Sumário

Você conhece a sigla ESG e como ela influencia o universo de investimentos? Antes de abordar seu impacto em aplicações financeiras, é necessário entendermos o conceito de ESG

A sigla, originária da língua inglesa, é a abreviação dos termos Environmental, Social and Governance (traduzindo para a língua portuguesa, Meio ambiente,
 Social e Governança). Juntos, os três aspectos representam a materialização do conceito de sustentabilidade - a sociedade civil e o universo corporativo atentando ao impacto de suas ações e visando ao desenvolvimento sustentável,  que segundo a ONU, é aquele que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades.     

Em paralelo a essa crescente movimentação civil, muitas empresas defendem, uma agenda governamental a favor do desenvolvimento sustentável, ou seja, que busque o crescimento econômico de forma responsável, considerando a proteção do meio ambiente, diminuindo as injustiças sociais e prezando por maior transparência perante a sociedade.


Como exemplo, temos visto muitas instituições privadas cobrando ações governamentais contra o desmatamento e exigindo um ponto final na situação das queimadas na Amazônia e no Cerrado. Apenas neste ano, 
foram registrados quase 90 mil focos de queimadas na Amazônia, quase 60 mil no Cerrado e mais de 20 mil no Pantanal.   

Diante desse contexto, os investidores internacionais estão preocupados com a situação ecológica do Brasil.
Prova disso é que, no último Relatório Global de Riscos do Fórum Econômico Mundial, os cinco principais riscos listados eram relacionados a questões ambientais e mudanças climáticas. 

Essa situação foi agravada com a pandemia de COVID-19, que trouxe à tona novas preocupações socioambientais que, até então, não recebiam a devida atenção. É crescente, por exemplo, o número de empresas e gestores que passaram a reportar os impactos das mudanças climáticas em suas operações e portfólios.

Mas qual a relação de tudo isso com as aplicações financeiras? É o que explicaremos neste e-book.  Continue a leitura e descubra tudo sobre ESG, o panorama global e brasileiro desse tipo de investimento e dicas que ajudarão você a responder sozinho uma dúvida comum, vale a pena investir em ESG?  

Boa leitura!

O que
é

e qual sua influência sobre os investimentos

O que é ESG?

Qual é o panorama global e brasileiro de ESG?

Como investir em ESG?

Greenwashing, como identificar?

Vale a pena investir em ESG?

Conclusão

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O que é ESG?

No mundo das aplicações financeiras, o investimento ESG refere-se ao ativo que incorpora questões ambientais, sociais e de governança como critérios de análise.

Em suma, o ESG permite uma avaliação global da empresa em que se investe e uma visão além das métricas tradicionais de investimento. A partir disso, é possível priorizar aplicações em ativos ligados a empresas de cunho sustentável.


Vale ressaltar que adotar políticas e princípios relacionados ao ESG na análise das empresas leva ao debate questões  fundamentais para a sociedade e para a manutenção da vida no planeta. Esses aspectos também interferem no desempenho dessas organizações a longo prazo.

O ESG já é um investimento bastante comum no mercado internacional e vem se popularizando no Brasil. Cada letra da sigla apresenta um significado diferente, e vamos destacar os conceitos relacionados a Environmental, Social and Governance:

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Qual é o panorama global e brasileiro de ESG?

Previdência
P
rivada

Como declarar o

Imposto
de Renda 2019

Por diferentes motivos, não há dúvidas de que o ESG e a preocupação com fatores ambientais e sociais têm crescido bastante nos últimos anos. Esse tópico é bastante abrangente e, por esse motivo,  será dividido para tornar a discussão mais didática. Vamos lá.  

A partir daqui, explicaremos como está o panorama mundial, o panorama brasileiro e ainda destacaremos como as preocupações relacionadas ao meio ambiente influenciam o mundo dos investimentos. 

Como investir em ESG?

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Contrato de Índice Futuro

Já abordamos a importância das pautas relacionadas ao ESG no mercado financeiro e na sociedade. É comum surgir a seguinte dúvida, como investir nessa aplicação financeira? 

Antes de responder, é importante destacar que os fundos ESG são uma ótima escolha para diversificar a carteira de investimentos. Lembre-se: ao ter acesso a mais opções de aplicações, há mais garantia de melhores oportunidades e, ao mesmo tempo, mais segurança para o portfólio como um todo.

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Greenwashing, 
como identificar?

Para responder a essa pergunta é necessário estar familiarizado ao conceito de greenwashing.  

O termo vem do inglês e significa “lavagem verde” ou “maquiagem verde”. Dessa maneira, o greenwashing faz referência às práticas mercadológicas em que companhias afirmam seus valores socioambientais, porém não passa de uma mera estratégia de marketing que não inclui de fato as boas práticas em seus processos.  

