Quem deseja aumentar suas chances de sucesso no mercado financeiro tem como ponto de partida a verificação do seu perfil de investidor. Afinal, esse fator ajuda você a fazer escolhas inteligentes de acordo com as suas características pessoais, possibilidades e objetivos. 

Por exemplo, você prefere investir em uma alternativa segura e com retorno limitado, ou em um ativo arriscado e com possibilidades de ganhos elevados? A resposta pode depender do perfil em que você se enquadra. Logo, é interessante conhecer os diferentes tipos existentes, certo? 

Pensando no tema, nós, da Genial Investimentos, preparamos este conteúdo com os principais pontos que você precisa saber sobre o perfil de investidor. Aproveite a leitura! 

O que é perfil de investidor? 

O perfil de investidor é uma classificação encontrada no mercado financeiro que indica sua personalidade e preferências ao investir. Dessa maneira, ele desempenha um papel fundamental na definição de uma estratégia financeira que esteja de acordo com suas características. 

Isso porque, além de refletir as suas prioridades financeiras, o perfil considera outros fatores essenciais para quem investe, como a sua tolerância aos riscos e objetivos. Nesse contexto, essa classificação serve como uma bússola para nortear suas escolhas de investimento. 

Não considerar o seu perfil de investidor no momento de investir pode fazer com que você se depare com frustrações e até perdas financeiras. Portanto, nos próximos tópicos, você aprenderá mais detalhadamente quais são os tipos de perfil existentes e como identificar o seu. 

Quais os tipos de perfil de investidor? 

Após conhecer o conceito por trás do perfil de investidor, chegou o momento de verificar quais os tipos existentes. No mercado, é possível encontrar 3 perfis de investidor. Cada um deles é caracterizado por suas atitudes em relação ao risco, objetivos financeiros e preferências de investimento.  

De todo modo, não é raro encontrar investidores que apresentam características de diferentes perfis. Por exemplo, você pode priorizar a segurança, mas aceitar correr um nível maior de risco entre as alternativas consideradas seguras do mercado.  

A premissa é que a definição do perfil será baseada na predominância de determinadas características que melhor represente o investidor. Dessa maneira, confira a seguir quais são os tipos de investidores!   

Perfil conservador 

O investidor com perfil conservador tem uma baixa tolerância ao risco, priorizando a segurança ao investir e montar o seu portfólio. Esses fatores levam a uma busca por investimentos que contem com mais estabilidade e previsibilidade, mesmo que seu potencial de rendimento seja reduzido. 

No mercado, a rentabilidade está ligada ao risco que o investimento oferece. Nesse sentido, quanto maior o risco do investimento, mais elevada tende a ser a remuneração do investidor. Em contrapartida, quando o risco é baixo, o retorno oferecido costuma ser menor ou limitado. 

Ou seja, o investidor conservador valoriza a segurança e a preservação do seu capital, ainda que a abordagem possa impedir que ele alcance retornos maiores. Desse modo, é comum que pessoas com esse perfil busquem por alternativas de renda fixa. 

Além disso, investidores conservadores tendem a preferir ativos com alta liquidez. Em termos financeiros, a liquidez representa a velocidade em que um investimento pode ser convertido em dinheiro disponível para uso. 

Ao incluir ativos com alta liquidez na carteira, o investidor conservador consegue acessar os recursos conforme necessário. Para tanto, ele busca alternativas que não tenham longos períodos de carência ou datas de vencimento mais distantes. 

Perfil moderado 

O perfil moderado engloba investidores com uma tolerância ao risco um pouco maior do que os conservadores. Nesse contexto, eles estão dispostos a aceitar um nível moderado de risco e volatilidade em troca de um potencial de ganho mais elevado.  

Os investidores moderados podem alocar uma parte significativa de sua carteira em ativos seguros, mas também estão abertos a investimentos mais arriscados. Dessa maneira, muitas vezes, eles aceitam uma menor liquidez. 

Portanto, é comum que a carteira do investidor moderado seja composta por alternativas de renda fixa e de renda variável. Normalmente, mantém-se um equilíbrio entre ativos arriscados e seguros, de modo a modular a relação risco e retorno do portfólio. 

