Grandes descontos, preços pela metade, compras e mais compras. Está chegando a Black Friday, a sexta-feira, no final do mês de novembro, em que lojas oferecem promoções incríveis para estimular a venda de seus produtos.

A data é inspirada nos norte-americanos, que fazem isso há décadas. O Brasil começou há alguns anos, mas já é uma época muito aguardada por várias pessoas no país.

Existe, então, uma espécie de pressão para que se compre o máximo possível. Afinal, como você poderia perder aquele preço tão baixo?

Muitas vezes, compramos coisas de que não precisamos, só por acreditar que precisamos aproveitar aquele desconto.

Esse comportamento, porém, pode causar danos e prejuízos em sua vida financeira. 

Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) realizada este ano mostrou que 46,6% dos consumidores possuem algum grau de impulsividade quando o assunto é comprar.

Isso quer dizer que quase metade dos brasileiros tem dificuldade em priorizar a necessidade quando fazem uma aquisição.

Ainda de acordo com o estudo, os fatores que mais intensificam essa impulsividade são promoções (25%) e preços atrativos (21%).

O consumo desenfreado e desnecessário, portanto, faz parte da rotina de muitos brasileiros. 

Por isso, antes de pular de cabeça nas promoções da Black Friday, pense se você realmente precisa daquilo que quer comprar.

Por que gastar com algo que não terá utilidade no futuro? Mesmo por um preço baixíssimo, continua sendo um desperdício, não é?  

Então, em vez de garantir um celular novo, sendo que o seu ainda funciona perfeitamente, por que não investir o montante que gastaria nessa compra?

Assim, você consegue aumentar sua renda e passar o final de ano – época de muitos gastos – mais tranquilo. 

Há diversas opções de investimento disponíveis no mercado, tanto em renda fixa quanto variável.

Porém, a taxa Selic, na qual se baseiam os rendimentos da renda fixa, está em 5% ao ano no momento*, e isso faz com que as aplicações dessa modalidade rendam pouco.  

Nesse cenário, uma modalidade de aplicações que se destaca em termos de rentabilidade é a renda variável.

Investimentos em renda variável

Na hora de poupar dinheiro, muitos recorrem automaticamente à renda fixa. De fato, para quem tem pouca ou nenhuma experiência no ramo financeiro, o caminho é esse mesmo, já que é uma opção de baixo risco.

Porém, como explicamos, a renda fixa está se tornando menos atraente, principalmente em comparação à renda variável. Então, o melhor é deixar lá só o que você for precisar no curto prazo.

Mas o que é renda variável? Bom, como o próprio nome sugere, é um tipo de investimento em que o rendimento varia e não é baseado em uma taxa preestabelecida, como na renda fixa.

Ao aplicar em ativos de renda variável não é possível precisar o quanto você poderá ganhar.

É um investimento que oferece mais risco, mas as possibilidades de lucro também são maiores. 

Separamos algumas opções interessantes para você investir dentro desse segmento:

Fundos Imobiliários (FIIs)

Investir em Fundo Imobiliário é investir em ativos do setor imobiliário. Trata-se de um fundo de investimentos negociado por meio da Bolsa de Valores.

Ao comprar cotas, você investe em um fundo que atuará na compra e venda ou no aluguel de imóveis, que podem ser shopping centers, prédios comerciais e até hospitais. 

Por meio do FII você pode obter renda mensal do aluguel desses imóveis, sem lidar com burocracias, inquilinos e contratos.

O gestor do fundo, um especialista, é quem decide em quais ativos investir para fazer o dinheiro render. 

Lembre-se de que investimentos em FIIs são diferentes dos em Letras de Crédito Imobiliário.

Apesar de também ser um ativo relacionado ao setor de imóveis, a LCI é um produto de renda fixa. 

Para entender o que é LCI, lembre-se de um modelo convencional de empréstimo. Nesse produto, você empresa dinheiro aos bancos para que eles disponibilizem financiamentos ao setor imobiliário.

Na hora da devolução do empréstimo, o total é corrigido de acordo com uma rentabilidade pré-definida, diferente do FII, negociado em Bolsa. 

Uma vantagem do Fundo Imobiliário, em comparação às LCIs, é que ele possui alta liquidez, ou seja, há procura pelas cotas e, portanto, é possível resgatar o dinheiro mais facilmente.

Nas LCIs, é preciso aguardar a data de vencimento para acessar a rentabilidade contratada.

Os fundos imobiliários, no entanto, são um tipo de investimento mais arriscado, por se tratar de renda variável.

Com ajuda de uma boa plataforma de investimentos é possível aplicar de forma mais responsável e ter bons lucros. 

Investimento em ações

Este processo é mais simples do que parece e você não precisa de muito dinheiro para virar acionista de uma empresa.

E a boa notícia é que você consegue investir em ações sem sair de casa, pela internet, usando uma plataforma chamada home broker, oferecida pelas corretoras. Dá para aplicar, inclusive, pelo celular.

Para decidir quais ações comprar, o melhor é buscar auxílio, pelo menos no começo. Aqui, na Genial investimentos, há carteiras recomendadas para ajudar você a escolher quais ações comprar. E tem para diversos perfis e disposição para risco.

Quer saber mais sobre esse e outros produtos de renda fixa e variável? Que tal começar a investir agora mesmo?

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