Quem pretende fazer uma viagem internacional, enviar dinheiro para fora do país ou internacionalizar sua carteira de investimentos pode precisar comprar dólar. Nesse sentido, é importante saber o quanto o dólar está valendo hoje.

Ao consultar o noticiário econômico, você geralmente se depara com o dólar a um preço específico. No entanto, no momento de comprar a moeda norte-americana, o preço normalmente é mais caro. Você já se perguntou por que isso acontece?

Caso você queira aprofundar seus conhecimentos sobre o dólar e suas movimentações, bem como saber o valor da cotação em reais, continue a leitura deste artigo, da Genial Investimentos, até o final.

Veja a cotação do dólar hoje:

Qual a cotação do dólar hoje frente ao real?

Como o preço do dólar hoje pode valorizar ou desvalorizar em qualquer momento, será necessário consultar qual é a sua cotação atual.

Essa medida ajudará a identificar a taxa de câmbio que você pagaria para fazer a conversão de dólares para reais.

Veja a cotação histórica do dólar:


O que é o câmbio?

Em um dicionário convencional, a palavra “câmbio” significa “troca” ou “permuta”. No universo econômico, ela é utilizada para definir uma operação financeira que envolve a compra, venda ou troca de moedas de um país para outro.

Esse tipo de operação é essencial para que um país consiga negociar seus produtos no mercado mundial com mais facilidade. No entanto, uma pessoa física também pode ter que fazer câmbio para mandar dinheiro para o exterior, fazer viagens internacionais, investir fora do país etc.

No mercado de câmbio nacional, você pode utilizar a moeda brasileira (real) para adquirir moedas estrangeiras (dólar, euro, iene, entre outras). Trata-se de um ambiente seguro e confiável regulamentado pelo Banco Central do Brasil (Bacen).

Na conversão, será aplicada uma taxa de câmbio, que corresponde ao preço da moeda estrangeira em reais. Nesse sentido, se o dólar estiver custando R$ 5,20, por exemplo, essa será a taxa base de câmbio na compra da moeda — sem contar os demais custos aplicáveis.

Como converter dólar para real?

Depois de entender o que é o câmbio, é possível que você queira saber como converter o dólar para o real. O cálculo não envolve grandes segredos, pois basta aplicar a respectiva taxa de câmbio à quantidade de dólares que você pretende comprar.

Currency.Wiki

Por exemplo, em 23 de setembro de 2022, a taxa de câmbio da conversão do dólar para o real era de R$ 5,16. Nesse sentido, a conversão ficaria assim:

US$dólares em reaisR$
1,00(um dólar)5,16
2,00(dois dólares)10,32
3,00(três dólares)15,48
4,00(quatro dólares)20,64
5,00(cinco dólares)25,80
6,00(seis dólares)30,96
7,00(sete dólares)36,12
8,00(oito dólares)41,28
9,00(nove dólares)46,44
10,00(dez dólares)51,60
12,00(doze dólares)61,92
15,00(quinze dólares)77,40
18,00(dezoito dólares)92,88
20,00(vinte dólares)103,20
25,00(vinte e cinco dólares)129,00
30,00(trinta dólares)154,80
35,00(trinta e cinco dólares)180,60
40,00(quarenta dólares)206,40
45,00(quarenta e cinco dólares)232,20
50,00(cinquenta dólares)258,00
60,00(sessenta dólares)309,60
70,00(setenta dólares)361,20
80,00(oitenta dólares)412,80
100,00(cem dólares)516,00
120,00(cento e vinte dólares)619,20
150,00(cento e cinquenta dólares)774,00
160,00(cento e sessenta dólares)825,60
200,00(duzentos dólares)1.032,00
250,00(duzentos e cinquenta dólares)1.290,00
300,00(trezentos dólares)1.548,00
400,00(quatrocentos dólares)2.064,00
500,00(quinhentos dólares)2.580,00
600,00(seiscentos dólares)3.096,00
700,00(setecentos dólares)3.612,00
800,00(oitocentos dólares)4.128,00
1.000,00(mil dólares)5.160,00
1.500,00(mil e quinhentos dólares)7.740,00
2.000,00(dois mil dólares)10.320,00
5.000,00(cinco mil dólares)25.800,00
Tabela demonstrativa de conversão de dólar para real

No entanto, é preciso considerar que existem custos adicionais e impostos para viabilizar a operação. Logo, no momento de fazer a troca, o valor fica mais elevado.

