CDB 220% do CDI com liquidez diária.

Investir nos títulos do Tesouro Direto é uma prática que tem se popularizado nos últimos anos, sobretudo, por ser um investimento conhecido pelo seu baixo risco. Além disso, esse tipo de aplicação é tão prático, seguro e acessível quanto à caderneta de poupança.

No entanto, os títulos públicos oferecem uma vantagem a mais em relação à poupança: ele é mais rentável. Apesar disso, é fato que todo investimento implica em algum grau de risco. Por essa razão, muitas pessoas ainda têm dúvida sobre qual é o nível de segurança do Tesouro Direto.

Será que é possível perder dinheiro ao optar pelas aplicações do Tesouro Direto? Se você também tem esse questionamento, continue a leitura e entenda quais são os riscos desse tipo de investimento.

Vamos lá?

O que é e como funciona o investimento em Tesouro Direto?

Embora muitas pessoas pensem que o Tesouro Direto é um tipo investimento, na verdade, ele é um programa do Governo Federal em parceria com a bolsa de valores brasileira, a B3. O intuito da plataforma é tornar a compra e a venda de títulos do Tesouro Nacional acessíveis às pessoas físicas.

Para tanto, há aplicações que podem ser realizadas com valores a partir de R$ 30. Dessa forma, não é preciso imobilizar uma grande quantia de dinheiro para investir. Além disso, existem diversos títulos disponíveis na plataforma, que podem atender a diferentes propósitos dos investidores.

Vale destacar que essas aplicações são investimentos em renda fixa. Isso significa que, na hora da aquisição, já é possível saber como funcionará o rendimento do título no prazo determinado, aumentando a previsibilidade.

Assim, ao investir em um título do Tesouro Direto, o indivíduo empresta dinheiro ao Governo. Em troca, o investidor recebe o montante acrescido dos rendimentos, seguindo a data de vencimento acordada.

Já os recursos captados podem ser utilizados para o financiamento de projetos de infraestrutura, educação, saúde e demais atividades do Governo.

Quais são os riscos dos títulos do Tesouro Direto?

Agora que você já sabe o que é e como funciona o Tesouro Direto, entenderá quais são os riscos envolvidos ao investir nos títulos do Governo. A seguir, confira quais são!

Risco de crédito

O risco de crédito é aquele que o credor corre ao emprestar o dinheiro para alguém, caso a dívida não seja paga. Logo, como nos títulos públicos você empresta dinheiro para o Governo, existe o risco de inadimplência. Porém, as chances de o país não arcar com a responsabilidade são pequenas.

O motivo para isso está no fato de que, mesmo se o Brasil entrasse em colapso financeiro e ficasse sem dinheiro para pagar os investidores, ainda seria possível emitir mais papel-moeda para quitar as dívidas.

Risco de mercado

O Governo garante a recompra dos títulos negociados na plataforma do Tesouro Direto. No entanto, o Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA+ trazem exposição à marcação a mercado. Nesse caso, a recompra será feita considerando o preço de mercado dos títulos.

Ele o é definido de acordo com as flutuações e as perspectivas futuras para a taxa Selic. Assim, há riscos de ter perdas financeiras no resgate antecipado. Por outro lado, também é possível que o título resgatado de forma antecipada tenha valorização.

Contudo, se os títulos forem resgatados somente no prazo de vencimento, a rentabilidade total é garantida e não há riscos de perdas.

Risco de liquidez

Uma característica muito vantajosa dos títulos do Tesouro Direto é referente à liquidez. Esse termo significa a facilidade de transformar um investimento em dinheiro, sem grandes perdas. Assim, esse risco se refere à dificuldade do investidor de vender o título, quando desejar.

No caso dos títulos públicos, esse risco é muito baixo, pois o Governo garante a recompra deles em qualquer dia útil. No entanto, vale saber que, mesmo com a liquidez garantida, ainda há o risco da marcação do mercado.

É possível minimizar os riscos de perda com títulos do Tesouro Direto?

Após conhecer os riscos de investir em títulos do Tesouro Direto, é importante saber como minimizá-los. Nesse cenário, quem deseja investir nos títulos públicos deve saber como direcionar seus recursos em aplicações mais adequadas aos seus objetivos.

Para reserva de emergência, por exemplo, o Tesouro Selic tende a ser mais interessante. Isso porque ele tem liquidez diária e menor exposição à marcação a mercado. Logo, não há riscos de perdas financeiras ao levantar o valor antes do vencimento.

Já para metas a médio e longo prazo, o Tesouro IPCA+ e o Tesouro Prefixado podem se encaixar melhor. Afinal, ao alocar recursos que não serão necessários na rotina, há maior tranquilidade para aguardar o vencimento da aplicação.

Também é importante lembrar que incide o Imposto de Renda (IR) sobre o aporte, seguindo uma tabela regressiva. Nesse caso, a menor alíquota é de 15%, aplicada para aportes com mais de 720 dias. Logo, o longo prazo pode ajudar a reduzir a tributação dos rendimentos.

Como começar a investir no Tesouro Direto?

Como você viu, os riscos de investir em títulos do Tesouro Direto são baixos e, para facilitar, existem meios de reduzi-los. Mas, se você se interessou em investir nessas aplicações, é importante saber como fazer os aportes.

O primeiro passo é abrir uma conta em uma corretora, que será a mediadora entre você e a plataforma do Tesouro Direto. Depois, a plataforma de investimentos ajudará a traçar o seu perfil de investidor para descobrir qual é o título ideal para seus objetivos.

Na sequência, basta avaliar as alternativas disponíveis para identificar a que se enquadra ao seu perfil de investidor e objetivos. Também é possível fazer simulações para ter uma visão mais detalhada sobre o potencial de cada título.

Por fim, é importante saber que algumas corretoras cobram taxas sobre seu investimento (como a taxa de custódia). Portanto, vale a pena consultar aquelas que não realizam este tipo de cobrança, como é o caso da Genial Investimentos.

Agora você já sabe que, embora sejam baixos, existem riscos nos títulos do Tesouro Direto — assim como em qualquer alternativa de investimento. Então lembre-se de que, antes de fazer um aporte, é preciso analisar se a aplicação se encaixa em sua estratégia.

Ficou interessado em investir em títulos públicos? Então veja a melhor opção para você abrindo uma conta gratuita na Genial Investimentos!

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