Primeiramente, não se acanhe. Essa pergunta é super válida e muitas pessoas ainda não tiveram o impulso de separar todo mês uma quantia e investir. Afinal, para quê ter impulso? É totalmente compreensível considerando o cenário brasileiro em que, basicamente, se guarda na caderneta de poupança – e olhe lá.

Por conta de filmes mostrando engravatados tresloucados negociando ações, gritando ao telefone, ganhando e perdendo dinheiro muito rápido, é difícil mesmo pensar que, hoje, investir é uma tranquilidade. Esqueça esses estereótipos que se criaram. Aqui, a intenção é desmistificar o investimento como algo feito apenas por profissionais inseridos no mercado financeiro ou coisa que o valha.

Portanto, sim, investir é para você e é para todos!

Desmistificando os investimentos

Investir não se resume a cifras milionárias e a gritarias ao telefone. Isso ficou no passado. O mundo mudou muito e o panorama atual dos investimentos é muito mais democrático, ou seja, qualquer um pode pegar um dinheiro guardado, mesmo que for 30 reais, e começar a aplicar.

Muitas pessoas tem a ideia de que investir é sinônimo de grandes quantias, como colocar bastante dinheiro em um negócio próprio, comprar um imóvel para alugar ou aportar milhões na Bolsa de Valores. Na realidade, investir é, basicamente, aplicar o dinheiro que você guardou, não importa o quanto seja isso, de uma forma que essa aplicação te dê algum retorno, gerando mais dinheiro.

A poupança foi (e ainda é) para o brasileiro o primeiro destino quando se fala em investimentos. E é natural que seja assim. Mas isso está mudando e todos precisam saber disso, caso queiram ganhar mais dinheiro e realmente investir em algo que traga um bom retorno, ao contrário da caderneta que atualmente rende muito pouco.

Além da poupança, o mercado financeiro oferece um mundo de possibilidades. Inclusive, há diversas alternativas de baixíssimo risco que rendem mais que a caderneta, mesmo para quem não tem muito para investir.

Hoje, há aplicações financeiras que aceitam investimentos de 30, 50 ou 100 reais por mês. Há alternativas para todo mundo. O que acontece é que não há informação o suficiente para os brasileiros entenderem isso. Por isso, é importante que você leia este post!

Qualquer um pode ser um investidor?

Em tese, sim, mas também varia de situação para situação. Para ser um investidor, você precisa, primeiramente, não dever nada para ninguém. A ideia de investir é guardar o que sobra justamente para aumentar esse dinheiro que não seria usado para algo essencial.

Então, se o seu saldo bancário é positivo, você pode ser um investidor agora mesmo. Mas se você tem dívidas, tente negociá-las e pague-as para, assim, investir com mais propriedade.

Ter dívidas só não é um problema se o potencial de ganho do seu investimento for maior que o custo da dívida, isto é, se os juros que você vai receber pelo investimento forem maiores que os juros que você paga a quem você deve.

Mas esse cenário é quase impossível porque os juros das dívidas mais comuns no brasil são altíssimos, como os do cheque especial e o rotativo do cartão de crédito. Então, saiba que não faz muito sentido ter dinheiro na poupança, que paga pouco mais de 0,35% ao mês, ou até mesmo um investimento melhor que pague 1% ao mês, se por outro lado você precisa arcar com juros de 7, 8 ou 10% ao mês, como em muitos casos ocorrem, principalmente nas dívidas bancárias.

A segunda coisa para ser um investidor é traçar objetivos. Não precisa ser uma definição tão clara, apenas um norte. Alguns exemplos: uma reserva para emergências, garantia de uma aposentadoria mais tranquila, aquele intercâmbio que você sempre quis fazer, etc.

Entendi. Mas por que investir?

O primeiro de tudo é que investir faz bem para o bolso e para a mente. Afinal, quem investe está acumulando dinheiro e, portanto, com mais verba para arcar com problemas repentinos ou com os sonhos que demandam de algum aporte financeiro.

Investir significa tranquilidade para o futuro, já que a rentabilidade das aplicações trabalham por você. Isto é, você vai guardando dinheiro e ele vai aumentando apenas com a sua aplicação.

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Leonardo é jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero, com passagens por grandes veículos da imprensa brasileira, como TV Cultura, Veja e Estadão. Especializou-se em jornalismo econômico, com aprovação pela FGV, no curso de trainee promovido pelo Grupo Estado.

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