Você já parou para analisar como o seu orçamento pode mudar a cada mês, mesmo sem que aconteçam mudanças na sua renda? Isso é resultado das variações no poder de compra. Encontrar formas de mantê-lo ou aumentá-lo ao longo do tempo é importante para a estabilidade das finanças. 

Considerando que o cenário econômico é bastante dinâmico, é preciso ter atenção a diferentes fatores para auxiliar no seu planejamento financeiro e na conquista dos seus objetivos. Portanto, se você ainda tem dúvidas sobre o conceito, a importância dele ou como agir para preservar os seus recursos, é importante se aprofundar no tema. 

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O que é o poder de compra? 

O poder de compra, ou poder aquisitivo, representa a capacidade de uma pessoa adquirir bens ou serviços a partir de determinado montante. Para entender mais facilmente o conceito, é preciso considerar as variações que essa característica sofre ao longo do tempo. 

Imagine que você foi ao mercado fazer as compras do mês e gastou R$ 500, comprando alimentos, produtos de higiene pessoal e limpeza. Agora, considere que 6 meses depois, você foi com a mesma lista de compras no mercado. É bem comum que o valor total das compras mude, não é mesmo? 

Se a conta der R$ 600, por exemplo, significa que o seu poder de compra diminuiu. Afinal, com os R$ 500 anteriores não são mais suficientes para a mesma compra. Por outro lado, se o custo total das mercadorias ficasse em R$ 450, significaria que o poder de compra do dinheiro aumentou. 

Então o poder de compra é uma medida que oscila ao longo do tempo, sendo avaliado a partir de comparativos de preços dos itens e do dinheiro necessário para adquiri-los. De qualquer modo, as oscilações do indicador afetam diretamente a sua vida financeira.  

Qual é o poder de compra do brasileiro? 

Ao pensar sobre o poder de compra, é comum imaginar qual é o poder de compra médio dos brasileiros. Isso é relevante porque o indicador varia conforme uma série de fatores — e pode mudar conforme país, inflação, políticas governamentais e aspectos culturais. 

Para responder à questão, é preciso ter em mente o aspecto comparativo do indicador, que demonstra principalmente as oscilações dele. Assim, você pode entender quais foram as mudanças identificadas nos últimos anos.  

De acordo com um levantamento feito pela LCA Consultores, o poder de compra dos brasileiros teve uma redução de 5% entre 2013 e 2023. Segundo a pesquisa, para comprar uma cesta básica, o total do rendimento médio habitual do brasileiro necessário subiu de 21% para 26,1% no período.  

É importante ressaltar que, nesse tempo, aconteceram avanços da inflação, aumentando o preço dos produtos, e houve uma ampliação nos ganhos dos brasileiros. Contudo, a renda adicional média não foi suficiente para manter o poder de compra da população.  

Porém, além do cenário brasileiro, vale considerar uma visão mundial sobre o poder de compra. Entenda mais detalhes sobre essa questão! 

Como se mede o poder de compra de um país? 

Quando se fala em medida do poder de compra, é preciso ter em mente que ele pode ser associado a diferentes fatores, como a moeda vigente no país e a inflação. Por exemplo, existe a métrica Paridade do Poder de Compra (PPC) — Purchasing Power Parity (PPP), originalmente, em inglês. 

Ela é medida pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), a fim de comparar o poder aquisitivo de diferentes países, considerando a sua moeda. Ele considera o custo de vida em diferentes nações, levando em conta uma cesta padrão de produtos.  

Na prática, duas moedas estão em equilíbrio quando um conjunto de itens tem o mesmo custo nos dois países analisados e que as utilizam, considerando a conversão cambial. O mais comum é que as comparações sejam feitas utilizando o dólar, devido à sua relevância no contexto global.  

