O mercado internacional conta com nações que têm potencial de crescimento significativo, ganhando mais destaque na economia mundial. Esses são os chamados países emergentes, os quais concentram uma parte significativa da população mundial e têm ganhado relevância no cenário global. 

Saber quais lugares apresentam perspectivas positivas de desenvolvimento financeiro e social pode ser importante para diversificar suas estratégias de investimento. Afinal, essas economias tendem a trazer oportunidades de ganhos, diante das perspectivas otimistas sobre elas. 

Por isso, nós, da Genial Investimentos, trouxemos um levantamento abrangente sobre os países emergentes. Neste post, você entenderá como essas nações influenciam a economia mundial, a relação delas com o BRICS e as alternativas de investimento nesses lugares. 

Continue a leitura! 

O que são países emergentes? 

Países com potencial de crescimento econômico maior do que as nações consideradas desenvolvidas estão no grupo dos emergentes. Eles costumam ter uma grande população, abundância de recursos naturais e infraestrutura ainda em crescimento. 

Também conhecidos como mercados ou economias emergentes, eles estão em uma posição econômica intermediária. Logo, essas não são nações pobres, mas elas não estão entre as mais ricas do planeta. Além disso, eles apresentam tendência de crescimento, ao contrário de outros países não desenvolvidos. 

Portanto, essas são regiões em que há perspectivas de crescimento, devido à necessidade de desenvolvimento de sua infraestrutura. Isso acaba atraindo investidores e recursos financeiros para esses países, em um ciclo virtuoso. 

O Produto Interno Bruto (PIB) mundial tem seus números afetados pela economia dos países emergentes — e vem crescendo em razão delas. Esse é também um dos indicadores que ajudam a entender por que se acredita um futuro mais promissor devido ao desenvolvimento do mercado emergente. 

Para se ter uma ideia, um estudo da empresa de consultoria PwC estima que, até 2050, o grupo com os principais países emergentes (E7) terá um crescimento duas vezes maior do que o conjunto de nações mais industrializadas do mundo (G7). 

Diferenças entre países emergentes e subdesenvolvidos 

O termo “países subdesenvolvidos” foi muito usado, no passado, para se referir a nações com baixo desenvolvimento econômico, nível de industrialização e renda per capita. Outros indicadores do atraso, como desigualdade social e pobreza, contribuíam para sua definição. 

Já os países emergentes entram em outra categoria, pois, em geral, experimentam aceleração nos processos de industrialização e crescimento econômico. Com isso, eles passam a integrar cada vez mais a economia global e interferir nos resultados dela. 

Portanto, falar em mercados emergentes é uma referência a uma mudança na posição de países que, há muitas décadas, foram considerados subdesenvolvidos. A mudança se deve ao fato de eles terem realizado investimentos para crescer de forma sustentável, levando ao aumento da renda e à melhoria de seus indicadores sociais. 

Essa nova perspectiva, inclusive, tem levado a uma mudança no uso da expressão “emergente” ao se referir a alguns desses países. O uso de termos como “países de renda média” vem sendo adotado por alguns especialistas. Eles tendem a refletir melhor as condições daquelas nações que já saíram do estágio de subdesenvolvimento social e econômico em que já estiveram. 

Quais são as características econômicas desses países? 

Você entendeu que os países emergentes apresentam potencial de crescimento e interferem nos rumos da economia mundial. Mas sabe por que isso acontece? 

Parte da razão está nas características em comum apresentadas pelas nações que compõem esse mercado. Uma delas, como você viu, é o fato de esses países investirem e receberem recursos externos para o desenvolvimento industrial e de infraestrutura. 

Além disso, essas são regiões que costumam ter uma grande e crescente população jovem. Esse é um fator que remete, por exemplo, ao incentivo à inovação e ao empreendedorismo, além de favorecer o estímulo ao consumo. 

A forte presença de micro e pequenas empresas na economia desses países é outro ponto de semelhança entre eles. Por fim, os mercados emergentes tendem a ser caracterizados por um grau maior de volatilidade, por estarem mais suscetíveis às flutuações do mercado global. 

