • Compra/Venda ASK: Esta funcionalidade envia uma ordem de compra no mesmo valor da melhor oferta de venda/compra, espelhando o Ask Price. Esse tipo de ordem não é executado a mercado, e o lote restante fica aguardando execução na modalidade limite.

  • Compra/Venda BID: Esta funcionalidade envia uma ordem de compra/venda no mesmo valor da melhor oferta de venda/compra, espelhando o bid price. Isto faz com que a ordem seja enviada pelo mesmo valor da melhor oferta de compra. Esse tipo de ordem não é executado a mercado e o lote restante fica aguardando execução na modalidade limite.
  • Start Compra: Para comprar, segure “Shift ” e clique no ponto onde deseja inserir a ordem. Para inserir uma compra limitada, coloque uma linha no gráfico abaixo da cotação. Caso precise colocar um STOP ou START de compra, basta inserir acima da cotação no gráfico.

  • Stop Loss e Stop Gain: Basicamente, são ordens enviadas para zerar uma posição, seja com ganho ou perda. De forma mais prática, a pessoa programa uma ordem de compra ou venda, que será enviada para a Bolsa de Valores de acordo com o parâmetro pré-configurado que segue o objetivo de ganho ou perda da operação. A principal vantagem do stop é limitar as perdas, no caso do stop loss, e lucrar no preço definido, no caso do stop gain.

  • Ordens OCO: Uma ordem OCO é uma combinação de duas ordens de entrada. Se uma ordem é ativada, a outra é automaticamente cancelada, garantindo que, independentemente do movimento do preço, apenas uma ordem possa ser executada.

Book de Ofertas

É um dos livros mais importantes para a análise do trader, tendo em vista a necessidade de ver as grandes ordens e monitorar os players mais importantes do ativo para a tomada de decisão. Clicando com o botão direito do mouse sobre ele e acessando as propriedades do livro, é possível ressaltar ordens baseando-se em quantidade e player.
 
Para players, na aba “Agentes Monitorados”, é possível selecionar os agentes desejados, clicar em “Monitorar Agente”, escolher a coloração e pintar a linha completa ou apenas o nome do agente. 

Relatório de Performance

No caminho da evolução, reunir dados e estatísticas sobre as operações para posterior autoavaliação é essencial. O relatório de performance registra detalhadamente nossas ações, permitindo um processo contínuo de melhoria e aperfeiçoamento. Para uma boa autoanálise, muitas informações podem ser demandadas, exemplos: quantidade de trades positivos e negativos, melhores e piores trades, horários mais comuns de ganho e perda etc.

Para começar a usar o relatório, basta clicar em “Menu Roteamento”, abaixo de “Back Office”:

A aba “Resumo” traz um compilado geral do que foi efetuado no dia. Ademais, o relatório de performance permite dividir as informações pela conta operada, pelo ativo ou por determinado período. No botão “Exportar”, é gerado um PDF com essas informações.

Na parte superior dessa aba, podemos verificar saldo total, lucro bruto, prejuízo bruto e fator de lucro:

O resultado financeiro entre lucro bruto (gain ou trades vencedores) e prejuízo bruto (loss ou trades perdedores) é o saldo total. Em fator de lucro, temos um quociente entre o lucro bruto e o prejuízo bruto. O raciocínio é simples: entre 0 e 1 significa que o prejuízo foi maior que o ganho; acima de 1, que o ganho foi maior em relação à perda.

Como esses números podem auxiliar?
 
Podem auxiliar de diversas formas. Vamos ver algumas. Fator lucro é um indicador de eficiência. O ideal é sempre aumentar o fator lucro. Se o trader percebe que, à medida que aumenta o financeiro investido, o fator lucro permanece o mesmo de modo consistente (ou até mesmo aumenta), pode ser um bom indicativo de que devemos aumentar o lote operado.
 
Em contrapartida, se, à medida que se aumenta o lote, essa eficiência de rentabilidade (fator de lucro) diminui, temos um sinal de alerta, mesmo que, em um primeiro momento, ocorra aumento do lucro. Ou seja, não indica necessariamente que a estratégia deva ser abandonada, porém revista, para sanar os erros. O ideal é que exista uma relação proporcional direta entre o aumento do lucro e o fator de lucro.
 
Indicadores, número total de operações, operações vencedoras, operações perdedoras, operações zeradas e percentual de operações vencedoras são relativas ao número total de trades:

É desejável que o percentual de acertos esteja sempre superior ao de erros, porém, existem ressalvas: com esses números, ao passar dos dias, podemos identificar se houve overtrading, ou seja, aumento massivo do número de operações sem aumento correspondente do lucro. Em outras palavras, se estamos operando mais, gerando maior corretagem, demandando maior concentração e tempo, mas sem o devido retorno financeiro.

