Quando falamos em índice de ações da bolsa de valores do Brasil, a B3, muitos investidores logo pensam no Ibovespa, não é mesmo? No entanto, existem outros indicadores relevantes para se acompanhar, como o IBrX.

Ele apresenta carteira teórica de ações de alta negociabilidade no mercado brasileiro e pode servir como termômetro para os investidores. Por isso, saber como ele funciona tende a ser um conhecimento vantajoso em sua estratégia de operações.

Pensando nisso, este artigo se aprofundará sobre as características do IBrX. Continue a leitura para entender como é o funcionamento dele, sua composição e a relevância do índice para o mercado!

O que é o IBrX?

O Índice Brasil (IBrX) é um dos principais índices de ações da bolsa de valores brasileira. Ele tem como objetivo ser o indicador de desempenho médio das cotações dos ativos de maior negociabilidade e representatividade do mercado nacional de ações.

O IBrX é composto apenas por ações ordinárias (ON), preferenciais (PN) e units de companhias brasileiras. Isso significa que outros ativos negociados na bolsa, como fundos imobiliários (FIIs) e brazilian depositary receipts (BDRs) não estão presentes no indicador.

Outro ponto de destaque é que empresas que se encontram em recuperação judicial ou extrajudicial não podem entrar no índice. A mesma regra vale para companhias em regime especial de administração temporária ou intervenção.

Qual é a composição desse índice? 

O IBrX é composto por ações de empresas que possuem grande participação no mercado de ações. Na carteira teórica, elas são classificadas em ordem decrescente de acordo com sua liquidez. Ou seja, as ações mais negociadas assumem mais alta participação na performance.

Para fazer parte desse índice, os papéis devem ter sido negociados em pelo menos 95% dos pregões ocorridos nos últimos 12 meses anteriores à formação da carteira. Além disso, os ativos precisam estar entre os mais negociados na bolsa.

Outro critério relevante é que penny stocks não podem entrar na carteira teórica — ou seja, ações negociadas abaixo de R$ 1 ficam de fora da carteira. É importante destacar que todas as empresas participantes precisam atender a esses critérios.

Por isso, a composição do índice pode variar ao longo do tempo. Os processos de rebalanceamento são quadrimestrais, nos meses de janeiro, maio e setembro.

Esses períodos servem para retirar ativos do índice, fazer novas adições ou ajustar os pesos deles no indicador. Em maio de 2023, estavam presentes na carteira teórica do IBrX ações como:

  • Ambev (ABEV3);
  • Bradesco (BBDC3 e BBDC4);
  • BRF (BRFS3);
  • Engie Brasil (EGIE3);
  • CSN Mineração (CMIN3);
  • Itaú Unibanco (ITUB4);
  • Petrobras (PETR3 e PETR4);
  • Taesa (TAEE11);
  • Vale (VALE3);
  • Weg (WEGE3).

Quais as diferenças entre IBrX-50 e IBrX-100?

O Índice Brasil conta com duas vertentes: o IBrX-50 e o IBrX-100. Eles se diferenciam entre si de acordo com a quantidade de ações que compõem a sua carteira teórica.

O IBrX-50 concentra as ações das 50 empresas brasileiras mais negociadas na bolsa, selecionadas com base no volume financeiro. Por sua vez, como o nome sugere, IBrX-100 conta com os 100 papéis de maior negociabilidade da B3.

Como tem menos ações, o IBrX-50 costuma ser facilmente replicado e é mais utilizado no mercado do que o IBrX-100. A divisão, inclusive, aconteceu pelo tamanho do mercado brasileiro, que ainda é pequeno quando comparado ao de grandes nações, como os Estados Unidos.

Os dados usados para composição das carteiras são apurados considerando os 12 meses anteriores à avaliação e as empresas que compõem o índice. Já o cálculo da cotação do IBrX é diário e feito pela média ponderada da cotação dos ativos mais negociados.

Quais as diferenças entre o IBrX e o Ibovespa?