Quais são os principais países emergentes do mundo? 

Você viu que o grupo E7 é formado pelos sete principais países emergentes do mundo. Agora, é o momento de descobrir quais são as nações que apresentam essas características. Até o começo de 2023, estavam inseridos nessa classificação: 

  • Brasil; 
  • China; 
  • Índia; 
  • Indonésia; 
  • México; 
  • Rússia; 
  • Turquia. 

Mas eles não são os únicos a receberem atenção como mercados emergentes. Na verdade, há um índice que calcula o desempenho médio das ações em 27 países, chamado MSCI Emerging Markets, e desenvolvido pela Morgan Stanley Capital International. 

Nesse grupo, também estão: 

  • África do Sul; 
  • Arábia Saudita; 
  • Chile; 
  • Colômbia; 
  • Coreia do Sul; 
  • Egito; 
  • Emirados Árabes; 
  • Filipinas; 
  • Grécia; 
  • Hungria; 
  • Kuwait; 
  • Malásia; 
  • Peru; 
  • Polônia; 
  • Qatar; 
  • República Tcheca; 
  • Tailândia; 
  • Taiwan. 

O panorama econômico em cada país do E7 

Você entendeu que as projeções para os países que compõem o E7 são otimistas em relação ao crescimento deles e à importância de sua participação no cenário econômico mundial. Agora, é hora de conhecer alguns detalhes que colocam as nações nesse grupo. 

Acompanhe! 

Brasil 

Em abril de 2023, o relatório Perspectivas da Economia Mundial, produzido pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), trouxe ao Brasil uma previsão de crescimento de 0,9% durante o ano. O índice está abaixo do esperado para a média mundial e para as médias dos países da América Latina e Caribe. Mas apesar dessas previsões que apontavam para uma desaceleração econômica mais forte, a economia brasileira surpreendeu positivamente em 2023. 

O fato de o Brasil figurar entre os principais países emergentes se dá por ele ser um dos maiores produtores de commodities do mundo, com destaque para o mercado agroindustrial. 

China 

Em 2023, a China era a segunda maior economia do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Para os próximos anos, as perspectivas permanecem sendo de crescimento, ainda que mais modesto. 

A produção em grande escala é o que mais impulsiona o desenvolvimento dessa nação. Também contribuem para os resultados sua imensa população consumidora e o crescimento dos seus índices de desenvolvimento humano. 

Índia 

A base da economia indiana, que a coloca entre as que mais crescem no grupo do E7, está na indústria de transformação, na agricultura e serviços. Porém, é a sua população crescente e jovem que a coloca na mira do mercado global, com perspectivas de grande desenvolvimento econômico interno. 

Rússia 

A invasão russa à Ucrânia, em fevereiro de 2022, prejudicou as estimativas do PIB da Rússia, ainda mais após os embargos impostos pelas nações contrárias ao conflito. Mesmo assim, a Rússia está entre as dez maiores economias do mundo, impulsionada, principalmente, pela exploração de petróleo e gás. 

México 

O México é um grande exportador de produtos manufaturados, com uma economia diversificada. Os destaques ficam por conta da indústria automobilística, do setor de serviços financeiros e turismo. 

Além disso, a posição estratégica na fronteira com os Estados Unidos favorece a atenção do mercado global. Assim, o país está entre as 20 maiores economias mundiais. 

Turquia 

A localização também é um dos fatores que contam pontos para o destaque da Turquia no cenário econômico mundial. Isso ocorre porque o país está entre a Europa e a Ásia. A nação também vem investindo em infraestrutura e tecnologia para impulsionar o seu desenvolvimento, além do turismo, manufatura e indústria têxtil. 

Indonésia 

A lista do E7 se encerra com a Indonésia, que tinha a quarta maior população do mundo em 2023. O país baseia sua economia em commodities como petróleo e carvão, além da indústria manufatureira. O mercado interno segue a lógica do investimento em infraestrutura para apoiar o seu crescimento econômico. 

O que é o BRICS e qual a sua importância para os países emergentes? 

