Ao buscar formas de utilizar o dinheiro no mercado financeiro, você se deparará com diversos tipos de investimentos. Assim, a diversidade de informações pode sobrecarregar o investidor e, até mesmo, trazer receio ao investir.

Contudo, os iniciantes podem entender as modalidades e classes de investimentos com facilidade. Para tanto, é preciso acompanhar um bom conteúdo e separar as informações mais relevantes sobre o tema. Pensando nisso, nós, da Genial, preparamos este artigo.

Nele você encontrará os principais tipos de investimento e verá como eles funcionam. Continue a leitura para conseguir dar seus primeiros passos no mercado financeiro com mais segurança!

O que é preciso saber antes de começar a investir?

Antes de conhecer os principais tipos de investimentos financeiros e como eles funcionam, você deve entender alguns pontos de atenção. Afinal, os investimentos são uma parte importante da vida financeira — e devem ser sempre bem estudados e compreendidos.

Confira a seguir os conceitos sobre investimentos que devem basear toda a sua jornada no mercado!

Objetivos financeiros

O primeiro ponto de atenção ao começar a investir é considerar seus objetivos financeiros. É bastante comum ingressar no mercado de investimentos imaginando que a finalidade é “ficar rico” ou conseguir ganhar mais dinheiro.

Mas não é sempre assim. Apesar de a rentabilidade ser uma face relevante dos investimentos, você deve investir para conquistar objetivos. E, muitas vezes, eles não estão relacionados a altos ganhos ou valorização de ativos da sua carteira.

Imagine que você deseja formar uma reserva de emergência para ter mais segurança em momentos de crises financeiras, por exemplo. Para esse objetivo, a rentabilidade não é a característica mais relevante. Afinal, é preciso focar em baixo risco e alta liquidez.

Portanto, antes de começar a investir, você deve listar quais são seus objetivos financeiros. Nesse momento, considere as seguintes questões:

  • os objetivos devem ser concretos e com valores definidos;
  • sempre deve haver um prazo atrelado a cada objetivo;
  • seus objetivos são sonhos pessoais ou da família. Logo, não copie objetivos de outras pessoas sem considerar suas necessidades e expectativas.

Perfil de investidor

Outro ponto fundamental para se considerar antes de começar seus investimentos é descobrir o seu perfil de investidor. Ele é uma maneira de definir como cada investidor lida com os riscos atrelados aos investimentos.

Os perfis são divididos em conservador, moderado ou arrojado. Os primeiros são aqueles que possuem menos resistência aos riscos. Em geral, os investidores conservadores focam suas alocações em alternativas mais seguras e com alta previsibilidade de rendimentos.

Já os moderados possuem mais resistência aos riscos. Eles também focam em segurança, mas conseguem se arriscar mais em boas oportunidades, principalmente a longo prazo. O intuito é potencializar os ganhos.

Por fim, investidores arrojados possuem alto apetite aos riscos. Eles buscam aumentar a rentabilidade da carteira, ainda que isso acarrete mais chances de perdas. Esses investidores costumam ser mais experientes e estáveis financeiramente, mas isso não é uma regra.

Ao montar uma carteira de investimentos, você deve saber que sempre haverá riscos de oscilações de ganhos e possibilidades de perda. Logo, seguir seu perfil ajuda a ter uma carteira com riscos adequados à sua resistência.

Isso evita que você se arrisque demais e aumente a ansiedade, tomando decisões precipitadas e contrárias à estratégia, por exemplo. Ademais, para investidores mais arrojados, seguir o perfil é útil para evitar se frustrar a menor rentabilidade comum nos investimentos seguros.

Prazos

Outra questão essencial para pensar antes de começar seus investimentos são os prazos. Isso porque o tempo é um dos grandes aliados dos investimentos. Quanto mais tempo você tem para juntar dinheiro e manter seus aportes, maiores poderão ser seus ganhos.

Além disso, vale saber que as alternativas de ativos e títulos podem ser mais ou menos adequadas para diferentes horizontes de tempo. Desse modo, escolher investimentos alinhados com os prazos de suas metas pode trazer resultados mais eficientes.

