Se você já investe ou quer começar a investir na bolsa de valores precisa conhecer os principais indicadores fundamentalistas para a escolha de ações. A análise tem o objetivo de apresentar informações para ajudar nas suas decisões. 

Afinal, apesar de a renda variável trazer um bom potencial de retorno, ela também oferece riscos para os investidores. Diante disso, saber avaliar os ativos é uma forma de conseguir manejar os riscos e aumentar as chances de ter bons resultados. 

Continue a leitura deste e-book que nós, da Genial Investimentos, preparamos para você e confira um guia completo para conhecer os melhores indicadores fundamentalistas de ações! 

Introdução 

Para tomar decisões mais acertadas ao investir em ações na renda variável, é importante utilizar uma estratégia para analisar os fundamentos das empresas. Com isso, é mais fácil planejar e montar a sua carteira de investimentos para o longo prazo. 

Ter ações com foco em um horizonte mais longo significa se tornar acionista de uma companhia. Logo, é necessário escolher com atenção, pois ser sócio de um negócio significa confiar nos resultados que ele pode ter no futuro. 

Nesse sentido, a análise fundamentalista é uma das principais ferramentas para descobrir se uma empresa litada em bolsa tem boas perspectivas de trazer resultados consistentes. Para isso, é necessário conhecer os indicadores de fundamentos. 

Este e-book visa apresentar alguns dos melhores indicadores fundamentalistas para você analisar ações e montar uma carteira para o longo prazo. Confira! 

O que é análise fundamentalista? 

A análise fundamentalista considera elementos que ajudam os investidores a avaliarem a saúde financeira e a solidez de um negócio. Ela também permite estimar o valor da empresa. Assim, você pode analisar as informações e avaliar se o preço de sua ação está alto, baixo ou justo. 

análise de ações se baseia em resultados constantes, como os apresentados no balanço patrimonial. Nesse documento, é possível encontrar indicadores que demonstram como estão as finanças da empresa no momento atual. 

Outros indicadores também são utilizados para buscar projetar o futuro da companhia. Isso é essencial para quem tem planos de longo prazo na bolsa – como quem foca na aposentadoria ou busca atingir a independência financeira

Como ela surgiu? 

Benjamin Graham, autor do famoso livro “O Investidor Inteligente”, foi o pioneiro na análise fundamentalista como é conhecida hoje. O economista também é considerado um dos grandes nomes dos investimentos do século 20. 

Um de seus alunos, o grande investidor Warren Buffett, também estudou e aplicou a análise de fundamentos. Os dois destacam como é importante considerar tanto o preço quanto o valor de uma ação. 

O preço é quanto se paga por um papel no mercado, enquanto o valor está relacionado ao que você alcança ao fazer a operação. Ou seja, o conceito está relacionado ao que a empresa vale, de fato. 

Como a análise funciona? 

O método funciona de acordo com fatores micro e macroeconômicos. Os microeconômicos são referentes a elementos que afetam empresas ou setores específicos. Eles estão relacionados à capacidade de gestão da companhia, por exemplo. 

Uma forma de avaliá-la é por meio dos resultados da empresa no decorrer do tempo. Você também pode analisar os concorrentes para conhecer o desempenho de um negócio em relação ao seu setor. Confrontando essas informações, é possível encontrar as melhores companhias dentro de uma área. 

Os fatores macroeconômicos, por outro lado, não afetam apenas determinadas empresas, mas o país de forma geral. A taxa básica de juros – Selic – é um exemplo. Ela influencia diretamente nas taxas praticadas pelos bancos na concessão de empréstimos e outros serviços. 

A inflação é outro fator macroeconômico importante, pois afeta as empresas de maneiras diferentes. Outros exemplos que têm influência na bolsa são o índice de desemprego e os acontecimentos na economia nacional e internacional. 

Qual é a importância da análise fundamentalista? 