A boa notícia são os diferentes indícios que demonstram quando uma determinada empresa adota o greenwashing.


Entre eles estão:

Comunicação: muitas organizações querem comunicar ou transmitir a ideia de serem sustentáveis. No entanto nem sempre praticam isso de fato. Dessa forma, podemos dizer que quando a companhia não consegue conectar sustentabilidade nos produtos é um forte indício de greenwashing;

 
Governança da sustentabilidade: até há um departamento que só cuida desse assunto. Porém, é ligado, na maioria das vezes, ao setor de RH ou mesmo de marketing. Nesse caso, a empresa quer somente transmitir a ideia de que se preocupa com os problemas ambientais, mas isso muitas vezes não é colocado em prática;  

Entender como a empresa se posiciona com seus funcionários, fornecedores e clientes: neste momento podemos fazer diferentes reflexões para verificar essa questão. A empresa prega diversidade, porém como é composta sua folha de funcionários? Isso se reflete na contratação? Se a companhia faz parte do ramo têxtil, divulga se tem fábrica própria ou terceiriza? Os grandes escândalos dos últimos anos, de empresas que usavam trabalho análogo à escravidão, foram de grandes redes de moda que terceirizavam sua produção. Produz veículos? Como estão os esforços para produzir máquinas menos poluentes ou de combustíveis não fosseis? Faz relatórios de emissão de carbono anual?  

Cobrar das empresas relatórios e informações transparentes de suas atividades: relatórios de sustentabilidade ainda são recentes e obrigatórios para pouquíssimas empresas, porém é de extrema importância que haja esse tipo de informação acessível, não só para investidores, mas para a sociedade como um todo. É o reflexo da mudança para o capitalismo de stakeholders, como falamos anteriormente.

Passo a passo para declarar as contribuições feitas no plano VGBL:

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Vale a pena investir em ESG?

Como você deve ter percebido, o ESG é uma tendência crescente no mercado financeiro. Essa questão ocorre por diferentes motivos e, muitos deles, estão relacionados aos benefícios proporcionados pelas aplicações financeiras nesses ativos.  

Resumidamente, o principal aspecto positivo de se investir em ESG é que você estará aportando capital para uma empresa ou um conjunto de companhias que demonstram preocupação com questões ambientais, sociais e de governança no negócio. 


Dessa maneira, o investidor contribuirá para garantir o futuro das próximas gerações, ajudará no desenvolvimento de uma economia sustentável e ainda valorizará as empresas que demonstrem preocupações com aspectos relacionados à sociedade e à governança. Para investir em ESG, é necessário ficar atento a alguns pontos:

 
Diversificação da carteira: trata-se de uma dica básica, mas fundamental para diminuir o risco do seu portfólio e proteger o seu patrimônio contra grandes perdas. É primordial investir em empresas de diversos segmentos e também contar com alguns investimentos de baixo risco, como os de renda fixa, para garantir a proteção patrimonial;

Verificar como o fundo foi estruturado: nesse momento, certifique-se de que o fundo não passou apenas por mudança de nome, mas se continua praticando negócios que não cumprem critérios socioambientais;

Nível de conhecimento: veja quanto o gestor do fundo e da empresa pela qual deseja investir conhece realmente os critérios do ESG;

Ativos do fundo: é muito importante fazer uma leitura atenta dos materiais de divulgação das empresas que compõem o investimento.

Política de investimento: fundos abertos costumam disponibilizar publicamente suas políticas. Vale ler e garantir se estão de acordo com os seus princípios.

Declaração de resgates ou rendas de PGBL e VGBL

Conclusão

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eBook online

Bianca Casella

Líder do Comitê ESG do Grupo Plural

Líder do Comitê ESG do Grupo Plural

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ESG

A preocupação com questões relacionadas à sustentabilidade tem crescido no Brasil e no mundo – e já era tempo. Consequentemente, mais investidores e empresas têm se posicionado quanto a isso.  

Afinal, é muito importante buscar o desenvolvimento econômico e, ao mesmo tempo, promover boas práticas, limitando ao máximo o nosso impacto negativo no mundo, garantindo um bom futuro para as próximas gerações. Dado que o seu maior poder como investidor é o bolso, pense quais iniciativas está financiando.  

Os 
fundos que atendem às políticas ambientais, sociais e de governança apresentam alguns benefícios, e a demanda por eles tem aumentado no Brasil e em outras partes do mundo.   

No entanto é muito importante estar atento a alguns aspectos antes de investir, como, por exemplo, se a empresa ou o fundo adota as práticas ESG.  

Tomando os devidos cuidados, você ficará seguro e tranquilo de estar investindo seu dinheiro em prol de um propósito que vai agregar valor para a sociedade.   
 
