O mercado financeiro oferece diversas oportunidades para quem quer começar a investir. As possibilidades variam de acordo com o perfil de investidor, os objetivos e o período desejado. Assim, existem alternativas para curto, médio e longo prazo. 

No entanto, muitos acreditam que o universo dos investimentos é exclusivo para quem tem muito dinheiro ou trabalha no mercado financeiro. Mas isso não é verdade — qualquer pessoa pode começar a investir agora mesmo. 

Para isso, é importante ter conhecimento sobre o mercado financeiro e seguir alguns passos. Neste material que nós, da Genial Investimentos preparamos, você aprenderá as principais dicas para começar a investir. Vamos lá? 

Introdução 

O interesse pelos investimentos está ganhando espaço no Brasil. As pessoas têm buscado entender como funcionam as possibilidades do mercado financeiro para irem além da tradicional poupança. Afinal, investir permite alcançar diferentes objetivos. 

Contudo, ao contrário do que muitas pessoas acreditam, começar a investir não é uma tarefa tão complexa. É possível aprender a caminhar nessa direção sem precisar ter uma formação específica ou trabalhar no mercado financeiro para isso. Assim, qualquer pessoa pode começar a fazer seus próprios investimentos.  

Neste e-book, você terá um guia completo para começar a investir agora. Continue a leitura e prepare-se para dar esse importante passo! 

Aspectos que antecedem os investimentos 

Você já aprendeu que investir não é muito complicado e também não exige muito dinheiro para começar. É possível iniciar com pouco e buscar novas fontes de renda para aumentar os aportes no futuro, por exemplo. 

Essa atitude permitirá que você realize objetivos e, até mesmo, alcance a independência financeira. Quem conquista esse patamar consegue viver dos rendimentos dos investimentos e não depende mais do recebimento de salário. 

Além disso, os investimentos permitem que você tenha uma reserva financeira para passar por momentos de imprevistos sem contrair dívidas. E a boa notícia é que existem diversas alternativas acessíveis no mercado, tanto na renda fixa quanto na renda variável

No entanto, antes de fazer seus aportes, é importante se preparar. Conheça alguns pontos que devem ser considerados para começar a investir do zero: 

Ter um controle financeiro 

Você sabe exatamente o quanto ganha e o quanto gasta no mês? Um controle financeiro ajuda a entender o que entra e o que sai do seu orçamento. Assim, é possível identificar onde estão os maiores gastos e quais são as oportunidades de economizar

Para isso, é importante dedicar tempo para registrar o orçamento. Tenha em mente que mesmo gastos pequenos e variáveis são relevantes nas suas finanças e devem ser considerados. Com o tempo, você poderá otimizar essa tarefa, mas no início é importante que tudo seja anotado. 

Isso faz com que seja possível ter maior clareza dos seus gastos. A atitude ainda serve como motivação para mudanças. Ao registrar, você pode pensar em formas estratégicas de economizar, conseguir renda extra ou aumentar seu salário. 

Manter as finanças organizadas  

Com um controle financeiro de entradas e saídas eficiente, você saberá quanto pode gastar sem se endividar. Isso é essencial para traçar planos e estratégias para atingir seus objetivos de curto, médio e longo prazo

Sem organização, há maior risco de enfrentar problemas financeiros. Por outro lado, manter tudo em ordem trará uma visão mais realista da sua condição atual e ajudará a evitar o endividamento. Cumprindo esse passo, você poderá passar para a próxima etapa. 

Separar dinheiro para os aportes 

Após controlar e organizar as finanças, é necessário começar a economizar para investir. Gastos supérfluos, por exemplo, podem ser cortados ou diminuídos. Nesse momento, é essencial ajustar o padrão de vida para gastar menos do que ganha. 

Afinal, é necessário poupar para conseguir direcionar os recursos para os investimentos. Também vale a pena se organizar para manter a constância nos aportes. Esse hábito ajudará a acumular patrimônio ao longo dos anos e a potencializar seus resultados. 

Para facilitar essa tarefa, é interessante envolver toda a família para ajudar a otimizar os gastos. Até mesmo crianças e adolescentes podem aprender a lidar bem com o dinheiro. Inclusive, a aprendizagem antes da fase adulta ajudará os filhos a lidar melhor com os desafios financeiros da vida adulta. 