Em muitos casos, quem tem o perfil moderado já é um investidor que reúne alguma experiência ou conhecimento sobre o mercado. Assim, ele consegue explorar diferentes investimentos para aumentar o nível de diversificação e rentabilidade da sua carteira. 

Nesse sentido, dificilmente o investidor com perfil moderado investirá em apenas uma alternativa ou segmento do mercado. Porém, a estratégia não significa que ele pulveriza a carteira ou seleciona ativos de renda fixa e variável de maneira aleatória. 

Perfil arrojado 

Por sua vez, o perfil arrojado é caracterizado por investidores com a mais alta tolerância ao risco. Essas pessoas podem enfrentar níveis significativos de volatilidade e flutuações nos valores de seus investimentos sem ficarem desconfortáveis. 

No entanto, isso não implica que elas estejam dispostas a arriscar seu patrimônio sem um propósito claro. Desse modo, investidores arrojados buscam assumir riscos de forma controlada e estratégica para aumentar o potencial de retorno de suas carteiras. 

Portanto, é natural que eles invistam grande parte do seu capital em ativos de renda variável. Entre os três perfis que você viu, o arrojado é o que tem maior potencial para ganhos, embora também possa enfrentar os prejuízos mais elevados. 

Um exemplo de estratégia para investidores arrojados é o investimento em ações. Ligadas a empresas de capital aberto na B3 (a bolsa de valores brasileira), elas são ativos com alto potencial de retorno e riscos mais elevados, considerando a volatilidade que esses papéis podem sofrer.  

No entanto, investidores podem atenuar os riscos por meio de análises fundamentalistas, bem como seguir carteiras recomendadas para gerenciar a exposição ao mercado. Ademais, o fato de um investidor possuir o perfil arrojado não impede que ele tenha aplicações seguras em carteira. 

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Qual a importância de conhecer seu perfil na hora de investir?  

Independentemente de qual seja o perfil no qual você se encaixa, conhecê-lo é muito importante — e na maior parte dos casos, obrigatório — na hora de investir. Afinal, esse fator desempenha um papel essencial na formulação de uma estratégia que se alinhe com seus objetivos financeiros. 

Logo, ele não apenas contribui para potencializar os seus ganhos, como proporciona um nível de conforto fundamental durante sua jornada de investimentos. Por exemplo, um investidor conservador que adota uma abordagem mais arrojada pode se deparar com perdas significativas ou enfrentar ansiedade, devido à alta volatilidade presente nos ativos escolhidos. 

Caso você se enquadre no perfil moderado, focar excessivamente em aplicações conservadoras limitará os seus rendimentos. Isso porque a sua disposição a tolerar riscos ligeiramente maiores pode ser aproveitada para maximizar o retorno de sua carteira. 

Então a abordagem cria um equilíbrio entre segurança e potencial de rentabilidade. Dessa forma, ao conhecer seu perfil de investidor, você adquire a capacidade de montar uma carteira personalizada, a partir da seleção de investimentos e estratégias adequadas ao seu caso. 

Como resultado, as suas chances de tomar decisões capazes de atender aos seus anseios e necessidades serão maiores. O cuidado permite que você alcance seus objetivos financeiros com mais celeridade, confiança e segurança. 

Como descobrir o seu perfil de investidor? 

Depois de entender a importância do perfil de investidor, pode surgir a dúvida sobre como descobrir o seu. Existem diferentes maneiras de determinar a sua tolerância ao risco nos investimentos. 

Autoconhecimento 

O processo de autoconhecimento é capaz de auxiliar você a identificar o seu perfil de investidor. Nesse contexto, você precisa refletir sobre o seu atual momento, seja em relação à sua situação financeira ou ao ciclo de vida que você se encontra. 

Destaca-se que nem todos conseguem fazer sobrar dinheiro no final do mês para investir. A pessoa que se encontra nessa situação costuma adotar uma abordagem mais conservadora, já que tende a estar menos propensa a correr riscos e a perder dinheiro. 