O Ibovespa, ou IBOV, é o principal índice de ações da bolsa de valores do Brasil. Na carteira teórica dele estão presentes as ações de maior negociabilidade no país, fazendo com que o índice funcione como o termômetro do mercado nacional.

Dada a composição, você consegue traçar paralelos com a construção da carteira teórica do Índice Brasil, não é mesmo? Afinal, ambos os indicadores priorizam ações de alta negociabilidade no mercado brasileiro.

Entretanto, há diferenças entre os dois. A primeira delas é referente à quantidade de papéis presentes. No IBrX, como você viu, há um número fixo: 50 ou 100 ações, a depender do tipo de índice.

No caso do IBOV, não há um número mínimo ou máximo definido em sua regra. Logo, as ações podem ser incluídas desde que atendam aos critérios de elegibilidade do índice.

Outra diferença é que o Ibovespa pode ser um índice mais concentrado e dependente da performance de grandes companhias nacionais. Por outro lado, o IBrX — especialmente, o IBrX-100 — tende a ser mais diversificado.

Contudo, é fundamental destacar que o mercado brasileiro é cíclico e o desempenho dos setores costumam oscilar. Portanto, tanto o Índice Brasil quanto o Ibovespa lidam constantemente com a volatilidade.

Qual é a importância desse índice para o mercado?

Agora que você entendeu mais sobre as características do Índice Brasil, vale a pena saber qual é o papel que ele assume no mercado de ações brasileiro. A seguir, confira a relevância do IBrX!

Acompanhar o desempenho das ações

O IBrX-50 e o IBrX-100 são importantes mecanismos para acompanhar o desempenho do mercado de ações brasileiro. Afinal, eles fornecem informações relevantes sobre a dinâmica do mercado e são frequentemente utilizados como indicadores de tendências.

Além disso, a relevância do IBrX decorre do fato de ele ser capaz de refletir as oscilações do mercado financeiro. Vale ressaltar que a bolsa brasileira é bastante influenciada por fatores externos e internos, como a economia mundial, as políticas econômicas do Governo e a situação política e social do país.

Logo, seguir ou acompanhar as variações do IBrX ajuda investidores, gestores de fundos e demais participantes do mercado a entenderem a performance das ações. Com isso, eles conseguem tomar melhores decisões com base no contexto atual e nas expectativas para o futuro.

Entender quais são os ativos de maior negociabilidade

Outro papel desse índice é mostrar quais são as ações de maior negociabilidade da bolsa de valores durante a vigência da carteira. Isso acontece porque ele é calculado a partir da média ponderada dos ativos mais negociados na B3 ao longo de 12 meses.

Assim, ao acompanhar o desempenho do IBrX, é possível saber quais são os ativos de maior negociabilidade no Brasil. Além disso, por ser menos concentrado do que o Ibovespa, o IBrX é capaz de oferecer uma visão mais ampla e diversificada do mercado de ações.

Servir de referência para a montagem da carteira

As características do IBrX também fazem dele uma referência para a compor uma carteira de investimentos. Muitos investidores podem se basear na carteira teórica desse índice para estruturar o seu próprio portfólio de ações, por exemplo.

Do mesmo modo, o IBrX serve como referência para a criação de fundos de investimentos. Esses veículos financeiros podem utilizar o índice como benchmark de performance, buscando acompanhar as variações ou entregar um desempenho superior ao índice para os cotistas.

Como acompanhar as variações desse índice?

Para acompanhar a performance do IBrX, é necessário consultar as cotações do índice em tempo real. Existem diversas plataformas e sites financeiros que disponibilizam essas informações, como a B3, jornais especializados em finanças e sites de corretoras, entre outros.

Na B3, por exemplo, é possível acompanhar a cotação do IBrX em tempo real e verificar o seu histórico de variação com o tempo por meio de gráficos e tabelas. Também há como acompanhar informações como o volume financeiro negociado e a composição atual do índice.

Outra prática interessante é conferir o histórico de performance do índice. Apesar de na renda variável o desempenho do passado não garantir resultados no futuro, esse entendimento tende a ajudá-lo a monitorar o mercado com mais eficiência.

Você também pode buscar informações mais analíticas sobre o desempenho do Índice Brasil. Com o Genial Analisa, nosso braço de análise aqui na Genial, é possível acessar dados atualizados e análises do nosso time sobre o momento do mercado.

Quando vale a pena acompanhar o IBrX?

Acompanhar o IBrX pode ser válido se você estiver interessado em investir no mercado de ações brasileiro ou se você já possui investimentos nesse mercado, por exemplo. Afinal, conhecer o índice e suas características pode ajudá-lo a entender como o mercado está se comportando e como seus investimentos podem ser afetados.

Por exemplo, se você está pensando em investir em empresas nacionais, é oportuno monitorar o desempenho geral do mercado de ações, concorda? Nesse caso, uma sequência de altas do IBrX pode indicar que o mercado está em uma tendência positiva, o que pode gerar valorização nos seus ativos.

Já se o IBrX está em baixa, esse pode ser um sinal de que o mercado está em uma tendência de queda. No entanto, vale destacar que momentos de desempenho negativo podem ser oportunidades para comprar ações de qualidade “descontadas” — isto é, por um preço mais baixo que o seu valor intrínseco.

Além disso, se você já possui investimentos em ações, seguir o desempenho do IBrX pode ajudá-lo a avaliar a performance de seus investimentos em comparação com a média do mercado. Se a sua carteira acompanhar ou superar o desempenho do IBrX, isso pode indicar que você está tomando boas decisões.

As ações do IBrX são as melhores do país?

As ações do IBrX não são, necessariamente, os melhores ativos do mercado nacional. O Índice Brasil é composto apenas pelas ações das empresas mais negociadas e representativas do mercado de capitais brasileiro.

Entretanto, isso não significa que todas essas ações sejam as melhores alternativas para sua carteira. Afinal, selecionar quais companhias devem compor seu patrimônio depende de diversos fatores — muitos deles atrelados à sua própria estratégia.

Ademais, o desempenho das ações que compõem o IBrX pode variar bastante ao longo do tempo, devido a diversos elementos que afetam as empresas e o mercado em geral. As características de cada negócio e o setor de atuação também podem gerar oportunidades e riscos distintos.

Por isso, os investidores devem fazer uma análise cuidadosa das empresas e das ações em que desejam investir. É possível usar o Índice Brasil como referência, mas você deve considerar seus próprios objetivos e perfil de risco para embasar as suas escolhas.

É possível investir no IBrX?

Como você viu, o IBrX é um índice do mercado financeiro brasileiro. Portanto, ele não é um ativo e não há como investir diretamente nele. No entanto, existem diferentes formas de se expor ao desempenho do Índice Brasil.

Veja quais são elas!

Referência para investir em ações

A primeira alternativa para sua estratégia é usar a carteira teórica do IBrX como referência para você montar o próprio portfólio. O processo consiste em conferir as ações presentes na carteira do indicador e fazer os investimentos individualmente.

No entanto, essa pode ser uma prática que demanda mais recursos. Afinal, você deverá arcar com os custos dessas movimentações e ainda terá que ajustar sua carteira quando Índice Brasil fizer seu rebalanceamento periódico.

Nesse sentido, pode ser interessante fazer o “stock picking” — ou escolha de ações, em tradução livre. Com essa abordagem, você analisa a carteira teórica do índice e prioriza apenas os papéis que se alinham com seu planejamento no mercado financeiro.

De qualquer forma, é indispensável que você faça uma análise fundamentalista antes de investir. Por meio dela, você identifica os principais indicadores das empresas e pode tomar uma decisão melhor sobre avançar ou não com o investimento.

ETFs

Outra forma de investir no IBrX é com exchange traded funds (ETFs) — também chamados de fundos de índice. Eles são fundos de investimento cujas cotas são negociadas na bolsa de valores e que replicam o desempenho de indicadores do mercado.

