O cenário brasileiro, com a aprovação da Reforma da Previdência Social e os indicadores que mostram sinais de reação da economia, está favorável para que grandes empresas se sintam mais otimistas para buscar novas formas de investir e, assim, crescer.

Uma maneira de atingir esse objetivo é uma operação que além de impulsionar a companhia permite a você, pessoa física, diversificar seus investimentos e potencializar os ganhos.

Estamos falando das ofertas públicas, ou IPOs, uma oportunidade para qualquer pessoa virar sócio de uma grande empresa.

Quer entender o que é IPO e como aproveitar essa oportunidade? Explicaremos a seguir neste artigo. Vamos lá?

O que é IPO

IPO é a sigla em inglês para Initial Public Offering, que em português significa Oferta Pública Inicial.

É o nome dado ao processo em que uma companhia disponibiliza suas ações ao público em geral pela primeira vez na Bolsa de Valores.

Como as ações representam parte do capital dessa empresa, quem compra esses papéis torna-se sócio do negócio.

E qualquer pessoa pode ser acionista dessa companhia, que passará a fazer parte do mercado de capitais. Quem compra as ações depois, no mercado secundário, também vira sócio.

Para uma empresa fazer um IPO, ela precisa contar com uma boa estrutura, já que o processo obedece a várias exigências.

Por isso, é comum que algumas dessas organizações já façam parte do dia a dia do público.

A Marisa, por exemplo, era uma marca já conhecida, com várias lojas distribuídas pelo país, quando entrou na Bolsa de Valores, em 2007.

Em abril de 2019, a Centauro abriu seu capital e conseguiu captar R$ 772,2 milhões, precificando as ações a R$ 12,50.  

Como funciona o IPO na Bolsa

Para realizar um IPO, a empresa interessada precisa fazer um registro de companhia aberta no órgão regulador do mercado financeiro, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), responsável por aprovar essa operação.

Com a autorização em mãos, os donos da companhia elaboram um documento chamado “prospecto da oferta”.

Nesse documento, é possível encontrar informações importantes sobre a própria operação do IPO e sobre o futuro do negócio.

Este ponto é importante para o investidor decidir se quer participar da oferta ou não.

Quem estiver disposto a participar saberá de antemão os planos dos administradores, a situação do mercado em que a companhia está inserida e os riscos.

Bons resultados das ofertas públicas

Em outubro de 2019, o banco mineiro BMG anunciou sua oferta inicial de ações e movimentou R$ 1,6 bilhão.

No mesmo mês, a varejista de moda C&A também fez seu IPO e, com a operação dessas duas empresas, a Bolsa brasileira conquistou o valor de R$ 3,2 bilhões.

Desta forma, foi alcançada a marca de R$ 10 bilhões em IPOs em 2019.

Esse resultado revela que os dez meses de 2019 já foram melhores que o total de 2018, quando foram gerados R$ 6,75 bilhões em ofertas iniciais. 

Vantagens e desvantagens do IPO

Para a empresa, há uma série de vantagens.

Quando um negócio precisa de recursos para subsidiar algum projeto, é possível lançar mão de diferentes formas de captação.

Uma delas é o tradicional empréstimo bancário. Mas os juros podem ser exorbitantes. 

No IPO, porém, o investimento dos sócios não tem prazo de amortização e resgate nem retorno definido, e a rentabilidade depende unicamente do desempenho da empresa.

A abertura de capital aumenta a liquidez patrimonial do negócio e possibilita também ganho de visibilidade.

Além disso, o processo permite mais transparência, pois a empresa passa a ser obrigada a disponibilizar uma série de informações ao mercado financeiro.

Para o investidor, a vantagem está na oportunidade de, como pessoa física, sem muitos recursos, tornar-se sócio de uma grande empresa que pode se valorizar ainda mais.

Além disso, há possibilidades de recebimento de dividendos provenientes da distribuição dos lucros dessa companhia.

Uma desvantagem para o investidor é a possibilidade de as ações registrarem baixas depois da oferta pública inicial, por motivos dos mais variados.

Como participar de um IPO de ações?

Para participar de uma oferta inicial é preciso ter uma conta em uma plataforma de valores, como a Genial Investimentos.

É essa instituição que ajudará você com todas as informações e o suporte necessários para operar. 

A oferta ocorre basicamente em quatro fases:

  1. Informação ao mercado;
  2. Reserva;
  3. Início dos negócios em Bolsa;
  4. Liquidação financeira.

Na primeira, é apresentado o prospecto. Nesse momento, os investidores recebem também as análises fornecidas por empresas especializadas para que conheçam melhor a oportunidade e saber se ela é a mais adequada para o seu perfil de investidor. 

Depois, há o período de reserva, quando os investidores manifestam à corretora o interesse de participar do IPO.

Normalmente, quando a oferta é divulgada, já existe um intervalo indicativo de qual será o valor dos papéis.

É nesse período de reserva, a partir das ofertas, que o preço final da ação, ou cota, é formado.

Finalmente, depois de concluído o período de reserva, se o preço estiver dentro do ofertado, o investidor participa automaticamente da oferta.

Como é um processo que pode parecer complicado, contar com uma corretora que ofereça suporte pode ser um grande diferencial para o investidor.

Fica bem mais fácil participar de um IPO se você estiver seguro de sua decisão, ciente e confortável com os riscos oferecidos pelas transações.

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