Por outro lado, quem possui uma condição financeira mais estável pode ter maior abertura para arriscar mais, apesar de essa não ser uma obrigação. Pessoas na juventude ou no início da fase adulta frequentemente têm mais flexibilidade para assumir riscos.  

A premissa é justificada pelo fator tempo que elas têm a seu favor, permitindo que eventuais decisões equivocadas sejam corrigidas ao longo dos anos.  Quem já se encontra na vida adulta conta com a possibilidade de equilibrar a segurança e o risco, no momento de investir.  

Em contrapartida, para aquele que terminou ou está próximo de encerrar a fase produtiva da vida, tomar risco pode não ser interessante.  Para esses investidores, tende a ser mais benéfico encontrar formas de proteger o patrimônio construído em vida, o que sugere a busca por segurança ao investir.   

Afinal, nem sempre haverá tempo o suficiente para reconstruir um patrimônio perdido devido a riscos excessivos. Portanto, embora o autoconhecimento seja essencial para você se conhecer melhor, tenha em mente que ele não é o bastante para a definição do seu perfil perante o mercado, combinado? 

Teste de suitability 

O teste de suitability ou API (análise de perfil do investidor) é uma avaliação projetada para determinar o perfil de investidor de um indivíduo. Ele é oferecido por corretoras de valores — como a Genial Investimentos — que atuam como intermediárias no mercado financeiro. 

A sua realização é obrigatória para os investidores brasileiros, como você viu. Então, ao abrir uma conta em uma corretora, é comum receber o teste de suitability antes de poder acessar qualquer investimento. 

O teste é formado por uma série de perguntas que devem ser respondidas pelo investidor. Elas visam entender fatores como objetivos financeiros, conhecimento, experiência, disposição para aceitar riscos e a situação financeira da pessoa. 

Com base nas suas respostas, a corretora atribuirá um perfil para o seu cliente (conservador, moderado ou arrojado). Os resultados podem variar com o tempo, dependendo das condições do mercado e das circunstâncias de vida do investidor. 

Em certos casos, os resultados do teste interferem na apresentação de produtos. Por exemplo, a corretora pode retirar os investimentos que tenham um risco acima da sua tolerância, contribuindo para uma tomada de decisão mais alinhada com seus interesses.  

O teste de API pode ser conduzido por meio de um questionário online ou presencial. A depender do cenário, você pode contar até mesmo com o apoio de um assessor de investimentos, que é o profissional qualificado para apresentar investimentos e sanar dúvidas.  

O perfil de investidor é definitivo?  

Você entendeu que o perfil de investidor é uma característica marcante — mas ele não é permanente. Nesse sentido, você pode ser classificado como um investidor conservador e, com o tempo, passar a ter um perfil mais aberto aos riscos — como o moderado ou arrojado. 

Em alguns casos, a postura conservadora pode ser resultado da ausência de experiência ou da falta de informações sobre os investimentos. Dessa forma, quanto mais você compreende o funcionamento do mercado, mais confiança ganha na tomada de decisões. 

No entanto, nada impede que você tenha um perfil arrojado e possua experiência no mercado e, com o passar dos anos, diminua o seu apetite aos riscos. Com isso, você passa a se encaixar no perfil moderado ou conservador. 

Diante dessa dinâmica, é recomendável que você faça uma avaliação periódica do seu perfil de investidor antes de tomar uma decisão. Inclusive, ela é obrigatória para as instituições a cada 2 anos. A proposta é verificar se ele continua alinhado com as suas características e expectativas. 

Como compor sua carteira conforme seu perfil?    

Considerando que o perfil de investidor é determinante para as escolhas de investimentos, é preciso entender como adotá-lo para montar o seu portfólio. Então vale a pena conhecer as dicas a seguir. 

Tenha uma reserva de emergência   

Antes de iniciar qualquer investimento, independentemente do seu perfil, é essencial montar a sua reserva de emergência. Ela desempenha um papel fundamental na garantia da segurança financeira em situações imprevistas, como uma demissão involuntária, acidentes e problemas de saúde. 

Ter essa proteção financeira permitirá que você supere períodos desafiadores sem afetar o seu padrão de vida. Construir uma reserva de emergência também é necessário para investir com consistência.  