Os ETFs adotam uma gestão passiva e têm o objetivo de entregar aos cotistas um resultado semelhante às variações do seu benchmark. Para tanto, os gestores montam o portfólio do fundo com as mesmas ações da carteira teórica do índice, com proporções equivalentes.

Na B3, uma das alternativas para os investidores é o BRAX11. A gestão dele é feita pela BlackRock e seu índice de referência é o IBrX-100. Porém, esse ETF não distribui dividendos aos cotistas. Caso as empresas façam repasses, o gestor do fundo reinveste o dinheiro no próprio portfólio — o que pode gerar a valorização das cotas.

No entanto, vale saber que, em 2023, passou a ser permitida a criação de ETFs que distribuem dividendos. Então pesquise as alternativas disponíveis para verificar quais são as condições dos fundos de índice ligados ao IBrX e tomar melhores decisões.

Fundos de investimento

Fora da bolsa de valores, outra alternativa é realizar aportes por meio dos fundos de investimento — como fundos de ações (FIAs). Assim como os ETFs, esses veículos coletivos podem adotar o Índice Brasil como seu indicador de performance.

O fundo pode ter gestão passiva, tentando apenas acompanhar o desempenho do índice, ou ativa, com foco em superá-la. No segundo caso, o fundo pode cobrar uma taxa de performance — que será uma bonificação à gestão pelos resultados que superarem o índice de referência.

Mais um ponto importante é que esses fundos de investimento não distribuem dividendos. Portanto, se a sua estratégia tem o foco em renda passiva, essa opção pode não ser a mais atrativa.

Quais são outros índices relevantes da B3?

Chegando até aqui, você já entendeu como o Índice Brasil funciona e qual sua relevância no mercado financeiro brasileiro. Para complementar seu conhecimento, vale destacar que também há outros índices importantes na B3 além dele e do Ibovespa.

Confira quais são eles!

SMLL (Índice Small Cap)

O Índice Small Cap (SMLL) mede o desempenho das ações de empresas de baixa capitalização na bolsa de valores brasileira. Esse tipo de companhia costuma ser chamada de small cap.

Essas empresas se destacam por apresentarem um potencial mais alto de crescimento que os negócios maiores e que controlam o mercado — chamadas de blue chips. Com isso, o investimento nesses papéis pode integrar a estratégia de investidores em busca de valorização dos ativos.

Contudo, as small caps também são empresas que costumam estar mais vulneráveis às oscilações do mercado. Nesse sentido, é possível que o investimento seja mais volátil e adequado para investidores com mais alto apetite ao risco.

Não há um número fixo de empresas que fazem parte do índice, sendo que a quantidade é determinada conforme os critérios estabelecidos pela B3. A composição também não é estática e o rebalanceamento é feito a cada quatro meses pela bolsa.

Assim como acontece com o IBrX, você pode usar o SMLL como referência para montar a sua carteira. Também é possível buscar ETFs que repliquem o desempenho dele.

IDIV (Índice Dividendos)

O IDIV é o Índice de Dividendos da bolsa brasileira. Ele busca medir o desempenho das ações de empresas que possuem indicadores elevados quanto ao pagamento de dividendos. Esses proventos correspondem a uma parcela dos lucros distribuída aos acionistas.

As empresas que fazem parte do IDIV são selecionadas com base na distribuição histórica de proventos como dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) nos últimos 24 meses. Com isso, na carteira teórica estão as principais pagadoras de dividendos na bolsa.

Acompanhar o IDIV pode ser indicador interessante para investidores que buscam gerar renda passiva a partir dos seus investimentos. Como você viu, é possível usar o índice como referência para selecionar as ações e aproveitar os eventuais resultados de distribuição de proventos.

ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial)

O Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) foi criado pela B3 para avaliar o desempenho das empresas quanto às práticas ambientais, sociais e de governança corporativa. Logo, ele é relevante no âmbito do ESG.