Além disso, é comum que sejam feitos estudos fazendo o mesmo comparativo considerando diferentes cidades, estados ou regiões de um país. No Brasil, por exemplo, o custo de vida varia a cada localidade — então o poder de compra do brasileiro é afetado em cada um desses lugares.  

Perceba que esse é um conceito que pode se tornar bastante complexo, e nem sempre há consenso sobre a melhor forma de calcular o poder de compra ou definir as mudanças nesse indicador. Entretanto, é certo que ele varia devido a diferentes fatores — e você aprenderá mais sobre eles a seguir.  

E como avaliar as mudanças no poder de compra do brasileiro? 

Considerar o contexto mundial traz uma visão relevante sobre a economia do Brasil e a força da moeda nacional. Porém, ele nem sempre reflete as mudanças que acontecem considerando apenas o contexto do país, como renda média, custo de vida etc. 

Para medir o poder de compra do brasileiro, é preciso compreender os preços de produtos e serviços e como eles se modificam ao longo do tempo, além das oscilações na renda média — como você viu. Nesse cenário, é bastante comum utilizar índices de preços no processo, como: 

  • IPCA: Índice de Preços ao Consumidor Amplo; 
  • INPC: índice Nacional de Preços ao Consumidor; 
  • IPC: Índice de Preços ao Consumidor; 
  • IGP: Índice Geral de Preços. 

Cada índice tem metodologias próprias de cálculo, sendo criados a partir da análise da cesta de produtos e serviços para um determinado recorte da população. Ainda, eles podem ter outras categorias que abordam prazos diferentes de análise, por exemplo. Logo, é comum que eles tenham variações. 

Além disso, como os índices são resultado de uma análise ampla dos itens avaliados, conforme a metodologia, é comum que eles não reflitam, de fato, o percentual de mudança no poder de compra de toda a população. O motivo é que cada indivíduo ou família tem seus próprios hábitos de consumo. 

Ademais, cada localidade pode ter variações de preços e custo de vida, fazendo com que a realidade vivenciada pela população não seja aquela apresentada pelo índice. Mesmo assim, eles são importantes no momento de avaliar as mudanças no poder de compra do brasileiro.  

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O que gera a perda do poder de compra ao longo do tempo? 

Se você fizer uma análise sobre as suas finanças nos últimos anos, perceberá que é preciso ter um montante mais elevado disponível para comprar os mesmos itens que era possível adquirir há 4 anos, por exemplo. Mas qual é a causa desse cenário? 

O principal deles é a inflação. Ela consiste no aumento generalizado de preços de produtos e serviços em determinado local, geralmente calculado no âmbito de um país. A inflação é um fenômeno comum e até esperado. 

Afinal, ela é determinada, principalmente, pela relação entre oferta e demanda de produtos e serviços, além da disponibilidade de moeda. Se a demanda está acelerada em relação à oferta, os preços costumam subir.  

Por outro lado, quando a oferta é maior do que a demanda, é comum observar a diminuição de preços. Porém, ela também pode ser causada por diferentes fatores. Veja os principais: 

  • desequilíbrio oferta e demanda; 
  • desvalorização da moeda nacional; 
  • conflitos militares; 
  • crises climáticas. 

Assim, a inflação é considerada multifatorial. Isso significa que não há apenas uma causa para suas variações, mas sim um cenário macroeconômico com diversos motivos. 

Qual é a importância de manter o poder aquisitivo? 

Entendendo mais sobre o conceito do poder de compra e quais situações podem levar a perda dele, é o momento de aprender a importância de buscar formas de protegê-lo. Na verdade, existe uma série de fatores que demonstram a relevância dessa medida. 

A seguir, confira os principais pontos! 

Maior estabilidade financeira 

A manutenção do poder aquisitivo é importante para conquistar maior estabilidade financeira. Quando você consegue manter a sua capacidade de compra, cobrindo as suas despesas cotidianas sem que isso exija uma fatia maior do orçamento, o seu planejamento financeiro se mantém equilibrado. 

