Ter uma aposentadoria tranquila é a meta de muitas pessoas que já investem seu dinheiro ou querem começar suas movimentações no mercado financeiro. Entre as oportunidades disponíveis, é comum surgir uma dúvida: o melhor é recorrer ao Tesouro RendA+ ou à Previdência Privada?

As duas alternativas são focadas no longo prazo e não se limitam apenas à aposentadoria. Ao mesmo tempo, cada uma apresenta características e vantagens próprias, sendo preciso avaliá-las para identificar qual delas vale mais a pena.

Para facilitar sua decisão, nós, da Genial Investimentos, criamos este conteúdo. Neste artigo, você conhecerá o Tesouro RendA+ e a Previdência Privada e poderá conferir vantagens e desvantagens.

Aproveite a leitura!

O que é o Tesouro RendA+?

O Tesouro RendA+ é um título público emitido pelo Tesouro Nacional e negociado por meio do Tesouro Direto. Portanto, ele está vinculado ao Governo Federal, o que pode gerar mais segurança para os investidores.

A aplicação foi lançada em janeiro de 2023. Antes dessa alternativa, eram negociados na plataforma apenas o Tesouro Prefixado, o Tesouro Selic e o Tesouro IPCA.

Um dos destaques do Tesouro RendA+ é o seu foco no longo prazo, pensado para facilitar o acúmulo de capital para geração de renda mensal no futuro. Com isso, é especialmente voltado para objetivos relacionados à aposentadoria.

Assim, o Tesouro RendA+ pode servir como um complemento de renda para o investidor não depender somente da Previdência Pública, por exemplo. Ainda, ele consegue atender àqueles que buscam lidar com menos riscos em suas movimentações.

Como funciona esse título do Tesouro Direto?

Para aprofundar sua compreensão sobre as características do Tesouro RendA+, é importante saber como o título funciona. A seguir, confira os principais detalhes!

Etapas

Os títulos públicos do Tesouro Direto, assim como as demais aplicações de renda fixa, funcionam como um empréstimo. Ao aplicar neles, você disponibiliza seu dinheiro para o Governo Federal, com a garantia de receber o capital investido acrescido de juros na data de vencimento.

O Tesouro RendA+ compartilha dessa mesma característica. Porém, há uma diferença entre ele e as outras aplicações do Tesouro. Isso se dá, principalmente, porque ele o Tesouro RendA+ tem o funcionamento dividido em duas etapas.

A primeira é a fase de investimento. O foco é que o investidor faça aplicações regulares, até mesmo agendando o investimento, para acumular capital. Depois, há o início do recebimento do dinheiro por meio de parcelas mensais.

Rentabilidade

A rentabilidade do Tesouro RendA+ funciona sob uma lógica diferente de grande parte dos títulos públicos. Isso acontece porque, como você viu, em vez de receber todo o dinheiro na data de vencimento, o pagamento é parcelado.

Então, no prazo do título — que o investidor pode escolher conforme as opções disponíveis — há o início dos recebimentos. O dinheiro acumulado será pago ao longo de 20 anos, em 240 parcelas mensais, proporcionando um complemento de renda para quem investiu.

Vale destacar que a rentabilidade do Tesouro RendA+ é híbrida. Logo, há um percentual de juros prefixado que será somado à variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o indicador oficial da inflação no Brasil.

Portanto, o dinheiro investido e os recebimentos mensais são corrigidos pelo IPCA, o que ajuda a proteger o poder de compra dos investidores. Entretanto, é preciso aguardar até o vencimento do prazo para obter esses resultados.

Liquidez

Outra característica que o Tesouro RendA+ divide com outros títulos do Tesouro Direto é a liquidez diária. Ela garante a possibilidade de converter o investimento em dinheiro antes do vencimento, uma vez que o Tesouro Nacional assegura a recompra dos títulos.

No entanto, vale ressaltar que o Tesouro RendA+ apresenta um período de carência de 60 dias. Então ao longo dos primeiros dois meses de aplicação não será viável fazer a solicitação de resgate. Após esse tempo, a liquidez passa a ser diária.

