A economia passa por constantes mudanças, então podem surgir momentos de maior dificuldade. Quando isso acontece, é comum ter dúvidas sobre como agir ou onde investir na crise. Você já se fez esse questionamento? 

É preciso saber que as crises sempre existirão, tendo em vista que elas são cíclicas. Ou seja, acontecem de tempos em tempos — e podem se relacionar a diversos temas: política, economia, saneamento etc. Diante disso, é essencial que o investidor saiba como se posicionar.  

Neste conteúdo, nós, da Genial Investimentos, ajudaremos você a entender os cuidados que devem ser adotados para saber onde investir na crise! 

Quais cuidados adotar ao investir em momentos de crise? 

As crises podem afetar os rendimentos obtidos, trazendo impactos ao orçamento familiar e, claro, aos seus investimentos. Logo, a escolha da carteira torna-se essencial em momentos assim. Por isso, o ideal é considerar as possibilidades de acordo com riscos, rentabilidade e liquidez. 

Mas, antes de saber onde investir em momentos de crise, é preciso saber como fazer isso. Existem alguns cuidados que o investidor deve ter nessas situações. Uma das principais dicas é continuar seguindo a sua estratégia de investimentos. 

Isso mesmo! Sabemos que, muitas vezes, a crise traz elementos emocionais que podem levá-lo a questionar suas escolhas. Contudo, se a sua estratégia foi delimitada com objetivos claros, é preciso continuar se guiando por ela. 

Afinal, como você viu, as crises são cíclicas. Assim, não faz sentido mudar sua estratégia a cada novo momento difícil que possa acontecer. O indicado é ter um plano que se adapte aos diferentes períodos da economia. 

Além disso, confira dicas específicas que podem ajudar! 

Tenha uma reserva de emergência 

A reserva de emergência é um ponto fundamental quando se trata de decisões de investimento. E ela se torna ainda mais relevante em tempos críticos. O montante pode evitar, por exemplo, que você se desfaça do patrimônio investido por efeitos da crise. 

Para isso, a quantia deve ser o equivalente a, pelo menos, 6 meses de seus custos mensais. Se você ainda não conseguiu formar a sua reserva, vale traçar estratégias para facilitar a sua construção — antes de realizar outros investimentos mais complexos. 

Lembre-se também de revisar o planejamento e conferir com frequência se os valores da reserva de emergência ainda estão adequados aos seus custos de vida. Com uma reserva bem estruturada, você pode conseguir manter os aportes conforme planejado, mesmo na crise. 

Considere seu perfil de investidor e objetivos 

Qualquer investidor precisa, antes de toda decisão, considerar o seu perfil. Ele trata da sua tolerância aos riscos e é um dos principais pontos na tomada de decisão. A partir dele, você consegue definir quais são as alternativas mais adequadas e de que maneira distribuir a sua carteira. 

Uma pessoa com perfil mais conservador tem preferência por opções seguras, mesmo que isso afete a rentabilidade. Já quem tem perfil arrojado prioriza alternativas que tragam maiores retornos. Por sua vez, o moderado está no meio termo entre os dois. 

Em tempos de crise, as escolhas feitas de acordo com o perfil deixarão você mais tranquilo. Afinal, alguém que assume um risco muito maior do que o desejado pode enfrentar grande frustração e prejuízo, por exemplo. 

Suas decisões também devem considerar os seus objetivos. Se a sua carteira está adequada ao seu perfil e objetivos, a crise, por si só, não deve impulsionar mudanças significativas. É possível seguir a estratégia e ter resiliência. 

Considere o prazo dos investimentos 

Outro ponto que deve ser observado ao investir é o prazo das metas. Se as suas decisões levam isso em consideração, seu portfólio provavelmente está preparado para lidar com crises. 

Sua segurança será maior se houver diversificação de prazos. Ou seja, parcelas da carteira mais voltadas para o curto, médio e longo prazo. Assim, é possível potencializar resultados e mitigar riscos. 

Além do prazo, é preciso ficar atento à liquidez — que trata da velocidade em que você pode transformar o investimento em dinheiro. É sempre importante ter parte da carteira em alta liquidez, para poder contar com a quantia em momentos de dificuldade. 

Com isso, você evita realizar prejuízos em uma crise que afetou a parte da carteira voltada para o longo prazo, por exemplo. Ao não fazer o resgate antecipado, seu portfólio pode se manter bem até a crise passar. 

Acompanhe as movimentações do mercado 

Como você está vendo, é aconselhável continuar com seu plano de investimentos, seja em um momento de crise ou não. Entretanto, acompanhar as movimentações do mercado durante a crise também é importante para entender o que está acontecendo. 

Mas cuidado: acompanhar o mercado não significa tomar suas decisões baseadas apenas no período atual ou mudar muito o seu portfólio. De modo geral, é importante manter os investimentos feitos e buscar oportunidades que a crise pode gerar. 

Quem tem investimentos na bolsa de valores, por exemplo, pode aproveitar as oscilações para comprar ações. Alguns ativos de boas empresas podem estar com preços descontados. Isso permite incrementar o portfólio — mas demanda cuidado na análise. 

Afinal, onde investir na crise? 

Depois de entender os pontos que devem ser observados durante a crise, fica mais fácil compreender onde investir. Na verdade, você deve seguir as estratégias que já eram aplicadas em situações normais — conforme seu perfil, objetivos e prazos.  

É certo que as crises abrem precedentes importantes e podem impactar o orçamento. No entanto, isso não significa que é preciso modificar o seu portfólio. A dica é avaliar a sua carteira para entender se ela ainda está adequada aos seus objetivos. 

Caso eles sejam modificados, faça as adequações necessárias, direcionando novos aportes às novas metas. Ademais, você pode avaliar o mercado para buscar novas oportunidades que podem ser impulsionadas pela crise.  

Todavia, o ideal é seguir a sua estratégia o máximo possível. Evite, por exemplo, realizar vendas por conta do efeito manada. Em momentos críticos, as emoções podem confundir investidores e gerar prejuízos — em especial, na renda variável. 

Em todas as situações, uma dica essencial para saber onde investir é ter uma boa corretora de valores. Desse modo, você tem acesso a diversos investimento e ainda pode contar com o apoio de uma assessoria para tirar dúvidas e entender melhor o momento. 

Saber onde investir na crise não é uma tarefa tão difícil quanto parece. Considere sempre a sua estratégia e conte com uma corretora de confiança. Ao buscar um portfólio mais equilibrado, é possível reduzir os impactos sofridos nas crises cíclicas.  

Quer aprender mais? Confira como conquistar a sua independência financeira e tenha tranquilidade para lidar com as crises! 

Comentários