Além disso, fica mais fácil manter a organização das finanças pensando em diferentes metas, como criação da reserva de emergência, guardar recursos para adquirir um bem, entre outras. Nesses casos, também há menos riscos de se endividar diante de um cenário inesperado, já que você estará preparado para situações adversas. 

Manutenção da qualidade de vida 

Proteger o seu poder aquisitivo também colabora para a manutenção da qualidade de vida. O motivo é simples: quando há queda na sua capacidade financeira, é preciso rever as finanças. Por exemplo, pode ser necessário fazer cortes de diferentes gastos a fim de adequar o orçamento.  

Mesmo que eles não sejam essenciais, provavelmente eles proporcionam mais conforto ou lazer para a sua rotina. Como resultado, cortá-los pode influenciar no bem-estar físico e emocional — seu e da sua família. 

Capacidade de investir e ampliar o patrimônio 

Investir é uma prática bastante relevante para quem deseja conquistar metas financeiras. Elas podem envolver a compra de um imóvel, o pagamento da faculdade dos filhos ou a conquista da independência financeira.  

Em qualquer situação, o processo exige que você tenha recursos para investir nas alternativas do mercado financeiro. Porém, imagine que você já tem as finanças estruturadas e, mensalmente, separa um valor para alocar, mas com os avanços da inflação seus custos aumentam e não sobra mais dinheiro no mês.  

Nesse cenário, você não conseguiria mais investir recursos — e a conquista das suas metas financeiras com os investimentos seria afetada. Então manter o poder aquisitivo é uma medida relevante para auxiliar na construção e ampliação do seu patrimônio.  

Como manter o poder de compra ao longo dos anos? 

Entendendo o que é o poder de compra e a importância de mantê-lo, é comum se perguntar como fazer isso. A seguir, confira as principais dicas para auxiliar nesse processo! 

Invista em alternativas ligadas à inflação 

A principal dica sobre o assunto é investir no mercado financeiro, já que a medida é importante para buscar rentabilidade e fazer o dinheiro trabalhar para você. Porém, quando se fala em preservar o poder de compra, buscar alternativas ligadas à inflação pode ser interessante. 

Existem investimentos que entregam rentabilidades que acompanham índices inflacionários, proporcionando maior segurança em relação à preservação e, até mesmo, ampliação do poder de compra. Quer saber quais são essas oportunidades? 

Confira as principais! 

Tesouro IPCA+ 

O Tesouro Direto é uma plataforma criada pelo Governo Federal ainda em 2002 e promove facilidade de acesso aos títulos públicos. Esses títulos são investimentos de renda fixa emitidos pelo Tesouro Nacional. 

Na prática, você está emprestando dinheiro para que o Governo consiga captar recursos. Como forma de remuneração por esse empréstimo, o investidor receberá uma rentabilidade previamente combinada. 

Como os títulos do Tesouro Direto são de renda fixa, eles são considerados bastante seguros e previsíveis em relação ao resgate e à rentabilidade. Ainda, todos eles têm o pagamento integral garantido pelo Tesouro Nacional. 

Na plataforma você encontrará diversos títulos públicos, entre eles está o Tesouro IPCA+. Trata-se de um título de rentabilidade híbrida. Isso significa que os juros são calculados conforme um indexador previamente definido, somado a uma taxa prefixada. 

Como o próprio nome indica, o indexador utilizado é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo. Além disso, há a taxa prefixada. Ela é definida de acordo com questões econômicas, podendo mudar a cada título emitido pelo Tesouro Direto.  

Diante dessas características, você manterá o seu poder de compra e receberá juros acima da inflação. Além disso, há o Tesouro RendA+ e o Tesouro Educa+, que também possuem rentabilidade híbrida, mas apresentam um fluxo de pagamento diferente, que dura 240 meses e 60 meses, respectivamente. 

