Um novo tipo de investimento está chamando atenção de quem busca por estabilidade financeira ou deseja ter uma reserva confortável para momentos importantes ou de emergência. O Tesouro Direto vem sendo tratado como “a nova poupança” e prevê investimento inicial de apenas R$30.

Sem exigir muito esforço ou conhecimento sobre o mercado, você vai conferir neste material o que é necessário para conquistar uma relação mais saudável com o dinheiro e vai descobrir que investir em Tesouro Direto é menos complicado do que se pensa.

Lembre-se! A jornada para ter melhores resultados financeiros começa na forma como você usa seu dinheiro.

Disciplina: o primeiro passo para começar a investir

Para quem faz malabarismo para pagar as contas ou tem pequena sobra do salário no fim do mês, pode considerar o universo dos investimentos algo muito distante da realidade. É o que acontece com você? Não se preocupe, porque essa é a mesma sensação de milhares de brasileiros que sonham em saber usar o dinheiro a seu favor, mas não sabem como.

Antes de você começar a dar os primeiros passos com o Tesouro Direto, é importante ter em mente que os fatores determinantes para ter uma situação financeira saudável são a disciplina e o conhecimento.

Uma boa disciplina financeira te ajudará a:

  • Ter o controle da relação entre receita e despesas mensais. Esse acompanhamento vai te mostrar  para onde seu dinheiro está indo todos os meses;
  • Identificar os custos que podem ser reduzidos, evitando o excesso de gastos e acúmulo de dívidas;
  • Ter o hábito de poupar. É o primeiro passo para ter uma reserva de emergência, conseguir custear projetos e, principalmente, começar a investir.

O segundo fator, o do conhecimento, recai justamente na falta da educação financeira entre nós brasileiros. Cada um aprende a gerenciar os próprios ganhos baseando-se em exemplos dentro da família, no círculo de amigos, buscando orientação sobre finanças pessoais ou por meio de muitos erros e acertos.

Se você opta pela poupança por sentir que há uma distância entre o mercado de investimentos e sua vida financeira, saiba que hoje em dia há opções mais acessíveis e diversificadas para ver seu dinheiro render mais.

Você pode escolher ficar com sua pequena reserva na poupança ou buscar uma rentabilidade melhor.

Vamos conhecer um pouco mais sobre o Tesouro Direto?

Tudo o que você precisa saber sobre como investir em Tesouro Direto:

O que é o Tesouro Direto?

O programa do Tesouro Nacional foi criado em 2002 com a proposta de ampliar o acesso aos investimentos em títulos públicos federais para pessoas físicas. Um dos grandes atrativos dessa modalidade de investimento  é que você basicamente já sabe qual será a rentabilidade quando faz a aplicação.

Por que e como investir em Tesouro Direto no Brasil?

O Tesouro Direto é um tipo de investimento em renda fixa. Ele é diferente das aplicações de renda variável como as ações, quando você não sabe qual será o rendimento. É por isso que a renda fixa é uma opção mais segura para investidores iniciantes e mais conservadores.

A compra destes títulos funciona como um empréstimo para o governo. Ele usa seu dinheiro e o devolve no prazo determinado, incluindo o acréscimo dos juros por ter emprestado esse valor.

O que torna a opção atrativa é o fato de que o Tesouro Nacional possui diversas opções de títulos que são atrelados a algumas taxas da economia e estão acima dos rendimentos da poupança. E mais, a compra e acompanhamento dos investimentos pode ser feita inteiramente pela internet.

tesouro direto

Tesouro Direto x CDB? Qual o melhor?

Antes mesmo de você entender em detalhes como funciona o Tesouro Direto, vale conhecer melhor uma das aplicações igualmente conhecidas entre os investidores mais conservadores ou iniciantes.

Quem nunca recebeu uma proposta do banco para aplicar no Certificado de Depósito Bancário (CDB)? É prático e, aparentemente, não precisa fazer mais nada, só esperar render.

Parece simples, não é? Pois bem, essa é uma opção viável para quem mantém o dinheiro aplicado por mais de dois anos, quando a alíquota da taxa de imposto de renda é menor. Se optar por fazer o resgate do valor em até seis meses, a taxa a ser paga é de 22,5% sobre o investimento. Após dois anos, a alíquota cai para 15%.

Apesar da praticidade e de render mais do que a poupança, o CDB tem variação entre as taxas cobradas pelos bancos, que é onde eles lucram com o seu investimento ou por meio do valor do título. E cada instituição determina uma quantia e um prazo mínimo para aplicar. Assim, nem sempre a opção de investir diretamente no seu banco é a melhor!

