O Produto Interno Bruto (PIB) é um número de grande relevância na realidade econômica de um país. É por esse motivo que acompanhá-lo é um importante para entender o cenário de uma nação, além de ser interessante para investidores.

Afinal, é por meio do PIB que se tem uma compreensão mais clara sobre o nível de atividade econômica de um país ao longo de um determinado período. Além disso, ao comparar uma série histórica, há a possibilidade de alcançar uma visão macro e mais rica sobre o contexto financeiro da nação.

Pensando nessa importância, este artigo abordará os principais destaques sobre o PIB. Com ele, você entenderá o que ele é e qual a relação dele com investimentos.

Aproveite a leitura!

O que é Produto Interno Bruto (PIB)?

O PIB é a sigla para Produto Interno Bruno. Essa é uma medida usada para quantificar o total de riquezas geradas num país ao longo de determinado período, como um trimestre ou um ano — que é o mais comum.

O número é amplamente utilizado para avaliar a atividade econômica da nação e medir o desempenho da economia. A partir do PIB é possível, por exemplo, entender se há ou não crescimento no país naquele período.

Vale destacar que o PIB reflete a produção de bens tangíveis, como carros, alimentos e máquinas, bem como serviços intangíveis, como saúde, educação e transporte. No entanto, convém observar que o indicador tem limitações em sua análise.

Isso acontece porque ele não captura por completo os aspectos do progresso humano, como distribuição de renda, qualidade de vida e questões semelhantes. Portanto, é comum complementar a análise com outros indicadores socioeconômicos para obter uma visão mais abrangente do país.

Qual a função do PIB?

Agora que você entendeu mais sobre o PIB, é o momento de saber qual a função dele na economia. Confira seus papéis de maior destaque!

Medir a atividade econômica

Como você viu, o PIB ajuda a medir a atividade econômica de um país. Como o Produto Interno Bruto mede e quantifica a produção total de bens e serviços em uma economia durante um período, ele serve como um termômetro econômico do mercado.

Portanto, o PIB é frequentemente utilizado como um indicador-chave do crescimento econômico de um país ou de uma região, como um bloco de países. A variação do PIB ao longo do tempo permite avaliar se a economia está em expansão, estagnada ou em recessão.

Comparar países

O PIB também pode ser útil para comparar o desempenho de países e regiões no mesmo período. A partir dele, é possível avaliar a produtividade, a competitividade e o desenvolvimento econômico em diferentes contextos, além de identificar como as áreas estão se desenvolvendo.

Nesse sentido, o PIB também pode ser utilizado para estimar a capacidade produtiva de um país em comparação com outro. Ele ajuda a identificar as áreas da economia que estão em expansão, bem como os setores que podem enfrentar limitações ou desafios.

Planejar políticas

O indicador ainda tem a função de guiar o planejamento de políticas públicas. Os Governos e bancos centrais ao redor do mundo utilizam as informações do PIB para tomar decisões sobre investimentos, gastos públicos, políticas monetárias e fiscais, entre outras medidas.

Ademais, embora ele não seja uma medida direta do bem-estar, o PIB é muito usado como um indicador indireto do padrão de vida e do progresso econômico de uma população. A informação pode ajudar no planejamento de políticas e estratégias públicas.

Como o PIB é calculado?

Após entender o que é o PIB e suas principais funções para a economia, é essencial compreender como funciona o seu cálculo. Entenda quais são as formas de chegar a esse resultado!

Cálculo do PIB pela ótica da oferta

O primeiro tipo de cálculo do PIB é pela ótica da oferta. Nesse método, são considerados os diferentes setores econômicos, como agricultura, indústria e serviços. Cada um é analisado para identificar o montante adicionado que ele gera na economia.

Nesse caso, as quantias são avaliadas com base nos bens e serviços finais, o que implica que o uso da matéria-prima não é contabilizado. Essa abordagem é adotada para evitar a contagem duplicada de certos produtos.

Por exemplo, a produção de uma mesa pode ser feita com madeira e ferro. Para o cálculo do PIB, será considerado apenas o preço da mesa e não das matérias-primas, pensando que eles já estão incluídos no preço do produto final.

Portanto, a fórmula considera o somatório de cada setor, sendo apresentada da seguinte forma:

PIB = Agropecuária + Indústria + Serviços

A agropecuária, como o nome adianta, contabiliza a produção agrícola e a pecuária. Já a indústria trabalha com a transformação de matérias-primas e é dividida em diversos subsetores. Por fim, o setor de serviços engloba uma ampla gama de atividades que não envolvem a produção direta de bens físicos.

Cálculo do PIB pela ótica da demanda

A outra ótica de cálculo do PIB é pela demanda. Nessa abordagem, o PIB é calculado pela soma de todos os gastos finais com bens e serviços na economia durante um período.