Impostos cobrados 

Nos títulos do Tesouro Direto há cobrança de Imposto de Renda (IR) e de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre a rentabilidade do investimento. 

Em relação ao IR, a alíquota é regressiva conforme o tempo de investimento, nessa proporção: 

  • resgate em até 180 dias: alíquota de 22,5%; 
  • resgate entre 181 e 360 dias: alíquota de 20%; 
  • resgate entre 361 e 720 dias: alíquota de 17,5%; 
  • resgate acima de 720 dias: alíquota de 15%. 

Já o IOF é cobrado apenas nos primeiros 30 dias, em uma alíquota regressiva de 96% a 0%. Após o trigésimo dia não há cobrança. 

Títulos de emissão bancária 

Você também pode encontrar títulos de emissão bancária — ou seja, lançados por bancos ou financeiras. As regras em relação à rentabilidade e funcionamento são bastante parecidas com as dos títulos públicos. No entanto, é preciso ficar atento a algumas diferenças. 

Primeiro considere a segurança: aqui não há a garantia de pagamento pelo Tesouro Nacional. No entanto, muitos títulos de emissão bancária contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Ele é uma entidade privada financiada pelos bancos e financeiras brasileiros. 

O FGC garante o pagamento de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ nos investimentos em títulos cobertos. Ainda, há um limite global de até R$ 1 milhão, que se renova a cada 4 anos. Essa garantia será acessada caso o emissor do título se torne insolvente. 

CDB 

Um dos títulos de emissão bancária mais comuns é o CDB (certificado de depósito bancário). Ele é emitido por bancos e serve para financiar diversas atividades da instituição. É o próprio emissor que determina as regras de rentabilidade e resgate do título. 

Portanto, você poderá encontrar alternativas que são atreladas a índices de inflação, como o IPCA. Mas antes de investir, saiba que as regras de incidência de impostos são iguais às dos títulos públicos. 

LCIs e LCAs 

Além dos CDBs, pode ser interessante conhecer as LCIs e LCAs (letras de crédito imobiliário e do agronegócio). Elas também são títulos emitidos por bancos e financeiras, no entanto, os recursos captados devem ser utilizados na área imobiliária ou do agronegócio dos emissores. 

Por serem consideradas áreas estratégicas, as LCIs e LCAs contam com isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas. Essa é uma forma de incentivo ao investimento, o que também pode trazer atratividade para a rentabilidade real do investimento. 

Títulos de emissão corporativa 

Outra forma de preservar o seu poder de compra que você deve considerar é o investimento em títulos de emissão corporativa. Eles também são chamados de crédito privado e são emitidos por empresas para captação de recursos. 

Aqui é fundamental que você fique atento: a segurança costuma ser mais baixa do que nos títulos públicos e nos títulos de emissão bancária. Isso acontece porque não há garantia do FGC ou do Tesouro Nacional. 

Além disso, as empresas, em geral, possuem mais chances de se tornarem insolventes do que o Governo ou Bancos. Contudo, é comum que a rentabilidade seja mais atrativa, justamente para compensar esse risco de crédito maior. 

nessa classificação, você pode encontrar as debêntures. Elas são títulos de dívida corporativa e são emitidos conforme a necessidade de captação de recursos das empresas. Como nas alternativas, elas podem ter uma rentabilidade atreladas a índices de inflação, como o IPCA, mais uma taxa fixa. 

Ainda, no caso das debêntures, a empresa emissora pode dar garantias de pagamento. Ainda assim, elas são consideradas alternativas mais arriscadas. Além disso, a tributação ocorre da mesma maneira que os títulos públicos. 

No crédito privado você também pode encontrar os CRIs e os CRAs (certificados de recebíveis imobiliários e do agronegócio). Eles são originados de antecipações de recebíveis desses setores estratégicos. Da mesma forma que os LCIs e LCAs, aqui há isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas.  