A análise de fundamentos é indispensável para investimentos de longo prazo. Um trader, por outro lado, não precisa avaliar se uma empresa tem qualidade ou boas perspectivas para o futuro. Isso porque ele compra e vende as ações no mesmo dia ou em um período curto de tempo. 

Já quem visa o longo prazo precisa considerar a solidez das empresas. Afinal, seus resultados dependem delas. A análise fundamentalista atende essa necessidade, pois oferece uma visão acerca da saúde administrativa e financeira dos negócios. 

Portanto, se você investe com foco em objetivos para o futuro, é essencial recorrer à análise de fundamentos. A estratégia não garante a segurança total dos investimentos, mas ajuda a analisar melhor as perspectivas de retorno e a tomar decisões mais embasadas. 

Quais são as diferenças entre análise fundamentalista e análise técnica? 

A análise técnica (ou análise gráfica) é outro método muito conhecido no mercado financeiro. Ela é baseada em gráficos e serve para decidir o melhor momento de compra ou venda de um ativo ou derivativo, normalmente visando o curto prazo. 

Como você viu, esse é o intuito dos traders. Assim, a saúde financeira da empresa não precisa ser considerada. Como o foco está no preço de curto prazo, a análise envolve observar gráficos de cotações para identificar tendências. 

Logo, as duas estratégias de análises servem de norte para que você tome decisões mais acertadas e tenha chances de alcançar os seus objetivos. Contudo, têm objetivos diferentes. A principal diferença entre a análise fundamentalista e a análise técnica está no intuito da avaliação. 

Com a análise de fundamentos, é possível entender se a companhia tem saúde financeira para prosperar ao longo do tempo. Isso dependerá das características do negócio, que devem fazer com que ele se torne uma boa alternativa para quem pretende manter as ações na carteira. 

Já o trader não tem esse interesse. Para ele, a análise técnica faz mais sentido por basear operações de curto ou curtíssimo prazo. Dessa forma, é possível perceber que a escolha da análise mais adequada dependerá dos seus interesses como investidor ou especulador. 

Como usar a análise fundamentalista? 

Agora que você sabe mais sobre a análise fundamentalista, cabe ressaltar que a estratégia pode ser interessante para quem quer se sócio de grandes empresas e mantê-las no portfólio por muito tempo. Mas o tema envolve bastante estudo. 

No início, é comum sentir dificuldade de entender o que cada indicador quer dizer. Assim, além de conhecer os números, é importante saber como funciona a interpretação dos dados. Com o tempo, você desenvolverá maior domínio sobre os indicadores. 

Então, poderá entender como está a saúde financeira das empresas. Ao mesmo tempo, é importante ter em mente que analisar apenas um parâmetro pode levar você a cometer erros.  

Imagine que uma empresa está sendo acusada de sonegar impostos. Quando ela anuncia a troca da equipe de diretores, suas ações talvez se valorizem, o que pode se refletir em alguns indicadores. Mas isso não significa, necessariamente, que a companhia está bem. 

Se a situação não for analisada de forma ampla, o resultado da análise pode não refletir a realidade. Por esse motivo, ao fazer a análise fundamentalista, é imprescindível considerar diversos parâmetros para tomar a melhor decisão. 

Quais são os principais indicadores fundamentalistas? 

Depois de entender o que é análise fundamentalista, como funciona, quais são suas vantagens e diferenças para outros tipos de análises, chegou o momento de conhecer seus indicadores. A realização do método exige o uso desses elementos. 

Existem inúmeras opções que podem ser utilizadas em conjunto para ter uma visão ampla do negócio. Assim, decisões mais confiáveis exigem o uso de diferentes critérios na avaliação.  

Conheça os principais indicadores fundamentalistas de ações: 

Balanço patrimonial 

O balanço patrimonial é um dos documentos mais importantes das empresas. Ele é publicado a cada três meses e traz uma relação completa dos ativos e passivos da companhia. O documento mostra com detalhes a situação do negócio na época de sua elaboração. 