Ao possuir mais tranquilidade para gerenciar seu orçamento, você estará em uma posição mais favorável para investir regularmente. Ademais, ela é uma forma de evitar o resgate antecipado (e possivelmente prejudicial) dos ativos — principalmente os de longo prazo ou de maior risco.  

Tenha em mente que resgatar um investimento antes do seu prazo de vencimento ou em um cenário de mercado desfavorável pode acarretar prejuízos financeiros. Portanto, poder acessar uma reserva financeira evitará esse tipo de ocorrência. 

O ideal é que a reserva de emergência corresponda a 6 meses dos seus custos mensais, ou mais. Além de acumular essa quantia, é necessário aplicá-la para que ela continue rendendo e seja menos impactada pela inflação. Mas nesse caso, a rentabilidade não é o ponto principal a considerar.   

A tomada de decisão deve envolver investimentos que unam alta liquidez e segurança. Logo, os investimentos que compõem uma reserva de emergência sempre tendem a ser conservadores. Dessa forma, você protege o seu capital, bem como poderá resgatá-lo sempre que for preciso. 

Conheça as alternativas disponíveis no mercado 

Depois de construir a reserva de emergência, será o momento de compor a sua carteira com base no seu perfil. Para tanto, é preciso ter conhecimento sobre as alternativas disponíveis no mercado. Em geral, existem duas principais classes de investimentos: renda fixa e renda variável. 

Renda fixa 

Os investimentos de renda fixa são caracterizados por informarem desde o início as regras de remuneração. Isto é, antes mesmo de investir, o interessado tem a possibilidade de calcular ou, ao menos, projetar os seus ganhos. 

O funcionamento de um título de renda fixa se aproxima ao de um empréstimo. Nele, o investidor empresta seu dinheiro ao emissor do título em troca de receber uma remuneração combinada, dentro de um prazo específico. 

Existem 3 principais tipos de rentabilidade na renda fixa. Observe quais são elas: 

  • prefixada: possuem uma remuneração fixa, determinada na contratação; 
  • pós-fixada: tem o retorno atrelado a um indicador financeiro, a exemplo da taxa Selic (a taxa básica de juros) e o CDI (Certificado de Depósito Interbancário); 
  • híbrida: mescla as duas formas de rentabilidade vista, isto é, parte dela é fixa e a outra acompanha um indicador, a exemplo do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). 

Na renda fixa, a rentabilidade prometida somente é paga em sua integralidade se o investimento for mantido até a data de vencimento. Se houver seu resgate antecipado, o título sofrerá a chamada marcação a mercado — a atualização do seu preço. 

A depender das atuais condições do mercado, essa atualização de preços pode gerar perdas ou ganhos financeiros, mesmo na renda fixa. Títulos prefixados e híbridos costumam ser mais impactados por esse fenômeno. 

Renda variável 

Na renda variável, por outro lado, as regras de remuneração não são previsíveis. Essa característica faz com que essas alternativas sejam mais arriscadas, uma vez que o investidor fica impossibilitado de antecipar se terá ganhos ou perdas financeiras. 

Destaca-se que os ativos de renda variável são precificados também conforme a lei da oferta e demanda. Nesse sentido, quanto muitos investidores nutrem interesse por um ativo, é comum o seu preço aumentar. 

Do contrário, quando o ativo não atrai investidores, não é raro o seu preço cair até que ele volte a chamar a atenção do mercado. Vale dizer ainda que outros fatores podem influenciar o ânimo e os preços dos ativos de renda variável. 

Esse é o caso de notícias, eventos, guerras, crises, mudanças econômicas e políticas, indicadores econômicos, resultados empresariais e muito mais. Diante da volatilidade, uma das principais formas de lucrar na renda variável se dá com a compra e venda de um ativo, após a sua valorização. 

É interessante destacar que não há limite para valorização de um ativo, significando que é possível obter ganhos expressivos com investimentos dessa classe. Em contrapartida, as perdas também podem ser elevadas. 

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Confira exemplos de alocações entre os perfis 

É normal que a renda fixa seja a escolha mais comum entre investidores conservadores, enquanto a renda variável atrai mais os investidores moderados e arrojados. Veja, a seguir, as possibilidades de investimentos mais comuns em cada perfil.  

