Comprar ações e começar a investir na Bolsa de Valores é muito mais fácil do que você pode imaginar. “Mas sobra pouco dinheiro do meu salário para investir”, “eu não sou formado em economia nem leio todos os dias sobre o mercado”. Frases como essas, por exemplo, são típicas daquele investidor tímido que considera o mercado de ações um universo paralelo.

A questão é que, para comprar uma ação, o processo é simples e a ideia de se tornar sócio de uma grande empresa já torna esse hábito um fator de proximidade com o mercado financeiro. Afinal, ao comprar uma ação, mesmo que não seja com um valor alto, você está apostando no desempenho de uma companhia e depositando sua confiança nas decisões tomadas, o que te torna parte da empresa, de certa forma.

Por que investir em ações?

Começar investir em ações é uma ótima forma de render seu dinheiro mais do que a poupança e títulos de renda fixa, que pressupõem uma rentabilidade limitada. Comprando ações na Bolsa, seu patrimônio pode se multiplicar caso você consiga diversificar os investimentos e focar no longo prazo.

Isso porque as ações são investimentos de risco significativo, especialmente no curto prazo. A oscilação nos preços das ações é muito alta e o pagamento dos dividendos, isto é, da fatia da empresa que você investiu, depende do bom desempenho da companhia.

A recomendação básica de especialistas é que, mesmo para quem se intitula conservador nos investimentos, é importante deixar um espaço para as ações. Para o investidor que gosta de se arriscar mais, como os arrojados e agressivos, não é preciso nem reiterar que as ações são o investimento perfeito. Portanto, investir em ações é fácil e todos podem entrar nesse jogo. Basta escolher bem sua corretora ou plataforma de investimentos, quais são as taxas que cada uma cobra para cada investimento e se vale a pena baseado no quanto você irá investir. Confira onde você pode começar e como fazer:

Fundos de investimento em ações

A maneira mais indicada para uma pessoa que não tem tanta familiaridade com ações começar investir são por meio dos fundos de investimento. É a forma mais cômoda de investir em ações, caso você não tenha conhecimento profundo ou não tenha tempo hábil para escolher em quais empresas investir.

Os fundos são bons para os iniciantes porque oferecem gestão profissional e uma carteira diversificada sem que o investidor necessite deixar muito dinheiro para investir. Para investir em fundos de investimento, basta abrir conta em uma corretora de valores e escolher o melhor fundo de acordo com seus objetivos.Cada fundo disponibiliza um investimento mínimo, mas há alguns bastante acessíveis. Com apenas R$ 100 já é possível investir em um fundo de ações e render seu dinheiro.

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Custos

Na hora de resgatar seu dinheiro, será descontado do valor final 15% de Imposto de Renda (IR). Os fundos também cobram taxa de administração, forma de rentabilizar suas funções de gestão do dinheiro que você investiu. Não há incidência de IOF para quem deixar o dinheiro acima de 30 dias nem a cobrança dos come-cotas, pesadelo tributário de investidores de outros tipos de fundos.

Alguns fundos podem cobrar uma taxa de performance. É um porcentual sobre a rentabilidade que exceder um determinado índice de referência que o fundo se baseia.

Investimento direto em ações

Pessoas físicas podem investir diretamente em ações na bolsa, desde que tenham conta em uma corretora de valores. É possível enviar as ordens de compra e venda pelo telefone ou pela internet, por meio do home broker, plataforma onde se faz todas as operações de compra e venda das ações por meio do site da própria corretora.

Essas instituições financeiras costumam ter analistas e consultores que auxiliam o investidor individual a escolher seus investimentos. Diferentemente dos fundos, o investimento direto em ações exige que o investidor tenha mais conhecimento e tempo para se informar sobre o mercado para não correr muitos riscos de perder dinheiro.