Ao conhecer as características de cada alternativa, você saberá o prazo mais adequado de investimento. Se sua meta é fazer uma viagem daqui a três anos, por exemplo, é possível buscar por opções que tenham alinhamento a esse prazo.

Tripé dos investimentos

O tripé dos investimentos diz respeito a três características que estão presentes em todos os ativos e títulos do mercado: liquidez, rentabilidade e segurança.

A liquidez trata da facilidade com que o investimento é transformado em dinheiro. Nesse sentido, existem alternativas que podem ser resgatadas ou vendidas a qualquer momento. Isso significa que elas têm alta liquidez.

Outros investimentos podem ser mais difíceis de se desfazer. Alguns exigem um prazo de carência e outros necessitam que haja investidores interessados em comprá-los. Consequentemente, eles podem ser considerados de baixa liquidez.

Já a rentabilidade diz respeito aos ganhos obtidos com a realização do aporte. Então ela é a valorização que o dinheiro teve por causa do investimento. No mercado, existem investimentos que já definem qual será a sua rentabilidade — ou pelo menos sua lógica de cálculo.

Eles estão na classe de investimentos da renda fixa, como você verá mais à frente. Enquanto isso, outros ativos variam de preço conforme as movimentações do mercado, pela lei de oferta e demanda.

Por fim, a segurança diz respeito ao nível de risco que cada alternativa apresenta. Ela costuma estar ligada à possibilidade de desvalorização ou perda do valor investido. Cada investimento possui um risco diferente — ele pode ser mais elevado ou bastante remoto, mas sempre estará presente.

Quais os tipos de investimentos financeiros existentes?

Agora que você já sabe o que considerar antes de começar a investir, pode conhecer os tipos de investimentos financeiros do mercado. Entretanto, é preciso ressaltar que existem inúmeras alternativas, tornando inviável listar e explicar todas.

Por isso, a seguir você conhecerá os principais investimentos das duas classes disponíveis: a renda fixa e a renda variável. Vamos lá?

Renda fixa

A renda fixa é uma classe de investimentos em que suas alternativas garantem uma rentabilidade — ou uma lógica de cálculo — predefinida. Isso significa que você saberá quanto ganhará com aquele investimento ou, pelo menos, como os lucros são calculados.

Isso acontece porque na renda fixa são emitidos títulos de dívidas. Eles podem ser de origem bancária, governamental ou de empresas privadas. Na prática, o investimento funciona como um empréstimo realizado pelo investidor ao emissor do título — uma relação de credor e devedor.

Ao realizar a aplicação, você empresta dinheiro ao emissor. Como todo empréstimo, o devedor se compromete a devolver o valor tomado emprestado acrescido de juros remuneratórios. No caso da renda fixa, a remuneração é a rentabilidade combinada no título.

Confira a seguir quais são os principais títulos de renda fixa disponíveis aos investidores:

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é bastante popular entre os iniciantes do mercado financeiro, mas não se trata de um investimento em si. Ele é, na verdade, uma plataforma do Governo Federal que negocia os títulos públicos emitidos pela União.

Ou seja, é no Tesouro Direto que você encontrará os investimentos de renda fixa emitidos pelo Governo. A principal característica dos títulos públicos é a alta segurança. Afinal, o pagamento é garantido pelo Tesouro Nacional, que tem um risco baixíssimo de dar um calote nos investidores.

Todos os títulos possuem liquidez diária. Quanto à rentabilidade, haverá variação entre as alternativas disponíveis. Ademais, nesses títulos são cobrados dois tributos: o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

O IR segue uma tabela de alíquotas aplicadas sobre o rendimento obtido conforme o tempo de aplicação:

  • até 180 dias: 22,5%;
  • de 181 a 360 dias: 20%;
  • de 361 a 720: 17,5%;
  • acima de 720 dias: 15%.

