CDB 220% do CDI com liquidez diária.

Começar a investir é uma decisão fundamental para quem deseja cuidar bem do dinheiro e fazê-lo render ao longo do tempo. Para tanto, você tem que saber identificar qual é a melhor aplicação financeira e o que é necessário para alocar seus recursos. 

Ao mesmo tempo, saiba que não existe uma resposta única quanto à escolha do investimento. Cada pessoa tem características e necessidades específicas e elas interferem diretamente na composição da sua carteira. 

Por isso, nosso time da Genial Investimentos, preparou um conteúdo completo para que você descubra como e onde dar seus primeiros passos ao investir dinheiro. Acompanhe a leitura!

Considere o perfil de investidor na escolha da melhor aplicação financeira 

Todo investidor iniciante precisa saber que, independentemente da aplicação financeira, qualquer investimento tem riscos. Há certas opções que são mais protegidas que outras, mas em todos os casos a segurança deve ser considerada. 

Também é importante compreender que nem todos que investem têm a mesma tolerância ou interesse em correr riscos. Existem investidores que priorizam a segurança, enquanto outros buscam o maior retorno possível, ainda que isso comprometa a proteção. 

Para saber em qual classificação você se encaixa, é necessário identificar seu perfil de investidor. Ele indica qual é o nível de risco que cada pessoa está disposta a correr na hora de investir. 

Perfil ConservadorPerfil ModeradoPerfil Arrojado
Conservador: é o investidor que prioriza a segurança, mesmo que tenha retorno menor. Prefere correr menos riscos e ter mais liquidez;  Moderado: é o investidor que busca equilibrar a relação de risco e retorno. Está disposto a se arriscar um pouco mais para aumentar o potencial de ganhos; Arrojado: é o investidor com a maior tolerância ao risco. Consegue suportar níveis mais elevados de volatilidade e menos liquidez, em troca de um potencial ampliado de ganhos. 
São três as classificações

Para saber em qual classificação se encaixa, é possível fazer o chamado teste de suitability ou avaliação de perfil do investidor (API) na sua corretora de valores.

Saiba Mais: Perfil de Investidor: Você sabe o seu tipo de investidor?

Defina seus objetivos e metas financeiras 

Outro ponto importante ao escolher as aplicações financeiras é ter seus objetivos em mente. Eles correspondem ao que você deseja alcançar com a alocação e devem ser definidos antes de fazer as escolhas para a carteira de investimento. 

Se o seu objetivo for investir a reserva de emergência, por exemplo, vale a pena buscar investimentos seguros, independentemente do seu perfil. Também é preciso procurar uma aplicação financeira de liquidez imediata para resgatar o dinheiro quando precisar. 

Já se o objetivo for construir patrimônio e rentabilizar a carteira, assumir riscos maiores, dentro da sua tolerância, pode ajudá-lo a alcançar as metas. 

Avalie como o prazo dos investimentos impacta a escolha  

Além dos objetivos financeiros, você precisa entender a relação com os prazos dos investimentos. Na prática, há aplicações financeiras de curto, médio e longo prazo — e cada uma se adapta melhor a determinadas necessidades. 

A reserva de emergência, por exemplo, é um objetivo de curto prazo. Afinal, não é possível prever quando acontecerá um imprevisto. Já se a intenção for se aposentar ou obter renda passiva, estamos falando de objetivos de longo prazo. 

O prazo afeta tanto a segurança quanto o retorno. Com um período mais longo, o risco é diminuído, pois o impacto da volatilidade é menor. Já em relação ao retorno, há maior acúmulo de juros compostos — o que pode fazer com que o patrimônio cresça de modo exponencial. 

Conheça alguns dos principais investimentos disponíveis no mercado 

Para encontrar a escolha ideal, é preciso saber quais são as características dos investimentos disponíveis no mercado e entender o que podem oferecer.  

Na sequência, conheça exemplos de aplicação financeira! 

Títulos do Tesouro 

Os títulos públicos são emitidos pelo Tesouro Nacional e são alternativas de renda fixa. Por meio deles, é possível emprestar dinheiro para o Governo Federal e receber uma rentabilidade em troca.  

Entre os tipos de título, estão: 

  • Tesouro Prefixado, com taxa de juros fixa e definida antes do investimento; 
  • Tesouro Selic, com rendimento que acompanha a taxa Selic; 
  • Tesouro IPCA, que rende uma taxa de juros fixa mais a variação da inflação, dada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). 

Todos têm liquidez diária, mas os títulos prefixados e híbridos são negociados a preço de mercado se forem resgatados antecipadamente. Por isso, é preciso ter cuidado com perdas. As condições de rentabilidade combinadas só são garantidas no vencimento do título. 

CDB 

O certificado de depósito bancário (CDB) é um título privado emitido por instituições financeiras, como bancos. A rentabilidade deles também pode ser prefixada, pós-fixada ou híbrida, como acontece com todo investimento de renda fixa. 

A liquidez e o prazo de investimento variam para cada CDB. Porém, todos têm cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o que aumenta a segurança. O limite é de R$ 250 mil por CPF e instituição, com um limite de R$ 1 milhão renovável a cada 4 anos. 

LCI e LCA 

As letras de crédito imobiliário (LCI) e do agronegócio (LCA) captam recursos que são direcionados para os respectivos setores. São semelhantes ao CDB, com a diferença que são isentos de Imposto de Renda, o que pode aumentar a rentabilidade líquida. 

Elas costumam apresentar prazos de vencimento mais longos e liquidez menor, mas cada título tem características específicas.  

Renda variável 

Além das aplicações financeiras de renda fixa, é possível fazer investimento na renda variável — desde que esteja alinhado com o seu perfil. Isso porque essa classe apresenta riscos maiores e não apresenta garantias quanto ao retorno. 

As ações são um exemplo. Elas representam a menor parte do capital social de uma empresa e permitem a participação nos resultados do negócio. 

Outra alternativa para quem começa agora pode ser o fundo de índice ou ETF. Sendo um fundo de investimento, é preciso adquirir cotas de participação e o dinheiro é movimentado por um gestor. No caso do ETF, a estratégia é replicar um índice de mercado. 

Então pode-se investir em um ETF do Ibovespa para ter um resultado equivalente ao principal indicador acionário brasileiro, por exemplo. Também há ETFs que acompanham outros índices, incluindo a renda fixa ou investimentos internacionais. 

Como você viu, escolher a melhor aplicação financeira para quem está começando depende de características específicas, como perfil e objetivos. Assim, é possível dar os primeiros passos, tanto na renda fixa quanto na renda variável, de forma adequada aos seus interesses. 

Para ter suporte desde o momento inicial do aporte até a jornada de alocação, conte com a Genial InvestimentosAbra sua conta conosco e aproveite nosso atendimento qualificado.

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