Ao falar em países emergentes, é quase impossível não remeter o assunto ao BRICS. Esse é o bloco econômico formado pelos países em desenvolvimento que compõem a sua sigla: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O objetivo do grupo é promover o comércio e a cooperação entre os membros, buscando maior representatividade no cenário global. 

Para se ter uma ideia, a contribuição dessas nações para o PIB mundial já ultrapassou a influência do G7. O grupo de países mais industrializados é formado por Estados Unidos, França, Canadá, Alemanha, Reino Unido, Japão e Itália. 

Em 2020, 31,5% do PIB global pertenciam aos países do BRICS, contra 30% do indicador para as nações do G7. Até 2030, é esperado que os BRICS contribuam com 50% da economia mundial. 

Com a criação do Novo Banco de Desenvolvimento — o Banco dos BRICS —, e a ampliação do bloco, as perspectivas de crescimento são maiores. Essa expansão, conhecida como BRICS+, integra ao grupo os Emirados Árabes, o Egito e Bangladesh. 

Em 2023, ainda se estudava a possibilidade de entrada do México e da Argentina. Se essa ampliação se concretizar, ela pode, inclusive, antecipar as previsões de crescimento da PwC para 2050. 

Diferença entre BRICS e MIST 

Há outro grupo de países emergentes que promete ganhar mais destaque nos próximos anos, podendo figurar entre as potências econômicas globais. Trata-se do MIST, que reúne as economias de México, Indonésia, Coreia do Sul e Turquia. 

Até 2023, não houve superação do PIB desse bloco em relação ao BRICS. Ainda assim, como esses países também passam por um forte processo de investimentos em infraestrutura e desenvolvimento industrial, há um grande potencial a observar. 

Por que os países emergentes afetam a economia mundial? 

Os indicadores relacionados ao BRICS e as perspectivas de crescimento do MIST demonstram como, em bloco, os países emergentes podem representar uma potência econômica importante para o mercado global.  

Como muitas dessas nações são grandes exportadores de commodities, por exemplo, elas têm posição estratégica junto a diversos países, inclusive aqueles do G7. 

A invasão da Rússia à Ucrânia demonstrou isso de uma forma negativa, já que o conflito afetou os preços das commodities em todo o mundo. Esse fator levou diversos países a crises internas, com aumento da inflação e acréscimo nas taxas de juros. 

Outro impacto negativo se refere à volatilidade econômica de alguns países que integram o cenário emergente. Isso porque ela afeta o desenvolvimento do bloco como um todo, por conta da proximidade comercial entre as nações que o compõem. 

Por outro lado, os mercados emergentes são mundialmente considerados importantes parceiros de negócios. Esse fator se dá, em especial, quanto ao comércio de produtos agrícolas e minerais. 

A relação entre países emergentes ainda tem reflexos na atração de investimentos externos. Afinal, essas nações em desenvolvimento investem em infraestrutura para impulsionar a economia. 

Vale a pena investir em mercados emergentes? 

O investimento em mercados emergentes pode ser uma alternativa interessante para quem busca diversificar a carteira. Essa também pode ser uma forma de aumentar o potencial de ganhos, em especial, no longo prazo. Afinal, como você conferiu, as perspectivas econômicas nessas nações são otimistas — embora possam não se concretizar. 

As empresas que atuam nesses países estão diante de oportunidades de crescimento. Diante disso, os investidores que optam por investir em ativos dessas companhias podem ter a chance de lucrar ao participar da valorização desses mercados. 

No entanto, é importante lembrar que esses investimentos podem apresentar riscos elevados aos investidores, se comparados aos mercados já industrializados. Por isso, é necessário avaliar essa possibilidade com cuidado e enxergar se ela faz sentido para suas estratégias. 

Um ponto a considerar é que o nível de risco elevado tende a fazer com que os títulos públicos e as aplicações em renda fixa nos países emergentes ofereçam rentabilidade maior. Isso ocorre porque os Governos dessas nações procuram tornar as ofertas mais atraentes em busca de investidores, podendo aumentar as taxas de juros aplicadas nelas. 

