Sem pestanejar, aqui vai uma dica preciosa para todos os perfis de investidor, seja você conservador, moderado, arrojado ou agressivo: tenha, sob qualquer hipótese, uma reserva de emergência!

Saiba que esse é o primeiro passo de um investidor – e isso vale para quem já investe há tempos e esquece da importância de seguir esse conselho. Acredite: todos um dia vão ter que usar um montante de dinheiro para qualquer emergência, seja ela boa ou ruim. Por isso, esforce-se para ter, no mínimo, essa reserva na conta da sua plataforma de investimentos.

Para que serve a reserva?

Trata-se de uma poupança para horas de necessidade rápida e imediata, como a perda de um emprego, uma doença mais séria na família, um afastamento do trabalho por um tempo longo ou mesmo emergências domésticas, como consertos, pequenas obras, a compra de um aparelho, etc.

Onde investir para acumular o dinheiro necessário?

O colchão financeiro deve ser aplicado em investimentos conservadores, com baixíssimo risco de perdas e que possam ser resgatados a qualquer momento.

CDBs com liquidez diária, fundos de renda fixa conservadores e títulos públicos, como o Tesouro Selic (LFT), negociados pelo Tesouro Direto, são os mais indicados, mas mesmo a poupança pode ser usada.

O problema é que a caderneta rende menos que as aplicações similares de renda fixa. Sua rentabilidade também pode ser insuficiente para proteger o dinheiro da inflação. Por isso,

Quanto poupar?

Especialistas recomendam que o tamanho da reserva de emergência corresponda a uma quantia suficiente para o seu sustento por, no mínimo, três meses.

O prazo pode chegar a seis meses ou até um ano no caso de pessoas que tenham carreiras mais instáveis, como autônomos e freelancers, que trabalhem em setores que estejam em crise ou que tenham mais dificuldade de se reposicionar no mercado.

Lembre-se, no entanto, de que você só deve se preocupar em ter uma reserva de emergência se não estiver endividado, pagando juros no rotativo do cartão de crédito, no cheque especial, em empréstimos ou financiamentos.

Os juros que você paga costumam ser bem maiores que os juros que você recebe em aplicações conservadoras. Então vale mais a pena usar suas sobras para amortizar as dívidas e, assim, deixar de pagar juros sobre essa quantia.

A Genial Investimentos está à disposição para te ajudar nas suas decisões e fazer suas aplicações no mercado financeiro. Entre em contato conosco e abra a sua conta!

abra sua conta

Publicado por Leonardo Pinto

Leonardo é jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero, com passagens por grandes veículos da imprensa brasileira, como TV Cultura, Veja e Estadão. Especializou-se em jornalismo econômico, com aprovação pela FGV, no curso de trainee promovido pelo Grupo Estado.

Contentários

    Deixe um comentário

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *