Os fundos de investimento são uma forma de investir em conjunto com outros investidores. A modalidade talvez seja, inclusive, uma das primeiras alternativas com as quais qualquer pessoa que deseja investir no mercado financeiro tem contato. 

No entanto, o investimento via fundos tem características próprias na comparação com outras possibilidades de investimento. Entre elas, está o fato de contarem com o trabalho de um gestor profissional para gerir a carteira. 

Além disso, existem tipos de fundos com particularidades – e vale a pena conhecê-los.  

Então continue a leitura deste e-book que nós, da Genial Investimentos, preparamos para você e confira um guia completo sobre os principais fundos de investimento disponíveis no mercado! 

Introdução

Para montar uma carteira de investimentos diversificada e com bom manejo de risco, é fundamental conhecer as alternativas disponíveis no mercado financeiro. Portanto, saber quais são os fundos existentes pode auxiliar a sua tomada de decisão. 

Eles trazem possibilidades para todos os perfis de investidor, apresentam características específicas e diversas vantagens. Se você quer aproveitar os aspectos positivos, precisa entender as opções para fazer escolhas de acordo com o seu perfil e objetivos. 

Este e-book visa apresentar alguns dos principais fundos de investimento a você e ajudá-lo a tomar boas decisões de investimento a partir de agora. Confira! 

O que são fundos de investimento? 

Fundos de investimento são uma modalidade de investimento coletiva. Eles são formados pela união de diversos investidores que têm a intenção de investir no mercado financeiro com um mesmo objetivo. 

Por exemplo, pessoas que desejam investir em renda fixa, no setor imobiliário, em ações, entre outros. Assim, o grupo se reúne por meio do fundo e se expõe a uma mesma estratégia. Quem escolhe a composição do portfólio do fundo de acordo com a estratégia definida é o gestor. 

Há diversas alternativas de fundos, todos com objetivo, estratégia e objetivos específicos. Por isso, é possível encontrar no mercado fundos que podem agradar, em graus diferentes, os três tipos de investidor: conservador, moderado e arrojado. 

Fundos de renda fixa, por exemplo, podem ser mais adequados para investidores conservadores. Por outro lado, fundos de ações tendem a fazer parte, com maior frequência, da carteira de investidores moderados e arrojados. 

Como funcionam? 

O funcionamento dos fundos de investimento é relativamente simples. Podemos dizer que eles funcionam como uma espécie de condomínio, em que o dinheiro de diversos investidores é arrecadado. Eles visam obter lucro aos cotistas a partir desse aporte. 

Para participar do fundo, é necessário adquirir cotas. O gestor profissional é responsável por decidir como o montante será alocado. Assim, o investidor não participa da tomada de decisão, mas tem participação nos resultados do fundo. 

Isso geralmente ocorre pela valorização das cotas. Ou seja, ao obter lucro, o patrimônio do fundo aumenta e a cota se torna mais cara. Se o investidor optar por vendê-las, realiza o ganho de capital. Em fundos imobiliários, pode existir também a distribuição de dividendos. 

Os fundos podem ser constituídos sob a forma de condomínio aberto ou fechado. No primeiro caso, os investidores podem fazer o resgate das cotas a qualquer momento — conforme o regulamento do fundo. Já no fundo fechado, só é possível resgatar as cotas após um determinado prazo – ou negociar cotas no mercado secundário.  

É importante ressaltar que, em geral, os fundos de investimento cobram algumas taxas dos investidores. Entre elas, está a taxa de administração e a taxa de performance. 

Isso é preciso porque os fundos têm uma estrutura complexa. Cada agente que atua nele exerce um papel fundamental para que o investimento possa ser lançado e funcione de forma adequada. 

Confira alguns detalhes sobre a atuação dos principais agentes que compõem a estrutura de um fundo de investimento: 

Gestor 

Como você já viu, o gestor tem papel central para os resultados do investimento. É ele quem decide como investir, mas deve seguir a estratégia definida na lâmina dessa modalidade de investimento. Assim, ao comprar cotas de um fundo, o investidor sabe qual método será seguido pelo gestor. 

Vale lembrar que o cotista não está adquirindo determinado ativo, mas se expondo aos ativos por meio do fundo. O resultado depende do trabalho do gestor. Por isso, o profissional precisa ser qualificado e ter habilitação para atuar no mercado financeiro. 

Administrador 

O administrador ou empresa administradora auxilia no trabalho da gestão. Ele é responsável por realizar as atividades burocráticas relativas ao fundo. Um exemplo é o controle dos demais prestadores de serviços e a organização da documentação para instituições e cotistas. 

Outra função é a prestação de contas a entes reguladores — como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Logo, a empresa administradora é necessária para que o gestor possa focar na posição estratégica de tomar decisões e realizar os investimentos.  

