De prontidão, podemos garantir que o Tesouro Direto é, sim, o investimento mais seguro do Brasil. Algumas pessoas poderiam questionar se contribuir com uma dívida pública é confiável. E ainda, se a situação econômica do Brasil, principalmente depois de uma crise econômica, não seria um impeditivo para tal afirmação.

É normal e seguro um país ter dívida?

O primeiro ponto serve para acalmar o leitor: dívidas públicas são absolutamente normais em qualquer país do mundo. Pense que um país como o Brasil, por várias questões, como o tamanho de seu território e população, e por ser uma nação subdesenvolvida, com carências básicas, precisa de verba para arcar com toda a infraestrutura de projetos e empreendimentos que vão beneficiar a sociedade brasileira.

No entanto, nem a alta quantidade de impostos que os cidadãos pagam conseguem dar conta. Por isso, nada mais corriqueiro do que o poder público, mesmo em países desenvolvidos como Estados Unidos, Japão ou Alemanha, manejar a dívida pública e deixá-la em um nível saudável e prudente, mantendo o refinanciamento da dívida em parcelas cada vez menores e diminuindo os riscos de descontrole financeiro.

Dá para confiar no governo?

O segundo ponto já toca em uma desconfiança histórica que o brasileiro tem em relação a tudo o que vem do governo. E não é para menos, considerando a má gestão dos recursos públicos que desencadearam a recessão econômica que o País viveu (e ainda sente) e os recentes escândalos de corrupção noticiados pela mídia. Mas por que, mesmo nesse cenário de desconfiança, os títulos públicos ainda podem ser considerados os mais seguros?

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Por que, na prática, os títulos públicos são investimentos seguros?

Digamos que, em uma situação hipotética, o Brasil entre em colapso financeiro e não tenha mais dinheiro para pagar a quem investiu no Tesouro Direto. Mesmo nesse cenário, o poder público pode emitir notas e mais notas para pagar a todos, sem risco de calote.

Claro que isso causaria mais danos à economia,  visto que mais dinheiro vivo circulando resulta em  aumento considerável dos índices de inflação. Mas é certo que o governo precisaria, primeiro, “arrumar a casa” e pagar os cidadãos que investiram nos títulos públicos para depois lidar com o rombo financeiro.

Portanto, nesse quesito, o Tesouro Direto acaba sendo até mais seguro do que a poupança por ter uma independência maior. De acordo com o estrategista da Genial, Filipe Villegas, além desses dois quesitos, há um consenso no mercado financeiro sobre a “escada” das instituições que quebrariam primeiro. Segundo o especialista, o governo federal é considerado o melhor pagador. Os primeiros a falir seriam as empresas, depois os bancos e, por último, as contas públicas.

Veja mais: O que são títulos públicos?

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Leonardo Pinto

Leonardo Pinto

Leonardo é jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero, com passagens por grandes veículos da imprensa brasileira, como TV Cultura, Veja e Estadão. Especializou-se em jornalismo econômico, com aprovação pela FGV, no curso de trainee promovido pelo Grupo Estado.

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