Para aumentar o patrimônio e melhorar as condições das finanças, é importante adotar estratégias eficazes para ter bons resultados e alcançar os objetivos. Nesse sentido, montar uma carteira de dividendos pode ser uma alternativa para expandir o capital.
No entanto, embora ela seja uma opção interessante, muitos investidores ficam em dúvida sobre como colocar a estratégia em prática. Por isso, vale a pena entender o funcionamento de uma carteira de dividendos.
Quer aprofundar o seu conhecimento sobre o assunto? Neste post, nós, da Genial Investimentos, apresentaremos as principais informações sobre a carteira de dividendos.
O que é uma carteira de dividendos?
A carteira de dividendos é um portfólio focado em ativos que pagam esse tipo de provento. O principal objetivo é selecionar empresas com perfil de geração de caixa/lucro e cujo histórico mostra um tendência distribuição desse resultado com seus sócios, visando a distribuição periódica de parte desses ganhos aos investidores.
Na prática, os dividendos são um tipo de provento em que os pagamentos são feitos por empresas ou fundos aos cotistas ou acionistas. Montar uma carteira de dividendos é uma estratégia para quem deseja ter uma renda passiva e quer acumular riqueza ao longo do tempo.
Entretanto, é importante ressaltar que a escolha dos ativos para montar esse tipo de carteira exige dedicação e conhecimento por parte do investidor. Além disso, vale fazer uma análise dos fundamentos das alternativas antes de selecioná-las, ok?
Como funciona uma carteira de dividendos?
Agora que você já sabe o que é uma carteira de dividendos, chega a hora de entender o seu funcionamento.
Portanto, o investidor deve ter paciência para manter o dinheiro investido e aguardar pelo recebimento dos dividendos. O pagamento recebido pode ser utilizado como uma fonte de renda adicional ou ser reinvestido no portfólio, como você verá adiante.
Além disso, os dividendos são distribuídos considerando a quantidade de ações ou cotas de fundos que você mantém, proporcionalmente. Dependendo do patrimônio investido, é possível alcançar, até mesmo, a tão sonhada independência financeira.
Em muitos casos, as empresas pagadoras de dividendos costumam ter uma forte presença no mercado e um histórico de valorização consistente. Isso proporciona maior segurança ao investir.
Em relação aos impostos, os dividendos não sofrem retenção de Imposto de Renda (IR) no momento do recebimento no caso das ações — e contam com a isenção em outros casos, como nos FIIs, se seguidos os requisitos legais. Nesse caso, os acionistas ou cotistas recebem o valor integral, sem retenção na fonte.
Quais são os tipos de carteiras de dividendos?
Após conhecer o funcionamento de uma carteira de dividendos, vale a pena saber quais são os principais tipos. Com isso, fica mais fácil escolher as alternativas para compor o seu portfólio.
Veja, a seguir!
Dividendos de ações
As ações consistem na menor fração do capital social de empresas que estão listadas em bolsas de valores. Em relação aos dividendos, a decisão sobre a sua distribuição é tomada em assembleias gerais, nos quais os resultados financeiros são revisados.
Mas é importante ressaltar que as corporações podem optar por não distribuir uma parcela do lucro aos investidores. Isso ocorre quando a parte administrativa do negócio entende que a distribuição desses proventos é incompatível com a situação financeira atual.
Então é essencial avaliar cada empresa para entender a sua política de pagamento de dividendos e o seu potencial de distribuição. Ademais, na bolsa de valores (B3), você encontrará companhias de diferentes setores para investir e receber os proventos. Alguns exemplos são:
- industrial;
- varejo;
- agronegócio;
- financeiro;
- construção civil;
- elétrico;
- saneamento;
- seguros;
- telecomunicações.
Dividendos de fundos imobiliários
Assim como ocorre com ações, os fundos imobiliários (FIIs) devem pagar dividendos aos cotistas. A legislação exige que eles distribuam 95% do resultado obtido pelo regime de caixa a cada semestre.
Para realizar a apuração, são utilizados os balancetes semestrais finalizados em 30 de junho e 31 de dezembro. No entanto, vale ressaltar que se o fundo não tiver resultados positivos, não haverá distribuição de dividendos.
Isso costuma acontecer quando o fundo está em fase inicial e não gera lucros. Outra possibilidade é por conta de problemas como vacância dos imóveis, gerada pela má localização, ou crises como a pandemia, que afetou a circulação em prédios e shoppings.
Existem diferentes tipos de FIIs, conforme a sua estratégia de investimento. Os fundos de papel, por exemplo, investem em títulos de renda fixa lastreados no setor imobiliário. Logo, eles não alocam recursos diretamente em imóveis, mas em aplicações relacionadas a esse mercado.