Custodiante 

O gestor utiliza o capital do fundo para adquirir ativos e derivativos e, como você viu, os investimentos não vão diretamente para a carteira dos cotistas. O que acontece com eles? 

Nesse caso, o registro da carteira de um fundo de investimentos depende de uma empresa custodiante. É ela quem faz o registro e a custódia dos ativos. Além disso, ela é responsável por fazer a liquidação, ou seja, efetivar a compra ou venda deles. 

Principais vantagens de contar com fundos de investimento 

Os fundos de investimento podem ser boas opções para investir. Até mesmo pequenos investidores – que não possuem capital tão alto para aporte – podem se beneficiar de alguns deles.  

Confira as principais vantagens de ter esse veículo de investimento na sua carteira: 

Acesso a diferentes ativos 

A maioria dos fundos de investimento permite que os investidores acessem uma ampla gama de investimentos dos mais diversos tipos. Isso porque eles geralmente têm portfólio diversificado. Ou seja, com apenas uma cota, você pode ter exposição a mais de um ativo. 

A diversificação da carteira de investimentos é uma estratégia muito defendida para manejar riscos e aumentar o potencial de retorno. Você pode fazer isso por conta própria, escolhendo diversos ativos individuais, mas também pode contar com a praticidade dos fundos. 

Baixo custo 

Os fundos costumam ser acessíveis à boa parte dos investidores porque têm flexibilidade e facilidade de aportes. De modo geral, a aquisição de cotas pode ser feita por investidores com uma quantia de capital menor do que a utilizada para adquirir os ativos individualmente. 

Gestão profissional 

A gestão profissional é considerada uma grande vantagem para muitos investidores. Assim, eles podem escolher o fundo que melhor atenda às suas expectativas e aos seus objetivos, deixando as decisões de investimento com o gestor. 

Quais são as alternativas de fundos de investimento? 

Agora que você sabe o que são fundos de investimento, como funcionam e quais são as suas principais características, conheça algumas alternativas disponíveis no mercado: 

Fundos de renda fixa 

Os fundos de renda fixa podem ser uma opção para quem busca mais segurança. A principal característica desses fundos é que a maior parte do portfólio deve ser alocada em ativos de renda fixa — que são mais previsíveis. 

O gestor pode optar, então, por títulos públicos, certificados de depósito bancário (CDBs), letras de crédito imobiliário e do agronegócio (LCIs e LCAs), debêntures, entre outros. As decisões devem ser tomadas de acordo com a estratégia do fundo. 

Dessa forma, existem diferentes fundos de renda fixa. Portanto, é importante analisar as características de cada um para identificar aquele que se adéqua melhor aos seus objetivos. Vale ressaltar que nem todos terão a mesma segurança ou liquidez de determinados ativos. 

Os chamados fundos DI, por exemplo, chama atenção por essas características. Apesar de não serem classificados mais pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) com esse nome, a nomenclatura ainda é muito conhecida no mercado financeiro. 

O foco deles está em acompanhar a taxa de juros CDI (certificado de depósito interbancário). Assim, geralmente focam nos investimentos com mais liquidez. Já outros fundos podem investir em crédito privado – como os fundos de investimento em direitos creditórios (FDICs), por exemplo, aumentando os riscos. 

Fundos de ações 

Os fundos de ações aportam no mercado acionário. Isso significa que o gestor investe o capital dos cotistas na bolsa de valores. Logo, pode ser uma forma de investir em ações de empresas sem a necessidade de escolher os papéis individualmente. 

O gestor é responsável por tomar as decisões de acordo com as oportunidades do mercado e com a estratégia do fundo — que pode ser mais ou menos arriscada. Por conta da volatilidade da renda variável, esse tipo de investimento é mais indicado para o longo prazo

Afinal, é preciso lembrar que, na renda variável, os preços das ações variam constantemente. Por esse motivo, no curto prazo, pode haver maiores riscos de prejuízo. No longo prazo, é esperado que a volatilidade cause menos efeito. 

Outra particularidade importante para considerar nos fundos de ações é a forma de tributação e as taxas. O Imposto de Renda é cobrado sobre a rentabilidade. A alíquota é de 15% e fica retida na fonte. 

O investidor também deve ficar atento às taxas de administração, que é utilizada para remunerar o gestor. E à de performance, cobrada quando a rentabilidade do fundo supera o seu índice de referência — por exemplo, o Ibovespa. 

Fundos multimercados 

Geralmente, um fundo de investimento precisa seguir algumas regras em relação ao percentual do capital que será alocado em um tipo ou classe de investimento. No caso dos fundos multimercados, isso não acontece. 

Trata-se de um fundo que pode ter uma estratégia ampla e envolver mercados diferentes. Com isso, não é definido um percentual mínimo para investir em determinadas classes de ativos. Os fundos multimercados, portanto, usufruem de maior liberdade em relação à composição da carteira. 