Há também informações voltadas ao tempo das operações, sequências positivas, negativas e médias de lucro/ prejuízo:

Nas maiores sequências ganhadoras e perdedoras, podemos verificar aspectos psicológicos de como está sendo o comportamento diante da perda e do ganho. Consigo manter uma sequência de ganhos consistentes sem acumular trades negativos? Se tenho um trade negativo, consigo retomar o operacional sem iniciar uma série de erros?
 
Assim, fatores comportamentais aparecem diante desses números. Nos indicadores de tempo, como média de tempo de operações vencedoras/perdedoras, é demonstrado se há controle psicológico para alongar ou não um trade. Saber o momento de zerar uma operação, no ganho e na perda, é essencial. É contraproducente segurar por muito tempo trades negativos que incorrerão em prejuízos maiores com o passar do tempo e não ter o mesmo psicológico para segurar uma oportunidade melhor de ganho.
 
É indicado saber respeitar e ajustar os stops com base nessas informações, visto que, muitas vezes, o trader acerta diversos trades (até consecutivamente), mas, por não ter um stop adequado, deixa tudo a perder por uma operação de loss, que segurou demasiadamente e aumentou o prejuízo à medida que passava o tempo.

Por fim, o Retorno no Capital Inicial é um indicador percentual que relaciona saldo total e patrimônio necessário. Em patrimônio máximo, verificamos o auge operacional do dia, isto é, em que momento foi obtido o maior lucro.
 
Os Indicadores de Declínio são relativos ao loss, ou seja, as perdas do dia. Em Topo ao Fundo, há o registro de valor da perda entre o melhor gain e o pior loss. Em Trade a Trade, há o registro de valor da perda entre o melhor gain e a pior operação de loss. Os indicadores de Drawndown relacionam isso, percentualmente, ao Saldo Total.

Operações

A aba "Operações" mostra os trades realizados considerando sua abertura e sua conclusão, com algumas diretrizes.

Há ativo operado; horário de abertura e fechamento; tempo total da operação; quantidade operada; lado que foi tomado – compra ou venda; preço de compra e venda; se foi realizado preço médio; resultado financeiro; resultado (%) – multiplicando o número de pontos de gain/loss com o número de contratos; e o resultado total.

Gráficos

Nesta aba, temos gráficos relacionados a patrimônio, operações, eficiência e ordens. Para visualizar cada um, clicamos com o botão direito do mouse sobre o relatório de performance.

Patrimônio

Temos, desde o início do pregão do dia definido, de maneira gráfica, uma linha representando o patrimônio (saldo) em suas variações durante o dia. É um dado simultâneo, ou seja, é uma aba extremamente útil para o Day Trade.

Eficiência

Este recurso busca apresentar a taxa percentual de acerto das operações. Em verde, operações vitoriosas. Em vermelho, operações com resultado zero ou perdedoras.

O Relatório de Performance amplia a visão do trader, possibilitando uma avaliação profunda do operacional, trazendo informações fundamentais para o sucesso no mercado financeiro e aproximando do operador um ponto crucial: a consistência.


Quais ativos operar no Day Trade?

voltar para o sumário

Para o investidor que deseja atuar em um mercado de extrema volatilidade e liquidez, a negociação de contratos futuros pode ser uma ótima opção. Somente no Brasil, o mercado de futuros movimenta diariamente entre 70 e 200 bilhões de reais – muito mais do que o giro médio diário de 3 a 10 bilhões de reais do mercado de ações.

Os contratos futuros foram criados inicialmente para funcionar como um mecanismo de hedge, protegendo produtores e distribuidores de commodities agrícolas contra oscilações desfavoráveis do mercado. Ao longo do tempo, esse derivativo tornou-se o instrumento financeiro favorito dos traders, que passaram a especular sobre a cotação futura de índices, moedas e outros ativos financeiros.

O notional (tamanho) de todo o mercado futuro mundial é de 1 quatrilhão e trezentos trilhões de dólares. Para efeito de comparação, o PIB mundial é de 60 trilhões de dólares e o notional do mercado acionário mundial é de 50 trilhões de dólares. No Brasil, o investidor pode negociar contratos futuros através do Mercado BM&F. Os principais contratos negociados nesse mercado são: Boi Gordo, Café Arábica, Etanol, Soja, Milho, Algodão, DI, índice Ibovespa, Dólar.

