Quem deseja investir no mercado financeiro costuma enfrentar algumas dificuldades no início da jornada. As principais se relacionam com a compreensão dos diferentes conceitos sobre investimentos ou o funcionamento das alternativas disponíveis.  

Portanto, para começar a investir é importante conhecer os passos necessários e se familiarizar com o mercado. O aprendizado ajudará a tomar as melhores decisões para montar uma carteira personalizada e conquistar os seus objetivos.  

Tem interesse no assunto? Neste e-book, nós, da Genial Investimentos, montamos um verdadeiro guia sobre investimentos para iniciantes. Com ele, você acompanhará as principais informações das quais precisa para começar a investir com mais segurança.  

Confira! 

Introdução 

O mercado financeiro traz diversas oportunidades para auxiliar na realização de objetivos e na construção de patrimônio. No entanto, quem está iniciando nele costuma ter muitas dúvidas, que envolvem desde as opções disponíveis até os primeiros passos para investir.  

Contudo, existem também questões básicas fundamentais – como a educação financeira – que se relaciona com os hábitos de poupar e investir. E entender esses aspectos é fundamental para tomar decisões adequadas no momento de fazer seus investimentos. 

Por isso, preparamos este e-book. Nas próximas páginas, você terá acesso a um guia completo sobre investimentos para iniciantes e saberá como começar agora mesmo a investir o seu dinheiro. 

Continue a leitura e aprenda tudo o que você deve saber para começar, com êxito, a sua jornada como investidor! 

Quais os primeiros passos para fazer investimentos? 

Os investimentos são uma maneira de obter ganhos a partir do dinheiro que você recebe ao longo do tempo. Por meio deles, é possível conquistar uma renda passiva frequente ou mesmo receber rendimentos pontuais – mas que contribuem com o aumento do seu patrimônio.  

Os investimentos também podem se relacionar com a tranquilidade financeira e a aposentadoria. Isso porque, por meio deles, é possível ter um planejamento de longo prazo – organizando o seu futuro. 

Para começar a trilhar essa jornada, confira quais são os passos necessários! 

Organize as finanças 

O investimento começa, antes de tudo, com a organização financeira para ter valores disponíveis para aportes. Isso não significa que é necessário ter grandes montantes — é possível começar investindo pouco.  

Então, se você ainda não tem um planejamento financeiro, é hora de incluir essa prática na sua rotina. Ela consiste em organizar as suas rendas e os seus gastos, fixo e variáveis, a fim de entender a sua situação atual.  

É possível facilitar a tarefa encontrando planilhas e aplicativos de controle financeiro que centralizam todas as informações.  Assim, você conseguirá identificar questões como: 

  • necessidade de reduzir despesas; 
  • pontos que podem gerar economia; 
  • possibilidade de obter renda extra; 
  • valores que podem ser investidos mensalmente. 

Aqui, também vale verificar as suas dívidas, se houver. As taxas de juros cobradas são superiores à rentabilidade da maioria dos investimentos disponíveis. Logo, é preciso quitar todos os débitos antes de começar a investir. 

Tenha uma reserva de emergência 

Você sabe o que é uma reserva de emergência? Ela engloba uma quantia guardada com o objetivo de ajudar o investidor a lidar com imprevistos. A perda de um emprego, a queda no faturamento da empresa ou términos de contratos de prestação de serviços são exemplos comuns.  

Problemas de saúde ou em relação aos bens materiais também podem trazer grandes custos. Nesse caso, se você não tiver um valor guardado, pode ser necessário recorrer às linhas de crédito — que costumam trazer taxas elevadas de juros. 

Diante disso, manter uma reserva financeira ajudará a ter mais tranquilidade no dia a dia. O valor ideal depende do seu padrão de vida. Normalmente, o ideal é manter o equivalente a 6 meses do seu custo de vida. 

Trace seus objetivos 

O próximo passo é definir os seus objetivos financeiros: o que você pretende ao investir? Para conseguir traçar uma estratégia, é necessário saber qual é o resultado buscado. Por isso, faça uma avaliação para entender quais são as suas metas – considerando curto, médio e longo prazo.  