Quem define o preço do dólar em relação ao real?

Após aprender como é feita a conversão de dólares e saber a cotação atual da moeda americana, é importante saber quem define o seu preço.

Considerado que o patamar do dólar impacta na economia mundial, já que é usado para precificar diferentes produtos e commodities no mundo todo, cada país adota um tipo de câmbio. Os três principais tipos de câmbio são: fixo, flutuante e o atrelado.

Saiba mais sobre eles:

  • câmbio fixo: é aquele determinado exclusivamente pela autoridade monetária do país, a exemplo de um Banco Central;
  • câmbio flutuante: o valor da taxa de câmbio é determinado pela lei da oferta e da demanda no mercado;
  • câmbio atrelado: esse tipo mescla os elementos das modalidades anteriores, podendo oscilar conforme a lei da oferta e demanda e sofrer forte intervenção do Governo.

Desde 1999, o Brasil adota o modelo de câmbio flutuante e, por conta disso, o valor da moeda oscila diariamente. Porém, ele também é chamado câmbio flutuante “sujo”, pois o Bacen pode intervir pontualmente na compra ou venda da moeda conforme a política econômica adotada.

Como acompanhar a cotação do dólar?

Quem deseja acompanhar a cotação do dólar poderá fazê-lo de diversas maneiras. Uma delas, como você já viu, envolve a ferramenta presente neste artigo que mostra a cotação do dólar em tempo real.

Outra forma é consultar o site do Bacen, que disponibiliza uma calculadora com o preço de conversão do dólar para real conforme a data escolhida. Essa calculadora também pode consultar outras moedas estrangeiras.

Você também consegue acompanhar a evolução do preço do dólar por meio de sites e plataformas que contenham a paridade de moedas dólar/real (USD/BRL). Uma breve consulta em buscadores online poderá revelar diferentes resultados.

Qual a diferença entre dólar comercial e dólar turismo?

Ainda que a moeda americana seja uma só, a depender da finalidade da sua utilização, ela pode ser denominada como dólar comercial ou dólar turismo. E, para que você não se confunda no momento de negociar dólares, é importante conhecer a diferença entre eles.

Dólar comercial

O dólar comercial é utilizado como referência no pagamento ou recebimento de transações comerciais de grande porte — seja de importação ou exportação. Normalmente, ele é o câmbio utilizado por empresas e pelo Governo em suas operações.

Geralmente, não há a necessidade da presença do dinheiro físico nessas transações, uma vez que os valores negociados alcançam cifras milionárias. Logo, o preço da cotação costuma ser menor, especialmente por envolver um grande volume de transações —e que, em geral, são eletrônicas.

Dólar turismo

Por sua vez, o dólar turismo é aquele usado em viagens e consumo no exterior. Ele também é aplicado para compras internacionais feitas com cartão de crédito. Esse dólar também costuma ser usado nas transações em espécie (papel-moeda) por pessoas físicas.

A aquisição do dólar turismo se dá junto às casas de câmbio e correspondentes cambiais. O seu preço costuma ser mais elevado, pois envolve custos adicionais. Por exemplo, o custo de emissão, logística e segurança da quantia, além do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) na troca.

Diante disso, o preço do dólar turismo pode ser diferente em cada casa de câmbio. Portanto, se você pretende adquirir o dólar para uma viagem ou para tê-lo em espécie, é interessante consultar diferentes casas de câmbio em busca do melhor preço.