As operações tradicionais de compra e venda de ações são feitas, no chamado mercado à vista, no qual o preço das ações oscilam em tempo real baseado na oferta e na demanda do mercado. As ações são negociadas em lotes, que reúnem uma determinada quantidade de ações, como se fossem pacotes. Normalmente os lotes são de 100 ações, por isso essa quantidade pode ser um fator limitador para quem quer investir menos de R$ 1000.

Imagine uma ação de R$ 20 negociada em um lote de 100 ações. Nesse caso, um único lote demandaria um investimento de R$ 2 mil. No entanto, o pequeno investidor pode investir nos lotes fracionários, que são vendidos de 1 a 99 ações. Ou seja, você pode comprar quantas ações quiser dentro desse limite. No entanto, é recomendável analisar as taxas que você pagará para a corretora em cima desse valor investido e o retorno que esse lote fracionário te dará.

Como faz?

No home broker da corretora escolhida, você escolhe qual empresa investir, compra esse lote de ações pelo preço estipulado e vende quando quiser. A venda determinará a sua rentabilidade, já que o preço desse lote de ações pode subir ou descer. Portanto, o lucro ou prejuízo serão determinados no ato da venda dessas ações.

Para receber esse dinheiro, assim que você der uma ordem de venda do lote de ações pelo home broker, basta esperar três dias úteis para ser depositado na sua conta.

Não há perigo de você não receber esse dinheiro, caso sua corretora venha à falência, porque as ações ficam custodiadas no nome do proprietário na Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC). Então, basta migrar para outra instituição que seus investimentos em ações estarão seguros e na mesma situação.

Custos

Os custos de investir diretamente em ações incluem a taxa de corretagem (cobrada na compra e na venda das ações), taxa de custódia, taxas específicas da Bolsa e, em certos casos, o Imposto de Renda (IR).

A taxa de corretagem é o principal custo da negociação de ações. Pode ser um valor fixo ou um valor variável e proporcional ao volume da operação, variando de corretora para corretora. A taxa de custódia é cobrada pelas corretoras por elas “guardarem” as ações e também varia bastante de uma corretora para outra, podendo até haver isenção.

Os emolumentos são as taxas pagas à bolsa de valores para cobrir os custos operacionais. Para as pessoas físicas que optarem pelo investimento direto em ações, é descontada nas ordens de venda e compra uma taxa de 0,0345%.

O lucro com a venda de uma ação é chamado de ganho líquido, e está sujeito à cobrança de imposto de renda. A definição de ganho líquido é “a diferença positiva entre o valor de venda e o valor de compra de uma ação, já descontadas as taxas”.

O lucro obtido ao se operar as ações, o chamado ganho líquido, está sujeito à cobrança de Imposto de Renda (IR). Ou seja, o IR será cobrado do valor final, com as taxas e tributações já descontadas. Ganhos líquidos com operações comuns, acima de R$ 20 mil, são tributados em 15%. Já aqueles obtidos com operações day-trade (compra e venda de ações no mesmo dia) são tributados em 20%.

No caso específico das ações, há isenção de IR para vendas no valor de até R$ 20 mil em um único mês. Dividendos pagos aos acionistas e investidores das empresas também são isentos de IR.

A apuração e o recolhimento do imposto de renda sobre o ganho líquido na negociação de ativos de renda variável são de responsabilidade do próprio investidor. Quando houver uma venda sujeita à tributação, o investidor deve emitir um DARF para a Receita Federal e pagá-lo até o último dia útil do mês seguinte ao da operação.

Fundos de Índices (ETFs)

Outra possibilidade de investimento em ações menos conhecida do público em geral são os ETFs, fundos que buscam obter o retorno de índices que representam os desempenhos de determinados setores de mercado, como o da própria Bolsa de Valores, de Commodities ou de Juros.

A taxa de administração dos ETFs é bem menor que as taxas dos fundos tradicionais, por isso acaba sendo um grande atrativo. No entanto, as taxas de corretagem, custódia e de emolumentos também são cobradas. Segundo a Bolsa, é possível investir com menos de R$ 200 em alguns ETFs. Basta escolher sua corretora e aplicar em um ETF disponível para seu perfil.

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