Os benchmarks desse tipo de fundo tendem a ser o CDI (Certificado de Depósito Interbancário) e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Quando a inflação e os juros aumentam, os dividendos desses fundos costumam ser mais altos.
Por outro lado, os fundos de tijolo têm como foco os imóveis físicos, como aeroportos, shoppings, galpões industriais, propriedades comerciais e residenciais. Nesse caso, se o foco for o aluguel, há chances de ter dividendos mais frequentes, já que os pagamentos são recorrentes. Porém, quando o foco é a negociação de imóveis, os dividendos podem ser menos regulares.
Dividendos de BDRs
Os BDRs (brazilian depositary receipt) possibilitam que os investidores recebam dividendos caso os ativos internacionais aos quais eles estão ligados façam esse pagamento. Esses certificados podem ser lastreados em ações, fundos de investimento e títulos de dívida estrangeiros, por exemplo.
Assim, ao adquirir um BDR, você pode se expor a organizações como Meta, Tesla, Apple, Netflix etc. Quando uma empresa estrangeira decide distribuir os lucros, por exemplo, os dividendos são convertidos em reais e creditados na conta do investidor brasileiro.
A instituição emissora do BDR é a responsável pela conversão cambial, simplificando o processo para o investidor. Ainda, a política de dividendos dos BDRs está vinculada às práticas relacionadas ao ativo estrangeiro.
Como montar uma carteira de dividendos?
Como você viu, diferentes tipos de ativos podem pagar proventos. Agora, é o momento de aprender a montar uma boa carteira de dividendos.
Confira as principais dicas!
Tenha um bom planejamento financeiro
Antes de montar a carteira de dividendos, é importante ter um bom planejamento financeiro. Primeiramente, você deve saber quanto poderá investir. Para isso, faça uma análise detalhada de sua situação financeira, incluindo receitas, despesas e possíveis cortes em gastos extras.
Ao criar um planejamento financeiro sólido, você estabelece metas claras para montar a sua carteira. Ademais, essa etapa proporciona disciplina e consistência nos aportes, que são essenciais para o sucesso a longo prazo.
Avalie o seu perfil de investidor
Mais um passo para montar uma carteira de dividendos é analisar o seu perfil de investidor. Com isso, você consegue compreender o seu nível de tolerância ao risco e optar pelos investimentos mais adequados.
Vale ressaltar que o mercado financeiro conta com diferentes opções e oferece tanto investimentos mais seguros quanto alternativas mais arriscadas. Investidores com perfil moderado, por exemplo, estão em busca de mais estabilidade em seus investimentos.
Nesse sentido, a carteira de dividendos pode ser composta por ações de empresas ou cotas de FIIs consolidados, por exemplo, com um peso menor da carteira. Por outro lado, investidores com um perfil mais arrojado estão dispostos a assumir maiores riscos em busca de retornos mais elevados.
Dessa maneira, os ativos de renda variável poderão ser mais presentes na composição do portfólio. Mas lembre-se de que isso não é uma recomendação, ok? Além do perfil de investidor, é preciso considerar outros fatores para montar a sua carteira de dividendos.
Estude sobre o mercado financeiro e as suas possibilidades
É necessário estudar sobre o mercado e as suas possibilidades. No caso das ações, por exemplo, diversos fatores podem influenciar tanto os resultados das empresas quanto a distribuição de dividendos.
Logo, analise cada ativo e o seu setor para tomar decisões estratégicas e fundamentadas na construção da sua carteira. Lembre-se de que nem todas as companhias distribuem dividendos com regularidade, e algumas optam por reinvestir os lucros, ok?
A mesma orientação vale para os BDRs, FIIs e outras alternativas. Quanto mais conhecimento você adquire sobre eles e o mercado financeiro, mais preparado estará para selecionar os melhores ativos para o seu portfólio.
Use indicadores fundamentalistas
Na hora de montar uma carteira de dividendos, a análise fundamentalista é uma técnica muito útil para escolher as empresas e os fundos. O motivo é que ela oferece diferentes informações importantes sobre as corporações na bolsa de valores.
Veja quais são os principais indicadores de análise fundamentalista que você deve avaliar para esse objetivo!
Dividend yield
O dividend yield é um indicador que mostra a relação entre os dividendos pagos por uma companhia ou fundo e o preço de sua ação ou cota. Assim, o investidor consegue avaliar o retorno proporcionado pelos dividendos em relação ao preço pago pelo papel em determinado período, por exemplo.