Vale destacar que, embora seja possível resgatar o título de modo antecipado, há o risco de perda nesse tipo de operação. Isso se deve à marcação a mercado, que precifica os títulos diariamente, de acordo com o cenário.

Na prática, não há como garantir o retorno acordado nessa situação, podendo haver até prejuízos. Como o foco da aplicação é o longo prazo, esse resgate mais cedo pode não ser estratégico para o planejamento do investidor.

Taxas e tributos

Em relação aos tributos, os lucros obtidos com o investimento no Tesouro RendA+ estão sujeitos às alíquotas do Imposto de Renda (IR). A cobrança ocorre diretamente na fonte e o percentual de recolhimento segue a tabela regressiva da renda fixa.

Confira:

  • até 180 dias após o investimento: alíquota de 22,5%;
  • de 181 a 360 dias: 20%;
  • de 361 a 720 dias: 17,5%;
  • acima de 720 dias: 15%.

Também há cobrança da taxa de custódia. Ao contrário dos outros títulos do Tesouro Direto, em que o recolhimento é semestral, no Tesouro RendA+ ele só acontece sobre os rendimentos recebidos no prazo ou em resgates antes do vencimento.

A taxa também varia conforme o prazo de saída e o valor da renda. Em relação ao prazo de saída, a regra é a seguinte:

  • 0 a 10 anos: 0,50% ao ano;
  • 10 a 20 anos: 0,20%;
  • acima de 20 anos: 0,10%;
  • no dia do vencimento: 0%.

Por fim, existe a influência da renda mensal obtida pelo investidor. Caso você resgate apenas no vencimento parcelas de até 6 salários mínimos, a taxa de custódia será zero, seguindo as regras acima. Para valores acima de 6 salários mínimos, a cobrança é de 0,10% sobre o excedente.

Quais as vantagens e desvantagens do Tesouro RendA+?

Optar por investir no Tesouro RendA+ traz pontos positivos para sua estratégia de investimentos, em especial se o foco for o longo prazo. Primeiramente, ele oferece renda complementar, o que pode ser vantajoso para diminuir a dependência da aposentadoria pública.

Quando o investimento é levado até o vencimento, você também se beneficia de ter rendimentos acima da inflação. A característica protege o seu poder de compra e tende a trazer mais segurança na organização financeira.

Ademais, como acontece com os outros títulos do Tesouro, o RendA+ se destaca pela acessibilidade, funcionando como uma porta de entrada para o mercado a muitos investidores. Existem oportunidades para começar a investir a partir de algumas dezenas de reais.

Contudo, também existem desvantagens. Uma das principais é a incidência do IR e, em certos cenários, da taxa de custódia. Ambas impactam a sua rentabilidade líquida, sendo necessário se planejar para essas cobranças.

Também vale ter atenção para os riscos do resgate antecipado. Mesmo que a possibilidade exista, a volatilidade incide sobre o preço do título e pode gerar perdas, visto que a garantia de rentabilidade só existe no vencimento.

Por fim, caso uma fatalidade aconteça com o investidor antes do encerramento das 240 parcelas, o montante remanescente segue para o inventário. Por causa disso, o título pode não ser tão interessante em planos focados em sucessão patrimonial.

O que é Previdência Privada?

A Previdência Privada também é uma alternativa de investimento com foco no longo prazo. A alternativa é composta pelos chamados fundos de Previdência, que fornecem a oportunidade de complementar a Previdência Pública.

Esses fundos podem ser de renda fixa ou renda variável. A classificação de risco dependerá da estratégia e do perfil do fundo que você escolher. Por exemplo, fundos conservadores tendem a priorizar investimentos mais seguros de renda fixa.

Além do complemento à aposentadoria pública, a Previdência Privada pode ser uma alternativa para profissionais autônomos ou que contribuem com o mínimo no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ela também serve para atender a outros tipos de objetivos de longo prazo.

Como funciona a Previdência Privada?

