Você sabia que os fundos de investimento são uma modalidade de aplicação em que, basicamente, um especialista cuida do seu dinheiro? Pois é, a rentabilidade do investimento está nas mãos de gestoras renomadas, o que pode ser uma ótima opção para quem não conhece a fundo o mercado, não tem tempo e nem disposição para investir em variados ativos.

Como funcionam os Fundos de Investimento?

O investimento em fundos é feito de forma coletiva, em um formato de condomínio. Isso significa que o patrimônio do fundo pertence a várias pessoas, que são os investidores, também chamados de cotistas. Cada um deles é dono de uma parte desse patrimônio e é remunerado de acordo com a fração que possui.

Cada cotista é dono de um número de cotas proporcional ao valor que investiu. Assim, se cada cota tiver, em determinado momento, o valor de R$ 10, um investidor que aplicar R$ 1.000 será dono de 100 cotas.

É, basicamente, como um condomínio de apartamentos. Cada morador é dono de uma ou mais unidades. Os cotistas recebem os rendimentos da mesma forma que recebem alugando seus apartamentos. Quem tiver mais apartamentos, receberá mais.

E é assim que funcionam os fundos de investimento: juntos, o dinheiro de todos os cotistas é administrado por gestores e especialistas e, de acordo com a rentabilidade de todo esse montante, há uma distribuição baseada na quantidade de cotas compradas pelos investidores.

E, claro, você verá adiante que os gestores não fazem isso de graça. Todos os cotistas pagam taxas, que devem sempre ser colocadas na balança na hora de escolher o fundo.

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Quem são esses especialistas?

Assim como um condomínio de apartamentos tem síndico, porteiro, zelador, faxineiro, jardineiro e, às vezes, até uma administradora imobiliária, os fundos também têm uma série de profissionais e instituições financeiras responsáveis pela escolha e distribuição dos investimentos.

O gestor é quem decide onde investir o dinheiro do fundo, bem como a parcela do patrimônio destinada a cada ativo, sempre de acordo com uma estratégia de investimentos já delineada. Esse profissional trabalha em uma gestora de recursos, também chamada de asset management, que pode ser independente ou ligada a um grupo financeiro, como um grande banco.

A administradora é a instituição responsável pelos aspectos operacionais do fundo, como o cálculo do valor da cota e das despesas, a prestação de contas aos cotistas e às autoridades reguladoras, os aportes e resgates e o atendimento aos cotistas.

Já o custodiante fica responsável por guardar os ativos que compõem a carteira do fundo, bem como pelas movimentações financeiras. Finalmente, a distribuidora é a instituição que distribui os fundos aos potenciais investidores, captando os recursos e vendendo as cotas aos interessados.

Gestora, administradora e custodiante devem, necessariamente, ser instituições financeiras diferentes, ainda que pertencentes ao mesmo grupo empresarial. Já a distribuidora pode ser a própria administradora, sendo possível contratar também outras empresas habilitadas pelo Banco Central para desempenhar a função.

Saiba a diferença entre fundos abertos e fechados

Para entender como funcionam os fundos de investimento, também é preciso saber a diferença entre os fundos abertos e fechados.

Os fundos abertos são aqueles que permitem a entrada de novos cotistas e o aumento da participação dos antigos por meio de novos investimentos a qualquer momento. Da mesma forma, qualquer cotista pode pedir resgate total ou parcial de suas cotas sempre que desejar. Quando isso acontece, o gestor do fundo vende ativos e entrega ao cotista o valor solicitado.

Já os fundos fechados não permitem a entrada e saída de cotistas como os abertos. Ao serem formados, os fundos fechados abrem para captação por um determinado período, em que os interessados podem se candidatar a comprar cotas.

Terminado o período de captação, cada cotista recebe o número de cotas ao qual se candidatou e não são mais aceitos novos cotistas nem novas aplicações. Caso o gestor opte por aumentar o patrimônio do fundo por algum motivo – por exemplo, porque ele precisa de mais dinheiro para um novo investimento – ele precisa fazer uma nova emissão de cotas, com um novo período de captação. Aí sim é possível a entrada de novos cotistas e novas aplicações.

Nos fundos fechados, o resgate das cotas também não é permitido. O investidor que queira parte ou a totalidade de seus recursos de volta precisa vender cotas para outro investidor interessado. Alguns fundos de investimento permitem que isso seja feito na Bolsa de Valores, como acontece com as ações de empresas.

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Leonardo Pinto

Leonardo Pinto

Leonardo é jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero, com passagens por grandes veículos da imprensa brasileira, como TV Cultura, Veja e Estadão. Especializou-se em jornalismo econômico, com aprovação pela FGV, no curso de trainee promovido pelo Grupo Estado.

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