O cálculo do PIB pela demanda considera o consumo das famílias, investimentos das empresas, gastos do Governo e a balança comercial. Esse último conceito é definido pelas chamadas “exportações líquidas”, a diferença entre as exportações e as importações de um país.

Logo, essa fórmula envolve mais elementos. Veja:

PIB = Consumo das famílias + Investimentos das empresas + Gastos do governo + (Exportações – Importações)

Cálculo do PIB pela renda

Por último, há a ótica de cálculo pela renda. Essa abordagem calcula o PIB somando todos os rendimentos de pessoas físicas e empresas na economia, como salários, aluguéis, dividendos e outros elementos.

A fórmula é:

PIB = Salários + Lucros + Juros + Aluguéis + Impostos líquidos sobre a produção

Ou seja, o valor do PIB é obtido a partir da soma de todas as formas de renda geradas na economia durante um determinado período.

Como é o cálculo do PIB no Brasil?

No Brasil, o cálculo do PIB é uma responsabilidade do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O órgão chega ao número por meio de uma abordagem da produção, utilizando informações de diferentes setores da economia.

O IBGE coleta dados de empresas, instituições financeiras, órgãos governamentais e outras fontes relevantes. Essas informações são obtidas por meio de pesquisas, registros contábeis, declarações de imposto de renda, entre outros.

No cálculo do instituto constam, por exemplo, os índices de inflação. Entre eles é possível destacar o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação no país.

Outro número relevante é o balanço de pagamentos do Banco Central (Bacen). Ele registra todas as transações econômicas entre residentes e não residentes do Brasil em um determinado período. Com isso, há um panorama abrangente das nossas interações econômicas com o resto do mundo.

Além desses itens, o IBGE considera:

  • Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica — DIPJ (Secretaria da Receita Federal);
  • Produção Agrícola Municipal — PAM (IBGE);
  • Pesquisa Anual de Comércio — PAC (IBGE);
  • Pesquisa Anual de Serviços — PAS (IBGE);
  • Pesquisa de Orçamentos Familiares — POF (IBGE);
  • Pesquisa Industrial Anual — Empresa — PIA-Empresa (IBGE);
  • Pesquisa Industrial Mensal — Produção Física — PIM-PF (IBGE);
  • Pesquisa Mensal de Comércio — PMC (IBGE);
  • Pesquisa Mensal de Serviços — PMS (IBGE).

Em geral, o IBGE faz cálculos trimestrais do PIB brasileiro. O instituto também dá um panorama do Produto Interno Bruto de cada uma das unidades federativas do país.

Qual a diferença entre PIB nominal e PIB real?

Além dos pontos que você já viu, outro aspecto para compreender sobre o PIB é a diferença entre PIB real e nominal. Cada um deles descreve a atividade econômica de uma perspectiva, sendo influenciado por fatores diferentes.

O PIB nominal, também conhecido como PIB corrente, é calculado utilizando os preços atuais dos bens e serviços produzidos em determinado período. Isso significa que ele considera os impactos da inflação.

Por exemplo, se os preços aumentam ao longo do tempo, o PIB nominal pode aumentar mesmo que a quantidade produzida se mantenha. O inverso pode acontecer se houver deflação no país — ou seja, queda nos preços.

Por outro lado, o PIB real é uma medida ajustada. Ele considera apenas as mudanças na quantidade física produzida, desconsiderando os efeitos dos preços. Portanto, o cálculo dele é feito usando preços constantes ao longo de determinado período. Chega-se a ele dividindo o PIB nominal pelo deflator implícito do PIB (indicador que mede a variação de preços de todos os bens e serviços de uma economia).

Logo, o PIB nominal inclui tanto a variação nos preços quanto a quantidade produzida. Por sua vez, o PIB real desconsidera os efeitos dos preços e foca na variação da quantidade física produzida.

Geralmente, no curto prazo, o PIB nominal é útil por trazer para o aspecto monetário a produção econômica. Contudo, o PIB real mensura a produção efetiva e tende a facilitar a análise do crescimento do país considerando períodos mais longos.

O que é PIB per capita?

O Produto Interno Bruto per capita ou PIB per capita é a média da produção econômica por pessoa em um determinado país. Ele é obtido dividindo o PIB total da nação pela sua população.

O objetivo do PIB per capita é fornecer uma estimativa do nível médio de produção e renda de cada indivíduo dentro da economia. Então ele é frequentemente utilizado como um indicador para avaliar o padrão de vida e o bem-estar econômico de um país.

O PIB per capita também permite comparar o nível de desenvolvimento entre diferentes países ou ao longo do tempo em um mesmo país. Por exemplo, uma alta taxa de PIB per capita geralmente indica uma economia mais próspera, com maior produção de bens e serviços disponíveis para cada pessoa.