Desse modo, o balanço permite identificar a situação financeira da empresa e ter acesso a outras informações relevantes. O patrimônio líquido e o lucro, por exemplo, podem ser utilizados no cálculo de outros indicadores. 

O documento também apresenta dados referentes à eficiência operacional, à existência de alavancagem e aos demais detalhes sobre o desempenho empresarial. Portanto, ao avaliar o balanço patrimonial, você terá uma noção ampla sobre a operação da companhia e seu potencial de retorno. 

Demonstrativos financeiros 

O demonstrativo de resultado do exercício, também conhecido como DRE, é outro documento importante para os investidores. Ele mostra de forma objetiva se a companhia está operando com lucro ou prejuízo. 

O fluxo de caixa e o fluxo de lucro acumulado são também demonstrativos financeiros que valem a pena observar. Ao analisar os dados contidos neles, você conseguirá entender mais sobre os resultados do negócio – em uma perspectiva atual e histórica. 

Vale ressaltar que todas as empresas listadas na bolsa de valores são obrigadas a divulgar seus documentos para investidores interessados. Assim, você pode ter acesso às informações contábeis e acompanhar as informações a partir destas comunicações. 

Preço por lucro (P/L) 

Alguns indicadores da análise fundamentalista são múltiplos. Ou seja, relacionam dois fatores para aprofundar a análise. É o caso do P/L. Ele trata da relação entre o preço (P) da ação e o lucro (L) que ela gera. O índice permite verificar em quanto tempo será possível obter o retorno do que foi pago. 

Para calcular esse indicador, basta dividir o preço da ação pelo lucro da empresa por papel. Um resultado maior pode parecer mais atrativo. No entanto, um valor baixo pode indicar uma oportunidade de investir em ações que estão mais descontadas. 

Com isso, é importante ressaltar que o P/L sozinho pode não trazer informações completas. Por esse motivo, as análises precisam ser feitas com outros indicadores, de forma que o resultado possa ser interpretado mais amplamente. 

Preço sobre valor patrimonial (P/VPA) 

Esse indicador representa a relação entre o preço da ação (P) e o valor patrimonial da empresa por ação (VPA). Cabe ressaltar que o valor patrimonial de uma empresa considera apenas seus ativos tangíveis. 

O preço sobre valor patrimonial pode ajudar a analisar se as ações estão caras ou baratas em relação à empresa. Se o P/VPA está maior que 1, significa que o papel está acima do valor patrimonial. Dependo da situação, isso pode fazer com que ele não seja atrativo. 

Já valores menores do que 1 podem indicar que a ação está barata. Mas lembre-se de que o preço baixo pode refletir uma empresa ruim. Por isso, é preciso fazer comparações com outros critérios para identificar a viabilidade do investimento. 

Dívida bruta sobre patrimônio líquido 

A dívida bruta sobre o patrimônio líquido é outro múltiplo da análise de fundamentos. Conhecer o patrimônio líquido das empresas é importante para saber sobre as suas condições financeiras. Ao relacioná-lo com a dívida bruta, você observa o processo de endividamento do negócio.  

Mas tenha atenção, pois nem sempre uma dívida tem caráter negativo. Dependendo da organização que está sendo analisada, o endividamento pode ser resultado de expansão e novos investimentos. Até mesmo uma recuperação de crise pode aparecer como um endividamento momentâneo. 

Dívida pelo capital social (Debt-Equity) 

Há também um indicador que demonstra o quanto a empresa está endividada. O cálculo do Debt-Equity envolve dividir a dívida total da empresa pelo seu capital social. Na dívida total, todos os empréstimos são incluídos.  

Já no valor do capital social, são considerados os valores pagos pelos acionistas, através da emissão de ações. Vale reforçar que o nível de endividamento não quer dizer, necessariamente, que a companhia está passando por um momento difícil. 