Por fim, vale considerar que a capacidade de aporte dos investidores estrangeiros tende a ser maior nesses mercados. Como as moedas de países emergentes costumam passar por desvalorizações — especialmente em relação ao dólar —, as alternativas desses mercados podem ter custos menores, permitindo aportes maiores. 

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Os riscos de optar pelo investimento em países emergentes 

Você viu que o grupo de países emergentes pode oferecer alternativas interessantes ao investidor. Por outro lado, como esses mercados estão em desenvolvimento, há riscos mais elevados que estão atrelados à instabilidade deles. 

É comum, por exemplo, que haja crises políticas mais constantes nesses países. Isso costuma afetar o cenário econômico, atingindo os ativos negociados em bolsa. A alta volatilidade, portanto, é um ponto de atenção ao considerar as alternativas oferecidas por eles. 

Até mesmo escândalos de corrupção, que costumam ser frequentes nesses lugares, podem afetar a economia e os investimentos em infraestrutura. Em alguns casos, pode haver estagnação do mercado, impactando os rendimentos. 

A volatilidade pode ampliar outros riscos no mercado financeiro. Em países emergentes, mesmo os títulos públicos têm um risco de crédito maior do que as aplicações de países desenvolvidos, por exemplo. 

O volume negociado em um mercado de capitais também tende a ser menor que em um mercado já consolidado. Dependendo das condições, isso pode elevar o risco de liquidez, o que deve ser considerado. 

Quais oportunidades de investimentos esses países podem trazer? 

Você viu que os países emergentes podem ser uma alternativa interessante para os investidores, ainda que eles tragam riscos maiores. Caso você decida fazer aportes nesses mercados, vale a pena entender quais são as principais oportunidades que eles oferecem. 

Na prática, você encontra tanto oportunidades de investimento direto quanto possibilidades disponíveis no mercado nacional. Assim, há como acessar esses mercados de diferentes maneiras. 

Saiba mais sobre essas oportunidades! 

ETFs 

Uma das possibilidades de acesso ao mercado financeiro de países emergentes é por meio do exchange traded fund (ETF), conhecido como fundo de índice. As cotas desses fundos são negociadas na bolsa de valores brasileira (B3). 

O foco do ETF é replicar o desempenho de um índice utilizado como referência. Entre as possibilidades, existem indicadores que se baseiam nos mercados emergentes. Com um fundo de índice relacionado a eles, portanto, é possível se expor a esses países. 

BDRs 

Os brazilian depositary receipts (BDRs) ou certificados de depósitos de valores mobiliários também são negociados na bolsa brasileira. Eles apresentam lastro em ativos internacionais — e podem se relacionar aos mercados emergentes. 

Com os BDRs, você pode se expor aos resultados de ações, títulos e fundos de índice (ETFs) internacionais. Se o desejo é investir especificamente nos países emergentes, por exemplo, é possível escolher um BDR lastreado em um ETF que use um índice de países emergentes como benchmark, por exemplo. 

Fundos internacionais 

Assim como outros fundos de investimento, os fundos internacionais são veículos financeiros coletivos que contam com uma gestão profissional. Enquanto os investidores adquirem cotas de participação, o gestor é o responsável por tomar as decisões de investimento segundo a estratégia. 

Nesse caso, a maior parte do portfólio desses veículos deve ser composta por ativos do mercado externo, como ações internacionais. Para investir, é preciso comprar as cotas pela plataforma de investimentos da sua corretora. 

Contudo, note que muitas das alternativas oferecidas no mercado são direcionadas apenas a investidores qualificados. Nesse caso, é preciso ter ao menos R$ 1 milhão investido no próprio nome ou ter uma certificação profissional do mercado financeiro. 

Investimento direto 

Por fim, é válido saber que você pode enviar capital para o exterior investindo diretamente nas bolsas internacionais dos países emergentes escolhidos. É o caso, por exemplo, de comprar ações das empresas desses países. 

Outra opção que você não encontra no mercado brasileiro é o ADR ou american deposit receipts. Eles funcionam como os BDRs, mas são emitidos e negociados no mercado norte-americano. 