De modo geral, quanto maior for o dividend yield, mais elevada tende a ser a rentabilidade do acionista. Contudo, não avalie esse indicador de forma isolada, tudo bem? Tenha em mente que ele oferece uma visão limitada, focando apenas na distribuição de proventos em um período específico.
O dividend yield não considera outros aspectos. Por exemplo, a saúde financeira da empresa, a sua capacidade de manter os pagamentos de dividendos no longo prazo e a sua política de distribuição de lucros. Ele também não é garantia de distribuição futura dos dividendos.
Dividend payout
Já o dividend payout (pagamento de dividendos) demonstra a porcentagem dos lucros de uma empresa ou FII que é distribuída aos acionistas ou cotistas na forma de dividendos. Ele pode variar bastante conforme o setor de atuação e as estratégias da corporação ou do fundo.
Um dividend payout equilibrado costuma indicar que a empresa, por exemplo, está conseguindo balancear a distribuição de dividendos com a retenção de lucros para reinvestimento no próprio negócio.
Isso sugere uma boa saúde financeira e capacidade de crescer de forma sustentável no longo prazo. Já um dividend payout alto pode sinalizar que a empresa não está focada em crescimento e expansão. Entretanto, é preciso considerar outros indicadores na análise.
Lucro por ação
O lucro por ação (LPA) calcula o lucro líquido gerado pela empresa para cada papel emitido. Nesse caso, é preciso dividir o lucro líquido total pelo número de ações em circulação. Companhias com um LPA alto podem ter uma capacidade maior de sustentar dividendos consistentes ao longo do tempo.
Isso ocorre porque um lucro por ação elevado indica que a empresa está gerando um bom retorno sobre cada papel emitido. O indicador pode proporcionar uma base sólida para as distribuições de dividendos aos acionistas.
No entanto, é importante destacar que um LPA elevado não é garantia de ganhos futuros ou de pagamentos de dividendos, tá bom? O indicador representa uma métrica teórica que oferece suporte a uma análise mais aprofundada da saúde financeira e da capacidade de geração de lucro da empresa.
Balanço patrimonial
O balanço patrimonial proporciona uma visão detalhada da saúde financeira da empresa ao mostrar a relação entre os seus ativos e passivos. Esse documento contábil evidencia a capacidade de gerar caixa e lucros, aspectos essenciais para a distribuição de dividendos.
Isso porque empresas com ativos sólidos e baixo endividamento tendem a ter maior estabilidade financeira para pagar proventos aos acionistas de forma consistente. Além disso, com o balanço patrimonial, é possível avaliar a solvência da empresa — ou seja, a sua capacidade de honrar compromissos financeiros no curto e longo prazo.
Diversifique a carteira
Um dos princípios essenciais na construção de uma carteira de dividendos é a diversificação. Isso significa distribuir os investimentos entre diferentes tipos de ativos e setores do mercado financeiro.
Ao diversificar, você reduz os riscos associados a apenas um ativo, mercado ou segmento. Mesmo que um investimento tenha uma queda, por exemplo, demais alternativas poderão se valorizar e equilibrar a sua carteira.
Na hora de montá-la, não invista todo o seu capital apenas em um FII ou ações de uma única empresa, por exemplo. Tente distribuí-lo em diversas alternativas disponíveis e em setores distintos, inclusive, pensando em uma estratégia de recebimentos frequentes de proventos.
Quais são as vantagens de uma carteira de dividendos?
Após aprender a montar uma carteira de dividendos, vale conhecer as vantagens de adotar essa estratégia. Confira!
Possibilidade de receber renda passiva
Uma das principais vantagens de uma carteira de dividendos é a possibilidade de gerar uma fonte de renda passiva. Ao investir em empresas e fundos que distribuem esses proventos, o investidor tem chances de receber os pagamentos de forma periódica.
No longo prazo, os dividendos podem complementar a renda ou até mesmo sustentar o padrão de vida do investidor. Nesse caso, eles proporcionam maior segurança financeira e independência.
Possibilidade de reinvestir
Por fim, você pode reinvestir os dividendos recebidos. Caso você não queira usufruí-los, é possível destinar esse dinheiro para a compra de novas ações ou cotas de fundos, por exemplo. Como consequência, o investidor poderá impulsionar a sua carteira, aumentando a sua capacidade de aporte.
Quais são as desvantagens de uma carteira de dividendos?
Apesar das diversas vantagens, a carteira de dividendos conta com alguns pontos de atenção. Primeiramente, ela não está isenta do risco de mercado. As flutuações econômicas podem afetar a cotação das ações e cotas de fundos — e o retorno obtido por meio dos dividendos.