Índice Futuro

O Minicontrato Futuro de Ibovespa busca viabilizar que os investidores, em especial pessoas físicas e pequenas empresas, possam iniciar suas atividades no mercado de derivativos listados e administrados pela B3. Isso foi possível devido à criação de um contrato de valor nocional e de um lote mínimo de negociação diferenciados, em comparação ao contrato padrão do Futuro de Ibovespa.
 
O Ibovespa tem como critério o retorno total (total return) das ações, refletindo assim as variações dos ativos ao longo de sua vigência e a distribuição de proventos das empresas que o compõem . Por ser um indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de maior negociabilidade e representatividade do mercado de ações brasileiro, o Ibovespa tornou-se a referência para rentabilidade de fundos de ações e para o desempenho da Bolsa.
 
Além disso, o Minicontrato Futuro de Ibovespa é amplamente utilizado pelo mercado financeiro nas mais diversas posições, garantindo melhor gestão de risco aos investidores.

Dólar Americano

O Contrato Futuro de Dólar dos Estados Unidos é uma excelente ferramenta de proteção contra as variações adversas no preço do dólar. O investidor tem acesso simplificado ao mecanismo de hedge e pode realizar operações eficientes de proteção de preço a custos operacionais mais baixos.

Os valores são menores e acessíveis a investidores e a empresas de qualquer porte. Mesmo que você não seja um participante do mercado físico de câmbio, ou seja, mesmo que você não esteja interessado em fazer uma operação de hedge, pode utilizar o minicontrato de dólar, comprando ou vendendo, de acordo com suas expectativas em relação ao comportamento futuro da taxa de câmbio.

Quem compra ou vende dólar no mercado futuro não vai receber ou entregar a moeda no dia do vencimento. O minicontrato é apenas uma forma de fixar uma cotação. No dia do vencimento, é feita uma correlação financeira em reais (liquidação) de acordo com a cotação acertada.

Facilidades Para o Trader

Alavancagem

Quando você negocia um minicontrato, você não precisa ter o valor integral de um contrato, basta ter um valor como margem de garantia. Ou seja, com pouco dinheiro, você poderá movimentar um valor alto na Bolsa de Valores.

Aluguel De Ações

O aluguel de ações é uma estratégia muito interessante para o trader lucrar com o mercado em queda. Também é muito útil para quem possui ações de longo prazo e deseja rentabilizar ainda mais seus investimentos. A maioria dos traders busca lucrar na alta dos preços das ações.

O aluguel de ações é uma ferramenta que permite lucrar com a queda do preço das ações. Nas operações de aluguel de ações, o detentor das ações (doador) possibilita a transferência a um terceiro (tomador), tendo em troca uma taxa preestabelecida. O tomador paga essa taxa ao doador e pode fazer uma operação vendida nesses ativos por vários dias, recomprando os mais baratos com lucro (ou mais caros com prejuízo) quando desejar.

O aluguel de ativos é muito utilizado pelos investidores que operam vendido, ou seja, que apostam na queda do papel. Eles (os “tomadores”) primeiramente alugam ações para posteriormente vendê-las.

 Depois que o preço recua, recompram a mesma quantidade de papéis por um preço mais barato para devolvê-los, ganhando com a diferença entre o valor da venda e da compra.

Venda a Descoberto

A venda a descoberto é a venda de uma ação que você não tem em carteira. Também conhecida como “short”, é usada no day trade, tempo operacional em que se compra e vende (ou em que se vende e compra) um ativo no mesmo dia. Mesmo sem ter a ação em carteira, o investidor vende esses ativos e, ao final do dia, precisa recomprá-los. Para que isso seja possível, é preciso que ele tenha uma margem de garantia depositada para garantir a solvência em caso de prejuízo.
 
Se, depois de ter sido vendida ação, o seu preço cair em determinado momento do dia, o trader a recompra por um valor menor e embolsa a diferença de compra e venda, claro, descontando-se taxas, impostos e outros custos da operação. Se, no entanto, contrariando as expectativas, a ação subir, o investidor encara o prejuízo.


Quais ativos operar no Swing Trade?

voltar para o sumário

Ações Blue Chips

Blue chip é o termo utilizado para descrever uma ação supostamente segura de uma empresa que esteja em excelente condição financeira e consolidada como líder em seu ramo, são ações de primeira linha. Ações blue chips geralmente pagam dividendos altos e crescentes.

Apesar da utilização desse termo para classificar algumas ações, e de alguns investidores terem preferência por esse tipo de ativo, é interessante ressaltar que não existe uma lista oficial de quais sejam as ações blue chips da Bovespa. Esse é um conceito um pouco mais subjetivo e variável.

