Cuidar das finanças com eficiência pode parecer complicado. Você pode até achar que quem domina o assunto é portador de algum segredo que poucos conhecem. Mas a verdade é que lidar com dinheiro é bem mais fácil do que parece. As pessoas que têm uma vida financeira saudável costumam seguir algumas regras básicas, muitas delas fáceis de adotar. Neste artigo você vai conhecer quais são essas regras e receberá dicas para colocá-las em prática no seu cotidiano. 

1) Tenha o cartão de crédito como aliado

Quem nunca levou um pequeno (ou grande) susto ao receber a fatura do cartão de crédito, pelo menos uma vez na vida, que atire a primeira pedra. Em geral, levamos algum tempo para entender bem qual a relação entre tirar aquele pedaço de plástico da carteira algumas vezes e a soma que aparece na fatura depois disso.

Segundo uma pesquisa de hábitos de consumo feita em 2001 pelo jornal acadêmico Marketing Letters, quem usa cartão de crédito tende a gastar mais em comparação a quem compra usando dinheiro ou cheque. Isso ocorre por que é mais difícil contabilizar mentalmente o quanto está sendo gasto ao longo do mês quando não utilizamos o dinheiro físico. Mas fique tranquilo, há soluções para isso.

A solução mais elementar é anotar todos os gastos em um local de fácil acesso que você consulte regularmente. Se você tem intimidade com a tecnologia, pode usá-la a seu favor: há diversos aplicativos que ajudam a cuidar das finanças, como o Guia Bolso, o Organizze e o Minhas Economias. São ferramentas que vão manter você atualizado sobre seus gastos, mesmo aqueles pequenos pagos no cartão, que você não se lembra no fim do mês, e que pode fazer diferença no orçamento.  Além de ser uma forma de registrar para onde seu dinheiro está indo, o histórico permitirá acompanhar a evolução das suas finanças. 

2) Dívidas demandam planejamento

Contrair uma dívida grande pode gerar uma ansiedade e medo de não conseguir colocar as finanças em dia. Então, caso isso aconteça, é importante saber que em uma situação como essa há alguns passos que podem ser tomados. 

O primeiro passo é definir quanto dos gastos mensais podem ser cortados para que o dinheiro economizado seja destinado mensalmente ao pagamento da dívida. 

O segundo passo é analisar as opções de pagamento com o credor: verifique quanto ele aceita receber, em parcelas ou à vista. Negociar sua dívida é primordial.  

O terceiro passo é pesquisar suas opções de crédito no mercado. Crédito consignado e empréstimos por meio de startups financeiras podem ser mais vantajosos do que um empréstimo pessoal em um banco tradicional, mas você deve avaliar quais são as opções no seu caso e o seu orçamento. 

Com essas informações você poderá definir qual a melhor estratégia: tomar um empréstimo e pagar o credor à vista ou pagar em parcelas diretamente ao credor. 

3) Tenha uma reserva de emergência

Para que qualquer imprevisto não te coloque em endividamento, você precisa fazer uma reserva de emergência. Uma boa quantia para a reserva de emergência é a soma equivalente à seis meses de renda. Ou seja, quanto você ganharia em seis meses de trabalho? Esse é o valor que você deve ter guardado para o caso de uma emergência. 

Atenção: a reserva de emergência deve ser respeitada como tal e ser utilizada apenas em caso de necessidade. Após ter formado a sua reserva de emergência, você poderá compor outras, como a reserva de oportunidade e a reserva para objetivos específicos, como uma viagem ou compra de algum item mais caro. 

4) Não deixe dinheiro parado na conta corrente

A sensação de olhar o extrato bancário e observar uma boa quantia na conta pode ser boa, mas é superada por uma ainda melhor: a de olhar o extrato da corretora de investimentos e ver que o valor aumentou.

Por isso, se você consegue acumular uma quantia excedente todo mês, um valor que não vai ser gasto para pagar contas, deixar o dinheiro na sua conta corrente significa perda de oportunidades. Aliás, dinheiro parado é dinheiro perdido. E não trata-se de uma afirmação vazia: o dinheiro parado passa a valer menos por causa da inflação. 

Por exemplo, pense no que você podia comprar com R$ 100 no mercado em maio do ano passado. Você pode perceber que vários itens já estão mais caros nesse momento. O IBGE afere a inflação por meio da pesquisa que calcula o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). De acordo com o IBGE, a inflação registrada nos últimos 12 meses, até maio de 2019, foi de 4,94%. Então pode-se dizer que o dinheiro que ficou parado perdeu quase 5% de seu poder de compra. 

Por isso, a recomendação é que o dinheiro que não está comprometido com gastos básicos do dia a dia seja investido, assim, além de não perder o poder de compra, é possível obter rendimento acima da inflação

É importante ressaltar que investir não é sinônimo de guardar dinheiro na poupança. A poupança deixou de ser uma boa opção para quem deseja fazer o dinheiro render há algum tempo. Os rendimentos estão baixos e as características positivas que ela oferece podem ser facilmente encontradas em outros tipos de aplicação. Há formas mais rentáveis de investir, com segurança e de forma tão simples quanto!

Para investir em bons produtos financeiros, como Tesouro Direto, ou outros que rendem mais do que a poupança, a melhor opção é abrir uma conta em uma corretora de valores. A corretora poderá oferecer opções de investimento que atendam ao seu perfil de investidor e ainda oferecer suporte para a realização das operações.

Antes de fazer qualquer investimento, escolha uma corretora de confiança que ofereça suporte para responder suas dúvidas, como a Genial Investimentos. Após abrir a sua conta, você poderá escolher entre os ativos que correspondem às suas necessidades.

Por exemplo, para compor a sua reserva de emergência, o ideal é investir em um produto com boa liquidez – que possa ser retirado no momento que for preciso – como um CDB com liquidez diária.

Depois disso, você terá apoio na sua corretora para escolher quais os melhores ativos para suas outras reservas, de acordo com o seu orçamento e os seus objetivos.

Quer conhecer outras opções de investimentos melhores que a tradicional caderneta? Confira nosso artigo “Quais são os investimentos tão ou mais seguros do que a poupança“?

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Publicado por Genial

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