Assim como fizemos com o Tesouro RendA+, vamos aprofundar melhor o funcionamento da Previdência Privada. Desse modo, você poderá visualizar melhor as características dele, bem como os seus pontos positivos e negativos.

Saiba mais!

Investimento

Quando falamos do Tesouro RendA+, você entendeu que o funcionamento dele é composto por duas etapas, não é mesmo? Na Previdência Privada, as fases de aportes e recolhimento também se repetem.

Ou seja, os investidores farão diversos aportes ao longo dos anos para acumular patrimônio. Os recursos são investidos por meio dos fundos de Previdência, que farão as movimentações seguindo a estratégia previamente definida.

Como você viu, há oportunidades de investimento mais seguras e outras mais arrojadas, com mais riscos. Em geral, quanto maior for o risco envolvido, maior tende a ser o potencial de retorno da sua aplicação, embora não haja garantias.

Já a fase de resgate na Previdência Privada, também chamada de usufruto, ocorre quando você recebe o montante acumulado e os rendimentos obtidos. Nesse momento, você tem a opção de resgatar toda a quantia de uma só vez ou em pagamentos parcelados.

No segundo caso, você pode optar por receber uma renda vitalícia ou por um período específico. Essa escolha depende do tipo de contrato que você possui e do patrimônio acumulado ao longo dos anos.

Logo, é importante não confundir o fundo de Previdência com o plano. O fundo representa o veículo, que receberá e movimentará seu dinheiro. Já o plano é o produto adquirido, que define valores, prazos e outros detalhes de funcionamento.

Planos

Já sobre os planos de Previdência Privada propriamente ditos, há dois tipos: abertos e fechados. Os planos fechados também são conhecidos como fundos de pensão. Eles se destacam por serem estabelecidos e disponibilizados por empresas ou associações profissionais.

Portanto, os planos fechados estão disponíveis para um grupo limitado de pessoas. Quando as empresas oferecem a alternativa como um benefício aos seus funcionários, elas também podem fazer contribuições durante a etapa de acumulação.

Por outro lado, os planos abertos de Previdência Privada estão disponíveis para qualquer pessoa. O investimento pode acontecer por meio de uma corretora e o investidor costuma ter mais liberdade para escolher uma alternativa alinhada com seus objetivos.

Tipos

Outro ponto interessante na Previdência Privada envolve os seus tipos. Então a sua decisão deverá ser entre investir em um Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) ou Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).

O PGBL costuma ser adotado por pessoas que optam pelo modelo completo na declaração de Imposto de Renda e que cumprem outros requisitos. Nesse caso, é possível deduzir as contribuições realizadas ao longo do ano, limitadas a 12% da renda bruta tributável.

Essa característica permite adiar o pagamento de impostos, proporcionando benefícios fiscais. No entanto, a possibilidade só é válida para contribuintes do INSS e, no momento do resgate, a alíquota de tributação será aplicada sobre todo o valor acumulado — não apenas sobre os lucros.

Já no caso do VGBL, não há como realizar a dedução no IR. A característica pode fazer com que ele seja mais atrativo para aqueles que declaram pelo modelo simplificado ou já atingem o limite de dedução. Por outro lado, ao final do período de investimento, a incidência do IR ocorrerá somente sobre os rendimentos.

Ainda, vale notar que não é possível migrar de um plano PGBL para um VGBL e vice-versa. Logo, a escolha deve ser feita com cautela.

Tributos

Quanto à tributação, os fundos de Previdência não contam com a cobrança do come-cotas — uma antecipação semestral do IR. Porém, eles não estão isentos de tributos.

Nesse sentido, o investidor tem a opção de escolher entre duas tabelas de tributação do Imposto de Renda: a progressiva e a regressiva. A tabela progressiva segue as mesmas faixas aplicadas aos salários e outros rendimentos tributáveis.

Logo, quanto maior for o montante resgatado e a renda do investidor, maior será a alíquota aplicada, variando de 0% a 27,5% em 2023. É importante ressaltar que essa tabela pode ser revisada e atualizada pelo Governo ao longo do tempo.