O cenário pode estar relacionado a características positivas do país. Entre elas é possível destacar questões como:

  • melhores oportunidades de emprego;
  • salários mais altos;
  • melhores serviços públicos;
  • acesso à educação e saúde de qualidade;
  • infraestrutura desenvolvida;
  • maior capacidade de consumo.

No entanto, vale destacar que o PIB per capita não é uma medida abrangente sob a ótica do desenvolvimento humano. Afinal, ele não considera outros fatores relevantes, como a distribuição de renda e a desigualdade social.

Sendo assim, o PIB per capita não reflete necessariamente a igualdade de renda em um país. É possível ter um alto PIB per capita, mas uma distribuição de renda desigual, em que uma parcela significativa da população tem baixos níveis de renda e de bem-estar.

Qual a relação que existe entre PIB e crescimento econômico?

O PIB e o crescimento econômico estão relacionados. Afinal, o crescimento econômico refere-se ao aumento sustentado do PIB ao longo do tempo, sendo resultado do aumento na produção de bens e serviços em uma economia.

Quando o PIB de um país aumenta entre períodos, normalmente o movimento indica um crescimento econômico. Esse desenvolvimento tende a ser positivo sob diversos pontos de vista.

Por exemplo, o crescimento econômico costuma estar associado à criação de empregos. À medida que a produção aumenta, as empresas necessitam de mais mão de obra para atender à demanda crescente.

Também pode haver um aumento na produção e na geração de renda. Isso pode resultar em um aumento na renda média da população, permitindo que as pessoas tenham mais recursos disponíveis para consumo, investimento e melhoria do seu padrão de vida.

O crescimento econômico saudável também incentiva o investimento, já que empresários tendem a ser encorajados pela perspectiva de maiores lucros futuros. O aumento dos investimentos em infraestrutura, tecnologia, pesquisa e desenvolvimento impulsiona ainda mais o crescimento econômico.

Contudo, é indispensável reforçar que o crescimento econômico por si só não garante a equidade de renda ou o bem-estar geral da população. Para tanto, é comum que sejam implementadas políticas públicas com foco em inclusão social e redução de desigualdades.

Qual a relação entre PIB e recessão?

O Produto Interno Bruto também tem relação com o diagnóstico de um cenário de recessão. O conceito é definido como um período de declínio significativo e generalizado na atividade econômica.

Nesse sentido, a recessão é caracterizada por uma contração no PIB. Normalmente, é considerado um sinal de recessão quando o Produto Interno Bruto apresenta uma queda consecutiva em dois (recessão técnica) ou mais trimestres.

Durante uma recessão, é comum observar uma diminuição da demanda agregada na economia. A procura por bens e serviços diminui devido a fatores como queda nos gastos das famílias, redução dos investimentos das empresas e restrições fiscais.

Desse modo, o PIB é um indicador-chave para identificar os diferentes estágios do ciclo econômico, incluindo expansão, pico, contração e recessão. Porém, vale saber que há outros fatores que também colaboram para a identificação de uma baixa na atividade econômica, como o desemprego.

Qual o PIB do Brasil?

Por ser um país de dimensões continentais e ter uma das maiores populações do mundo, o Brasil tem um PIB significativo. De acordo com os cálculos do IBGE, o Produto Interno Bruto acumulado de 2022 foi de quase R$ 10 trilhões.

Já no primeiro trimestre de 2023, o PIB foi de R$ 2,6 trilhões. Enquanto isso, o PIB per capita, conforme dados de 2020 do IBGE, foi de aproximadamente R$ 36 mil.

O agronegócio é o setor mais representativo para o resultado. De acordo com números de 2022, o PIB agrícola brasileiro foi de cerca de 500 bilhões de dólares. O número equivale ao Produto Interno Bruto da Argentina no período, por exemplo.

Veja na tabela abaixo a evolução do PIB brasileiro entre ao longo dos últimos 10 anos segundo os dados do IBGE:

AnoVariação do PIB
20222,9%
20215,0%
2020-3,3%
20191,2%
20181,8%
20171,3%
2016-3,3%
2015-3,5%
20140,5%
20133%
20121,9%

A variação percentual é considerada a partir dos dados do ano imediatamente anterior. Por exemplo, o crescimento de 2,9% em 2022 é obtido pela comparação com o desempenho de 2021.

Quais os maiores PIBs do mundo?

Mesmo com números significativos, o Brasil não está no top 10 dos maiores PIBs do mundo. A seguir, confira a lista do Banco Mundial com as maiores economias mundiais, considerando o PIB de 2022!