Já o IOF só é aplicado quando a aplicação dura menos de 30 dias. A alíquota varia entre 96% a 0% sobre os rendimentos.

No Tesouro Direto você terá acesso a três alternativas de títulos. Veja quais são elas!

Tesouro Prefixado

O Tesouro Prefixado, como o nome sugere, é um título que possui uma rentabilidade predefinida. Antes mesmo do aporte você saberá exatamente quanto esse investimento renderá no resgate. Você pode encontrar, por exemplo, um Tesouro Prefixado com rentabilidade de 11,60% ao ano.

Tesouro Selic

Já o Tesouro Selic é a alternativa de título do Governo Federal com uma rentabilidade pós-fixada. Nesse caso, os ganhos do investidor seguem um índice financeiro. Portanto, não há tanta previsibilidade, mas você sabe qual é a lógica de rendimento.

O índice utilizado nesse título é a taxa Selic. Ela é a taxa básica de juros brasileira, definida pelo Comitê de Políticas Monetárias (Copom) do Banco Central (Bacen).

Tesouro IPCA

O Tesouro IPCA+ é a alternativa com rentabilidade híbrida do Tesouro Direto. Ele segue o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) somado a uma rentabilidade prefixada, como IPCA + 5% ao ano. Por conta disso, o título oferece juros sempre acima da inflação.

Porém, vale ressaltar que a rentabilidade dos títulos prefixados e híbridos do Tesouro Direto é garantida apenas na data de vencimento do título. Com isso, é possível realizar o resgate antecipado, mas o preço praticado ficará sujeito à marcação a mercado.

Como consequência, o valor retirado antes do prazo pode ser menor que o combinado. Isso não acontece apenas no Tesouro Selic. Nesse caso, há atualização diária do preço de cada título, então ele renderá conforme o índice — mesmo no resgate antecipado.

CDB

Mais uma alternativa de renda fixa bastante utilizada são os CDBs (certificados de depósitos bancários). Eles são certificados de dívidas emitidos por bancos e servem para custear as atividades da instituição financeira.

Ao investir em um CDB você estará emprestando dinheiro ao banco, que utilizará os recursos para proveito próprio. Ademais, cada emissor pode determinar quais são as regras de rentabilidade, prazo de vencimento e liquidez de seus CDBs.

Dessa maneira, você pode encontrar no mercado alternativas prefixadas, pós-fixadas e híbridas. Apesar de não haver garantia do Tesouro Nacional, os CDBs são considerados seguros. O motivo é que eles têm cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Trata-se de uma associação civil que busca trazer mais segurança ao mercado financeiro. A garantia é de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, válida para cada instituição financeira. Ainda, há um limite global de R$ 1 milhão por CPF ou CNPJ que se renova a cada 4 anos.

LCI e LCA

Outros títulos de renda fixa que podem interessar aos investidores iniciantes são a LCI e a LCA. As siglas significam letras de crédito imobiliário e do agronegócio, respectivamente. Eles também são emitidos por instituições financeiras.

Contudo, diferentemente do CDB, os recursos arrecadados com a negociação desses títulos devem ser utilizados somente para o fomento de áreas específicas. No caso, as imobiliárias e de agronegócio.

Para o investidor, pode parecer não haver diferenças práticas nessa destinação de recursos. No entanto, como o ramo imobiliário e do agronegócio são considerados essenciais para o desenvolvimento do país, as regras tributárias trazem vantagens para esses títulos.

Nesse sentido, tanto a LCI quanto a LCA são isentas de tributação para pessoas físicas. Essa é uma maneira de estimular o investimento e o fomento dos setores relevantes para o país. Em relação às outras regras, o funcionamento é igual ao CDB.

CRI e CRA

Os CRI e CRA (certificado de recebíveis imobiliários e do agronegócio) também são títulos de renda fixa com isenção de Imposto de Renda. A diferença é que eles não são emitidos por bancos, mas sim por empresas chamadas de securitizadoras.