Veja alguns exemplos comuns: 

  • compor a reserva de emergência; 
  • obter renda passiva
  • aumentar o patrimônio; 
  • garantir uma aposentadoria mais tranquila; 
  • adquirir bens específicos (trocar de carro, comprar um imóvel etc.); 
  • realizar planos variados (viagens, cursos, entre outros).  

Você não precisa ter apenas um objetivo: não existem limites. Entretanto, é importante mapeá-los e estabelecer prazos para que seja viável tomar decisões de investimento com foco em cada um deles.  

Descubra seu perfil de investidor 

Uma dica essencial ao falar sobre investimentos é identificar o seu perfil de investidor. Ele demonstra qual é a sua personalidade no momento de investir, tratando de questões como preferências e tolerância ao risco.  

O mais comum é que sejam usadas 3 classificações: 

  • conservador: preza por maior segurança, mesmo que isso signifique ter a rentabilidade limitada; 
  • moderado: aceita se expor a riscos para ter mais ganhos, mas ainda preza pela segurança. Geralmente, as alternativas de maior risco são utilizadas no longo prazo; 
  • arrojado: tem maior tolerância aos riscos, aceitando abrir mão de segurança para ter chances de obter maior rentabilidade. 

Identificar em qual delas você se encaixa é um passo essencial para tomar as melhores decisões. Isso porque a montagem de uma carteira que não seja adequada ao seu perfil pode gerar frustrações.  

Assim, saber qual é o seu perfil ajudará no planejamento de investimentos e na tomada de decisão.  

Entenda o tripé dos investimentos 

Nos tópicos anteriores, você se deparou com os termos rentabilidade, liquidez e segurança. Eles formam o tripé dos investimentos. Então, é fundamental compreender o que significam e como funcionam.  

Veja só: 

  • rentabilidade: refere-se aos ganhos proporcionados pelo investimento, o retorno que ele trará; 
  • segurança: relaciona-se com os riscos de perdas ou a previsibilidade do investimento; 
  • liquidez: trata da velocidade e a facilidade para converter um investimento em dinheiro.  

Provavelmente, você pensou que encontrar uma opção que ofereça o melhor dos 3 pilares é a melhor alternativa. Mas isso não é possível. Normalmente, os investimentos conseguem priorizar uma ou, no máximo, duas características. 

Por exemplo, ao priorizar a rentabilidade, você precisa aceitar um pouco mais de riscos ou baixa liquidez. Por outro lado, a alta liquidez pode limitar a rentabilidade ou reduzir a segurança. 

Quando você entende os conceitos e como eles afetam os investimentos, pode usá-los na tomada de decisão. Considerando seu perfil e objetivos, é possível definir o que deve ser priorizado para limitar as opções.  

Conheça as alternativas do mercado 

Por fim, você deve conhecer as alternativas do mercado. Existem diversos tipos de investimentos que podem compor a sua carteira, então é necessário saber quais são as características de cada um. Para tanto, estude o mercado financeiro e busque se aprofundar sobre o assunto. 

Nos próximos tópicos, você aprenderá a diferença entre a renda fixa e a renda variável. Ainda, terá acesso às principais informações sobre os principais investimentos disponíveis no mercado. 

Qual a diferença entre renda fixa e renda variável? 

Ao pesquisar sobre alternativas de investimento, é comum se deparar com os termos renda fixa e renda variável. Portanto, o primeiro passo é compreender o que significa cada classe de investimentos. 

Saiba mais! 

Renda fixa 

O investimento em renda fixa conta com uma lógica de rentabilidade determinada. Isso traz previsibilidade e, de modo geral, estabilidade ao investidor. Ela consiste em empréstimos feitos para o Governo, instituições públicas ou privadas.  