É possível estimular que eles guardem parte da mesada para realizar algum objetivo no futuro, por exemplo. Além de incentivar a educação financeira, essa é uma forma de ensinar disciplina e paciência na busca pelos sonhos. 

Primeiros passos: como começar a investir? 

Depois de conhecer os aspectos que antecedem os investimentos, é importante partir para os próximos passos. Afinal, existem diversos fatores que devem ser tratados como prioridade e ajudam a fazer investimentos mais acertados. 

Saiba mais: 

Conhecer seus objetivos e os prazos de cada um deles 

Ter objetivos e prazos estabelecidos é fundamental para começar a investir de maneira adequada. Para isso, faça uma avaliação completa de cada uma das suas metas e o período em que você pretende cumpri-las. 

Porém, tenha cuidado para ser realista. Não adianta projetar objetivos grandes para o próximo ano se você não poderá alcançá-los — na prática, isso acabará trazendo frustrações. Portanto, tenha cautela e atenção no momento de definir seus planos de curto, médio e longo prazo. 

Entender seu perfil de investidor 

Após estabelecer seus objetivos, é muito importante conhecer seu perfil de investidor. Ele permite identificar sua tolerância ao risco e ajuda a definir uma margem de diversificação adequada para a sua carteira, considerando as suas necessidades. 

O seu perfil de investidor pode ser: 

  • conservador: são investidores que não aceitam correr muitos riscos e priorizam segurança e liquidez no momento de investir, mesmo que tenham que abrir mão da rentabilidade; 
  • moderado: trata dos investidores que buscam segurança, mas estão dispostos a correr mais riscos para ter melhores rentabilidades; 
  • arrojado: são os investidores que priorizam possibilidades de retornos mais altos e não têm receio de arriscar na hora de investir. Ainda assim, correm riscos calculados e seguem uma estratégia de investimento mais arrojada. 

Conhecer as alternativas de investimento 

Conhecer as alternativas disponíveis no mercado financeiro é essencial para identificar as mais adequadas às suas necessidades. Para tanto, é importante conhecer as características das classes de investimento. 

A renda fixa é a porta de entrada para muitos investidores no mercado financeiro. Isso porque oferece alternativas mais seguras ou, ao menos, previsíveis.  

Já a renda variável é uma classe de investimentos que não permite prever o retorno. Logo, ao investir em alternativas da renda variável, não é possível saber quanto ou se o dinheiro renderá ao longo do tempo. 

Para entender mais sobre cada uma dessas classes, você deve investir em conhecimento. Para isso, é possível participar de eventos, cursos, palestras etc. Atualmente, muitas conferências são realizadas online, o que contribui para o seu desenvolvimento sem precisar sair de casa. 

Ter uma reserva de emergência 

A reserva de emergência é um montante guardado com o objetivo de servir como apoio financeiro em momentos de imprevistos. Problemas de saúde, perda de emprego e queda no faturamento são alguns exemplos. 

O montante pode ser muito útil para que você não precise se desfazer de patrimônio ou recorrer às linhas de crédito. Portanto, ela garante maior tranquilidade no dia a dia. Para atingir esse objetivo, o ideal é que a reserva de emergência represente, pelo menos, 6 meses do seu custo de vida. 

Como esse dinheiro precisa estar acessível, é importante que ele seja mantido em investimentos seguros e com alta liquidez. Por esse motivo, a renda fixa é a classe mais adequada para manter a reserva. 

Principais classes de investimento: conheça as alternativas 

Depois de conhecer as características das principais classes de investimento do mercado, é importante entender quais são as alternativas de investimento disponíveis.  

Como você viu, esse conhecimento é essencial para fazer boas escolhas. Saiba mais: 

Renda fixa 

Primeiro, vale conhecer as alternativas para investir em renda fixa. Veja só: 

Títulos do Tesouro 

Uma das opções mais conhecidas da renda fixa, os títulos do Tesouro são emitidos pelo Governo Federal. Por isso, são considerados os investimentos mais seguros do país. Além disso, são acessíveis por ter aporte inicial baixo e possuem diferentes rentabilidades, prazos e fluxos de pagamento. 

O Tesouro Selic, por exemplo, tem rentabilidade que acompanha a taxa básica de juros da economia. Ele é muito utilizado por quem quer deixar de investir na poupança ou montar uma reserva de emergência.  