Antigamente, as ações consideradas blue chips eram as ações com cotações mais altas, ou seja, ações mais caras. Hoje, o termo está mais relacionado a liquidez, representando as ações mais negociadas na Bolsa de empresas tradicionais e de grande porte. 


Algumas características dessas ações: 

  • Alto valor de mercado;
  • Forte geração de caixa;
  • Crescimento constante; 
  • Boa governança corporativa; 
  • Boa relação com os acionistas em relação à distribuição de lucros (juros sobre capital próprio, dividendos etc.);
  • Grande volume de negociação.

Algumas Blue Chips brasileiras: 

  • Petrobras (PETR4) 
  • Vale (VALE5) 
  • Ambev (ABEV3) 
  • Itaú Unibanco (ITUB4) 
  • Bradesco (BBDC4) 
  • Banco do Brasil (BBAS3) 
  • Gerdau (GGBR4)

Algumas Blue Chips da Bolsa dos EUA 

  • Walmart 
  • Coca-Cola 
  • Procter & Gamble 
  • Exxon Mobil 
  • PepsiCo 
  • McCormick& Company 
  • Unilever 
  • Johnson & Johnson 

O que significa 
Blue Chips

O termo “blue chips” vem do inglês e significa literalmente fichas azuis, ou seja, as fichas mais valiosas de um cassino. Quando nos referimos a ações, “blue chips” falamos das empresas mais importantes da Bolsa de Valores.

Uma versão famosa sobre a origem desse apelido data da década de 1920. Na ocasião, Oliver Gingold, funcionário da Dow Jones, observava o painel de cotações e percebeu que algumas ações operavam com valores muito altos para a época.
Ele, então, disse que escreveria sobre essas “ações blue chips”. E assim o termo passou a ser utilizado para descrever ações de alto valor. Como mencionamos, atualmente, o conceito é mais relacionado a ações que movimentam grandes volumes na Bolsa de Valores, e não necessariamente à sua cotação.

Mas pode ser natural também que ações de primeira linha, com alta liquidez e grande oferta e demanda, tenham preços mais elevados devido à grande procura.

Custos

voltar para o sumário

A taxa de corretagem é o principal custo da negociação de ações e outros ativos de renda variável. Pode ser cobrada na forma de uma taxa fixa e/ou um percentual sobre o montante negociado. É um custo que varia de corretora para corretora.

Em geral, taxas e pacotes de corretagem estabelecidos pelas corretoras são voltados para os investidores que operam via home broker ou plataforma. Para aqueles que operam via mesa de operações – dando as ordens, por exemplo, por telefone – geralmente é utilizada a Tabela Bovespa de Corretagem, que é padronizada. Ela consiste em uma cobrança fixa mais um percentual sobre o volume, variando conforme o valor negociado.

Além da taxa de corretagem, existem os emolumentos, que são pagos à Bolsa de Valores para cobrir os custos operacionais. São percentuais que incidem sobre o valor de cada operação. Os emolumentos oscilam dependendo do tipo de ativo negociado e do tipo de operação. No caso da negociação de ações no mercado à vista, por exemplo, a Bolsa cobra 0,0050% de taxa de negociação e 0,0275% de taxa de liquidação, totalizando 0,0325%.

13

Custos

12

Quais ativos operar no Swing Trade?

11

Quais ativos operar no Day Trade?

10

Como ser um trader na prática?

09

Padrões Gráficos

08

Princípios essenciais da Análise Técnica

O Guia Definitivo do Trader

ABRA SUA CONTA
Logotipo Genial Investimentos

Investir é inteligente.
Lucrar é Genial.

Facebook Genial Investimentos
Twitter Genial Investimentos
Instagram Genial Investimentos
YouTube Genial Investimentos
LinkedIn Genial Investimentos

Siga a gente nas redes sociais!

Facebook Genial Investimentos
Logo Genial Investimentos
Autorregulamentação ANBIMA
Certificação B3

Regras: Oferta válida apenas para clientes que tiverem aderido ao RLP e se mantiverem com o produto ativo; A corretagem zero para as operações realizadas pelo Gtrader contempla as ordens no mercado de ações e futuros, e estará vigente até 30/12/2020A corretagem zero não é válida para a zeragem automática; As plataformas Gtrader e Meta Trader permitem apenas operações DayTrade; Clientes assessorados por escritórios credenciados à Genial Investimentos, devem verificar diretamente com o seu assessor de investimentos se a condição especial referente à corretagem zero, está sendo aplicada pelo parceiro.


Acesse o disclaimer.

GENIAL INVESTIMENTOS CORRETORA DE VALORES MOBILIÁRIOS S.A. CNPJ: 27.652.684/0001-62

© 2020 Genial