Tanto o CRI quanto o CRA representam direitos creditórios — dívidas ainda não vencidas — que foram antecipados por uma securitizadora. Dessa maneira, os devedores da dívida devem pagar à securitizadora e ela repassa parte do valor para os investidores.

Cada emissor de CRI e CRA define as regras de liquidez, prazo e rentabilidade de seus títulos. Mas é preciso ficar atento: no caso dos CRI e CRA não há a garantia do FGC. Logo, o risco de crédito pode ser maior.

Debênture

Outro título que vale a pena conhecer é a debênture. Ela é emitida por empresas, que podem ter seu capital aberto ou não. O objetivo é captar recursos para investir nas próprias atividades, como um empréstimo entre investidor e empresa.

Nesses títulos, também não há a garantia do FGC. Então o risco é mais elevado. Isso acontece porque as empresas podem ter problemas financeiros e não conseguirem pagar os investidores. Por isso, é válido contar com análises de riscos e realizar uma boa avaliação antes de investir.

De forma geral, o imposto cobrado é igual ao do CDB e títulos do Tesouro Direto. No entanto, existem debêntures que são incentivadas — quando a empresa usa o dinheiro em projetos de interesse nacional. Nesses casos, há isenção de tributos para as pessoas físicas. 

Renda variável

A outra classe de investimentos disponível aos investidores é a renda variável. Como o próprio nome sugere, ela não garante rentabilidade e não há previsibilidade a respeito dos ganhos, como ocorre na renda fixa.

Aqui, a relação não é de credor e devedor, mas você investe para se expor aos resultados de determinada empresa ou veículo financeiro. Desse modo, existe uma relação de sociedade e parceria. Por isso, você assume os riscos do ativo.

Apesar de não garantir resultados, a renda variável não tem rentabilidade limitada. Os ativos e veículos podem se valorizar em grande escala em determinadas situações. Desse modo, investidores mais abertos ao risco buscam essa classe para tentar potencializar seus ganhos.

Confira a seguir as principais alternativas da renda variável:

Ações

As ações talvez sejam os investimentos mais famosos e populares da renda variável. Apesar dessa popularidade, muitos investidores podem não saber como funciona esse tipo de investimento. Esses ativos representam uma fração mínima do capital social de uma empresa de capital aberto.

Portanto, quem compra uma ação está comprando um pedaço da empresa que emitiu os papéis. Nesse momento, nasce uma relação de sociedade. Por isso, o acionista tem direito a receber uma parcela dos lucros da companhia. Por exemplo, na distribuição de dividendos ou juros sobre capital próprio.

O ambiente de negociação das ações é a bolsa de valores. Após a abertura de capital, as ações podem ser negociadas entre investidores. Dessa forma, quem tem uma ação pode querer vendê-la, enquanto outra pessoa está interessada na compra.

Por isso, o preço dos papéis varia conforme a oferta e demanda do mercado. Se existem mais investidores querendo comprar os ativos, o preço deles sobe. Se o contrário acontece, o preço costuma cair.

Geralmente, a finalidade dos investidores é comprar uma ação por determinado preço esperando vendê-la por um preço maior no futuro. Então haveria uma valorização do patrimônio investido. Para ter mais segurança na escolha, costuma-se fazer uma análise fundamentalista da empresa.

Em relação ao Imposto de Renda, ele só será cobrado sobre o ganho com ações quando houver um volume de vendas maior que R$ 20 mil em um mês. A alíquota é de 15% para operações comuns. Já no day trade (compra e venda realizada no mesmo dia) a cobrança é de 20% e não há faixa de isenção.

ETFs

ETF é a sigla para exchange traded fund, também conhecido como fundo de índice. Ele é um veículo financeiro em que um gestor profissional tem a responsabilidade de montar uma carteira com recursos captados entre os investidores.

Para isso, os investidores compram cotas do fundo. Elas representam uma fração ideal do patrimônio do ETF e variam de preço conforme as movimentações da carteira. Como são negociadas na bolsa de valores, as cotas também têm exposição à oferta e demanda.