Confira:

  • até o limite de isenção: 0%;
  • 1ª faixa de renda: 7,5%;
  • 2ª faixa de renda: 15%;
  • 3ª faixa de renda: 22,5%;
  • 4ª faixa de renda: 27,5%.

Já a tabela regressiva, como o nome adianta, possui alíquotas decrescentes conforme o tempo em que os recursos permanecem investidos. Confira:

  • até 2 anos: 35%;
  • de 2 a 4 anos: 30%;
  • de 4 a 6 anos: 25%;
  • de 6 a 8 anos: 20%;
  • de 8 a 10 anos: 15%;
  • acima de 10 anos: 10%.

Quais as vantagens e desvantagens da Previdência Privada?

A escolha pela Previdência Privada também tem prós e contras. Como você viu, uma das principais vantagens é a possibilidade de gerar renda para cumprir objetivos de longo prazo. O investidor também tem flexibilidade para decidir como aproveitará a fase de usufruto — com renda passiva ou não.

Outra vantagem se relaciona à questão tributária. Embora haja incidência de tributos e impactos na rentabilidade líquida, existem faixas de isenção e, mantendo o dinheiro por longos períodos, a alíquota pode ser mais baixa que em outros investimentos.

A Previdência Privada do tipo VGBL também não entra em inventário, o que pode facilitar a sucessão. Ademais, o investidor tem a chance de fazer a portabilidade de plano para outra instituição caso encontre soluções com condições mais interessantes para seu planejamento.

Entre os pontos negativos, é preciso destacar os custos. Muitos planos podem envolver taxas de administração, carregamento e performance, as quais reduzem o retorno dos investimentos ao longo do tempo. É importante avaliar e comparar as taxas antes de escolher um plano.

Também vale destacar que a Previdência Privada não tem a cobertura de instrumentos como o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Então, em caso de falência ou quebra da instituição financeira responsável, não há garantias de ressarcimento ou proteção dos recursos investidos.

Por fim, a depender do plano contratado, há outros cenários desvantajosos. Por exemplo, um fundo muito conservador pode ter rentabilidade que fique abaixo das suas expectativas. Já um fundo arrojado costuma ser mais volátil e desalinhado com o seu perfil, além de ter riscos de perdas.

Tesouro RendA+ ou Previdência Privada: qual escolher?

Chegando aqui, você já conhece o funcionamento e as características do Tesouro RendA+ e da Previdência Privada, correto? Agora é hora de responder à pergunta: qual das opções vale mais a pena?

Como ocorre com diversas outras decisões de investimento, não existe uma resposta definitiva e que se aplique a todos os casos. Afinal, cada investidor tem suas próprias características e objetivos.

Como você viu, o Tesouro RendA+ se destaca pelo baixo risco, pela proteção do Governo Federal e pela geração de renda passiva por duas décadas. Nesse sentido, ele pode ser adequado para investidores que buscam ter mais segurança.

Já em relação à Previdência Privada, o diferencial é a maior flexibilidade. O investidor tem a liberdade de escolher um fundo com estratégia mais alinhada com seus objetivos, definir uma tabela de tributação mais adequada para sua realidade financeira e selecionar como receber os rendimentos.

Portanto, a decisão cabe ao investidor. Você precisa definir claramente quais são as suas prioridades, como o investimento se enquadraria no seu planejamento financeiro e quais riscos está disposto a assumir no mercado.

Após essa etapa, avalie com cuidado os pontos positivos e negativos de cada alternativa. Pondere esses aspectos e veja qual investimento se sobressai na sua análise. É assim que você terá condições de tomar uma decisão mais racional pensando no longo prazo.

Quais outras alternativas para quem investe a longo prazo?

Apesar de serem alternativas pensadas para o longo prazo, o Tesouro RendA+ e a Previdência Privada não são as únicas oportunidades para os investidores com horizontes amplos para seus objetivos. No mercado, há outros investimentos que podem compor sua carteira a longo prazo.

Veja quais são!