Quais os prós e contras de investir no tesouro direto brasileiro?

  • O valor mínimo de investimento exigido é mais atrativo, a partir de apenas R$30.
  • Algumas corretoras não cobram taxa ou possuem valores mais baixos. Elas costumam ser menores do que as cobradas por fundos de investimento, por exemplo;
  • O Tesouro Nacional garante estes títulos. Ou seja, mesmo que ocorra uma grave crise econômica, que dificulte o governo de te pagar os juros, há uma garantia por lei para que esse valor seja entregue. No caso de bancos privados, nem todos os títulos têm a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) caso “quebrem”;
  • o Tesouro Nacional pode recomprar seus títulos em qualquer dia. Isso dá mais segurança caso precise resgatar a aplicação antes do prazo de vencimento (o que não é recomendável, como você pode ver mais a seguir);
  • o Imposto de Renda só é cobrado no vencimento do título, no pagamento dos juros (caso dos pós-fixados) ou na venda;
  • entre as condições médias do mercado, o Tesouro Direto supera os rendimentos de outras aplicações de renda fixa, como LCI, LCA, CDBs, Fundos de Investimento e Poupança.

Junte-se a mais de 2 milhões de investidores

Engana-se quem acredita que investimento é algo complicado demais, destinado apenas a quem ocupa grandes cargos em empresas ou ainda para quem ganha muito dinheiro.

O Tesouro Direto carrega essa bandeira de que investir é, sim, algo simples e acessível para diversas realidades financeiras. Veja alguns números mais recentes do Tesouro Nacional, de julho de 2018:

  • há mais de 2 milhões de brasileiros cadastrados atualmente no Tesouro Direto;
  • destes, mais de 635 mil são investidores ativos;
  • mais de 60% das aplicações são de valores inferiores a mil reais.

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Tipos de investimentos no Tesouro Direto

Você pode comprar um título ou uma parte dele. É possível adquirir apenas 1% de um título, desde que a compra mínima seja de R$ 30. Será que R$ 30 vai fazer muita diferença no seu mês frente ao que lucrará com o investimento?

Aplicar no Tesouro Direto pode ser simples, mas isso não significa que você não precisa ter um objetivo em mente ao investir. Como assim?

Há diferentes tipos de título e para escolher o ideal, é necessário saber como cada um deles funciona. Basicamente, você  deve analisar por quanto tempo pretende manter o dinheiro aplicado, qual a rentabilidade prevista e o valor mínimo que pode investir. Tudo isso tem que ser compatível com o que você pretende fazer com essa quantia e quando quer resgatá-la.

É importante que você mantenha a aplicação até a data de vencimento para que pague as menores taxas e garanta a rentabilidade total. Isso porque, caso queira vender o título antes do vencimento, o Tesouro compra de volta, mas vai pagar o valor de mercado daquele dia, podendo ser maior ou menor do que quando você adquiriu.

Índices e títulos

A rentabilidade de cada título pode estar atrelada a alguns índices da economia: à taxa básica de juros (Selic) e à taxa da inflação (IPCA). Ela pode oferecer uma outra variação ainda, a depender se o título for prefixado ou pós-fixado.

Título Prefixado: você sabe a rentabilidade exata já na hora em que faz a aplicação. O valor é garantido caso você o mantenha até a data de vencimento. Essa opção vale a pena se você acredita que a taxa de rentabilidade oferecida será maior do que o desempenho da taxa básica de juros.

Título Pós-fixado: o valor tem uma rentabilidade pré definida na hora da aplicação, mas também é corrigido por um indexador (pela taxa de juros ou pela inflação).

Conheça cada tipo de título do Tesouro Direto:

Prefixados

Tesouro Prefixado (LTN) – há apenas um pagamento, que é feito quando o título vence e você recebe a rentabilidade total informada quando fez a aplicação. Assim, se você compra um título ou parte dele hoje, receberá o mesmo valor após o prazo do vencimento, somado aos juros determinados.

Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F) –  oferece rentabilidade logo após a aplicação, com pagamento de juros a cada seis meses. Ou seja, você vai recebendo a rentabilidade durante a vigência da aplicação. Mas a cada rendimento pago, há cobrança de Imposto de Renda (IR) sobre o rendimento. A alíquota segue uma tabela regressiva, cobrando 22,5% no primeiro semestre, por exemplo. Depois de dois anos, ela cai para 15%.