O que influencia a cotação do dólar?

Sabendo agora sobre a diferença entre dólar comercial e dólar turismo, é válido conferir também o que influencia a cotação da moeda estadunidense.

No geral, a cotação do dólar está atrelada à quantidade de circulação de dólares no mercado brasileiro. Como você aprendeu, a cotação do dólar acompanha a lei da oferta e demanda. Logo, diversos eventos podem aumentar ou diminuir a presença da moeda norte-americana no país.

Veja as principais causas da valorização ou desvalorização do dólar:

Desvalorização do dólar: como acontece?

Caso ocorra um grande fluxo de capital estrangeiro no Brasil, aumentando a circulação da moeda americana no país, a tendência é que o seu preço diminua.

Confira os fatores que podem gerar esse movimento:

  • juros em alta: quando o Brasil aumenta a sua taxa de juros, o movimento atrai os investidores internacionais, aumentando a presença do capital estrangeiro no país;
  • superávit comercial: na hipótese de haver mais exportações que importações, a balança comercial estará positiva e mais dólares estarão em circulação no mercado nacional;
  • aumento do turismo: quanto maior o número de turistas no território nacional, mais capital estrangeiro chega ao mercado.

Valorização do dólar: como funciona?

Por outro lado, quando as condições do mercado nacional não são favoráveis e o capital estrangeiro sai do Brasil, é esperado o aumento da cotação do dólar.

Confira exemplos que podem encarecer o dólar:

  • juros americanos em alta: quando os EUA aumentam os seus juros, o investidor tende a retirar o seu capital de países emergentes para destiná-lo ao mercado americano;
  • déficit comercial: se a balança comercial estiver negativa — isto é, se o número de importações for maior que o de exportações —, o país diminui suas reservas de dólares;
  • turismo exterior: caso aumente o número de brasileiros trocando reais para viajar para fora do país, a escassez da moeda faz o seu preço subir.

De todo o modo, como você viu, o Bacen pode intervir na cotação da moeda para evitar que o preço do dólar saia de controle e prejudique a economia nacional. Nesse sentido, se a cotação aumentar, é esperado que o Banco Central injete as suas reservas de dólares no mercado.

Do contrário, em períodos de baixas expressivas, ele poderá comprar dólares para estabilizar o preço da moeda e repor as suas reservas. Portanto, a tendência é que o Governo Federal faça intervenções pontuais no dólar, visando manter a economia do país saudável.


Por que o dólar é a moeda mais influente do mundo?

O dólar se tornou referência mundial a partir da Primeira Guerra Mundial (1914 — 1918). Até então, a moeda mais forte do mundo era a moeda da Inglaterra, a libra esterlina. A força da moeda foi consequência da revolução industrial iniciada naquele país.

No período, os países usavam o padrão-ouro, que tinha a libra esterlina como referência — uma vez que a Inglaterra possuía as maiores reservas do metal. Contudo, a devastação econômica causada pela Primeira Guerra Mundial derrubou o preço de ambos.

O desequilíbrio causado no sistema monetário mundial impactou diversas nações, abrindo margem para discussão acerca da eficiência daquele modelo. A solução definitiva surgiu apenas na Segunda Guerra Mundial (1939 — 1945).

Na ocasião, os Estados Unidos da América (EUA) se consolidaram como uma nova potência mundial, ao comercializar materiais de guerra para as potências europeias. Além disso, eles financiavam a reconstrução dos países afetados pela guerra.

Como resultado, a demanda por dólar cresceu rapidamente, motivando a escolha da moeda norte-americana como referência monetária mundial.

Portanto, é possível concluir que o crescimento econômico dos EUA na Segunda Guerra Mundial foi determinante para o dólar se tornar a moeda mais influente no mundo. O “padrão dólar” é utilizado no mundo todo, inclusive entre países que não o tem como moeda oficial.