Além disso, ao montar uma carteira de dividendos, você deve acompanhá-la com frequência. O investidor precisa monitorar a saúde financeira das empresas e fundos, os resultados trimestrais e as decisões de distribuição de lucros, por exemplo.
Esse acompanhamento é importante para que o seu portfólio permaneça equilibrado e alinhado com os objetivos de investimento. Ainda, a capacidade de uma empresa ou fundo pagar dividendos depende de sua saúde financeira, como você viu.
Em tempos de dificuldade econômica, crises específicas do setor ou problemas internos, as corporações podem reduzir ou até suspender a distribuição de dividendos, por exemplo. Portanto, também é importante avaliar essas desvantagens na hora de montar a sua carteira.
Como ampliar os rendimentos passivos?
Você entendeu que os dividendos podem ser uma fonte de renda passiva, certo? Nesse caso, uma das medidas para ampliar esses rendimentos é por meio do reinvestimento dos proventos.
O processo tem como base, por exemplo, utilizar o dinheiro recebido com a distribuição dos dividendos para adquirir novas cotas de fundos ou ações. Quando os investidores reinvestem as quantias, a proporção dos ativos aumenta, podendo gerar mais dividendos no futuro.
Esse processo é similar aos juros compostos, que criam uma bola de neve financeira positiva. Com o tempo, os dividendos reinvestidos podem ampliar o patrimônio e a renda passiva obtida — colaborando, até mesmo, com a conquista da independência financeira.
Quais são as outras opções para receber renda passiva?
Sabendo que os dividendos são uma possibilidade de gerar renda passiva, é comum ter o interesse em conhecer mais alternativas para consegui-la.
Conheça as principais opções de investimento utilizadas para esse fim!
Títulos de renda fixa
Os títulos de renda fixa funcionam como empréstimos realizados pelos investidores a instituições, como Governos, empresas ou bancos. Nesse caso, elas utilizam os recursos para financiar as suas operações.
Existem diferentes tipos de remunerações de títulos de renda fixa, cada uma com suas características específicas. Confira:
- prefixados: nessa modalidade, o investidor conhece a taxa de retorno que será aplicada sobre o valor investido;
- pós-fixados: aqui, os rendimentos estão atrelados a algum indicador de mercado, como a Selic (taxa básica de juros) ou o CDI (Certificado de Depósito Interbancário ou taxa DI);
- híbridos: são títulos que combinam uma taxa de juros fixa com um componente variável, atrelado a um indicador de inflação, como o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).
Vale saber que alguns títulos de renda fixa pagam cupons semestrais. Eles são os juros pagos ao investidor periodicamente, enquanto o capital principal permanece investido até o vencimento do título.
Também há títulos com fluxos de pagamento diferenciados, como o Tesouro RendA+ e o Educa+, que pagam rendimentos ao longo de 240 meses e 60 meses, respectivamente. Entretanto, é preciso aguardar o vencimento do título para começar a receber os pagamentos.
Previdência Privada
A Previdência Privada é uma opção de investimento com foco no longo prazo. Ela pode ser direcionada para gerar renda passiva, muitas vezes como complemento da Previdência Social. Esse tipo de investimento é composto pelos fundos de Previdência.
O funcionamento do produto ocorre em duas etapas. Na fase de acumulação, os investidores contribuem de maneira periódica ao longo dos anos. Essas contribuições são direcionadas aos fundos de Previdência, que, por sua vez, realizam investimentos conforme a estratégia definida.
Quando chega o momento de resgatar os recursos acumulados, também conhecido como etapa de usufruto, o investidor tem algumas opções. Ele pode escolher receber o montante total de uma vez ou em parcelas mensais.
Caso opte pelo recebimento parcelado, há a possibilidade de receber uma renda vitalícia ou por um período determinado. Isso depende das condições estabelecidas e do valor acumulado ao longo dos anos.
Aluguel de bens
Quem não tem interesse nos investimentos disponíveis no mercado financeiro poderá obter renda passiva com o aluguel de bens, sejam eles imóveis ou móveis. Nesse caso, a pessoa adquire propriedades com o objetivo de locá-las.
A ideia é proporcionar um fluxo de renda regular por meio dos aluguéis pagos pelos locatários. Essa prática já é bastante conhecida, mas envolve burocracia e um custo maior. Nem todos têm o patrimônio necessário para adquirir um imóvel à vista, certo?