Mas saiba que as alternativas não são sugestões de alocação. Na realidade, esses são apenas os investimentos mais habituais atribuídos a cada perfil. Lembre-se de que há outros critérios que participam da escolha e permitem que você monte uma carteira única. 

Então, apesar dessa divisão didática, as alternativas não são limitadas a cada perfil. Investimentos podem servir a todos os perfis, a depender dos seus objetivos e da proporção em que eles são distribuídos no portfólio.  

Perfil Conservador  Perfil Moderado Perfil Arrojado 
Tesouro Prefixado Debêntures Fundos cambiais 
Tesouro Selic Debêntures incentivadas Fundos multimercado 
CDB (certificado de depósito bancário) CRI (certificado de recebíveis imobiliários)  FIP (fundo de investimento em participações) 
LCI (letra de crédito imobiliário) CRA (certificado de recebíveis do agronegócio) BDRs (certificados de depósitos de valores mobiliários) 
LCA (letra de crédito do agronegócio) FIDC (fundos de investimento em direitos creditórios) Contratos futuros 
LC (letra de câmbio) COE (certificado de operações estruturadas) Opções 
Fundos DI Tesouro IPCA+  
Fundos de renda fixa Ações  
 Fundos de ações  
 FIIs (fundos de investimento imobiliário)  
 ETFs (fundos de índice)  
 Fundos de Previdência  

Diversifique o portfólio   

Na hora de escolher os investimentos que farão parte da sua carteira, uma estratégia especialmente importante é a diversificação de investimentos. A ideia é expor seu patrimônio a riscos diferentes para equilibrá-lo, de modo que não ocorra uma concentração de alocação.  

A diversificação costuma envolver a escolha de investimentos descorrelacionados e com correlação negativa, ou seja, que tendem a seguir em direções opostas. Dessa forma, diante de um movimento do mercado, seu patrimônio não sentirá todo o impacto.   

Em relação ao perfil de investidor, uma possibilidade é pensar em proporções quanto ao apetite ao risco. Para os conservadores, faz sentido investir mais em renda fixa, mas uma pequena parte do patrimônio pode ser alocada em alternativas mais arriscadas, por exemplo.   

Para os moderados, pode ser adequado dividir os ativos entre renda fixa e variável, com um equilíbrio que depende dos objetivos. Entre os arrojados, a maior parte pode seguir para a renda variável, mas fazer investimentos em renda fixa é útil para proteção e objetivos de curto prazo, por exemplo.   

Como e por que unir o perfil à estratégia de tripé de investimentos?  

Você percebeu que o perfil de investidor é essencial para tomar decisões de investimento. Contudo, lembre-se de que esse não é o único critério relevante para utilizar. Na hora de decidir como alocar seus recursos, devem-se usar outros pontos fundamentais. 

Entender o que você deseja alcançar em curto, médio ou longo prazo, por exemplo, é válido para refinar as escolhas. Assim, é preciso considerar não apenas seu apetite ao risco, mas seus planos, o quanto você tem disponível para investir, o seu nível de conhecimento do mercado, entre outros critérios.   

Uma estratégia que pode ajudar a basear sua decisão é a de considerar o tripé de investimentos. Ela reúne os três aspectos que compõem um investimento: a segurança, a liquidez e a rentabilidade.  

Porém, só é possível maximizar dois fatores simultaneamente, em detrimento do terceiro. Portanto, um investimento seguro e líquido tem menor potencial de rentabilidade, enquanto uma alternativa com liquidez e rentabilidade mais altas provavelmente é menos segura.  

Essas características, unidas aos seus objetivos e ao seu conhecimento de mercado, devem ser aliadas ao perfil de investidor. Com isso, você terá uma orientação ainda mais completa para saber como realizar os investimentos, de acordo com as suas expectativas. 

Como você viu, o perfil de investidor serve para orientar quais investimentos escolher, conforme a sua tolerância ao risco e objetivos. Sabendo usá-lo a seu favor, sem deixar de considerar outros fatores relevantes, é possível ter apoio na tomada de decisão! 

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