A gestão pode mesclar diferentes estratégias e técnicas para alcançar os resultados que procura nos investimentos. Por isso, esse fundo requer mais atenção do investidor ao verificar a lâmina e entender qual é a estratégia e o perfil de risco. 

Na prática, é possível encontrar fundos multimercados mais conservadores, com muita alocação em renda fixa, por exemplo. Também existem os mais arrojados, que podem incluir até mesmo atividades de especulação na bolsa. 

Assim, o portfólio dos fundos multimercados pode ser bem diverso. Alguns envolvem ações, cotas de outros fundos, títulos públicos, derivativos, exposição a juros, câmbio etc. Eles podem, portanto, ser combinados de diferentes formas, de acordo com a estratégia montada pela gestão. 

Fundos imobiliários 

Os fundos de investimento imobiliário (FIIs) focam seus investimentos no setor de imóveis. Assim, os FIIs podem investir tanto em imóveis físicos (fundos de tijolo) quanto em títulos de renda fixa relacionados com esse segmento (fundos de papel). 

Em fundos de papel, a aplicação pode se dar em letras de crédito imobiliário (LCIs) e certificados de recebíveis imobiliários (CRIs), por exemplo. Nos chamados fundos de fundos os gestores também podem adquirir cotas de outros FIIs, a fim de participar dos resultados deles. 

Nos fundos de tijolos, existem aqueles que investem na reforma ou construção de imóveis para venda. Outros investem em imóveis físicos com foco na administração de prédios comerciais para lucrar com o aluguel de galpões, salas ou lojas. 

Como você pode ver, há diversas possibilidades — e tudo dependerá da estratégia do fundo. Um diferencial dos FIIs é que eles têm suas cotas negociadas na bolsa de valores – assim como os fundos de índice (ETF). Normalmente, os demais fundos negociam suas cotas por meio da plataforma de corretoras de valores. 

Por serem listados na bolsa, em geral, os FIIs apresentam boa liquidez. Para vender suas cotas, basta emitir uma ordem de venda no home broker da corretora e esperar que outro investidor interessado as compre. 

Como estão na bolsa, o preço das cotas dos fundos imobiliários pode aumentar ou diminuir de acordo com as movimentações do mercado financeiro — além do setor imobiliário. Portanto, existe a possibilidade de lucrar ou ter prejuízo. 

Fundos cambiais 

Os fundos cambiais têm seus portfólios expostos, majoritariamente, às moedas estrangeiras. É importante entender que eles não investem diretamente em moedas de outros países, como dólar e euro. 

O foco é investir em títulos referenciados nessas moedas, além de poderem fazer operações com derivativos ou contratos swap. O objetivo desses fundos é permitir que os cotistas acompanhem a variação do câmbio. 

Isso pode ser feito para gerenciar o risco da carteira de investimentos ou para manter o poder de compra do dinheiro diante das oscilações cambiais. Além disso, uma parcela do portfólio pode ser alocada em outros tipos de investimentos, que não estejam atrelados às moedas estrangeiras. 

Muitas vezes são escolhidos até mesmo títulos mais conservadores para fazerem parte do portfólio desses fundos — como alguns títulos de renda fixa. O objetivo é buscar um pouco mais de rentabilidade. 

Vale saber também que, mesmo que a exposição da carteira seja em moedas internacionais, tanto o investimento quanto o resgate das cotas são feitos em real. 

Fundos internacionais 

Se você quer ter exposição a outros países, os fundos internacionais podem ajudar. Eles focam em ativos estrangeiros e moedas, oferecendo a oportunidade de lucro e também de proteção (ou hedge) cambial.  

Além dessas vantagens em relação ao câmbio, eles também permitem a diversificação e a exposição internacional. Muitas vezes, os mercados de outros países são muito maiores do que o brasileiro. Assim, além dos fundos cambiais há outras opções para aproveitar essa diversidade. 

Qualquer fundo de investimento que tenha em seu portfólio a exposição a ativos estrangeiros pode ser usado para diversificar a carteira – e equilibrar os riscos do Brasil. É o caso de ETFs (exchange traded funds) que se propõem a acompanhar o S&P 500 como referência. 

Esse índice é atrelado a ativos das bolsas americanas. Assim, nesse caso, o fundo tem exposição ao resultado de empresas negociadas nos EUA. Outros exemplos de fundos internacionais são os fundos de ações ou multimercados que têm estratégia de exposição estrangeira. 

Nesse caso, os fundos devem ter parte do portfólio atrelado a bolsas de outros países. Ou seja, é possível encontrar no mercado tanto fundos internacionais que permitem aos investidores terem exposição ao câmbio quanto fundos que investem em títulos e ativos internacionais. 