Diante do discutido neste e-book, podemos dizer que o ESG é a nova realidade do mercado, portanto conhecer o termo assim como o universo que o acompanha é muito importante.

Esperamos que o conteúdo tenha sido útil para você.  

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  • Questões ambientais: faz referência ao uso de recursos naturais, às emissões de gases de efeito estufa (gás carbônico, metano etc.), à poluição, à eficiência energética e à gestão de resíduos; 

  • Fatores sociais: refere-se às políticas e relações trabalhistas. Além disso, esse fator também aborda aspectos ligados à inclusão, à diversidade, ao envolvimento dos funcionários, aos direitos humanos, à privacidade e à proteção dos dados; 

  • Aspectos de governança: diz respeito à preocupação com questões relacionadas à política de remuneração da alta administração, à diversidade na composição do conselho de gestão, à independência do conselho e à transparência.

Panorama mundial 

Cada vez mais investidores têm se envolvido com o conceito de “investimento responsável”, e isso vem ganhando força devido ao aumento da conscientização sobre mudanças climáticas, ambientais, diversidade corporativa e governança das empresas.   

De acordo com dados do
Google Trends, o interesse por termos relacionados a investimento responsável quadruplicou nos últimos cinco anos. Dessa forma, podemos dizer que esta não é apenas mais uma tendência, e sim uma nova realidade do mercado financeiro.  

Nesse contexto, é importante destacar que muitos investidores e diversas empresas, especialmente as de capital aberto (que possuem
ações na Bolsa de Valores), têm buscado se adequar às práticas ESG e entendem a importância dos aspectos sociaisambientais e de governança na sua performance.  

As empresas que se internalizaram esses princípios tendem a ser mais resilientes ao longo do tempo e a apresentarem menos riscos, além do benefício de imagem. Com isso, mais participantes do mercado têm incluído na avaliação dos ativos a “lente” ESG, avaliando, por exemplo, como a empresa faz o descarte de seus resíduos ou se há um conselho de administração independente.  

Dessa maneira, podemos inferir que as organizações que se adequarem às boas práticas poderão atrair novos investidores e obter resultados sustentáveis também do ponto de vista financeiro.

Panorama brasileiro

O tema ESG só ganhou força no Brasil após ser bastante discutido em outros países. Dessa forma, se compararmos com outras nações, o movimento ainda é discreto em solo nacional. Por outro lado, nos últimos meses, esse tópico tem ganhado importância no país.  

Recorrendo novamente a dados do
Google Trends, obtemos mais uma informação relevante: o interesse pelas temáticas relacionadas a Environmental, Social and Governance aumentou 2,5 vezes nos últimos 12 meses no Brasil.

Vale ressaltar que a pandemia de COVID-19 contribuiu para o aumento do interesse por esses aspectos, pois colocou um holofote na importância de quesitos socioeconômicos e ambientais na performance e operação das empresas, além de deixar clara a interdependência entre países e pessoas.  

Considerando todos esses movimentos, é importante olhar para o lugar ocupado pelas empresas atualmente, cada vez mais estão sendo cobradas para retornar não somente o lucro, mas refletir sobre o impacto das suas atividades perante a sociedade, incorporando ao bem privado uma utilização voltada à coletividade.  

O chamado capitalismo de stakeholders foi colocado à prova principalmente em 2020, e mostrou que empresas que levam em conta critérios de responsabilidade socioambiental tiveram performances mais resilientes nos últimos meses.

Impacto das questões ambientais nos investimentos  

Sem dúvida, essa questão tem ganhado uma importância central. Como destacamos anteriormente, os principais riscos listados pelo Relatório Global de Riscos do Fórum Econômico Mundial estão relacionados ao meio ambiente.

Além disso, a meta definida pelo Acordo de Paris, de limitar o aquecimento global a menos de dois graus celsius, está cada vez mais longe de se tornar realidade e, se não houver um esforço conjunto de toda a sociedade civil, corremos o risco de deixar um legado amargo para as próximas gerações.  

Apesar disso, a agenda ambiental é bastante abrangente e há uma preocupação em mobilizar o capital privado para investimentos sustentáveis. Novas regulamentações da União Europeia vão obrigar as instituições financeiras a fornecerem aos investidores, a partir do próximo ano, métricas de transparência e adequação sobre a exposição e os riscos à sustentabilidade nas aplicações financeiras.  

Na Europa, alguns países, como a 
Alemanha e a Suécia, anunciaram o lançamento do título verde soberano. Os alemães arrecadaram 6,5 bilhões de euros na primeira emissão do ativo e os suecos, aproximadamente 2 bilhões de euros. Na América Latina, o Chile já abriu essa frente, emitiu um green bond soberano e lidera o ranking em volume de green bonds na região.  