E atenção: o indicador Debt-Equity não deve ser utilizado para comparar empresas de setores diferentes. Um dos motivos para isso é que existem áreas que dependem de muitos financiamentos, enquanto outras não. 

EV sobre EBITDA 

EV é a sigla para enterprise value, que descreve a soma entre o valor de mercado de uma empresa com sua dívida líquida. O valor de mercado pode ser obtido pela multiplicação da cotação de mercado de uma ação pela quantidade total de papéis que foram emitidos pela companhia. 

Já EBITDA é a sigla para earnings before interest, taxes, depreciation and amortization. Em português, o termo pode ser traduzido como lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (LAJIDA). 

O objetivo do EBITDA é demonstrar a capacidade que uma companhia tem de gerar caixa. É muito importante usar esse indicador no momento de escolher uma ação por análise fundamentalista. Isso porque lucro é diferente de gerar caixa.  

Uma companhia pode ter tido um lucro alto, mas, ainda assim, estar com seu caixa zerado ou negativo, por exemplo. Então, o EV sobre EBITDA indica a relação entre o valor da empresa e a sua capacidade de gerar caixa. Quanto menor o resultado, mais atraente a empresa tende a se mostrar. 

Return oequity (ROE) 

Esse indicador fundamentalista indica o retorno obtido sobre o patrimônio líquido. Ele é utilizado para mensurar quanto uma empresa pode ter de lucro utilizando capital próprio.  

Se ela conseguir trazer uma boa rentabilidade sem a necessidade de recursos externos, o investidor pode aproveitar um cenário favorável. 

Para calcular o ROE é necessário dividir o lucro líquido da companhia pelo seu patrimônio líquido. Um resultado alto pode indicar mais eficiência ao obter retorno, elevando o potencial de rendimento da ação. Esse indicador é muito usado para comparar empresas do mesmo setor. 

Fluxo de caixa líquido 

O fluxo de caixa líquido é um dos indicadores mais importantes quando o assunto é analisar a saúde financeira da empresa. Afinal, é comum que as companhias financiem parte das suas vendas, como quando oferecem o pagamento a prazo. 

Por esse motivo, você viu que o lucro não é, necessariamente, o dinheiro disponível em caixa. Nesses casos, o mais comum é que os prazos de recebimento sejam menores que os de pagamento para os fornecedores. 

Assim, sem um fluxo adequado, a companhia pode precisar fazer empréstimos, por exemplo. Ou seja, o fluxo de caixa líquido serve para comunicar quanto dinheiro realmente entrou na empresa em determinado momento. 

O cálculo é feito pela subtração dos pagamentos pelos recebimentos no período. O resultado é somado ao saldo inicial de caixa. 

Se a companhia possui capacidade para gerar caixa de forma líquida, o valor será positivo. Caso contrário, o indicador pode mostrar a falta de recursos e indicar a possibilidade de problemas financeiros. 

Dividend yield 

É comum que investidores que focam no longo prazo queiram se tornar sócios de empresas que compartilham partes consideráveis de seus lucros com os acionistas. Se esse é o seu objetivo, é importante analisar o dividend yield (DY) antes de comprar ações. 

Para calcular o DY, basta dividir o valor distribuído em proventos nos últimos 12 meses pelo preço da ação na bolsa. Com isso, é possível entender o provável retorno que o investidor pode ter com a distribuição de lucros na compra de determinado papel. 

E se eu não usar a análise fundamentalista? 

Agora você sabe que existem diversos indicadores fundamentalistas para escolher ações na bolsa, que devem ser usados em conjunto. Mas se sentir dificuldades ou não souber como fazer a análise fundamentalista, existem alternativas.  

Uma opção é seguir carteiras recomendadas. Entenda mais sobre a possibilidade: 

O que é uma carteira recomendada? 

carteira recomendada é um portfólio montado por profissionais de corretoras de valores e empresas de análises independentes, a partir de estudos relacionados ao mercado. O objetivo é compor uma carteira que possa gerar bons resultados aos investidores. 