Em relação à rentabilidade, é possível encontrar 3 tipos no mercado: 

  • prefixado: indicam um percentual fixo em relação aos juros que serão aplicados no resgate. Logo, é possível calcular qual será o retorno ao investir; 
  • pós-fixado: é atrelado a um índice financeiro, como a Selic. Não é possível prever o valor exato no momento do investimento, mas há conhecimento sobre como o retorno será calculado;  
  • híbrido: nesse caso, o investimento traz características das opções pré e pós-fixadas. Assim, ele costuma ser atrelado a um índice (normalmente a inflação) e oferecer um percentual fixo adicional.  

Renda variável 

Na renda variável não é possível ter certeza sobre qual será o retorno obtido. Por um lado, não há limitações na rentabilidade, como acontece na renda fixa. Contudo, de outro, não há garantias sobre o valor do retorno ou, até mesmo, se você terá ganhos.  

Isso ocorre porque não se trata de um empréstimo: aqui, o investidor adquire cotas de fundos, partes do capital social de uma empresa ou demais modalidades que o expõem ao risco do ativo. Devido às características do mercado de renda variável, as alternativas são mais voláteis e arriscadas. 

Quais são os investimentos de renda fixa? 

Após compreender o conceito de renda fixa, fica mais fácil entender como funcionam os títulos disponíveis no mercado.  

Descubra quais são! 

Títulos do Tesouro Direto 

São títulos públicos disponibilizados pela plataforma do Tesouro Direto. Eles têm a garantia do Tesouro Nacional, o que faz com que sejam a opção mais segura do mercado. Além disso, é possível investir com valores a partir de R$ 30.  

Existem 3 tipos de títulos: 

  • Tesouro Selic: é atrelado à taxa Selic; 
  • Tesouro prefixado: oferece uma rentabilidade determinada em percentual; 
  • Tesouro IPCA+: é atrelado ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), com um percentual adicional. 

Todos têm alta liquidez, pois o Governo garante a recompra. Contudo, o prefixado e o IPCA+ têm a marcação a mercado e só garantem a rentabilidade prometida no resgate. O prefixado e o IPCA oferecem a alternativa de investir recebendo cupons semestrais. Nesse caso, você recebe a rentabilidade adquirida a cada 6 meses. 

Existe possibilidade de perda sim, apesar de menor que os outros dois ativos. Vale destacar que os rendimentos dos títulos são tributados pelo Imposto de Renda, com uma alíquota diferente conforme o prazo do investimento. Ela varia entre 22,5% até 15%, quando as aplicações contam com mais de 720 dias. 

Certificado de depósito bancário (CDB) 

O CDB é emitido por instituições financeiras, podendo ter liquidez diária ou não. Um ponto de atenção é verificar a carência. Ela indica um prazo mínimo que deve ser observado antes de ser possível resgatar o investimento. 

Os CDBs são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) em até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ e instituição financeira – em um limite global de R$ 1 milhão, renováveis a cada 4 anos. A tributação de IR acontece do mesmo modo que os títulos públicos.  

Letra de crédito imobiliário (LCI) e do agronegócio (LCA) 

As LCIs e LCAs também são emitidas por instituições financeiras. Porém, os valores obtidos por elas devem ser destinados às linhas de crédito vinculadas ao mercado indicado (imobiliário ou agronegócio). 

É possível encontrar opções com diversos prazos de vencimentos e liquidez. No entanto, a carência mínima disponível nos títulos  é de 90 dias. Elas também são cobertas pelo FGC e contam com a vantagem de isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas.  

Normalmente, junto aos títulos do Tesouro Direto e ao CDB, essas são alternativas valorizadas por quem está começando. O motivo é a segurança financeira – além de possibilidade de rendimento superior à poupança. 

Certificados de recebíveis imobiliários (CRI) e do agronegócio (CRA)  

São semelhantes às letras de crédito, CRI e CRA são emitidos por empresas privadas (securitizadoras). Nesse caso, não há cobertura do FGC – o que aumenta os riscos. Eles também contam com a isenção do Imposto de Renda.  

Essas alternativas podem oferecer uma liquidez menor. Contudo, é possível recorrer ao mercado secundário caso queira se desfazer do investimento. 