Tesouro IPCA+

Além do Tesouro RendA+, o Tesouro IPCA+ pode ser uma alternativa do Tesouro Direto para investidores com foco no longo prazo. Ele é um título híbrido, cuja rentabilidade no vencimento é dada por uma taxa fixa mais a variação do IPCA.

Na plataforma do Tesouro Direto, existem títulos do Tesouro IPCA+ com os mais variados prazos. Além disso, há uma modalidade com juros semestrais, que entrega cupons de rentabilidade a cada 6 meses aos investidores.

Ações

Com o pensamento no longo prazo, você pode considerar o investimento em ações para sua estratégia. A partir delas, você se torna sócio de empresas de capital aberto listadas na bolsa de valores brasileira, a B3.

Esse investimento pode ser interessante para o longo prazo pelo potencial de crescimento. Quando você seleciona boas empresas para o seu portfólio, existe a chance de elas se desenvolverem com o passar dos anos e valorizarem suas posições.

O investimento em ações também pode servir para obter a renda passiva. Quando as empresas obtêm lucro líquido, elas podem distribuí-lo para os acionistas em forma de dividendos, por exemplo. Isso possibilita que você tenha um complemento de renda isento de IR para pessoas físicas.

Entretanto, essa movimentação envolve mais riscos e não oferece garantias por fazer parte da renda variável. Pensando no longo prazo, é essencial fazer uma análise fundamentalista para conhecer as características de cada empresa, identificando as oportunidades e os riscos do investimento.

Fundos imobiliários

Também disponíveis na bolsa de valores brasileira, os fundos imobiliários (FIIs) são outra possibilidade de renda variável para quem foca no longo prazo. Como o nome adianta, eles são fundos de investimento que exploram o mercado de imóveis.

Os FIIs podem ser de diferentes tipos, considerando a estratégia adotada. Os fundos de tijolo, por exemplo, priorizam o investimento direto em empreendimentos imobiliários. Nesse caso, eles podem lucrar com a venda ou o aluguel do espaço, como condomínios, shoppings, galpões e outras opções.

Também há FIIs de papel, que são aqueles investem em títulos lastreados no setor, como certificados de recebíveis imobiliários (CRIs). Ainda, existem os fundos de fundos (FOFs), que investem nas cotas de outros FIIs.

Assim como acontece com as ações, os fundos imobiliários podem gerar renda passiva em forma de dividendos isentos de IR aos investidores. A regulamentação nacional determina que eles devem compartilhar 95% do lucro líquido semestral aos cotistas.

BDRs

De maneira similar ao investimento em ações, existem os brazilian depositary receipts (BDRs) ou certificados de depósitos de valores mobiliários. Eles são negociados na B3 e em reais, mas são lastreados em um ativo internacional.

Com isso, os BDRs podem ser uma forma de investir em empresas estrangeiras de maneira mais prática. Afinal, não será preciso abrir conta em outro país e lidar com custos de transação financeira para o exterior.

Além dos BDRs de ações, existem certificados lastreados em outras alternativas, como títulos de renda fixa e fundos de investimento. Com os BDRs, os investidores podem internacionalizar a carteira e ainda receber dividendos dolarizados quando as organizações estrangeiras fazem repasses.

ETFs

Por último, os exchange traded funds (ETFs) ou fundos de índice podem ser adequados para o longo prazo. As cotas desses fundos são negociadas em bolsa e eles se destacam por replicar a performance de um indicador — seja ele nacional, como o Ibovespa, ou internacional, como o S&P 500.

Inicialmente, os fundos de índice negociados na B3 não distribuíam dividendos aos cotistas. Porém, desde 2023, passou a autorizar a existência de ETFs que pagam dividendos, criando uma oportunidade de renda passiva aos investidores.

Chegando ao fim desta leitura, você agora tem informações que podem ajudá-lo a decidir entre investir no Tesouro RendA+ ou em Previdência Privada. Lembre-se de que os dois têm pontos positivos e negativos e não são as únicas soluções para aqueles que focam no longo prazo.

Quer saber mais sobre definição de objetivos? Veja 7 dicas para traçar metas de curto, médio e longo prazo!

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