Exchange traded funds 

Exchange traded funds (ETFs), também chamados de fundos de índice, podem ajudar a preservar o seu poder de compra. Eles são fundos de investimento que possuem o objetivo de replicar um índice do mercado financeiro. 

Um gestor profissional fica responsável por negociar títulos ou ativos, compondo a carteira do fundo conforme o índice escolhido. Já os investidores podem comprar cotas: elas representam uma fração ideal do patrimônio do ETF e variam de preço conforme a oferta e demanda, além do desempenho dos ativos que compõem o fundo. 

As cotas dos ETFs são negociadas na bolsa de valores, então eles são considerados de renda variável. No entanto, é possível encontrar ETFs ligados a títulos de renda fixa, o que promove maior previsibilidade — e há opções ligadas à inflação.  

Nesse caso, as carteiras tendem a ser compostas por títulos públicos ou privados vinculados ao IPCA. Assim, você pode adquirir cotas para preservar o seu poder de compra com essa alternativa. 

A alíquota de IR pode ter diferentes patamares, conforme o fundo. Ela varia entre 25% e 15%, conforme a duração média dos títulos que compõem o ETF.. 

Fundos de inflação 

Os fundos de inflação são parecidos com os ETFs, mas eles não possuem o objetivo de replicar índices financeiros. A ideia aqui é montar carteiras com títulos que são atrelados a indexadores de inflação, como o IPCA. 

Assim, seu objetivo é preservar o poder de compra dos investidores. Diferentemente dos ETFs, as cotas não são negociadas em bolsa de valores, mas sim em plataformas de investimento, sendo considerados de renda fixa.  

Nesse contexto, há mais previsibilidade em relação aos ganhos, tendo em vista que a lâmina do fundo determina a rentabilidade esperada e a estratégia a ser seguida.  

Nessa alternativa, a alíquota de Imposto de Renda varia entre 22,5% e 20% nos fundos considerados de curto prazo e de 22,5% a 15% nos fundos considerados de longo prazo, conforme o prazo de aplicação.  

Diversifique a sua carteira de investimentos 

Por fim, tenha em mente que mesmo alternativas que não tenham ligação com índices de inflação podem auxiliar na busca por um desempenho que proporciona ganho real para a sua carteira. Afinal, elas têm chances de apresentar um desempenho que supere o indicador. 

Nesse caso, não há uma receita exata para você seguir. É preciso estudar as diferentes oportunidades do mercado financeiro e fazer análises aprofundadas para entender o potencial delas.  

Confira algumas possibilidades! 

  • ações; 
  • brazilian depositary receipts (BDRs); 
  • fundos de ações; 
  • fundos multimercados; 
  • fundos cambiais; 
  • criptomoedas; 
  • fundos imobiliários. 

Nesse caso, os potenciais de rentabilidade e desempenho variam a partir de diferentes fatores. Também não há garantias de que os ganhos alcançarão ou superarão a inflação. Por esse motivo, considere as características de cada alternativa, considerando: 

  • riscos envolvidos; 
  • potencial de retorno; 
  • histórico (embora ele não garanta retornos futuros); 
  • prazos e liquidez; 
  • correlação com outros ativos da carteira; 
  • adequação ao portfólio. 

Com uma carteira diversificada, você consegue aproveitar diferentes movimentos do mercado, reduzindo a concentração do seu capital. A medida aumenta o potencial de retorno, enquanto reduz os riscos do seu portfólio 

Neste conteúdo, você aprendeu mais detalhes sobre o conceito de poder de compra e como preservar o seu ao longo dos anos. Agora, vale a pena ter um bom planejamento financeiro e investir para auxiliar na relação desse e de outros objetivos financeiros.  

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Bianca Moreno

Bianca Moreno faz parte da área de marketing, onde desempenha atividades relacionadas a prospecção e ativação de clientes premium. Ela é graduada em Administração de empresa e pós-graduada em marketing com foco em geração de valor. Está no marcado há mais de 11 anos.

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