Caso a pessoa opte pelo financiamento, parte dos rendimentos obtidos com os aluguéis pode ser direcionada para o pagamento das prestações, o que reduz a sua lucratividade. Gerenciar um imóvel alugado também tem alguns desafios.
Nesse caso, você terá que lidar com questões de inadimplência, garantir o cumprimento das cláusulas pelos inquilinos e elaborar contratos de locação. Esses aspectos podem tornar a experiência complexa, apesar das oportunidades de renda passiva que o aluguel oferece.
Com o avanço da tecnologia, surgiram novas formas de aluguel de bens, como o aluguel de veículos por meio de aplicativos de transporte. Embora essa possa ser uma opção com custos menores, existem desafios burocráticos a serem enfrentados.
Negócios online
Os negócios online são uma alternativa para gerar renda passiva. Essa modalidade possibilita que os empreendedores monetizem conteúdos digitais, como e-books, cursos e blogs. O processo inicial envolve grande esforço na criação e na promoção desses produtos.
No entanto, uma vez estabelecidos, eles podem gerar retornos ao longo do tempo. Existem diversas formas de monetização para negócios online. Uma delas é a venda direta, na qual a pessoa cobra um valor específico pelo acesso ou download do seu produto digital.
Logo, ela recebe uma porcentagem do valor da venda, que pode variar dependendo da plataforma utilizada para a comercialização. Outra estratégia é a modalidade de assinatura, em que são oferecidos conteúdos exclusivos e atualizados para assinantes.
Isso garante uma receita recorrente na forma de mensalidades ou anuidades, proporcionando previsibilidade financeira ao negócio.
A publicidade é mais uma alternativa, com a rentabilização de conteúdo por meio de anúncios. Nesse modelo, a pessoa recebe uma comissão por cada clique ou visualização nos anúncios exibidos em seu site, blog ou plataforma digital.
Quais são os outros tipos de proventos?
Ao longo do post, você entendeu que os dividendos são um tipo de provento. Mas saiba que eles não são os únicos. Existem outras modalidades disponíveis, que se diferenciam por suas características.
Entre eles estão os juros sobre capital próprio (JCP). Eles consistem em uma distribuição feita em dinheiro, sendo aplicável somente às ações.
A principal diferença para os dividendos é contábil, já que ela ocorre antes da apuração do lucro líquido e dos impostos. Portanto, os JCP são deduzidos como despesa financeira da empresa, reduzindo a sua base tributável.
Os acionistas que recebem JCP são responsáveis pelo pagamento do Imposto de Renda sobre o valor recebido. A alíquota para essa tributação é de 15%, com retenção na fonte realizada pela empresa no momento do pagamento aos investidores.
Outro tipo de provento comum é a bonificação, que é extra. Aqui, o lucro acumulado não compartilhado passa a integrar o capital social da companhia, gerando a emissão de novos papéis. Essas ações são distribuídas aos acionistas, em quantidade proporcional à participação dos investidores.
Por fim, existem os direitos de subscrição. A distribuição acontece quando há emissão de novas cotas ou ações, durante um processo chamado de follow on. Quando novas ações ou cotas são emitidas, a participação atual dos investidores pode ser reduzida, considerando a proporção.
Para diminuir esse efeito, os acionistas atuais recebem o direito de subscrição, que confere prioridade na compra das novas ações ou cotas emitidas. Assim, eles podem adquiri-las para manter o nível de participação atual.
Como é a carteira de dividendos da Genial?
Após conhecer as principais informações sobre a carteira de dividendos, saiba que a Genial Investimentos conta com carteiras recomendadas especialmente para você! Elas são estruturadas com o objetivo de superar o desempenho do IDIV (Índice de Dividendos da Bolsa de Valores) no longo prazo.
Desse modo, as carteiras recomendadas buscam potencializar os retornos dos investidores por meio do pagamento regular de dividendos por parte das empresas selecionadas. Essas carteiras são elaboradas todos os meses por analistas da Genial.
Os profissionais utilizam uma estratégia fundamentada em análise detalhada das empresas. A seleção dos ativos considera o histórico de distribuição de dividendos, a perspectiva de crescimento das companhias, a saúde financeira etc.
Cada carteira recomendada é acompanhada por informações, como:
- um resumo que inclui os objetivos específicos daquele mês;
- a composição dos ativos selecionados;
- o cenário macroeconômico que pode influenciar as decisões de investimento.
Neste post, você entendeu o que é uma carteira de dividendos, como ela funciona e como montar a sua. Para aumentar as chances de sucesso, é importante considerar estratégias de longo prazo e fazer uma análise fundamentalista para identificar a saúde financeira das empresas ou fundos escolhidos.
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