Debêntures 

As debêntures são títulos emitidos por empresas, como um pedido de empréstimo feito aos investidores. Ele costuma ter um potencial maior de rentabilidade, porém, também há maiores riscos, pois não há garantia do FGC. 

A liquidez menor é outra característica — geralmente com resgate apenas no vencimento. Contudo, também é possível vender o título no mercado secundário. 

Em geral, elas são tributadas seguindo as mesmas regras dos títulos públicos. Porém, quando são emitidas para custear obras de infraestrutura, as debêntures são chamadas de incentivadas e são isentas de imposto para pessoas físicas como medida de incentivo concedida pelo Governo.  

Quais são os principais investimentos de renda variável? 

Para tomar suas decisões, vale a pena conhecer as alternativas de renda variável e o seu funcionamento.  

Continue lendo para conhecer as principais! 

Ações 

As ações são negociadas na bolsa de valores e representam parte do capital social de uma empresa. Ao investir nela, você se torna sócio e pode obter rendimentos por meio dos proventos ou na venda do ativo em caso de valorização. 

Os investimentos em renda variável não contam com cobertura do FGC, então é preciso ter atenção aos riscos. Se o desempenho da empresa for ruim, por exemplo, os papéis podem se desvalorizar. 

Por outro lado, há maior potencial de ganhos. Além do investimento de longo prazo, que proporciona maior manejo de risco pela volatilidade, há oportunidades de especulação. Ela consiste em buscar lucros com a oscilação de preços no curto prazo. 

Fundos de investimentos 

Os fundos de investimentos são uma modalidade de investimento coletivo, como uma espécie de condomínio. O investidor adquire cotas do fundo e a composição do portfólio é de responsabilidade de um gestor profissional. 

Eles podem ser interessantes para a diversificação de carteira, já que geralmente são formados por uma variedade de investimentos. Inclusive, os fundos podem ser de diversos tipos. Confira alguns exemplos: 

  • fundos de ações: investem majoritariamente em ações; 
  • fundos multimercados: apresentam uma estratégia mista, fazendo aportes em diversos tipos de investimentos; 
  • fundos imobiliários: investem em imóveis, títulos com lastro no mercado imobiliário ou em cotas de outros fundos imobiliários; 
  • fundo cambial: trabalham com foco em operações realizadas com moedas estrangeiras. 

A tributação varia conforme o tipo de fundo. Além disso, eles costumam ter uma taxa de administração, que é a remuneração paga ao gestor profissional. Em alguns casos, pode haver taxa de performance quando a rentabilidade supera um benchmark. 

Vale ressaltar, no entanto, que também existem fundos de renda fixa. Neste caso, eles não fazem parte da renda variável – embora possam ter estratégias mais ou menos seguras. 

Exchange Traded Fund (ETF) 

Também conhecidos como fundos de índice, eles têm como estratégia replicar um índice do mercado financeiro. Desse modo, são compostos espelhando a carteira teórica que compõe o indicador escolhido. 

Existem diversos índices que podem ser utilizados, como o Ibovespa ou até mesmo indicadores internacionais. Como outros fundos, ele traz a facilidade de diversificar a carteira e se expor a mais investimentos com um único aporte.  

Previdência Privada 

Previdência Privada é uma modalidade conhecida para objetivos de aposentadoria, mas pode ser útil para outros objetivos de longo prazo. Ela se divide em duas etapas: a acumulação (período de aportes) e o usufruto (quando você resgata ou usufrui do montante acumulado). 

Aqui, existem duas opções de planos. O Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). Ainda, é possível escolher entre dois tipos de regime de tributação: progressivo ou regressivo. Portanto, é importante avaliar as alternativas antes de escolher.  

Como fazer investimentos? 

Após aprender mais sobre os passos iniciais e as alternativas do mercado financeiro, é hora de começar a investir. Nesse momento, existem algumas dicas que podem ajudar a traçar estratégias e ter mais segurança ao fazer aportes.  

Entenda a seguir! 