Existem carteiras recomendadas de diversos tipos. Em geral, elas acompanham um relatório elaborado pelos profissionais da instituição. O documento contém informações importantes e apresenta os motivos pelos quais uma ação pode ser boa oportunidade de investimento. 

Além disso, os relatórios indicam as performances projetadas para os ativos em um determinado período, entre outros dados. Com as análises feitas pelos analistas do mercado, a carteira é montada e divulgada aos investidores. 

Como funciona? 

Em geral, as carteiras recomendadas têm foco no longo prazo, embora existam algumas também voltadas para especulação. Não existe um padrão específico para a troca de ativos no portfólio. No entanto, é comum que as carteiras sejam reavaliadas todos os meses. 

Isso pode resultar em ajustes frequentes. Afinal, o mercado de renda variável é dinâmico, e novas oportunidades podem surgir a qualquer momento. Também vale destacar que as instituições financeiras podem criar carteiras com diferentes objetivos. 

É possível encontrar, por exemplo, portfólios focados em ações negociadas abaixo do seu valor intrínseco. Também há carteiras com foco em pagamento de dividendos e aquelas que visam empresas consideradas small caps (de menor valor de mercado). 

Quais as vantagens? 

Se você está pensando em acompanhar uma carteira recomendada para investir na renda variável, precisa conhecer os benefícios de seguir esses portfólios.  

Conheça algumas das principais vantagens a seguir: 

Análise profissional 

Basear-se na análise de profissionais do mercado financeiro pode ser interessante na hora de investir. Principalmente se você ainda não domina a análise de fundamentos ou não tem tempo hábil para avaliar empresas na bolsa

Afinal, fazer uma análise fundamentalista completa demanda tempo e conhecimento. Portanto, pode ser bastante prático acompanhar as carteiras e relatórios dos analistas e tomar decisões de investimento baseadas em estudos sólidos. 

Acompanhamento constante 

Os profissionais fazem o acompanhamento frequente dos ativos do portfólio. Sempre que necessário, eles adicionam novas oportunidades e retiram da carteira de ações que, eventualmente, não estão performando bem. 

Com isso, as chances de manter bons resultados ao longo do tempo ao seguir uma carteira recomendada podem ser maiores do que decidindo e acompanhando sozinho. 

Manejo de risco 

A renda variável apresenta muitos riscos de mercado, mas um perigo considerável é tomar decisões sem ter conhecimento sobre a bolsa. Assim, investidores que realizam compras e vendas sem uma estratégia definida estão expostos a maiores chances de perda. 

Com isso, as carteiras recomendadas podem ser uma forma de se expor menos ao risco de tomar decisões erradas por falta de experiência ou conhecimento. Contudo, é preciso ficar atento, pois há possibilidades para os mais variados perfis de riscos. 

Assim, existem carteiras recomendadas com maior exposição à volatilidade e outras com menos exposição. Ao contar com análises de profissionais competentes, você poderá ver como eles fazem o manejo de risco antes de optar pela carteira. 

Conclusão 

Como você viu, a análise fundamentalista permite que os investidores obtenham informações importantes para a tomada de decisão no momento de comprar ações. Isso pode aumentar as chances de ter bons resultados. 

Em geral, quem faz essa análise busca por empresas mais sólidas e pretende participar do lucro das companhias e receber dividendos ao longo dos anos. Por isso, a avaliação leva em conta fatores macro e microeconômicos. 

Por outro lado, é possível recorrer a análises feitas por profissionais, nas carteiras recomendadas. Essa é uma forma de aproveitar a análise fundamentalista, sem precisar dedicar tempo a fazê-la sozinho. 

Se você ainda tiver dúvidas sobre como fazer uma análise fundamentalista e precisar de ajuda, pode seguir as análises e recomendações da equipe da Genial Investimentos. Assim, você pode investir em boas empresas e construir uma carteira sólida no longo prazo. 

Sobre a Genial Investimentos 

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