No Brasil, o interesse pela agenda da sustentabilidade também vem crescendo. A
Suzano, por exemplo, recomprou títulos de dívida internacional com prazo de dez anos, em uma operação atrelada a metas de redução de gases causadores do efeito estufa em 15% até 2030.    

Caso as metas ambientais estipuladas não sejam alcançadas, a taxa de juros da aplicação financeira aumentará e, consequentemente, superará o valor inicial, que era de 4,05% ao ano.  

Por sua vez, no setor público, o BNDES também tem sido um grande agente dessa mudança. Além de compor boa parte da sua carteira com investimentos verdes, captou neste ano R$ 1 bilhão em Letras Financeiras Verdes, que repassará para financiar projetos com esses princípios.  

Vale também mencionar a agenda sustentável do Banco Central, que irá incorporar desde cenários de riscos climáticos em testes de estresse do BC até a criação de linhas de liquidez sustentável para instituições bancárias.  

O objetivo central de todas as ações mencionadas é que, em médio e longo prazo, as ideias contribuam para o desenvolvimento de uma economia resiliente e sustentável.

Mas, afinal, como investir em ESG? 

Existem diferentes estratégias que norteiam os gestores de fundos ou as pessoas físicas que adotam critérios ESG para análise dos ativos de seu portfólio.

Entre as principais estão:

  • Filtro negativo;
  • Filtro positivo;
  • “Best-in-class”;
  • Integração ESG;
  • Investimento de impacto;
  • Engajamento corporativo; e
  • Critérios para escolha de empresas.

Filtro negativo

Representa uma estratégia comum de investidores ao excluírem aplicações baseadas em determinados segmentos de mercado, empresas ou países que não seguem os critérios de ESG. 

Um exemplo de filtro negativo seria a exclusão de aportes em empresas dos setores de fumo e arma.

Filtro positivo 

Esta estratégia representa exatamente o oposto da anterior. Em vez de fazer a exclusão de investimentos, as pessoas passam a incluir ativos que atendem aos critérios estabelecidos.

Dessa forma, há a seleção de exemplos positivos de governança corporativa, cuidados com o meio ambiente e empresas que demonstraram ter preocupações sociais.

“Best-in-class”

A estratégia funciona como se fosse um ranking. Aqui, são escolhidos alguns critérios com a intenção de avaliar um ativo específico.

Fundamentados nessa análise, os investidores poderão definir os melhores investimentos para cada setor e alocar o capital disponível. Trata-se da estratégia mais usada no Brasil.  

Integração ESG
 
Representa a junção de aspectos ambientais, sociais e de governança. Nesta estratégia, avalia-se as três questões relacionadas ao ESG ao fazer a análise financeira da empresa.

Com isso, torna-se possível verificar quais fatores terão impacto no futuro da organização.

Investimento de impacto  

São aportes direcionados a empresas que adotam um propósito que visam à resolução de problemas sociais ou ambientais.

Dessa forma, há a premissa de que os impactos são mensuráveis e o desempenho do investimento é a combinação do impacto gerado na sociedade e do retorno financeiro.

Engajamento corporativo

Também conhecida como ativismo acionário, a estratégia é baseada no uso da participação acionária dos investidores para buscar influenciar as empresas na adoção de práticas ESG.


Além disso, trata-se de uma estratégia comumente usada por investidores que buscam persuadir as empresas a adotarem posturas de responsabilidade ambiental, social e de governança. Conversas com executivos e participação em assembleias de acionistas fazem parte desse engajamento.


Vale destacar que todas as estratégias mencionadas são diferentes, mas não são excludentes. Por isso, é possível combinar mais de uma tática em um mesmo investimento.  


Critérios para escolha de empresas

É importante ressaltar ainda que há muitos critérios para escolher as empresas que apresentam esse tipo de ativo. 
Podemos resumi-los em cinco grupos principais: 

Meio ambiente: verifica-se quais são os impactos ecológicos do projeto, o gerenciamento de energia, a quantidade de gases de efeito estufa liberada na atmosfera, entre outros aspectos;

Capital social: avalia-se pontos relativos a direitos humanos, segurança dos dados, privacidade do cliente, acessibilidade, etc.;

Capital humano: verifica-se quais são as práticas do trabalho, a saúde e segurança do funcionário, os critérios relacionados a diversidade e inclusão, entre outras;

Liderança e governança: analisa-se aspectos relacionados a ética do negócio e gestão de riscos sistêmicos;

Modelo de negócio e inovação: verifica-se quesitos como gerenciamento do ciclo de vida, gestão da cadeia produtiva e impactos físicos nas mudanças climáticas.

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