Fundos em criptomoedas 

Você sabia que é possível investir em criptomoedas por meio de fundos? A compra direta do ativo pode ser mais arriscada, pois não é regulamentada no Brasil. Assim, para reduzir as chances de cair em golpes, os fundos de investimento surgem como uma oportunidade. 

Eles são oferecidos de forma regulamentada. Portanto, oferecem maior segurança institucional. Por conta disso, a modalidade de investimento tem ganhado cada vez mais espaço, tanto no mercado financeiro nacional quanto internacional. 

Esses fundos permitem o investimento em moedas digitais com segurança institucional poque seguem as regras definidas pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Logo, os investidores podem ter maior tranquilidade no momento de investir. 

A partir deles é possível se expor aos ativos digitais com maior segurança e ter a chance de aproveitar a diversificação que essa alternativa oferece para o seu portfólio. 

Fundos de ouro 

Em geral, os fundos de investimento em ouro correspondem a fundos do tipo multimercado. Nesse caso, eles investem grande parte do seu patrimônio (ou até mesmo todos os recursos) em ativos lastreados em ouro. 

O fundo de ouro pode investir em ETFs de ouro negociados no mercado financeiro ou em contratos futuros de ouro no mercado futuro, por exemplo. Existe também a possibilidade de investir em cotas de outros fundos. 

Além do ouro, alguns fundos também podem atrelar sua rentabilidade ao dólar. Afinal, normalmente, quem investe em ouro busca se proteger das oscilações do mercado, da perda de patrimônio devido às crises financeiras ou da possível desvalorização do real. 

Por esse motivo, o objetivo dos fundos de ouro não costuma ser, necessariamente, obter rentabilidade. Eles também têm uma função de hedge em relação a outros investimentos que o investidor possa ter na carteira. 

O motivo é simples: o ouro — assim como o dólar — apresenta baixa correlação com a bolsa de valores. Dessa forma, podem oferecer equilíbrio para a carteira em períodos de baixa das ações. 

Fundo de investimento em direitos creditórios 

Os direitos creditórios são todos os direitos que uma empresa tem de receber por meio de parcelas de cartão de crédito, cheques, aluguéis ou duplicatas. A companhia pode transformar as dívidas dos clientes em títulos negociáveis, os quais são vendidos para investidores a um valor mais baixo. 

Assim, quando o pagamento do cliente é efetivado, o dinheiro não vai para o estabelecimento, mas sim para o investidor. Esse é o processo chamado de securitização. Nesse sentido, o fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) busca retorno por meio desses direitos. 

As instituições financeiras constituem o fundo e vendem cotas dos FIDCs para captar recursos. Todo FIDC possui um regulamento que define a política de investimento do fundo, além de suas características de atuação. Entre elas, está a forma de diversificação da carteira. 

Fundos quantitativos 

Além de tipos de fundos, existem também diferentes estratégias de gestão. Uma delas é representada nos fundos quantitativos. A tomada de decisão nesses fundos não se baseia na análise feita por pessoas.  

Afinal, mesmo gestores muito experientes apresentam limitações humanas em relação às avaliações que pode fazer. Por outro lado, um programa tecnológico usado em fundos quantitativos pode complementar as análises ao processar inúmeros dados rapidamente. 

Assim, ele pode captar informações que podem passar despercebidas por um ser humano. Dessa forma, os fundos quantitativos negociados no Brasil usam análises numéricas para basear decisões. A estratégia permite reduzir os efeitos da subjetividade nas decisões de investimento.  

Com isso, o fundo pode agradar investidores que buscam por um portfólio objetivo e baseado em evidências. Afinal, algoritmos são utilizados para acompanhar o mercado de renda variável e indicar decisões mais vantajosas de investimento. 

Em geral, essa estratégia pode ser usada em fundos de ações ou multimercado. Cabe ressaltar que a gestão do fundo continua tendo um papel importante, pois a tecnologia não trabalha sozinha. É necessário haver pessoas por trás dos programas para definir os parâmetros. 

Com isso, o sistema é personalizado para encontrar as oportunidades que mais interessam ao gestor e aos investidores. 

Conclusão 

Agora você entende tudo o que precisa sobre os diversos fundos de investimento. Lembre-se de que, antes de investir, é fundamental conhecer seu perfil de investidor e analisar as possibilidades de fundos adequados a ele.  

Considere também os seus objetivos e as características de cada fundo. Isso inclui riscos, rentabilidade, liquidez, aporte mínimo etc. Então, verifique a lâmina dos fundos do seu interesse, os resultados históricos e as estratégias utilizadas.  

Desse modo, você poderá escolher o fundo que atenda melhor às suas expectativas e necessidades, tomando uma decisão mais acertada. 

Se você ainda tiver dúvidas sobre como analisar os fundos de investimento e precisar de ajuda, pode entrar em contato com a equipe da Genial Investimentos. Estamos disponíveis para auxiliá-lo nas suas decisões! 

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