A importância de um portfólio balanceado

O coronavírus segue se alastrando e impactando os mercados, principalmente o mercado acionário. Só ontem, a Bolsa brasileira, após dois dias fechada, caiu 7% e acumulou perdas de 8,58% em 2020. Lembrando que, em 2019, teve alta de 31,58%.

Isso mostra que, ao mesmo tempo que essa classe de ativos pode proporcionar ganhos extraordinários para o investidor, ela possui uma volatilidade que deve ser levada em consideração em um portfólio balanceado, de acordo com o perfil de risco de cada um.

Por enquanto, ainda é difícil mensurar e projetar o impacto desse vírus na economia global e, principalmente, o tamanho dos prejuízos para a economia chinesa.

Considerando esse cenário de maior incerteza, se o seu perfil for menos avesso a riscos ou grandes volatilidades, dê preferência a ativos de baixo risco e alta liquidez. Assim, no caso de uma deterioração ainda maior da situação, parte do seu patrimônio estará protegida, e você terá disponibilidade rápida de recursos para “voltar às compras” quando os mercados normalizarem.

Diante dessas considerações, os fundos de renda fixa e crédito privado podem ser uma boa opção. Com baixo risco, ativos pós-fixados e prazos de resgate em D+0, D+1, D+6, o investidor pode remunerar seu investimento acima dos títulos públicos e da poupança, além de ter dinheiro disponível rapidamente para aproveitar oportunidades que possam surgir.

Veja abaixo os fundos da Plural Gestão que possuem essas características:

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Publicado por Alexandre Donini

Sócio e gestor de renda fixa/crédito privado e imobiliário da Brasil Plural, Alexandre iniciou sua carreira na Tradewire Group em 2007 e passou pelas áreas de back office e gerencial. De 2008 até 2009, atuou como Equity Sales Trader na mesa de operações da Tradewire Securities, no escritório de São Paulo, atendendo clientes institucionais. Em 2009, foi transferido para Miami, onde continuou desempenhando a atividade de Equity Sales Trading até ingressar no grupo Brasil Plural em 2011 como analista/trader de renda fixa. Em 2014, se tornou sócio da Brasil Plural e, em 2017, se tornou diretor e membro do comitê de investimentos. É formado em Administração de Empresas com ênfase em Finanças pela ESPM-SP.

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