Estados Unidos

Os Estados Unidos têm a maior e mais influente economia global. Segundo os números do Banco Mundial, o PIB do país foi de US$ 25,5 trilhões em 2022. Considerando uma taxa de câmbio a R$ 5, o número seria de aproximadamente R$ 127,5 trilhões.

A economia dos EUA é diversificada e abrange uma ampla gama de setores, incluindo serviços, manufatura, tecnologia, agricultura e energia. Os serviços são a maior parte da economia, representando uma parcela significativa do emprego e da produção econômica.

Ainda, os EUA são um importante player no comércio global. Embora o país tenha uma economia interna substancial, ele também é um grande importador e exportador de bens e serviços.

China

O segundo maior PIB do mundo pertence à China. Em 2022, ele foi de US$ 18,0 trilhões. Inclusive, o país conta com um dos maiores crescimentos econômicos ao longo das últimas décadas, com avanços anuais que muitas vezes ficam na casa dos 10%.

Inicialmente, a China se destacou como um grande produtor e exportador de manufaturados. No entanto, nos últimos anos, há um aumento no papel dos serviços e do setor de tecnologia, impulsionado pelo crescimento de empresas relacionadas à inovação.

A China se tornou uma grande potência comercial, sendo o maior exportador e o segundo maior importador do mundo. O país é conhecido por sua produção em larga escala de bens manufaturados, exportados para todo o mundo.

O Governo chinês desempenha um papel central na orientação da economia. Embora o país tenha adotado reformas de mercado, ainda existe uma intervenção significativa do Estado, especialmente em setores-chave e em empresas estatais.

Japão

Após a China, outro país asiático surge na lista: o Japão. O PIB japonês foi de US$ 4,2 trilhões em 2022. Apesar da posição, o país tem enfrentado desafios econômicos nas últimas décadas, como um crescimento relativamente lento e uma população em envelhecimento.

A economia japonesa é diversificada, com destaque para os setores automobilístico, eletrônico, maquinário, produtos químicos, farmacêutico e de tecnologia. O Japão é conhecido por suas empresas multinacionais como Toyota, Honda, Sony, Panasonic, Nintendo, entre outras.

Ainda, o país possui acordos comerciais relevantes, sendo um dos principais parceiros dos Estados Unidos, China e países da União Europeia. Nas últimas décadas, ele implementou políticas de estímulo econômico para retomar o crescimento.

Alemanha

O 4º da lista e primeiro da Europa é a Alemanha, com um PIB de US$ 4,1 trilhões em 2022. O país é famoso por sua força industrial e competitividade global.

No geral, a Alemanha é uma das maiores potências exportadoras do mundo, conhecida por seus produtos de engenharia avançada. Os principais itens exportados incluem veículos, máquinas, produtos químicos, farmacêuticos e eletrônicos.

O país também tem dado ênfase à transição energética, visando aumentar a participação de energias renováveis e reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Inclusive, ele tem sido pioneiro em tecnologias verdes, como energia solar e eólica.

Índia

Fechando o top 5 aparece a Índia, país com a maior população do mundo. Os dados mostram que o PIB indiano foi de US$ 3,4 trilhões em 2022.

O setor de serviços é bastante significativo na economia indiana, respondendo por uma grande parcela do PIB e do emprego. A Índia é conhecida por sua indústria de tecnologia da informação e serviços de outsourcing, sendo um destino popular para serviços de call center, desenvolvimento de software e processamento de dados.

Ainda, a Índia tem uma população vasta e em rápido crescimento, o que a torna um mercado interno significativo. O consumo doméstico é um impulsionador da economia indiana, com um crescente mercado de classe média e aumento do poder de compra.

O Produto Interno Bruto tem relação com investimentos?

Acompanhar o PIB também tende a ser vantajoso para seus investimentos. Isso se deve ao fato de os investidores que acompanham o PIB poderem obter informações sobre a direção e o ritmo do crescimento econômico do país, o que costuma influenciar as estratégias de investimento.

O PIB também pode trazer informações valiosas sobre os setores específicos que estão crescendo mais rapidamente, o que tende a facilitar a tomada de decisão. Ademais, as estimativas e projeções do indicador são capazes de fornecer aos investidores uma visão do futuro da economia.

O investidor ainda pode usar o PIB como base para seus investimentos internacionais. Analisando a economia de outros países, ele consegue identificar aquelas que estão em crescimento e se vale a pena diversificar a carteira em outros mercados.

Como você acompanhou, o PIB é um dos indicadores financeiros mais importantes para medir o desempenho de um país e acompanhar sua evolução. Ele também é interessante para os investidores, já que traz informações relevantes sobre mercados, tendências e possíveis oportunidades.

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Leticia Siqueira

Somos uma plataforma de investimentos que tem como objetivo facilitar o acesso ao mercado financeiro e ampliar a educação financeira no Brasil.

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