Porém, também existem alternativas voltadas para o médio e longo prazo, como o Tesouro Prefixado e o Tesouro IPCA +, respectivamente. 

Certificado de depósito bancário (CDB) 

CDB é uma alternativa de renda fixa privada emitida por instituições financeiras. No fim do prazo estipulado, o valor aportado volta para o investidor acrescido da rentabilidade. Ademais, é possível encontrar certificados de depósito bancário que possuem liquidez diária e permitem resgates a qualquer momento. 

A rentabilidade pode ser prefixada, pós-fixada ou híbrida, dependendo do que cada instituição oferece. Vale destacar que os CDBs são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o que traz mais segurança para os títulos. 

Se o banco falir, por exemplo, ele garante o pagamento de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ por instituição, até o limite de R$ 1 milhão global, renováveis a cada 4 anos. 

Letra de crédito imobiliário e do agronegócio (LCI e LCA) 

LCI é a letra de crédito ligada ao setor imobiliário, enquanto a LCA é relacionada ao ramo do agronegócio. Por serem consideradas áreas prioritárias no Brasil, as letras de crédito são isentas de Imposto de Renda. 

Com isso, o rendimento delas pode se tornar mais atrativo para os investidores. Ademais, os títulos possuem cobertura do FGC. No entanto, costumam ser alternativas mais adequadas para investimentos de médio prazo devido às regras sobre vencimento e resgate. 

Debêntures 

As debêntures são um exemplo de aplicação de renda fixa que não contam com a cobertura do FGC. Essa característica pode aumentar o risco desses investimentos. Ao investir nessa alternativa, o empréstimo que o investidor faz não é para um banco ou financeira, mas sim para uma empresa. 

Na prática, o dinheiro é utilizado pela companhia para realizar suas atividades. Além disso, as debêntures podem ser comuns ou incentivadas. No segundo caso, há incentivo fiscal do Governo, que elimina a cobrança de IR. 

Letras de câmbio 

As letras de câmbio são emitidas por financeiras — ou seja, sociedades de crédito, investimento e financiamento. Essas companhias administram dívidas e os recursos obtidos com os títulos são utilizados para conceder créditos aos clientes. 

No entanto, o retorno do seu investimento não está relacionado à necessidade de um devedor pagar a dívida junto à financeira. A devolução do valor aportado acrescido de juros é responsabilidade da instituição que emitiu o título. 

As letras de câmbio são cobertas pelo FGC e, em geral, exigem um capital mais elevado para investimento inicial. 

Renda variável 

A renda variável também traz alternativas que podem ser interessantes para a sua carteira, dependendo do seu perfil e objetivos. Conheça as principais:  

Fundos de investimento 

Apesar de existirem fundos de investimento na renda fixa, temos também de renda variável. Nesse grupo, temos fundos de ações, imobiliários, cambiais e multimercados, por exemplo. Eles podem ser uma alternativa simples e acessível para quem está começando a investir. 

Os fundos são um investimento coletivo que tem a gestão profissional como uma das suas principais vantagens. Dessa forma, é possível contar com o trabalho de um gestor experiente para montar a carteira do fundo e realizar as movimentações necessárias. 

Fundos imobiliários 

Os fundos imobiliários (FIIs) reúnem investidores interessados em investir no setor de imóveis. Eles podem ser de tijolo, de papel ou de fundos. Cada um desses tipos tem características específicas relacionadas ao foco dos aportes — imóveis físicos, títulos relacionados ao setor imobiliário ou cotas de outros FIIs, respectivamente.  

Cabe destacar que os fundos de tijolo podem ser uma alternativa para quem quer viver de renda. Como investem em imóveis físicos, é comum que recebam renda proveniente dos aluguéis. Desse modo, podem repassar parte dos lucros para os cotistas em forma de dividendos com maior frequência. 

Ações 

Ações são parte do capital social de uma empresa. Assim, quem investe nesses ativos tem o direito de participar dos resultados da companhia. Na prática, existem duas principais formas de ter um retorno com os papéis. 

A primeira é por meio da distribuição de proventos, como os dividendos. Nesse caso, quando a empresa tem um bom desempenho e obtém lucros, ela divide parte dos seus ganhos com os acionistas. A segunda forma é por meio da valorização dos papéis ao longo do tempo. 