O objetivo dos ETFs é acompanhar um índice financeiro. Para tanto, o gestor aloca os recursos nos mesmos ativos e títulos que a carteira teórica do índice escolhido. Essa é uma maneira de o investidor acompanhar diversos segmentos e temas no mercado financeiro.

Em relação ao Imposto de Renda, os ETFs que focam em renda variável possuem uma tributação de 15% em operações comuns e 20% no day trade. Já para os que focam em renda fixa o imposto segue uma tabela que varia de 25% a 15%, conforme a duração média dos títulos da carteira.

Fundos imobiliários

Os fundos imobiliários (FIIs) funcionam de forma bastante parecida com os ETFs. Eles também são fundos de investimento e têm suas cotas negociadas na bolsa de valores entre investidores.

Contudo, o objetivo dos FIIs é montar uma carteira com ativos e títulos ligados ao mercado imobiliário. Eles podem ser imóveis físicos para aluguel, títulos de renda fixa, como CRI e LCI, ou cotas de outros FIIs.

Dessa maneira, quem deseja se expor ao mercado de imóveis pode fazer isso por meio da compra de contas de um FII. Também é preciso saber que, como as ações, os FIIs precisam distribuir dividendos entre seus cotistas.

Em relação ao Imposto de Renda, a alíquota é de 20% no ganho de capital com a venda das cotas — e é o investidor que fica responsável pelo pagamento.

Fundos de ações

Outro tipo de fundo de investimento que pode atrair investidores mais iniciantes são os fundos de ações. Como você deve imaginar, trata-se de carteiras montadas por gestores profissionais que focam seus investimentos em ações e ativos relacionados.

Desse modo, em vez de você mesmo escolher as ações que quer investir, realizar análises e administrar sua carteira, é possível investir em um fundo. Existem diversas alternativas disponíveis, com riscos, objetivos, estratégias e regras diferentes.

Vale ressaltar que os cotistas não têm participação na gestão do fundo. O gestor poderá movimentar livremente o patrimônio e realizar negociações na carteira, desde que siga todas as regras e objetivos propostos na lâmina do veículo.

Ademais, as cotas de fundos de ação são encontradas em plataformas de corretoras de investimentos. A negociação ocorre entre o próprio fundo e o investidor, com emissão e resgate de cotas compondo o patrimônio.

Em relação ao IR, a alíquota aplicada é de 15% sobre o ganho de capital na venda de uma cota, independentemente do prazo ou do valor resgatado.

BDRs

Ainda na renda variável, convém falar dos BDRs. Eles são relevantes principalmente para os investidores que se interessam em mercados internacionais. Os brazilian depositary receipts são ativos negociados na bolsa de valores brasileira e representam investimentos estrangeiros.

Logo, os BDRs não são os próprios ativos internacionais, mas sim certificados de depósitos de valores mobiliários lastreados nesses ativos. Dessa forma, investir neles é uma maneira de se expor ao mercado internacional por meio da bolsa brasileira.

Você pode investir em BDRs da Apple, Amazon, Microsoft, Meta, Google e outras grandes empresas, por exemplo. Além de ações, os certificados podem ser lastreados em ETFs e títulos de renda fixa de outros países.

Como começar a investir com segurança?

Você já viu que é fundamental considerar perfil, objetivos e prazos ao investir. Para ter ainda mais segurança, você deve contar com uma boa corretora de valores. Essas instituições fornecem uma plataforma para o investidor realizar seus aportes, além de viabilizar o acesso ao ambiente de negociação da bolsa de valores.

Com isso, utilizar uma boa corretora permite que você consiga realizar negociações seguras e encontrar investimentos adequados para sua estratégia. Nós, da Genial, proporcionamos tudo isso e você conta com uma plataforma descomplicada e ideal para iniciantes.

Pronto! Agora você já sabe quais são os principais tipos de investimentos financeiros. Se você é iniciante, com essas informações será possível basear melhor suas decisões e iniciar a sua jornada no mercado financeiro!

Ficou interessado em investir com segurança? Então vem ser Genial!

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