Pós-fixados

Tesouro Selic (LFT) – há apenas um pagamento, quando vence a aplicação. Ela é indicada para os mais conservadores por acompanhar a taxa básica de juros, que sofre poucas variações ao longo dos meses. Vale o investimento se você acredita que a taxa deverá aumentar até o vencimento do título.

Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B) – trabalha com a rentabilidade prefixada na hora da aplicação e a variação da inflação. Nesse tipo de título, a rentabilidade é paga ao longo do período da aplicação, a cada seis meses, mas com incidência da alíquota do Imposto de Renda. Assim, você recebe, no vencimento do título, o montante investido atualizado pela inflação e a última parte dos juros semestrais.

Tesouro IPCA+ – funciona da mesma forma que o título anterior, mas sem o pagamento de juros semestrais. Ou seja, após o vencimento você recebe o valor investido com o acréscimo de juros prefixado e a variação da inflação. Neste caso, a alíquota do IR é cobrada apenas no resgate. Este título tem prazos de vencimento maiores e são indicados para quem quer investir a longo prazo: para a aposentadoria, compra de imóvel e estudos dos filhos, por exemplo.

Quer receber o contato de um assessor para descobrir qual título do tesouro se encaixa melhor em seu perfil de investidor? É só fazer seu cadastro aqui!

Quais são os custos e prazos?

Você pode comprar uma parte de um título por R$ 30 ou fazer uma aplicação no valor máximo de R$ 1 milhão ao mês. Além do valor do título, você paga duas taxas:

  • Taxa de custódia da BM&FBovespa: ela cobre a “guarda” dos títulos e a movimentação na sua conta. A cobrança é de 0,30% ao ano sobre o valor do título, durante o período em que ele for mantido.
  • Taxa da instituição financeira: cada banco ou corretora de investimentos define sua taxa e cabe a você confirmar esse valor no momento em que se cadastra. O mais comum é que você pague a taxa anualmente. Mas há empresas que cobram por operação. Para a cobrança de taxa anual, ela é acumulada diariamente a partir do segundo ano, pelo tempo em que ficar com a aplicação. E caso você venda o título em menos de um ano, não há devolução dessa taxa.

Os títulos têm os seguintes prazos:

  • até 1 ano
  • entre 1 e 5 anos
  • entre 5 e 10 anos
  • acima de 10 anos

Passo a passo de como investir no Tesouro Direto

O Tesouro Direto foi criado justamente para que pessoas físicas começassem a investir no mercado financeiro, portanto, a parte prática deveria ser a mais simples possível, certo? A resposta é sim.

Você pode fazer todo o procedimento pela internet. Nada de papelada ou telefonema. Tudo o que você precisa fazer é ler as informações com atenção e fazer duas escolhas: a corretora que vai te ajudar nesse procedimento e o tipo de aplicação. Confira o passo a passo:

  1. Você precisa ter CPF e uma conta em um banco para aplicar seu dinheiro;
  2. Agora, você escolhe um agente de custódia, que seria um banco ou uma corretora como a Genial Investimentos. São eles que fazem as transações com o Tesouro.
  3. Definido o agente, é hora de acessar o site do banco ou da corretora e solicitar o seu cadastro. A instituição pede alguns documentos para a conta em seu nome, aberta na BM&FBovespa.
  4. Você recebe uma senha provisória, informada pela própria BM&FBovespa, para entrar no sistema do Tesouro Direto. Você cadastra uma nova, com letras números e caracteres especiais e pronto: já pode utilizar o ambiente. É nele que você faz a compra e venda de títulos, além de acompanhar a movimentação da conta.
  5. Escolha qual o título e prazo de vencimento deseja.

Como escolher o banco ou corretora?

Viu como o Tesouro Direto não é nenhum bicho de sete cabeças e como é simples e fácil começar a investir com apenas R$30?

A Genial Investimentos  quer democratizar o acesso aos melhores produtos de investimento do mercado e não cobra taxa de custódia de corretora para investimento no Tesouro Direto em sua plataforma. Investindo com a empresa, você arca somente com a taxa de 0,30 a.a. cobrada pelo Tesouro.

Agora que você tem todas as informações em mãos, por que não começar hoje mesmo? Clique aqui e confira mais informações em nosso site!

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A Genial é a plataforma de investimentos que está democratizando o acesso aos melhores produtos do mercado, de forma simples, ágil e eficiente, através de uma assessoria financeira isenta, transparente e qualificada.