O Bitcoin, criado há mais de 20 anos, é a primeira e, até o momento, a mais conhecida das criptomoedas. Para perceber o quanto a tecnologia avançou ao longo desses anos, basta lembrar por exemplo de como eram os celulares naquele tempo, grandes e pesados, e comparar com o seu smartphone hoje.

A tecnologia que envolve as moedas digitais também avançou e continua sendo aprimorada, assim como novas moedas continuam surgindo. Atualmente, o destaque no mercado de criptomoedas é o anúncio da entrada de uma gigante da tecnologia no setor: o Facebook. Quem investiu em moedas digitais lá no começo pode ter feito fortuna. Mas e agora? Isso ainda é possível? Afinal, ainda vale a pena investir em Bitcoin?

Neste artigo, traremos todas as informações de que você precisa para saber se, no seu caso, o Bitcoin vale o investimento. Acompanhe! 

Como funcionam as moedas digitais?

O Bitcoin utiliza um sistema de registro descentralizado, chamado blockchain. Isso significa que a transação de um Bitcoin não é registrada apenas em um computador, mas em toda uma rede de computadores interligados. Isso é o que traz confiabilidade à moeda, que não está ligada a nenhum governo. A tecnologia blockchain continua sendo desenvolvida e hoje serve de base também para as outras criptomoedas, que não contam com uma entidade financeira por trás. 

Entre as moedas digitais que vieram depois, muitas trazem outras utilidades além das transações, como a utilização em sistemas de computador e jogos. Mas elas continuam com o valor atrelado ao poder de troca que alcançam em relação às moedas tradicionais e mesmo ao Bitcoin. Então, mesmo as que têm um valor utilitário carregam também um lado especulativo.

As criptomoedas apresentam valor muito instável: as variáveis que influenciam no preço são inúmeras e globais. Vão desde mudanças regulatórias no mercado financeiro até o lançamento de novas tecnologias. 

Mais recentemente, por exemplo, o Facebook anunciou, em junho de 2019, o lançamento da sua própria criptomoeda, chamada Libra. O anúncio empolgou o mercado e, na esteira da notícia, naquele mês, o Bitcoin teve grande valorização. 

Já em julho, quando governos como o dos Estados Unidos demonstraram a intenção de regular a nova moeda digital – que ainda nem está em circulação – o valor do Bitcoin novamente foi afetado, só que dessa vez, para baixo.  

Como você pôde perceber, a volatilidade das moedas digitais é grande. Porém, esse é um dos atrativos para os investidores: a possibilidade de grandes ganhos. Para ter uma opinião formada e com base, os investidores procuram acompanhar o noticiário econômico e também veículos de informação específicos, focados em criptomoedas.

Bitcoins são adequadas para o seu perfil de investidor?

As criptomoedas surgiram valendo praticamente nada, e não há o que assegure que não voltem à estaca zero – embora essa não seja uma provável aposta do mercado, se analisarmos os dados atuais. De qualquer forma, por ser um tipo de ativo que apresenta alta volatilidade e risco, o investimento é mais indicado para investidores com experiência. São os chamados investidores de perfil arrojado, capazes de tolerar perdas em curto prazo em vista de ganhos maiores no futuro.

Então, se você é um investidor conservador, as criptomoedas não são uma boa opção para você. Já se você tiver um perfil moderado, ou seja, que tem algum apetite por risco em troca de maiores ganhos, talvez as moedas digitais possam ter uma pequena parte na sua carteira de investimentos, afinal, a diversificação reduz o risco total da sua carteira de investimentos, ajudando seu patrimônio a crescer com um bom nível de segurança.

Como investir em Bitcoins? 

Para investir é preciso ter uma conta em uma corretora de valores que trabalhe com Bitcoins, ou em uma exchange, empresa que se dedica à comercialização de criptomoedas. As exchanges são diferentes das corretoras nas quais você investe em títulos do Tesouro direto ou fundos de investimento. Nelas, os únicos produtos oferecidos são as moedas virtuais. Inclusive, a tendência é que as exchanges comecem a operar também com um maior número de criptomoedas, aumentando a oferta aos clientes. Mas isso ainda não é uma realidade para muitas corretoras no Brasil. Por aqui, a maior parte das exchanges trabalha apenas com o Bitcoin. 

É possível investir em Bitcoin com pouco. Apesar de a unidade da moeda estar com alto valor em reais – hoje, uma unidade vale mais de R$ 37 mil – não é preciso ter todo esse valor para investir. É possível comprar o Bitcoin fracionado, com o valor proporcional ao número de partes que você adquire. 

Uma vez aberta a sua conta na corretora ou exchange, o processo é parecido com o da compra de uma ação: você transfere o seu dinheiro para a empresa e os reais serão utilizados para a compra de Bitcoins.

Um ponto a considerar na hora de escolher uma exchange é que podem ser cobradas algumas taxas, como taxa de execução de ordem e taxa de saque, o que interfere no custo da operação. E a informação mais importante é: o valor de compra não assegura que o mesmo valor servirá para a venda, isso depende de demanda e procura. 

Por ser a criptomoeda mais popular do mercado, o Bitcoin não tem risco tão alto de liquidez. Ou seja, a procura pela moeda é grande, o que dá uma certa facilidade para a venda. Mas, se você está pensando em investir em outra moeda digital, a liquidez é um ponto a se considerar devido à menor procura.

Fundo de investimentos em Criptomoedas

Há outra alternativa disponível para investir em criptomoedas que pode ser interessante, principalmente para os investidores de perfil moderado. Em vez de comprar diretamente um Bitcoin, é possível investir em um fundo que inclui criptomoedas em sua cesta de ativos. Isso pode ser feito por meio de uma corretora de valores como a Genial. 

O fundo BLP Crypto, oferecido pela Genial Investimentos, funciona como um fundo tradicional. Ele possui liquidez mensal e investimento mínimo de apenas R$1 mil, considerado pouco em relação ao investimento avulso em criptomoedas. 

Uma das diversas vantagens dessa modalidade é o fato de o fundo apresentar risco reduzido em comparação com o investimento direto em uma criptomoeda. No fundo, o risco é diluído por alocar 80% do seu patrimônio em Tesouro, e 20% em cripto.

Para ler mais sobre esse investimento, acesse o post Fundo de criptoativos: BLP Crypto promete revolucionar o acesso às criptomoedas no Brasil

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