A taxa de custódia é cobrada de todos os investidores do Tesouro Direto, não importando a corretora por onde investem. Ela remunera a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), hoje Câmara de Ações e Renda Fixa Privada, administrada pela BM&FBovespa.

Trata-se de um benefício que contribui para aumentar a rentabilidade do investimento e que poucas corretoras oferecem. Mas ficar isento dessa taxa de administração não significa que o investimento em títulos públicos via Tesouro Direto fica totalmente livre de custos. Ainda existe uma taxa de custódia obrigatória.

Seu custo é de 0,3% ao ano sobre o montante investido e remunera a custódia dos títulos públicos na bolsa de valores sob o CPF do investidor.

O que a taxa de custódia do tesouro direto remunera?

Para investir no Tesouro Direto, todo investidor deve necessariamente abrir uma conta em uma corretora de valores. Ela atuará apenas como intermediária.

Há inúmeras corretoras no mercado habilitadas a oferecer o investimento no Tesouro Direto. Elas são livres para cobrar a taxa de administração que acharem mais adequada. Algumas, como a Geração Futuro, não cobram essa taxa.

Assim, o investidor consegue fugir da taxa de administração escolhendo uma corretora que não faça essa cobrança.

Mas não é possível fugir da taxa de custódia da CBLC, uma vez que todos os títulos comprados via Tesouro Direto ficam custodiados na bolsa, independentemente de terem sido comprados diretamente pelo investidor no site do programa ou pela mesa de operações da corretora de investimentos.

Assim, o mínimo que você irá pagar para investir no Tesouro Direto é 0,3% ao ano. Isso fora o imposto de renda e o eventual IOF que incidem sobre a rentabilidade. Veja aqui todos os custos de investir no Tesouro Direto.

Mesmo com esses custos, o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto é muito vantajoso para o investidor pessoa física.

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Dá para evitar até a taxa de custódia?

Para investir em títulos públicos sem pagar qualquer taxa, nem mesmo a taxa de custódia da CBLC, existe a opção de investir no mercado secundário de títulos.

A custódia nesse caso não é feita na bolsa, mas numa conta de clientes no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic). Mas ainda acontece a cobrança de impostos no resgate, no vencimento ou no pagamento de juros (cupom).

O investimento no mercado secundário, porém, demanda investimentos iniciais bem maiores e não oferece opção para o investidor comprar os títulos diretamente pela internet. É preciso entrar em contato com a corretora e solicitar a operação via mesa de operações.

A GENIAL zerou, nesta semana, a taxa de agente de custódia do Tesouro Direto para todos os clientes.

Veja como funciona o investimento no mercado secundário e conheça suas restrições.

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