Por isso, para acessá-los é preciso negociar em uma bolsa dos Estados Unidos. Por meio deles, você pode ter acesso a ativos de diversos países, incluindo os emergentes. 

No entanto, é preciso considerar que investir diretamente em outro país costuma ser mais burocrático do que as opções anteriores, certo? Por isso, o ideal é analisar o que faz sentido para você. 

Como investir em mercados emergentes? 

As alternativas de investimentos nos países emergentes atraíram o seu interesse? Saiba que antes de tomar uma decisão é essencial considerar algumas questões importantes. 

Uma delas é a definição do seu perfil de investidor, que indica o seu nível de tolerância ao risco. Veja quais são eles: 

  • perfil conservador: contempla os investidores que preferem ter mais segurança nos investimentos de seu portfólio. Por isso, eles costumam priorizar o baixo risco; 
  • perfil moderado: nesse grupo, estão as pessoas que aceitam assumir algum nível de risco quando isso significar ter maiores chances de ampliar a rentabilidade. Ainda assim, eles preferem manter um nível de segurança na carteira; 
  • perfil arrojado: envolve os investidores que têm maior apetite ao risco. Em geral, são pessoas com mais experiência no mercado e que priorizam os aportes de capital em investimentos mais arriscados, em busca de um retorno mais alto. 

Como você viu, os riscos envolvidos nas operações em mercados emergentes costumam ser altos. Sendo assim, os investimentos nesses países podem ser mais adequados a quem tem um perfil moderado ou arrojado. 

Mas isso não significa que investidores conservadores não possam ter essas alternativas em carteira. Nesse caso, as posições assumidas devem ser proporcionais ao menor apetite a riscos, certo? 

Você também deve entender se investir no mercado estrangeiro é uma opção condizente com seus objetivos financeiros. Aqui, vale identificar se a composição da sua carteira de investimentos tem abertura para as alternativas apresentadas. 

Se, ao fazer essas avaliações, você perceber que investir em mercados emergentes pode ser viável na sua estratégia, é preciso seguir alguns passos para realizar os aportes.  

Confira quais são eles! 

Abra a conta em uma corretora de valores 

Para investir em alternativas que exponham o seu capital aos países emergentes, é preciso escolher uma corretora de valores de confiança e com expertise. Isso é necessário porque a instituição financeira é a responsável por dar acesso às oportunidades oferecidas. 

É importante que você procure uma empresa que ofereça todo o suporte que necessita para essas operações, com qualidade e boa estrutura. Na Genial Investimentos, os profissionais são certificados e poderão ajudá-lo a identificar como expor seu capital às oportunidades mais adequadas. 

Avaliação da sua capacidade de investimento 

O próximo passo é considerar a sua capacidade de aporte. Para tanto, você deve pensar em quanto dinheiro você tem disponível e qual será o peso do aporte na sua carteira. 

Se você quiser investir em um ETF, por exemplo, é preciso consultar o preço das cotas para entender quantas cotas poderá comprar, considerando o valor disponível para a operação. Isso permitirá saber se vale a pena aproveitar essa alternativa ou buscar outro tipo de investimento. 

Acesse o home broker 

A corretora de valores escolhida dará a você o acesso ao home broker, a plataforma que disponibiliza os ativos da bolsa de valores brasileira. Ele será necessário se você optar por um dos ETFs ou BDRs disponíveis, por exemplo. 

Nessa plataforma, você escolherá o artigo e criar a ordem de compra. Para isso, precisará preencher o ticker do BDR e indicar quantos títulos pretende comprar. Depois, basta conferir se as informações estão corretas e emitir a ordem de compra. 

Já se você quiser investir em uma alternativa fora da bolsa, o aporte acontece diretamente pela plataforma da corretora, combinado? 

Como você viu, os países emergentes oferecem oportunidades de investimentos em variados setores, como infraestrutura, tecnologia, energia e agronegócio. Apesar das perspectivas positivas sobre essas nações, os investimentos podem ser mais arriscados, então é preciso analisar a oportunidade com atenção. 

Ficou interessado em ter informações atualizadas sobre esses mercados para embasar as suas decisões de investimentos? Conheça e aproveite a Genial Analisa

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