Por isso, o ISE pode ser uma referência para investidores que buscam empresas socialmente responsáveis e comprometidas com a sustentabilidade. As companhias que desejam fazer parte da carteira teórica devem se inscrever para passar por um processo de seleção.

A análise inclui uma avaliação de seu desempenho em diversas áreas, como mudanças climáticas, gestão de recursos naturais, direitos humanos, diversidade e governança corporativa. A carteira também passa por rebalanceamentos periódicos.

IFIX (Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários)

Saindo do mercado de ações, outro índice relevante para você acompanhar é o Índice de Fundos Imobiliários da B3 (IFIX). O IFIX é composto por uma carteira teórica de fundos imobiliários selecionados com base em critérios de liquidez e volume financeiro negociado.

A composição do índice é reavaliada a cada quatro meses pela B3 e as cotas de fundos imobiliários que não atendem aos critérios de seleção são substituídas por outros fundos. Dessa forma, o desempenho pode ser uma referência para quem busca investir em FIIs ou acompanhar o desempenho desse mercado.

Na prática, os FIIs são veículos que permitem aos investidores terem alternativas do mercado imobiliário na carteira com mais praticidade. Eles também são uma oportunidade para receber dividendos, já que os fundos devem distribuir ao menos 95% dos lucros semestrais.

Como montar uma boa carteira de investimentos?

Após entender mais sobre o IBrX e demais índices do mercado brasileiro, você viu que eles podem ajudar na sua estratégia. Porém, ainda é necessário saber quais outras práticas devem ser observadas para montar a sua carteira.

A seguir, veja algumas dicas importantes nesse sentido!

Acompanhe o mercado

Em primeiro lugar, você deve acompanhar o mercado financeiro — incluindo os índices que nós, da Genial, mostramos aqui. Como você viu, eles ajudam a ter uma compreensão clara sobre o momento da bolsa e do mercado como um todo.

Ter uma rotina de acompanhamento do cenário o ajuda a identificar oportunidades de investimento e avaliar riscos. Assim, fica mais fácil tomar decisões informadas sobre quais ativos incluir em suas carteiras de investimentos, certo?

Diversifique a carteira

Você também deve considerar a diversificação da carteira. Essa estratégia envolve a alocação de recursos em diferentes alternativas, como ações, títulos de renda fixa, fundos imobiliários, criptomoedas, entre outros.

O objetivo é reduzir o risco e aumentar o potencial de retorno. Se um investidor coloca todo o seu dinheiro em uma única ação ou em um único setor da economia, ele corre o risco de perder os recursos investidos se houver uma queda no ativo ou no setor.

Por outro lado, ao ter uma carteira diversificada, você também pode fazer movimentos mais arrojados no mercado — respeitando seu perfil de risco. Isso acontece porque o impacto de eventuais perdas na sua carteira será menor.

Monitore seus resultados

Por fim, não deixe de monitorar os resultados dos seus investimentos. A prática é fundamental para avaliar o desempenho da sua carteira e tomar decisões embasadas sobre o seu futuro.

Como você viu, é possível se basear nos índices. Por exemplo, se você investiu em ações, existe a chance de usar o IBrX como referência para entender se o desempenho foi abaixo ou acima dos números do mercado. Assim, você saberá o que manter e o que mudar na sua estratégia.

Neste conteúdo, você entendeu as principais características relativas ao funcionamento de um dos principais índices do Brasil: o IBrX. Agora, é possível incluir na sua estratégia o acompanhamento dele e de outros indicadores igualmente relevantes.

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Igor Graminhani

Igor Graminhani é analista técnico com mais de 14 anos de experiência. Certificado CNPI-T e credenciado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Pós-graduado em Mercado Financeiro pela Saint Paul. Igor ministra cursos de formação de traders e comanda a Sala ao Vivo da Genial Investimentos, recomendando oportunidades de Day Trade nos minicontratos de índice e dólar futuro e Swing Trade com ações em tempo real.

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