Você ouve a palavra “aposentadoria” e pensa que está muito distante disso para começar a guardar e investir o seu dinheiro? Pois, saiba que você pode passar apertos financeiros numa época em que você, provavelmente, precisará de mais recursos, já que idosos tendem a precisar de planos de saúde (muito mais caros para idades avançadas), gastos mais frequentes com remédios e menos chances de ter uma renda extra por causa da força de trabalho reduzida.

Então, se você, atualmente, não pensa em investir em Previdência Privada e tem até, de alguma forma, renunciado os pagamentos ao INSS para ter mais dinheiro no fim do mês, nós iremos apresentar alguns motivos para você refletir e começar a dar maior importância ao seu futuro financeiro:

1) Quem não contribui com o INSS receberá apenas o salário mínimo

Pela regra atual da Previdência Social, que pode mudar caso a reforma da Previdência seja aprovada neste ano, a partir dos 65 anos, quem nunca contribuiu para o INSS tem direito a receber um salário mínimo como assistência social. Atualmente, o salário mínimo do Brasil é de R$ 998,00.

2) Mesmo contribuindo, a Previdência Social pode não ser suficiente

Supondo que a Previdência Social no futuro funcione como hoje, é provável que ela não seja suficiente para lhe garantir, sozinha, uma vida confortável na aposentadoria. Em primeiro lugar, ainda que você ganhe um alto salário como trabalhador CLT, o benefício que você pode receber de aposentadoria pelo INSS tem um limite.

Em 2019, o teto do benefício é de cerca de R$ 5.800. Esse valor é corrigido anualmente pela inflação, para que haja mais ou menos uma manutenção do poder de compra do valor das aposentadorias. Então, pense no poder de compra que esse valor tem hoje.

Para muita gente, essa quantia não é suficiente e haverá uma queda brusca do padrão de vida, particularmente para quem pretende continuar morando numa grande cidade. Além disso, não é nada fácil receber o benefício máximo do INSS. O salário de benefício é calculado com base na média dos 80% maiores salários de contribuição, corrigidos monetariamente.

Ou seja, é calculado com base em valores distintos. Dificilmente os 80% maiores salários de contribuição de uma pessoa são todos correspondentes ao teto. Quem se aposenta por tempo de contribuição pode ainda ter seu benefício reduzido pela aplicação do fator previdenciário.

3) Os gastos com saúde ficam cada vez mais pesados

Os gastos com saúde aumentam muito na aposentadoria, com planos de saúde mais caros, maior consumo de medicamentos e talvez até algumas assistências especiais, como cuidadores e enfermeiros, na fase mais avançada da terceira idade.

4) Investir na aposentadoria traçando planos

Deixar de consumir agora para ter um benefício maior no futuro é, sem dúvida, um sacrifício. Mas isso não quer dizer que você não possa tornar essa tarefa mais interessante.

Mas como fazer isso? Em vez de guardar dinheiro e investir pensando em aposentadoria, estabeleça metas e planos que tornem o hábito de investir todo mês mais prazeroso e com objetivos.

Então, trace planos para esse período lá no futuro. Tente vislumbrar qual estilo de vida você quer ter daqui 30, 40 ou 50 anos e você verá que ficará mais fácil a ideia de investir a longo prazo.

ebook aposentadoria privada5) Dá para investir pensando lá na frente mesmo com pouco

Sobra muito pouco para poupar e investir na aposentadoria? Não tem problema! O importante é investir todo mês alguma quantia não importa o tamanho. É sempre bom lembrar que os planos de aposentadoria privada trabalham com os juros compostos.

Então, mesmo que você não invista tanto mês a mês, o seu dinheiro vai crescendo exponencialmente porque são juros sobre juros, portanto, o montante vai aumentando consideravelmente, principalmente a longo prazo.

6) Quanto mais cedo melhor

A melhor época para começar a investir para a aposentadoria não é quando ela estiver na próxima esquina, mas, sim, quando se ainda é jovem. Assim, é possível poupar menos por mês e ainda ter um bom resultado no futuro. Quanto mais cedo você começa, mais os juros compostos vão te ajudar.

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Leonardo Pinto

Leonardo Pinto

Leonardo é jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero, com passagens por grandes veículos da imprensa brasileira, como TV Cultura, Veja e Estadão. Especializou-se em jornalismo econômico, com aprovação pela FGV, no curso de trainee promovido pelo Grupo Estado.

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