Logo, o investidor que adquirir ações pode vendê-las por um preço maior do que comprou e ter lucro no longo prazo. No entanto, lembre-se de que o mercado passa por oscilações e os papéis também podem se desvalorizar.  

Previdência Privada 

Os planos de Previdência Privada são muito utilizados por quem tem objetivos de longo prazo, como os relacionados à aposentadoria. De maneira geral, eles funcionam a partir da definição de um período em que há o acúmulo de capital e outro de usufruto. 

Existem muitas alternativas disponíveis para os investidores — desde planos mais conservadores até mais arrojados. Portanto, avalie questões como tipo de plano, tributação, perfil de risco e as regras de aporte e resgate. 

Criptomoedas 

Com o desenvolvimento da tecnologia, as criptomoedas ganharam espaço no mercado financeiro. A criação e utilização das moedas digitais são feitas em computadores descentralizados. Por isso, todas as movimentações ocorrem de forma online. 

Elas podem ser aceitas em diversas transações financeiras, mas existem limitações. O motivo é que as criptomoedas funcionam como códigos virtuais e não pertencem a nenhuma economia global. Ainda assim, o investimento tem atraído muitos investidores.  

Nesse caso, é importante entender os riscos envolvidos e a volatilidade das moedas. Ademais, elas não são regulamentadas no Brasil. Por isso, quem investe diretamente nos ativos está mais vulnerável a golpes, por exemplo. 

No entanto, existe um meio regulamentado de investir em criptoativos: por meio dos fundos de investimento. Nesse caso, os recursos do fundo são alocados em moedas digitais e podem seguir diferentes estratégias. 

É importante, contudo, avaliar os riscos relacionados à volatilidade e aos riscos envolvidos. E, se fizer sentido para o seu portfólio, vale a pena considerar alocar capital com cautela — destinando apenas uma pequena parte do seu patrimônio para essa alternativa. 

Diversificação: por que é importante? 

Como você viu, o mercado financeiro oferece diversas opções de investimentos, cada uma com suas características.  

Nesse sentido, existe uma estratégia de alocação importante — baseada na distribuição dos recursos em alternativas de diferentes tipos, setores e perfis de risco — e que deve ser conhecida pelos investidores iniciantes. Estamos falando da diversificação dos investimentos. 

O objetivo é montar uma carteira consistente e equilibrada, de forma a proteger o patrimônio. Dessa maneira, as perdas em certos investimentos podem ser compensadas por ganhos em outros. 

Ou seja, há a possibilidade de reduzir os riscos dos investimentos ao diversificar o portfólio com produtos financeiros e ativos sem correlação negativa. Conforme eles são incluídos na carteira, o risco total é minimizado. 

Da mesma forma, o retorno é definido pela média dos rendimentos de investimentos individuais. Quando sua carteira é diversificada, ela pode ampliar os rendimentos e você tem chances de obter resultados mais consistentes. 

Assim, a estratégia de diversificação visa conseguir um bom equilíbrio entre risco e rentabilidade. Considerando que, em regra, quanto maior a possibilidade de retorno, maior o risco, é importante saber como combinar os investimentos de maneira vantajosa para você. 

Cuidado com a falsa diversificação 

Sobre o assunto, também cabe ressaltar que é importante ter cuidado com uma situação de aparente equilíbrio, mas que não se estabelece, na prática. É o caso da falsa diversificação, que ocorre quando o investidor, em vez de diversificar, apenas distribui investimentos. 

Assim, ter uma quantidade alta de produtos financeiros e ativos na carteira não significa, necessariamente, que ela está diversificada. Imagine que você tenha ações de várias empresas do mesmo segmento. 

Se houver um problema econômico que afete aquele setor, todos os seus papéis podem sofrer uma baixa. O motivo está no fato de que eles são correlacionados positivamente. Logo, estarão expostos a riscos de mercado muito parecidos, o que significa que não há diversificação nesse caso. 

Uma forma de resolver esse problema é fazer o rebalanceamento da carteira. Para isso, é importante acompanhar seus resultados e analisar a necessidade de fazer eventuais ajustes. Se houver oportunidades para mudanças, procure colocá-las em prática — sempre considerando o seu perfil e seus objetivos. 

Como escolher os melhores investimentos? 

Agora você conhece os aspectos que antecedem os investimentos, os primeiros passos para investir, as alternativas disponíveis no mercado e a importância da diversificação. Então vale entender como escolher as melhores opções para a sua carteira. Acompanhe! 

Analise as características da renda fixa 

Se o seu objetivo é investir em renda fixa, existem diversos fatores que devem ser analisados antes de fazer o investimento. O primeiro deles é o valor mínimo de aplicação. Afinal, não adianta encontrar alternativas com rentabilidade e prazo desejados se você não possui o suficiente para investir. 

Se encontrar oportunidades com aporte inicial mais alto, a dica é guardar a quantia por um determinado tempo até juntar o suficiente. Depois, considere o prazo. Se ele não estiver adequado, há o risco de precisar do dinheiro aplicado e não conseguir fazer o resgate antecipadamente. 

Em outros casos, isso gera prejuízo ou significa perder parte de seus rendimentos. Por isso, não deixe de se organizar para escolher seus investimentos respeitando o prazo dos seus objetivos. 

Outro elemento essencial na avaliação é a liquidez. Ela representa a facilidade com que você pode acessar seu dinheiro. Quando se trata de objetivos de curto prazo, encontrar alternativas com alta liquidez e segurança — mitigando as chances de perdas financeiras — é imprescindível. 

Por fim, a rentabilidade também é um fator que merece atenção, pois pode ser muito diferente mesmo entre opções semelhantes. Portanto, vale comparar diversas alternativas antes de decidir. Mas lembre-se de que maiores retornos podem vir acompanhados de riscos maiores ou menor liquidez. 

Faça uma análise fundamentalista  

análise fundamentalista se baseia na avaliação de indicadores que mostram a saúde financeira da empresa. Outros pontos importantes são a qualidade da gestão, sua participação no mercado, entre outros. 

Portanto, ela é muito importante para quem investe ou pretende investir em renda variável. Afinal, o retorno obtido com o investimento depende da saúde financeira da companhia. 

Pense nas formas de obter lucro com as ações: ela pode ser pela valorização do preço dos papéis ou com o recebimento de proventos. Portanto, o negócio precisa ser sólido e ter resultados consistentes para gerar rendimentos.  

Escolher empresas com expectativas positivas é importante para que os papéis não se desvalorizem ao longo do tempo. Logo, fazer uma análise fundamentalista eficiente permite manejar melhor os riscos e aumentar suas chances de sucesso. 

Ademais, é possível usar diversos indicadores fundamentalistas na análise de ações e fundos de investimentos. Isso pode ajudar a embasar as decisões sobre os seus aportes.  

Considere a análise econômica 

A análise econômica se divide na macroeconomia e na microeconomia. A parte macro se refere ao comportamento da economia como um todo. Assim, a análise é global e desconsidera questões individuais. 

Entre os indicadores que podem ser considerados estão o Produto Interno Bruto (PIB), índice de inflação (IPCA), políticas econômicas e monetárias (como a definição da taxa Selic), entre outros. Essa análise ajuda a entender o impacto da inflação e da redução do consumo, por exemplo, nos investimentos. 

Já a microeconomia analisa o comportamento e o desempenho dos setores de forma individual. Portanto, são consideradas questões relativas às empresas ou segmentos específicos do mercado.  

Diante disso, a análise econômica pode oferecer elementos importantes para ajudar a reconhecer oportunidades e rentabilizar a carteira. Isso vale tanto para a tomada de decisão na renda fixa quanto na renda variável.  

Conclusão  

Neste e-book, você entendeu que o mercado financeiro oferece inúmeras oportunidades para os investidores. Para começar a investir, é importante se organizar financeiramente e conhecer as alternativas do mercado para iniciar os aportes. Também vale envolver toda a sua família para buscar os objetivos desejados. 

Vale destacar que investir pode trazer diversos benefícios. A atitude permite, por exemplo, conquistar maior qualidade de vida no futuro ou a independência financeira.  

Para iniciar essa jornada com o pé direito, é importante contar com uma boa corretora de valores. É por meio dessa instituição que você acessará os ambientes para realizar aportes, tanto na plataforma da corretora quanto na bolsa de valores.  

Quer começar a investir? Abra a sua conta na Genial Investimentos e coloque as dicas deste e-book em prática! 

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Luciano Faustino
CMO da Genial