Escolha opções conforme os seus objetivos 

Como você viu, existem diversas opções de investimento, com rentabilidade, liquidez e riscos variados. Portanto, você precisa escolher as mais adequadas considerando o seu perfil e os seus objetivos. Também considere o prazo de cada meta para acertar na decisão. 

Por exemplo, os investimentos focados na aposentadoria podem ter prazos mais longos, então é possível contar com opções de baixa liquidez e chance de maior rentabilidade. Já em uma reserva de emergência, a liquidez é essencial para garantir a disponibilidade financeira.  

Logo, antes de realizar cada aporte, pense sobre a finalidade do investimento. Considere também o risco, a segurança e a liquidez, definindo quais características são prioridade em cada decisão. Fazendo isso, você conseguirá compor uma carteira personalizada e adequada ao seu perfil.  

Diversifique a sua carteira  

diversificação de carteira é uma estratégia utilizada para fazer manejo de riscos. Quando você compõe um portfólio com investimentos com níveis de riscos e potencial de rentabilidade variados, é possível ter mais segurança.  

Imagine o seguinte: todos os seus investimentos estão alocados em apenas uma alternativa, como ações de uma empresa. Se ela sofrer quedas, sua carteira terá grande impacto. Porém, se existem outros ativos, é possível que eles tenham resultados positivos e equilibrem o portfólio.  

Para diversificar, você pode investir em renda fixa e renda variável, conforme o seu perfil. Quem é conservador costuma ter a maior parte vinculada a títulos públicos e privados. Em um perfil moderado, a distribuição pode ser mais equilibrada. 

Já quem é mais arrojado tem mais aportes em ativos de maior risco. Contudo, ainda pode manter parte em renda fixa para manter a segurança e a liquidez de parte do capital. Combinando diversas alternativas, você consegue aproveitar os benefícios do mercado.  

Faça aportes frequentes  

Outra dica importante para investidores iniciantes é se organizar para fazer aportes frequentes. Os investimentos devem ser um hábito, fazendo parte de seu planejamento como se fosse uma conta mensal. Isso ajuda a aumentar o patrimônio e, consequentemente, o retorno obtido.  

Dessa maneira, a prática permite conquistar os seus objetivos mais rapidamente. Os aportes recorrentes servem, ainda, para trazer mais estabilidade para a carteira ao aumentar a diversificação. 

Na prática, é possível garantir o pagamento de dividendos, cupons semestrais ou resgates em diversas datas. Assim, você consegue construir uma continuidade nos pagamentos e, dependendo do caso, aproveitar o poder dos juros compostos para potencializar os ganhos.  

Conte com uma corretora 

O investidor precisa ter uma conta em uma instituição financeira para realizar os investimentos. Para isso, vale a pena contar com uma corretora de valores de confiança, que ofereça diversas alternativas e possibilidades. 

Dessa forma, você consegue montar uma carteira diversificada e aproveitar as oportunidades que o mercado financeiro proporciona. Também é possível receber o suporte de um assessor de investimentos, que pode esclarecer dúvidas sobre cada opção. 

Na Genial Investimentos o cliente tem todo o suporte necessário para tomar suas decisões, por meio de uma plataforma online de fácil acesso e atendimento de excelência.   

Conclusão 

Neste material você aprendeu que o mercado financeiro oferece muitos caminhos para investidores. Portanto, é importante entender os passos necessários para tomar boas decisões e começar a investir. Assim, fica mais fácil fazer o seu dinheiro render e realizar os seus planos e sonhos! 

Esperamos que este material tenha esclarecido as principais dúvidas sobre o assunto para que você inicie sua jornada no mercado financeiro. Que tal colocar o seu conhecimento em prática e começar a investir com mais segurança? Abra a sua conta e venha ser Genial! 

Sobre a Genial Investimentos 

Somos uma plataforma de investimentos que tem como objetivo facilitar o acesso ao mercado financeiro e ampliar a educação financeira no Brasil. 

Descomplicamos o mercado financeiro para você tomar boas decisões na hora de investir. Acreditamos que investir pode ser fácil e rápido. Somos 100% digitais, mas sempre humanos. 

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