Além de precificar os mais variados produtos no mercado internacional, o dólar é usado como reserva financeira de muitos países. Isso porque a moeda oferece mais garantias e menos incertezas, justamente por estar atrelada à economia da maior potência econômica do mundo.

Como investir em dólar?

Chegando neste trecho, você já conheceu bastante acerca do dólar, mas ainda falta aprender sobre como investir na moeda estadunidense. Como visto, a compra e venda de dólar por uma pessoa física costuma ser realizada em casas de câmbio.

Porém, considerando que a taxa de câmbio negociada nessa hipótese é o dólar turismo, dificilmente você conseguirá ter ganhos financeiros. Nesse sentido, a melhor maneira de investir em dólar é buscar alternativas presentes no mercado financeiro.

Vale destacar que isso não está relacionado à compra e venda da moeda em espécie, mas à exposição do seu capital aos investimentos atrelados ao dólar. A seguir, você acompanhará diferentes investimentos que permitem dolarizar o seu portfólio e que podem ser encontrados no mercado nacional.

Certificado de operações estruturadas

Também conhecido como COE, o certificado de operações estruturadas é um investimento encontrado nas plataformas de corretoras de valores. Trata-se de uma alternativa que mescla elementos de renda fixa e variável.

As estruturas são montadas por profissionais do mercado, normalmente, vinculados à corretora que os disponibiliza. A depender das estratégias utilizadas e das operações utilizadas na montagem, o COE poderá estar exposto ao dólar.

Isso porque a estrutura pode contemplar investimentos internacionais, derivativos atrelados ao dólar e muito mais. Ademais, é válido apontar que o COE apresenta uma rentabilidade atrelada a um ativo ou índice de referência.

Nesse sentido, se o COE se propor a buscar uma rentabilidade de 15% sobre um benchmark, esse será o seu retorno, ainda que o índice suba 25% no período. Por outro lado, as perdas também podem ser controladas, considerando o tipo de certificado adquirido.

Veja as possibilidades:

  • COE de valor nominal protegido: no pior cenário, o mínimo que você receberá será o montante que foi investido (sem atualização ou juros);
  • COE de valor nominal em risco: nessa hipótese, a perda máxima será o total do valor investido — impedindo que você fique com um saldo negativo.

Portanto, ao investir em um COE, você saberá exatamente o quanto poderá ganhar e qual será o seu prejuízo máximo, caso o investimento não atinja o resultado esperado. Para aproveitar os resultados do dólar, basta procurar por estruturas que incluam investimentos internacionais.

Fundos cambiais

Os fundos cambiais são veículos de investimento coletivo. Eles reúnem o dinheiro de diferentes investidores que possuem o interesse de investir em câmbio. Esse capital fica sob a responsabilidade de um gestor profissional devidamente certificado.

Ele se encarrega da montagem e acompanhamento da carteira do fundo, visando atingir os seus objetivos. Em contrapartida, aos participantes recaem os custos envolvidos, como a taxa de administração e taxa de performance, se houver.

Ambas as taxas são destinadas à remuneração do gestor. No entanto, a taxa de performance somente é cobrada quando o desempenho do fundo supera um índice predeterminado. Em geral, essa cobrança é um percentual sobre o montante que exceder o benchmark.

As estratégias dos fundos cambiais costumam envolver o investimento em alternativas que acompanham as variações do câmbio. Por exemplo, os contratos futuros de dólar, investimentos em títulos norte-americanos, swaps cambiais etc.

Como cada fundo pode adotar uma estratégia diferente, é possível encontrar variados níveis de risco e exposição ao dólar. Nesse sentido, você precisará avaliar qual deles se adequa melhor às suas pretensões e objetivos.

Fundos internacionais

Os fundos internacionais também são modalidades de investimento coletivo. O funcionamento é semelhante aos fundos cambiais em relação à exposição às moedas internacionais. No entanto, existe a diferença de que, nesse caso, o gestor busca o investimento em alternativas voltadas aos mercados estrangeiros.

