Neste artigo você vai conhecer o investimento em CRA – Certificados de Recebíveis do Agronegócio – e aprender a como lucrar com ele.

A taxa básica de juros, a Selic, está no menor patamar da série histórica do Banco Central (BC). A expectativa do mercado financeiro é que ela siga nos atuais 4,25% ao ano ao longo de 2020. O cenário apresenta uma oportunidade para quem quer investir em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e diversificar sua carteira.

É uma boa alternativa para os investidores conservadores e que querem aplicar em produtos financeiros, que apresentem rentabilidades melhores do que a poupança ou até das conhecidas Letras de Crédito para o Agronegócio (LCA).

A grande vantagem do CRA é a isenção de Imposto de Renda e Imposto sobre Operações Financeiras – IOF.

Entenda a seguir mais sobre os CRAs e como lucrar com eles!

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O que é o investimento em CRA?

É um produto financeiro de renda fixa, ou seja, já se sabe no ato do investimento quanto será a rentabilidade até o vencimento do contrato. Nele, você adquire um título que tem como garantia dívidas de um ou vários produtores agrícolas.

Para entender melhor, de modo geral, um certificado de recebível é um instrumento utilizado pelas empresas para antecipar pagamentos que serão efetivados no futuro.

Quando uma empresa vende algo parcelado, por exemplo, mas quer receber todo o pagamento antes, ela procura uma securitizadora. Esta emite o título (CRA), transmitindo aos investidores que os adquirirem o direito de receber daqueles mutuários, com uma remuneração.

Assim a empresa agrícola cede a dívida original para os investidores que compraram um CRA e consegue assim, receber antecipadamente o valor do crédito.

Então, ao adquirir um CRA, você compra um produto lastreado em recebíveis originados de negócios entre produtores rurais (ou suas cooperativas) e terceiros, e para tanto, vai receber uma remuneração.

O aporte começa em R$ 1.000 e, para investir, precisa abrir uma conta em uma corretora de valores

Os prazos dos títulos normalmente variam de quatro a dez anos, podendo chegar a prazos mais longos, como 15 anos. São papéis que não permitem resgate antecipado.

Portanto você precisa pensar bem se poderá esperar o final do prazo, pois caso precise resgatar antes do prazo vai precisar vender no mercado secundário sem garantia da rentabilidade originalmente contratada.

Como funciona a rentabilidade?

O mercado disponibiliza algumas opções de remuneração. Basicamente, são corrigidas pelo CDI (taxa próxima à Selic), e a indicadores de inflação como o IPCA e o IGP-M.

Você tem a opção de comprar um CRA prefixado, com a taxa de remuneração é conhecida no ato do investimento, podendo contar ou não com mais uma variação de um índice de inflação.

Investimentos prefixados costumam ser interessantes em cenários em que a previsão de mais queda dos juros. Tendem a se valorizar com o tempo, o que beneficia quem quiser vendê-los antes do vencimento. A indexação à inflação, por sua vez, protege o poder de compra do investidor que leva o título ao término do contrato.

O rendimento também pode ser pós-fixado, atrelado a uma taxa como o CDI ou a Taxa Referencial (TR). 

Os juros podem ser pagos periodicamente ou apenas no vencimento. Podem haver amortizações periódicas, isto é, a devolução do principal investido aos poucos, junto com os juros.

Os termos e condições de cada título, como taxas, prazos e amortizações, variam conforme quem emite. Por isso, a dica é sempre pesquisar as melhores oportunidades.

Vantagens de investir em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA)

Uma das principais vantagens e que ajudam a garantir lucro em sua aplicação é que o CRA é isento de taxas e cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Os rendimentos são ainda isentos de imposto de renda para a pessoa física (IRPF).

Diferentemente da LCA, o investidor não conta com cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). No entanto, se houver algum problema com a securitizadora, o pagamento poderá ocorrer sem dificuldades, porque o CRA é um produto separado do patrimônio da empresa.

Qual diferença entre CRA e LCA?

Os dois são investimentos de renda fixa e atreladas ao setor de agronegócio. Mas as semelhanças param por aí.

LCA são títulos emitidos por bancos, CRAs são emitidos por securitizadoras. E, como mencionamos, a primeira conta com cobertura do FGC, a segunda, não. 

Os prazos também diferem bastante. CRA tende a ter prazos bem maiores que LCA, que tem uma carência de 90 dias, ou 3 meses.

E mesmo que ambas sejam alternativas interessantes em queda de juros, os CRAs possuem remuneração maior do que as LCAs. A facilidade de vender o produto é maior nos certificados do que nas letras financeiras. 

E os custos do investimento em CRA? 

Não existem taxas e nem impostos. Por isso, a dica é procurar as melhores ofertas, melhores condições e prazos para esse aporte!

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