Nesse contexto, o fundo internacional pode investir em treasuries (títulos públicos), stocks (ações), REITs (fundos imobiliários americanos), entre outros investimentos internacionais. Além disso, o fundo também pode alocar parte de seu capital em derivativos —como contratos futuros, opções e swaps.

No entanto, é preciso ficar atento, porque muitos dos fundos internacionais são limitados aos investidores qualificados. Trata-se de investidores que possuem, no mínimo, R$ 1 milhão comprovadamente investidos ou que possuam certificação profissional para atuar no mercado.

Fundos de índice

À semelhança dos demais fundos que você viu, os fundos de índice ou ETFs (exchange traded funds) integram a classe dos fundos de investimento. No entanto, eles contam com diferenças importantes que devem ser destacadas.

A primeira delas diz respeito ao seu objetivo, que consiste em espelhar a performance de um índice de mercado. Como não é possível investir diretamente em um benchmark, os ETFs permitem alcançar resultados próximos a ele.

Para isso, o gestor monta o portfólio do fundo com os mesmos ativos que compõem a carteira teórica do índice espelhado. Vale lembrar que, aqui, o objetivo não é superar os resultados do benchmark, apenas replicá-lo.

Portanto, a gestão dos ETFs é considerada como passiva, incidindo taxas de administração menores que as cobradas em fundos com gestão ativa. Além disso, não há a cobrança de taxa de performance nos fundos de índice.

Outra diferença é que as cotas dos ETFs são negociadas nas bolsas de valores. Desse modo, você precisa acessar o home broker fornecido pela sua corretora de valores. Essa é a plataforma digital para ingressar no ambiente de negociações da bolsa.

Na B3 (a bolsa de valores brasileira), existem diferentes fundos de índice que espelham indicadores internacionais. Por meio deles, você poderá expor seu capital a diferentes investimentos atrelados ao dólar. Isso contribuirá para aumentar o nível de diversificação e dolarização do seu portfólio.

No entanto, é válido frisar que os ETFs nacionais não fazem a distribuição de dividendos. Na realidade, os dividendos eventualmente recebidos são utilizados pelo gestor para aumentar a participação nos ativos que integram o índice espelhado.

Brazilian depositary receipts (BDRs)

Em português, os brazilian depositary receipts (BDRs) são conhecidos como certificados de depósito de valores mobiliários. Trata-se de um certificado nacional que representa um investimento realizado no exterior.

A emissão de um BDR conta com a participação de uma instituição depositária e um agente custodiante. A primeira realiza os investimentos no exterior, enquanto o segundo fica responsável pela sua guarda, impedindo que seja vendido.

Sequencialmente, a depositária emite os certificados com lastro nos investimentos feitos fora do país e os disponibiliza na B3. Cada BDR pode ter um tipo de público-alvo específico, porém grande parte deles se tornaram disponíveis para os investidores em geral, a partir de 2020.

Ademais, nem sempre a paridade desses certificados será 1:1. Dessa maneira, você poderá ter que comprar mais de um BDR para ter a mesma quantia equivalente a uma unidade do investimento internacional.

Por exemplo, se um BDR com lastro em ações estrangeiras com paridade 1:8, isso significa que é necessário ter 8 certificados para ter o equivalente a uma ação. Aliás, investir em BDRs não o torna titular do investimento internacional, mas de um certificado atrelado a ele.

No entanto, as depositárias repassam aos investidores de BDRs os dividendos pagos no exterior. Assim, esse pode ser um investimento interessante para quem pretende obter renda passiva proveniente de investimentos dolarizados, ainda que ela não seja garantida.

Agora que você já sabe qual é a cotação do dólar hoje, a sua importância para o mercado mundial e como investir, precisará decidir se vale a pena o investimento para o seu portfólio. Então não deixe de avaliar o seu perfil de investidor e objetivos para fazer escolhas mais precisas!

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